Marketing

Portáteis Samsung chegam a Portugal com campanha “Everything for Everyone”

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Plasmas, Telemóveis, câmaras fotográficas, mas, até hoje, não havia computadores portáteis da Samsung em Portugal. Chegar ao top cinco do mercado é o objectivo do novo segmento da marca coreana em Portugal, que apresenta hoje a sua gama de portáteis, juntamente com a respectiva campanha “Everything for Everyone” a ter início no dia 17 deste mês.
terça-feira, 02 fevereiro 2010 06:00


O objectivo é levar “os consumidores que já compram Samsung a preferir também a marca neste segmento”, explica Nuno Cunha, Director de Segmento de Negócio. A gama pretende “associar cada um dos portáteis a um estereótipo”, sendo lançados cinco a seis novos portáteis ao longo de 2010, acompanhados por reforços de comunicação.

“Everything for Everyone”

O slogan reflecte “o compromisso global lançado pela marca para este segmento”, enquanto que, em Portugal, a criatividade da campanha conta com a assinatura da Futuro Publicidade e com a comunicação da Pure Ativism. Imprensa e Online foram os meios escolhidos para a campanha de lançamento, que deverá durar cerca de 3 meses, por serem os “locais de consulta para quem procura comprar um portátil”. Na Internet a campanha inclui um questionário, para que “cada um encontre um computador à sua medida”, enquanto em alguns pontos de venda a marca oferece ainda a possibilidade de fazer um “Test drive dos Portáteis Samsung”. O outdoor será outra das apostas da acção publicitária “Everything for Everyone”. 

Bonança ao nível internacional “é espelho dos mercados nacionais”

A afirmação é de Nuno Cunha, numa altura em que a Samsung se consagrou líder mundial ao nível tecnológico, ultrapassando a HP em cerca de 6 mil milhões de euros em volume de negócio em 2009. Por sua vez, a aposta nos portáteis é estratégica para o crescimento da empresa. Tendo já “um histórico em países como a Alemanha ou Inglaterra”, onde os portáteis da Samsung “discutem a liderança do seu segmento de mercado”, a marca decidiu “estender a aposta a outros países, nomeadamente a Portugal”. Esta aposta não foi possível anteriormente “porque os portáteis da marca apresentavam características que não era adaptáveis ao nosso mercado” e funcionalidades que não abrangiam um target suficientemente grande. Agora, “com um portfólio mais vasto, tal já é possível”, completa o responsável.

CK

Fonte: Briefing

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