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A iServices repara em nome da sustentabilidade. A Vânia conta porquê

A sustentabilidade é um dos focos da estratégia da iServices, assente no reconhecimento de que o consumo de equipamentos eletrónicos tem impacto negativo sobre o ambiente. Daí que advogue o direito à reparação e que assuma como missão prolongar a vida útil desses dispositivos, como dá conta a diretora de Marketing e Comunicação, Vânia Guerreiro, notando que o regresso às aulas é uma altura em que essa preocupação emerge.

terça-feira, 13 setembro 2022 11:53
A iServices repara em nome da sustentabilidade. A Vânia conta porquê

Fundada em 2011, a iServices tem na sua génese uma missão, valores e atividade que viabilizam um futuro melhor para a humanidade e para o ambiente. “O consumo global de smartphones, tablets, computadores pessoais e outros dispositivos eletrónicos aumenta todos os anos e, obviamente, reconhecemos os benefícios evidentes em áreas tão abrangentes como a saúde, educação, finanças e comércio”, comenta, alertando, contudo, para o lado negativo da questão.

“O nosso planeta está a assistir em direto a uma espécie de tsunami crescente de lixo eletrónico e isso preocupa-nos. Sabe-se que, globalmente, apenas 20% do lixo eletrónico é formalmente reciclado. Os restantes 80% terminam em aterros, ou são eliminados de outras formas não adequadas para o ambiente”, revela.

Neste contexto, a iServices apresenta-se como uma “organização competitiva, produtiva e de referência no mercado da reparação de equipamentos informáticos e telemóveis”, implementando diariamente técnicas avançadas e inovadoras na sua atividade, por forma a “prolongar a vida útil dos equipamentos e reduzir o lixo eletrónico” através dos seus serviços de reparação.

Daí que defenda a opção de “aquisição de equipamentos recondicionados, que possuem uma elevada qualidade e, em simultâneo, contribuem para a sustentabilidade do planeta”.

“Para fabricar um telemóvel novo, têm de ser retirados da natureza diversos recursos como o lítio, o cobalto, o cobre e outros minerais raros como a platina. Por sua vez, a compra de um equipamento recondicionado economiza em média 30 kg de CO2, diversos quilos de matérias-primas e muitos litros de água. Considerando tudo o que envolve a produção de um novo aparelho tecnológico, devemos sempre tentar dar-lhe o máximo tempo de vida possível e, por isso, deixa de fazer sentido adquirir dispositivos novos todos os anos”, justifica a responsável da insígnia.

Além de uma estratégia de eliminação do plástico nos produtos de marca própria e de substituição dos materiais de embalagem por alternativas ambientalmente amigáveis, a iServices está consciente da crescente procura dos consumidores por produtos eco-friendly e, por essa razão, assume a sua quota de responsabilidade na criação dessas alternativas.

“Em simultâneo, trabalhamos com um objetivo ambicioso: garantir o desperdício zero na gestão de todos os recursos utilizados. E temos como propósito continuar a evoluir, com robustez e sustentabilidade, de forma a contribuir, verdadeiramente, para o aceleramento da economia circular a nível global. Todos estes compromissos nos obrigam a um esforço financeiro e de inovação, para encontrar as melhores alternativas, mas são também eles que nos permitem continuar a disputar e a conquistar a preferência e a confiança de todos os nossos clientes.”

A propósito, dá conta de um cenário cada vez mais comum por ocasião do regresso às aulas: dar uma nova vida aos equipamentos que já estão ultrapassados ou investir em novos modelos. “Esta tendência é crescente no que respeita ao período em que os encarregados de educação são, de facto, confrontados com valores de investimento elevados para assegurar todo o material escolar necessário aos seus educandos”, nota, antes de apontar as práticas mais comuns.

“Por norma, se alguém no agregado familiar compra uma nova versão de um equipamento, a tendência já não é inutilizar o equipamento anterior, colocando-o numa gaveta, mas sim oferecer o mesmo a outro elemento da família, que tem um equipamento de inferior desempenho. Neste contexto, os nossos serviços de reparação afiguram-se cruciais, uma vez que ajudamos a prolongar o tempo de vida útil dos equipamentos com reparações tão simples como a troca de uma bateria ou de um vidro.”

Por outro lado, recorda Vânia Guerreiro, existem os dispositivos eletrónicos recondicionados, que “são também uma excelente opção para quem tenha de adquirir smartphones, tablets ou computadores, equipamentos que, hoje em dia, são essenciais aos estudantes de todas as idades”. “Logo, os aparelhos recondicionados são a solução mais indicada para quem procura não só poupar dinheiro, mas também contrariar o impacto ambiental gerado pela compra anual deste tipo de produtos”, defende.

 

Pelo direito à reparação

 

O movimento ‘Right to Repair’ colocou na agenda do Parlamento Europeu, em Bruxelas, um tema que tem vindo a ser debatido e explorado, por forma a levar os fabricantes a conceber produtos com um ciclo de vida maior e mais reparáveis.

Uma proposta e um movimento que conta com o apoio da iServices, subscritora de todas as iniciativas que tenham impactos positivos no planeta. “Estamos conscientes de que são necessárias medidas para minimizar os impactos da indústria eletrónica no meio ambiente, alinhadas com uma transição sustentável para todas as partes, de forma a moldar um futuro que funcione numa verdadeira economia circular”, garante a porta-voz.  “No que toca ao setor das telecomunicações, estamos habituados a ver, por exemplo, filas intermináveis para comprar o último modelo de telemóvel, mas sabemos bem que estas práticas não são sustentáveis para o planeta”, acrescenta.

O mundo digital representa 4% das emissões globais de carbono, aponta Vânia Guerreiro, e o grande impacto da tecnologia na quantidade de lixo produzido prende-se, acima de tudo, com a produção de novos dispositivos. “Na nossa perspetiva, a iniciativa europeia do Direito à Reparação não envolve apenas o consumidor. Reparar em vez de comprar novo exige também um design de produto que seja repair-friendly. Por esta razão, na iServices, acreditamos que o sucesso da economia circular passa também por alterações que têm de ser realizadas do lado dos fabricantes”, evidencia.

A responsável da iServices reconhece que a “obsolescência programada é uma realidade e, nos últimos anos, os principais fabricantes não se inibiram em criar componentes exclusivos das suas marcas, o que torna a reparação dos dispositivos bastante dispendiosa.”

“Sabemos que adaptar toda a indústria ao novo conceito de ‘fabricar para durar’ é um enorme desafio num sistema que privilegia a substituição e encarece a reparação. Neste sentido, a Ecommerce Europe, uma plataforma que dá voz ao setor de comércio digital europeu, já veio pedir à União Europeia que não limite as novas diretivas do Direito de Reparação apenas à perspetiva do consumidor”, partilha, reforçando o objetivo da iniciativa: “Passa pelo alargamento da abrangência dessas diretivas, para que tenham em conta as preocupações de todos os interessados no mercado, incluindo as empresas de reparação, como a iServices.”

“Consideramos que mudar a forma como são fabricados e comercializados os produtos é tão importante como garantir Direitos de Reparação ao consumidor, se o objetivo é fomentar a economia circular de que o planeta tanto precisa”, conclui a representante da iServices.

 

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