Marketing

No Natal, a Hoogloo entrega as melhores memórias. Adianta o João

Convívio, petiscos e alegria. É nesta tríade que o marketing de Natal da Hoogloo se irá centrar, garante o CEO e fundador, João Alves, sustentando que “as melhores memórias são feitas à mesa”.

quarta-feira, 22 dezembro 2021 12:12
No Natal, a Hoogloo entrega as melhores memórias. Adianta o João

“As melhores memórias são feitas à mesa e nós somos 100% portugueses, pelo que o nosso marketing natalício irá centrar-se no convívio e nos petiscos, na alegria e na mesa composta”, declara o CEO and Founder da Hoogloo, João Alves.

“Para o Natal, a Hoogloo vai manter o seu core: produtos selecionados pela qualidade, disponíveis das 08h30 à 01h00, com entregas em minutos. Temos claro uma oferta sazonal dos artigos mais apreciados nesta altura do ano, mas não é nossa intenção que o cliente faça todas as compras connosco e que, nestas épocas especiais, não possa recorrer àquilo que lhe é familiar”, afirma. Para esta quadra, prossegue, está previsto manter a operação normal, com as entregas regulares, sendo que haverá carrinhos de compras com artigos que no dia-a-dia não são tão pedidos.

Em termos de campanhas específicas para a época, vai haver vários cabazes disponíveis para que o cliente os possa solicitar de forma rápida, uma vez que a marca trabalha “conveniência e conforto”. “Desde cabazes básicos para a doçaria e para os cozinhados tradicionais, a entradas para os convívios, pensadas e prontas no cesto. O cliente tem apenas de encomendar, receber e servir”, diz. Haverá também conjuntos personalizados para oferta: “imagine-se o cenário do tio contador de histórias: teremos o cabaz de oferta que é mesmo a cara dele. Basta encomendar, receber em casa e oferecer ou encomendar e pedir para entregar ao tio”.

Sobre as origens subjacentes à criação da Hoogloo, João Alves explica que a ideia surgiu quando sentiram dificuldades de acesso rápido a compras de supermercado durante o período mais crítico da pandemia. “Atualmente, acreditamos que encomendas com entregas imediatas de artigos essenciais do dia a dia são um hábito que veio para ficar, pela conveniência e pelo conforto inerentes às mesmas”, refere, salientando a simplicidade de todo o procedimento. “Através da app ou do website da Hoogloo, o cliente pode pedir as compras no conforto da sua casa, local de trabalho, ou noutra localização e recebê-las em minutos, evitando o desgaste de se dirigir a um supermercado, poupando assim tempo e dinheiro”, observa. “Relativamente aos concorrentes, a Hoogloo destaca-se por permitir encomendar apenas um artigo ou as compras do mês (encomendas pesadas ou volumosas), porque as entregas têm limites altos de peso e de volume, bastante superiores aos das congéneres. Asseguramos também que os artigos escolhidos serão os recebidos, sem falhas nem trocas”, destaca. Acresce, ainda, a opção de entrega imediata ou agendamento, de modo a garantir o melhor timing para o cliente.

“Sentíamos que as empresas existentes apresentavam falhas: aplicações ou websites pouco funcionais, trocas de artigos, impossibilidade de encomenda por limite de peso, erros de faturação e demoras nas entregas. Nós quisemos colmatar tudo isso e, neste momento, estamos a ter sucesso nos objetivos definidos: qualidade no serviço e nos artigos, com entregas rápidas”, assegura.

Para realizar as suas compras, o cliente deve registar-se na app ou no site da Hoogloo, percorrer o catálogo, como se estivesse nos corredores do supermercado, escolher os produtos para o carrinho de compras e fazer o pagamento. “Assim que finaliza o pedido, surge um alerta na nossa dark store, onde os nossos colaboradores iniciam o picking e packing”, esclarece. Quanto à distribuição, a Hoogloo recorre a parceiros, empresas especializadas em entregas rápidas ou trabalhadores independentes. “Temos uma aplicação móvel especifica para estafetas, que foi desenvolvida para fazerem as entregas. O raio de entrega é bastante alargado e abrange áreas pertencentes aos concelhos de Lisboa, Oeiras, Sintra e Amadora”, acrescenta.

Numa alusão ao perfil do cliente Hoogloo, João Alves diz que o objetivo é chegar a todo o tipo de clientes: jovens, pessoas mais velhas, solteiros, casais e famílias. “Tendencialmente, e da análise que efetuamos, o target de cliente são pessoas que valorizam a conveniência e o conforto e que preferem evitar os supermercados físicos, pelo tempo perdido ou pela confusão. Uma ida ao supermercado pode ser facilmente substituída por momentos de lazer ou de maior produtividade”, assegura. Quanto ao modo como a Hoogloo perspetiva a sua evolução, começa por relembrar que a ACEPI – Associação da Economia Digital Portugal estima que o valor do comércio eletrónico B2C (Business-To-Consumer), por consumidores portugueses, tenha ultrapassado os seis mil milhões de euros em 2019, representando 2,9% do valor do PIB (Produto Interno Bruto). E em 2020 estima-se que o valor do B2C tenha alcançado quase os oito mil milhões de euros. “A tendência será, pois, de crescimento exponencial nos próximos anos. Dados apurados pela mesma agência mostram que a transição do retalho alimentar para o mercado eletrónico foi acelerada em 4 a 5 anos, com os confinamentos causados pela pandemia. As pessoas estão mais exigentes, procuram interfaces intuitivos/user friendly e têm menos paciência para aguardar pela entrega dos seus produtos essenciais. Para este tipo de produtos, o instant delivery será certamente a melhor solução”, assevera. Adianta, neste âmbito, que a Hoogloo está empenhada em exercer uma presença assertiva em Portugal, ainda que num futuro próximo queira estar também presente noutros países. “Como tal, temos um plano agressivo de crescimento e é esse o nosso foco principal. Estamos totalmente concentrados no desenvolvimento do nosso produto: passámos por uma fase de testes e iteração dos sistemas logísticos e informáticos; temos procedimentos e checklists definidos para todos os processos internos. O modelo de negócio assenta na verticalização através do controlo de todo processo – desde a escolha dos produtos e compra aos fornecedores, até à entrega dos mesmos ao cliente final. A monetização do negócio acontece com a margem/markup na venda dos próprios artigos. Em comparação com o canal offline, conseguimos reduzir alguns custos”, sublinha. Sustenta, ainda, que a Hoogloo – no presente com oito colaboradores – está empenhada em ser o principal player nacional de entregas rápidas de artigos de supermercado. “Queremos ter a melhor app, cumprir rigorosamente com os prazos de entrega e não falhar nos artigos que entregamos aos nossos clientes. Para podermos escalar a nossa rede de dark stores, estamos abertos a vários modelos de crescimento: franchising, aumento de capital ou parcerias”, remata.

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