Marketing

A GirodMédias aproxima a marca ao consumidor. Diz o Jérémy

“A comunicação no Natal fomenta a aproximação da marca ao consumidor, à semelhança do que acontece noutras épocas festivas”. A afirmação é do diretor da GirodMédias Portugal, Jérémy Teixeira, que sublinha a importância da quadra para a generalidade das empresas.

segunda-feira, 06 dezembro 2021 12:15
A GirodMédias aproxima a marca ao consumidor. Diz o Jérémy

“A comunicação em período festivo tem outro impacto e outro significado para o consumidor. Com uma boa campanha asmarcas conseguem tocar e aproximar-sedo consumidor”, garante Jérémy Teixeira, acrescentando que a GirodMédias aproveita a quadra para estar ainda mais perto dos seus clientes, fornecedores e parceiros. “Com base nos meios que possui espalhados de norte a sul do país, a empresa cria soluções que permitem essa aproximação marca/consumidor”, refere.

Relativamente aos requisitos específicos que uma campanha natalícia deve reunir, o diretor da GirodMédias Portugal declara que este ano, mais do que nunca, é fundamental que “toque” o cliente e seja “fora da caixa”, de modo a eliminar o risco de se transformar em “mais uma campanha” de Natal. “O nosso meio é privilegiado para campanhas que marcam e criam impactos”, salienta, adiantando que as mensagens mais frequentemente associadas à quadra são as relacionadas com a família, a felicidade, o estar juntos e o reencontro.

E há algum formato particularmente indicado para campanhas e lançamentos nesta quadra? Jérémy Teixeira identifica os mupis nos centros das cidades. “As pessoas estão e estarão ainda mais nas ruas e seguramente mais atentas ao meio envolvente. Os publicitários têm, pois, de pensar forada caixa para utilizar o nosso meio, que é único por várias razões e aspetos, e criar emoção no consumidor”, garante.

Uma vez que a emotividade está fortemente associada à quadra natalícia, quisemos saber qual o aproveitamento suscetível de realizar. Jerémy Teixeira esclarece: “o nosso meio tem a capacidade de chamara atenção, de desviar o olhar sem ser intrusivo”. O OOH – Out of Home –, adianta, é um suporte “fixo, mas isso não significa parado. Por exemplo, um mupi ou um outdoor são estruturas localizadas em zonas premium (onde os consumidores andam e estão mais atentos) e a sua utilização pode muito bem ir além da colocação de um simples cartaz, mediante a criação de emoção no consumidor”.

“Uma marca tem de estar presente na mente do consumidor e, por isso, tem de aparecer”, diz. “Não significa só aparecer muito, claro que isso é importante, mas igualmente relevante é aparecer diferentee o OOH é um meio privilegiado para fazer o buzz”, comenta. Adianta ainda que uma campanha “fora da caixa” desenvolvida na rua irá aparecer de forma natural online. “Existem vários exemplos, mas acho que em Portugal vários exemplos, mas acho que em Portugal continuamos muito tímidos relativamente a esse tipo de campanhas”, nota.

Para este Natal, as expetativas vão no sentido de um aumento significativo do volume de negócios em relação a 2020 e provavelmente também face ao registadoem 2019, antevê. “O ano passado, pelas razões que todos sabemos, foi muito complicado e as marcas estão desejosas de voltar à rua de mãos dadas com o consumidor”, declara, justificando o otimismo que tem em antecipação à quadra natalícia.

O responsável recorda que um dos desígnios da GirodMédias consiste em “ser visto para ser lembrado” e entende que é exatamente o que as marcas necessitam de fazer para se posicionarem na lista de desejos. “Posso ter a melhor ideia ou o melhor produto de sempre, mas se ficar fechado no meu armário ninguém o vai comprar. Acresce que no que concerne aos nossos meios, temos uma segunda frase que utilizamos muito e que é ´sem querer já leu´. De facto, o nosso meio permite de forma transversal atingir toda a população, independentemente da faixa etária, da classe social e da localização, sem filtro e sem bloqueador de publicidade”, sustenta.

Quanto à relevância da tecnologia no que diz respeito à atividade da GirodMédias, defende que “facilita a gestão das campanhas e das nossas posições, assim como rapidez na resolução de problemas ou em termos de comunicação”. Adianta, neste contexto, que a tecnologia permite ainda melhorar os equipamentos da empresa com iluminação através de painéis fotovoltaicos ou ter carregadores USB nos abrigos.

“A GirodMédias é um parceiro que possui um meio que permite aproximar as marcas do consumidor. Essa forma de olhar e de lidar muda completamente o modo de trabalhar e o relacionamento com o mercado”, declara, observando que a empresa gosta de desafios. O mais relevante que enfrenta na atualidade é precisamente aumentar as suas posições mantendo a qualidade do serviço prestado. “O crescimento de uma empresa do nosso setor não é linear e realiza-se por fases. Não podemos saltar com os dois pés juntos, temos de avançar com um pé a seguir ao outro”, assevera. Acrescenta que o segundo desafio passa pelo combate à ilegalidade.“Todos os dias nascem novas empresas que trabalham exclusivamente com posições ilegais. É muito difícil lidar com a concorrência desleal de empresas que não pagam licença ou impostos. Acredito que cada vez mais as marcas não querem estar associadas a esse tipo de empresas”, sublinha.

A publicidade exterior é – assume– um “meio fantástico” para lançar novos produtos e novas marcas e para estar na mente do consumidor. “Com as alterações na mobilidade, as pessoas estão cada vez mais atentas à envolvência e as marcas têm uma oportunidade fantástica com o OOH de estar presentes onde estão os consumidores”, perspetiva. Objetivo é que daqui a 10 anos que a empresa seja vista como “honesta, cumpridora e parceira”. “Quero que a GirodMédias responda a todos os desafios e ideias fora da caixa das marcas”, conclui.

 

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