Marketing

Uma marca própria para produtos nacionais? A nobrinde explica porquê

A nobrinde valoriza e apoia a produção nacional através de uma marca própria, a brindes.pt, privilegiando matérias-primas portuguesas, até por apresentarem menor pegada ambiental. Distintivo da empresa é também, segundo o diretor de Marketing, Nuno Oliveira, o desenvolvimento de produtos totalmente personalizados.

terça-feira, 19 julho 2022 12:12
Uma marca própria para produtos nacionais? A nobrinde explica porquê

“França e Espanha são os principais destinos de exportação da nossa marca. Acresce que, em Portugal, não temos concorrência por parte de produtos importados, já que todos os produtos brindes.pt   são feitos à medida”, realça Nuno Oliveira.   Mas, a marca mãe trabalha com cerca de 70% de produtos importados a partir dos “maiores fornecedores” da Europa e do Oriente, focando a sua atividade na aplicação de todos os tipos de impressão, como serigrafia, tampografia, laser, uv print, digital, transfer, zincogravura, sublimação, cnc, epoxy, soldadura por alta frequência e termogravura – baixo relevo, entre outros. Neste contexto, refere igualmente diferentes e variados tipos de acabamentos, como costura, etiquetagem, cortantes, colagem e embalamento/packaging. “Transformamos os produtos, personalizando-os e adaptando-os ao mercado, tanto para oferta, como para venda ou merchandising. Tratamos de todas as etapas, desde a conceção da ideia até à entrega do produto personalizado”, acrescenta.

Quanto ao facto de ser uma empresa portuguesa e isso poder constituir, desde logo, um traço distintivo, Nuno Oliveira reconhece a existência de mercados que procuram e privilegiam produtos europeus, como é o caso de França, e outros que os selecionam por questões de preço, como Espanha, sendo estes dois mercados trabalhados quase exclusivamente para revenda especializada. Já no mercado angolano as marcas nobrinde e brindes.pt “são reconhecidas pelo profissionalismo, qualidade e eficiência que transmitem”. “Mas o traço comum em cada um dos mercados é a originalidade, oferecida através da criação de produtos”, comenta. Em linha com o posicionamento adotado pela empresa, destaca que, no desenvolvimento da sua atividade, a nobrinde privilegia materiais/matérias-primas nacionais. “Por apresentarem menor pegada ambiental, utilizamos, sempre que possível, matérias-primas nacionais como a cortiça, kraft e tecidos para desenvolver produtos brindes.pt”, declara. Esclarece, não obstante, que a maioria das matérias-primas utilizada – como madeira, acrílico, PVC e tecido poliéster, entre outros – é importada. Instado, entretanto, a identificar qual o perfil do cliente que procura um brinde que incorpore o Made in Portugal – que a empresa desenvolve no brindes.pt –, Nuno Oliveira especifica que é aquele que procura vantagens em diversas áreas. Primeiro, pelo facto de serem produtos exclusivos, produzidos com impressão full print e fabricados à medida de cada negócio. Em Portugal, os setores que mais relevância atribuem a este tipo de produto são os do turismo, hotelaria, restauração e câmaras municipais, se bem que a empresa trabalhe com os mais diversos setores que “necessitam de um produto funcional e com caraterísticas únicas a fim de promover uma experiência excelente aos seus clientes”. “A brindes.pt tem como vantagem a produção à medida, com o tipo de material, forma e dimensão pretendidos pelo cliente. Além disso, podemos entregar protótipos e amostras muito rapidamente, assim como fazer entregas parciais no caso de encomendas maiores, e imprimir na totalidade o material antes de ser produzido/confecionado”, enumera.

Sobre quais são os principais brindes requisitados que refletem portugalidade, Nuno Oliveira diz que só mesmo os fabricados em cortiça. No entanto, para o setor do turismo, o facto de conseguirem imprimir na totalidade com fotografia permite, cada vez mais, produzir souvenirs diferentes dos tradicionais, com a particularidade de poderem fornecer grande variedade e pouca quantidade. Quanto ao modo como diferem os brindes Made in Portugal consoante se destinem aos mercados nacional ou internacional, o porta-voz explica: “Enquanto em Portugal e Espanha o nosso Made in Portugal vende mais pelo facto de serem brindes produzidos à medida, com as características e dimensões personalizadas, impressos em full print e prazos de entrega curtos, em França vendemos mais por ser produto ´Made in Europe´ e também cada vez mais devido ao facto de utilizarmos matérias-primas sustentáveis. Já no mercado angolano, por exemplo, praticamente só vendemos Made in Portugal quando pretendem full print em algum produto”.

Mas, o que configura concretamente o Made in Portugal? “Para nós, os requisitos associados aos brindes Made in Portugal são a proximidade ao cliente, rapidez na execução de todo o processo, desde a prototipagem à produção completa da encomenda, versatilidade nas quantidades pretendidas, independência de terceiros e facilidade na criação de novos produtos. No final, podemos afirmar que o que configura o nosso ´Made in Portugal´ é o facto de se não existir, nós criarmos”, responde.

 

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