Marketing

O programa de sustentabilidade da Central de Cervejas elevou a fasquia. Diz a Sandra

Com uma estratégia global e compromissos transversais a todas as marcas no que respeita à sustentabilidade, a Sociedade Central de Cervejas e Bebidas (SCC) apresenta uma nova visão do seu programa “Brew a Better World – Produzir um Mundo Melhor”. A responsável pelo mesmo, Sandra Peixoto, conta que foi elevada a fasquia, de modo a conseguir um progresso mais rápido. Este caminho faz-se até 2030.

terça-feira, 12 abril 2022 12:30
O programa de sustentabilidade da Central de Cervejas elevou a fasquia. Diz a Sandra

“A sustentabilidade não é uma agenda paralela, mas, sim, um caminho iniciado há uma década, que nos levou a uma estratégia claramente imbuída e integrada nas atividades do negócio”. As palavras são da responsável pelo Programa de Sustentabilidade da SCC, Sandra Peixoto, para explicar que, nesta jornada, através de uma abordagem que define compromissos ao longo de toda a cadeia de valor, a empresa procura melhorar o impacto ambiental e social das suas atividades, assumindo compromissos definidos no programa “Brew a Better World – Produzir um Mundo Melhor”.

Esta é uma estratégia alinhada globalmente, ao nível do Grupo HEINEKEN, que contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas, promovendo o respeito pelas pessoas e pelo planeta, bem como estimulando a prosperidade. Os compromissos são, assim, transversais a todas as marcas, no entanto, cada uma delas vai agregando iniciativas, “de forma natural e coerente”, tendo em conta os seus propósitos e posicionamentos.

“Sabemos que entrámos numa década em que o mundo apresenta desafios ainda mais complexos”, afirma. É por isso que a nova visão do programa de sustentabilidade, até 2030, eleva a fasquia e pretende atingir um progresso mais rápido, através da definição de novos e mais ambiciosos compromissos, com o ambiente, a sustentabilidade social e o consumo responsável “rumo a um mundo com emissões zero, mais justo e mais saudável”.

A atuação da empresa desenvolve-se em três pilares: Ambiental – um caminho para zero impacto; Social – um caminho para uma empresa e um mundo mais inclusivo, justo e equitativo; e do Consumo Responsável – um caminho para um consumo moderado e responsável. O primeiro pretende reduzir as emissões de carbono provenientes da atividade, e promover a circularidade e proteger os recursos hídricos. O segundo tenciona ter um impacto positivo nas comunidades, bem como promover uma cultura de inclusão e diversidade, e um ambiente de trabalho justo e seguro. O terceiro defende um consumo moderado e responsável de bebidas alcoólicas ao mesmo tempo que proporciona alternativas de bebidas mais saudáveis e sem álcool.

Sandra Peixoto reitera que a redução do consumo energético e das emissões de CO2 é, realmente, um dos focos da agenda de sustentabilidade, a qual passa por uma aposta em energias renováveis, mas, também, pela definição de indicadores nessa matéria para as áreas de produção e de distribuição, para os equipamentos de refrigeração e de embalagem.

Na logística, também a empresa tem vindo a desenvolver vários projetos, tanto na distribuição primária como na secundária, no sentido de uma transição para processos que reduzam os níveis de emissões de carbono. No que diz respeito à frota de distribuição primária, além da otimização de rotas e cargas e da utilização de veículos mais eficientes, investiu em duas viaturas movidas a gás natural. “Na nossa empresa de distribuição Novadis, destacamos a utilização do primeiro veículo comercial pesado de mercadorias, 100% elétrico e produzido em Portugal, para entrega aos nossos clientes”, exemplifica.

Com as medidas adotadas, ganha o ambiente e ganha a SCC. Na visão da responsável, atualmente, os consumidores não compram só um produto, querem também saber que causas, valores e legados representam esses artigos e as marcas. “Apesar de ser maioritariamente intangível, a reputação de uma marca é um dos maiores ativos e revelam- -se na preferência de bons profissionais para trabalhar na marca/empresa, na preferência dos consumidores pela marca em detrimento da concorrência, e no envolvimento positivo com as comunidades e entidades com quem interagimos”, defende.

Afinal, vive-se hoje – considera – “numa sociedade cada vez mais atenta aos impactos causados por más condutas sociais, ambientais e de governação, em que as empresas são, também elas, desafiadas a definirem os seus propósitos além do lucro, integrando e concretizando objetivos de desenvolvimento sustentável”.

Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar. 

bt nl

2050.Briefing

O Outdoor Honesto

À Escolha do Consumidor

Edições Especiais

Assinatura Mensal
Edição MensalE-paper

Facebriefing