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A Mama deu-nos Shelter. Que #ProvamosEAprovamos

Um restaurante com quartos por cima. É assim o Mama Shelter. As palavras não são nossas, são de um dos fundadores, mas a experiência comprova que são a melhor síntese desta marca hoteleira que chegou a Lisboa. Acompanhe a nossa visita guiada!

sexta-feira, 15 julho 2022 12:24
A Mama deu-nos Shelter. Que #ProvamosEAprovamos

O guia foi o diretor-geral, Henrique Tiago de Castro. A ele coube a missão de abrir o primeiro Mama Shelter da Península Ibérica. A escolha recaiu em Lisboa, com a abertura a acontecer em janeiro deste ano, ainda que a ideia estivesse a ser maturada desde 2018.

A conversa começou na esplanada, um dos espaços diferenciados que o hotel-restaurante oferece e que, ao todo, somam 240 lugares sentados – além da sala principal, há um pátio interno e, mais recente, um rooftop com uma vista invejável.

Na esplanada, um “Mama Loves You” despertou a curiosidade para este conceito. Este é o cocktail da casa, um dos vários de que é autor Diogo Petronilho, chef de bar que não foi apenas criativo nas misturas – foi-o também nos nomes, pelo que é possível beber um António Variações, um Amália Rodrigues ou um Padeira de Aljubarrota.

A Mama deu-nos Shelter. Que #ProvamosEAprovamos

Fazendo jus à síntese do fundador da marca, Henrique conta que, em Lisboa como noutras geografias, o Mama Shelter é um hotel de lazer no centro da cidade, com um conceito disruptivo em que mais de 50% das receitas provem da restauração. Nos primeiros meses de abertura, na capital, a balança inclinou-se para os 60-40.

O objetivo é que seja um lugar de encontros, para desfrutar em grupo ou a dois, para uma refeição ou para uma bebida. Por isso, há mesas compridas e há recantos. A ideia é que seja um espaço acessível e inclusivo. Por isso, os animais de estimação são bem recebidos.

Da esplanada, passamos para o interior. E os sentidos deparam-se de imediato com um ambiente descontraído, num espaço muito versátil, com alguns apontamentos algo exuberantes, mas sem exagero, em que a criatividade está parente do chão ao teto.

O teto, sim, há que olhar para o teto. Aliás, nem é possível ignorá-lo: os frescos a preto e branco do artista Beniloys enchem-no de vida marinha, com peixes de todos os tamanhos e feitios, em que não faltam, claro, as portuguesas sardinhas.

A Mama deu-nos Shelter. Que #ProvamosEAprovamos

Não é por acaso: em cada Mama Shelter a decoração é sempre adaptada a cada cidade, pelo que em Lisboa os descobrimentos não podiam faltar. Mas, há mais elementos da cultura nacional, de Bordallo Pinheiro à Viúva Lamego.

Nos quartos também. Subimos até um deles, para descobrir que o contraste com o restaurante é grande, em termos decorativos: as cores são mais suaves, ainda que um elemento ou outro façam a ponte com o que se vive no piso 0. O diretor-geral recorda que este é um hotel de três estrelas, mas afiança que o cuidado com alguns elementos, como a cama, os atoalhados ou mesmo o chuveiro, o colocam ao nível de um cinco estrelas.

A Mama deu-nos Shelter. Que #ProvamosEAprovamos

Descemos para, finalmente, provar o que sai da cozinha do chef Nuno Bandeira de Lima, que já andou pelo Decadente e pelo Infame.

Antes, porém, a mudança de ambiente apanhou-nos de surpresa: o espaço é o mesmo, mas o cair da noite, com as cortinas descidas, confere-lhe um toque de cabaret. As texturas e as cores dos almofadados – nos sofás, nas cadeiras e nas almofadas propriamente ditas – não são alheias a este mood, para o qual os espelhos também têm uma palavra a dizer.

A Mama deu-nos Shelter. Que #ProvamosEAprovamos

E foi numa mesa virada para o enorme espelho em arco que ocupa praticamente todo o fundo da sala que a experiência gastronómica decorreu. Uma moldura que proporciona uma sensação de amplitude ao restaurante, de certa forma cortando com a intimidade proporcionada pelos recantos.

No Mama Shelter, serve-se comida para partilhar, em doses generosas, levadas à mesa por uma equipa simpática e disponível. São cerca de 80 os colaboradores, entre pessoas que nunca tinham trabalhado na hotelaria e restauração e pessoas que nunca tinham trabalho sequer em Portugal.

E, afinal, qual foi o menu que (a)provamos? Para entrada, camarão à la Guilho, um clássico com alho, malagueta e coentros; de seguida Mama’s Parpadelle, um dos best-sellers da casa, com a pasta italiana envolva em cogumelos Portobello, bacon, natas, parmesão e uma pitada de manjericão. Completámos com polvo grelhado, com húmus, couve pak choi grelhada, pinhão e paprika. E, finalizámos com a Torta da Mãe, de que dizemos apenas que vinha acompanhada de gelado de baunilha e que é de comer e pedir mais.

 A noite pedia uma subida ao rooftop, mas fica para a próxima!

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