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Uma nova imagem instala-se no Lionesa Group - e não só

O Lionesa Group apresentou, esta quinta-feira, no Mosteiro de Leça do Balio, a sua nova identidade visual, bem como dos seus projetos Balio e Caminho da Arte. O Studio Eduardo Aires é o responsável pelo rebranding.

sexta-feira, 30 setembro 2022 15:45
Uma nova imagem instala-se no Lionesa Group - e não só

Depois de desenvolver, já este ano, a nova imagem do Lionesa Business Hub e da Livraria Lello, o Studio Eduardo Aires assina agora a renovação da identidade visual do Lionesa Group, do Balio e do Caminho da Arte. A ambição passa por reconhecer a filiação, o enraizamento, a distinção e a individualidade de cada marca, atendendo às diferentes áreas de negócio e contextos/histórias de cada uma.

O type designer desenvolveu um um conceito tipográfico para o grupo, entendido como base comum ao desenvolvimento de todas as marcas. “O resultado é a fonte tipográfica ‘Lionesa’, uma fonte variável que permite a afirmação do ADN do grupo e a geração, a partir desse tronco comum, das imagens das diferentes empresas”, explica o designer Eduardo Aires.

Nas suas variações mais clássicas, serifadas, incorpora os projetos onde a matriz patrimonial e cultural é mais forte – Balio, Caminho da Arte e Livraria Lello. Por seu lado, nas variações mais modernas, grotescas, agrega a marca que tem um posicionamento mais contemporâneo – Lionesa Business Hub. A cor institucional, amarelo, é “vibrante e expressiva da energia desta força”.

Já a identidade visual do projeto Balio, afirma-se “o limiar e o encontro entre o passado e o futuro, entre os construtores do Mosteiro de Leça do Balio e os autores da sua recuperação”. Sobre uma variação serifada da fonte ‘Lionesa’, designada ‘Balio Regular’, introduz-se um elemento iconográfico em substituição do A, evocativo dos arcos em ogiva dos vãos do mosteiro. “Este arco, formalmente sintético e depurado como a linguagem arquitetónica e escultórica dos novos projetos, representa adicional e simbolicamente a ideia de passagem, não só a de atravessamento físico como a de transição espiritual”, justifica o designer. Neste caso, a paleta cromática explora verdes pouco saturados, uma referência à natureza e ao projeto paisagístico que envolve o edificado – “tonalidades favorecedoras da tranquilidade que associamos à introspeção”.

Por fim, tendo em conta a intersecção entre o Caminho da Arte e o Balio, a escolha tipográfica para o primeiro recaiu sobre a ‘Balio Regular’. É, afinal, no território do Mosteiro, que se implanta o ‘Caminhante’, a obra de Álvaro Siza Vieira que alude ao peregrino e se encontra representada na logomarca. A repetição das três formas triangulares que assumem o valor fonético de A, alinhadas verticalmente, representa adicionalmente o sentido do Caminho da Arte, em direção a Santiago de Compostela, a norte”, acrescenta Eduardo Aires. As cores da identidade visual, azul e amarelo, estabelecem uma “inequívoca e legível” relação com as do Caminho de Santiago.

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