Marketing

A Wonther perde o género

Wonther, marca de joalharia portuguesa ética e sustentável que chegou ao mercado português há dois anos, assume-se como “sem género”. A criadora, Olga Kassian, defende que as joias não servem apenas para mulheres cis (pessoas que nasceram com o órgão sexual feminino e se identificam com o género feminino), mas sim a todos os que tenham vontade de usar as peças. 

terça-feira, 18 janeiro 2022 11:10
A Wonther perde o género

Neste arranque de 2022, a marca disponibiliza uma gama mais abrangente nas suas criações, alargando o universo dos tamanhos de anéis, colares e pulseiras para que possam servir em qualquer corpo, e adotando uma comunicação em prol da igualdade e da inclusão.

“Associar géneros a peças de roupa, calçado ou, como neste caso, joias, nunca fez parte da nossa filosofia, embora a nossa comunicação e ações de marketing pudessem refletir isso. As nossas joias sempre foram usadas por todos, independentemente de se identificarem (ou não) com um género. Sabemos que esta forma de viver a marca deve refletir-se no tipo de produto que oferecemos, mas também na forma como nos posicionamos nas nossas plataformas de comunicação”, afirma a fundadora da Wonther.

Além da readaptação das comunicações, a #wontherwomen vai desaparecer e cabe, agora, aos clientes escolherem a hashtag que representará esta mudança.

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