Marketing

OMS recomenda "Marketing responsável" nos alimentos para crianças

OMS publica recomendações para o Marketing a alimentos dirigido a crianças
A Organização Mundial da Saúde publicou as suas recomendações para a eliminação de comunicações de Marketing de alimentos e bebidas não alcoólicas direccionadas a crianças por forma a compreender o impacto destas medidas nos hábitos alimentares e vendas de produtos.
quarta-feira, 02 dezembro 2009 16:13


Dirigida a todos os Estados membros, estas recomendações visam promover o Marketing responsável num diálogo com todas as partes interessadas, incluindo entidades privadas do sector, garantindo a prevenção de potenciais conflitos de interesse. O relatório deverá ainda passar pela Assembleia Mundial de Saúde, em 2010, para aprovação final.

As recomendações reconhecem que as políticas dos diferentes Estados-Membros variam nos seus objectivos e conteúdos, abordagem, monitorização e avaliação. No entanto, referem a necessidade de homogeneizar determinadas práticas, nomeadamente junto dos actores do sector privado, independentemente das medidas implementadas ao nível nacional.

As recomendações sugerem que o marketing de alimentos com elevado teor de gorduras saturadas, ácidos gordos transformados, açúcares livres ou sal, dirigidos a crianças, deveriam ser eliminados.

Os Estados-Membros são incentivados a estabelecer de forma clara as faixas etárias para as quais as restrições devem ser aplicadas bem como os canais de comunicação, as configurações e técnicas de marketing a serem abrangidas.

Para monitorização da política, as recomendações sugerem comparar os anúncios que são "dirigidos a crianças", num período de 24 horas, tanto em termos do número de anúncios (para avaliar a "exposição") como em termos das técnicas de marketing utilizadas (para avaliar as mudanças no "poder"). Por sua vez, sugerem também o uso de indicadores para avaliar o impacto da intervenção política, nomeadamente a diminuição nas vendas ou nas quotas de mercado destes alimentos e as mudanças nos padrões de consumo das crianças, em resposta à política.

CK

Fonte: APAN

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