Marketing

A Mimosa é "orgulhosamente portuguesa". Sabe porquê?

A portugalidade da Mimosa traduz-se na valorização da produção nacional e no orgulho e origem das matérias-primas que utiliza. Mas não só. A portugalidade traduz-se, também, num percurso de quase 50 anos, a desenvolver soluções nutricionais sustentáveis para as famílias portuguesas, enquadra o gestor da marca, José Pedro Silva.

quinta-feira, 07 julho 2022 12:04
A Mimosa é "orgulhosamente portuguesa". Sabe porquê?

“Temos consciência de que ser português tem, per si, o potencial de ser suficiente para se perceber que um produto é de boa qualidade.” Este é o  entendimento da marca, com José Pedro Silva, a sublinhar, no entanto, que o consumidor exige mais do que isso: “Exige-nos não só produtos de qualidade como um foco de ação centrado nos seus estilos de vida, nos seus hábitos e necessidades”.

A sua exigência, prossegue, traduz-se na crescente responsabilização da marca, e é por esta razão que a Mimosa traçou uma estratégia de desenvolvimento sustentável, com um propósito bem claro: cuidar das famílias portuguesas. Esta estratégia garante e pauta a atuação da marca em quatro grandes eixos, que José Pedro Silva especifica: o nutricional, o social, o económico e o ambiental.

O eixo nutricional sempre foi e é, cada vez mais, uma preocupação para a Mimosa. A marca procura constantemente antecipar necessidades dos seus consumidores, atuais e futuros, complementando o seu portefólio com novas propostas de valor, e promovendo melhorias incrementais no perfil nutricional dos seus produtos, estimulando estilos de vida saudáveis e ativos.

A atuação nos eixos social e económico materializa-se em campanhas de apoio às comunidades onde a marca está presente e para as quais é determinante, por considerar que “é de extrema importância” garantir a acessibilidade aos seus produtos, na medida em que, dada a sua riqueza nutricional, são essenciais no âmbito de uma alimentação equilibrada.

Para a Mimosa, ser líder implica assumir o papel de dinamizadora e promotora de crescimento e inovação das categorias lácteas. E é neste framework que assume a responsabilidade de promover a origem “Portugal” como um garante da qualidade dos produtos e do saber fazer desde a sua origem e com orgulho, dinamizando a economia nacional, acrescenta.

No eixo ambiental, desde o processo produtivo ao packaging, a marca tem promovido ações de otimização de processos, bem como seleção e melhorias incrementais de matérias-primas, que lhe permitem reduzir a pegada ambiental e contribuir positivamente para a preservação do mundo dos seus consumidores.

Questionado sobre se o privilegiar de matérias-primas nacionais confirma, de alguma forma, a atenção e a preferência da Mimosa pelo Made in Portugal, José Pedro Silva não hesita: “Uma marca que se diz orgulhosamente portuguesa, que ´É parte de nós´ para os portugueses, tem de ter esse drive. A responsabilidade de que falávamos, de dinamizar a economia nacional, é algo que levamos a sério. A nossa principal matéria-prima, o leite, é de origem nacional. Procuramos, igualmente, selecionar os melhores ingredientes e matérias-primas, mas também apostar no conhecimento nacional para o desenvolvimento de soluções nutricionalmente equilibradas e de elevada qualidade, através dos esforços de acompanhamento e conhecimento do consumidor português, e construção, a partir dessa informação, de novas propostas de valor pensadas para o nosso mercado pelo CNAM – Centro de Nutrição e Alimentação Mimosa”, refere.

A pandemia trouxe limitações ao longo da cadeia de valor dos produtos da marca, admite José Pedro Silva. No entanto, como a empresa é essencialmente autossuficiente na produção da sua principal matéria-prima, a pandemia acabou por trazer oportunidades também. Diz, a propósito, que a riqueza nutricional única do leite e a sua acessibilidade mostraram ganhar uma relevância renovada durante um período de incerteza e insegurança. A pandemia e as novas rotinas abriram, igualmente, portas a novos conceitos de bem-estar e saúde e ao experimentalismo. “Nesse sentido, a comunicação assente no eixo da confiança, na presença intergeracional, na variedade única de produtos Mimosa, que nos permite estar presente, todos os dias e ao longo do dia, na vida dos portugueses, foi a resposta às principais implicações da pandemia e com resultados bastante positivos”, sublinha.

No que diz respeito à forma como a Mimosa avalia a evolução do Made in Portugal e se essa particularidade significa garantia de qualidade e confiança, José Pedro Silva declara que a origem, por si, nunca será suficiente para construir esta sinonímia entre qualidade e confiança, razão pela qual a marca acredita que o seu papel é essencial. “Não digo com isto que não temos capacidade de construção de perceções e imaginários associados à origem. Bem sabemos que a temos, e que o fazemos. No entanto, a bem da sustentabilidade da força da marca ´origem´, temos de ser mais exigentes ou a cópia e aproveitamento desse capital torna-se fácil, o que a banaliza.

“No caso de Mimosa, à origem conseguimos juntar o saber fazer que estes quase 50 anos de experiência nos trouxeram, a inovação que nos é reconhecida, as histórias e as memórias que os consumidores portugueses construíram ao nosso lado e o conhecimento que temos das preferências, necessidades e perfil organolético da alimentação nacional. Aquilo que procuramos é que o Made in Portugal da Mimosa seja esse garante de qualidade e confiança, para que se consiga construir, em particular nas categorias em que operamos, essa goodwill para tudo o que é nacional, privilegiando a nossa economia sempre que esta entregue as respostas às necessidades dos nossos consumidores. Coisa que sabemos conseguir fazer pela diversidade de portefólio que temos nas várias categorias do mercado lácteo”, reforça.

O porta-voz argumenta que o consumidor, quando opta por um produto Made in Portugal, busca, concretamente, segurança, confiança e, até, um certo momento de satisfação pelo comportamento de consumo responsável que privilegia o impacto local a uma escolha globalizada, contribuindo mais diretamente para a dinamização da economia do “aqui”.

E adianta: “Sabemos também que, no consumo de um produto Made in Portugal, o consumidor tem uma maior probabilidade de encontrar um perfil organolético adequado aos seus gostos, ou soluções relevantes para as necessidades que os portugueses têm. Possuir este conhecimento e saber aplicá-lo no desenvolvimento de novos produtos é essencial, para que a construção que as marcas que fazem da sua ´portugalidade´ bandeira, seja eficaz.”

 

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