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“Não Regresso à Escola”, diz a UNICEF

A UNICEF Portugal lança a campanha de sensibilização e angariação de fundos “Não Regresso à Escola”, para combater as desigualdades no direito e acesso à educação. A publicidade denuncia todas as situações inaceitáveis de incumprimento deste direito básico que ocorrem no mundo e também no País.

sexta-feira, 23 setembro 2022 16:21
“Não Regresso à Escola”, diz a UNICEF

O mês de setembro marca o regresso das crianças e dos jovens à escola em todo o mundo, mas esta não é uma realidade transversal a todos os que a ela têm direito. Em Portugal, há cerca de 6500 crianças que, de acordo com o mais recente Relatório das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens (2021), vão continuar sem acesso a esse direito fundamental. Nesse sentido, a UNICEF Portugal, para alertar para a necessidade de fazer cumprir este direito fundamental, criou a campanha de comunicação e angariação de fundos “Não regresso à Escola”.

“Neste regresso às aulas, temos que ter todas as crianças na escola e na sala de aula. A escola não pode deixar ninguém de fora e o Estado tem a obrigação de cumprir, e fazer cumprir, este direito fundamental; bem como tem os deveres de avaliar o que as crianças e jovens estão a aprender, de garantir a recuperação das aprendizagens essenciais, e de assegurar que os professores têm a formação e os recursos necessários para que tudo isto aconteça”, afirma a diretora executiva da UNICEF Portugal, Beatriz Imperatori.

A responsável defende que o não regresso à escola “não pode ser normalizado”, sob pena de se falhar a milhares de crianças e jovens que merecem especial consideração e proteção.

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