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Diretor do Sol espera “crescimento substancial das vendas” com novo grafismo

Diretor do Sol espera “crescimento substancial das vendas” com novo grafismo
O jornal Sol vai amanhã para as bancas com uma nova impressão, novo acabamento, novo grafismo e um euro mais barato, passando a custar agora dois euros. Em declarações ao Briefing, José António Saraiva, diretor do título, revela que com as reformulações “a expectativa de um crescimento substancial das vendas (e da própria procura publicitária) é muito elevada”.

quinta-feira, 19 abril 2012 10:30

Tal como aconteceu recentemente com o jornal Público, também o Sol vai passar a ser agrafado e aparado; o grafismo passa a dar “mais importância à imagem, mais relevo aos títulos e criará mais ritmos”, avança José António Saraiva que realça: “Não basta um grafismo ser bonito, é preciso ser eficaz, ou seja, tem de conduzir os leitores a ler. Senão, nada feito. Um jornal é um jornal, não é uma gravura para pendurar na parede”.
Também o site acompanhará a alteração do grafismo da versão impressa do semanário. “Nesta mudança, digamos que o jornal em papel foi a locomotiva; o site acompanhou”, explica o diretor.

Estas alterações surgem porque “os jornais têm que mudar ciclicamente, porque a Terra gira e as sociedades evoluem. Mas houve fatores adicionais: a coleção de cromos de Eusébio [o jornal vai distribuir 200 mil cadernetas com o apoio do SL Benfica] e a mudança de tipografia – para a Sogapal – com uma impressão em máquina comercial”, revela ao Briefing o responsável. “Achámos que as mudanças se potenciavam melhor umas às outras se as fizéssemos todas em simultâneo”, adianta.

Mas as modificações não se restringem apenas à grafia; o preço do jornal também sofrerá uma mudança, passando, agora, para dois euros. Intuito desta redução é “facilitar o colecionismo, alargando o universo dos que querem fazer a coleção”, aliado à “consciência de que, em tempos de crise, o preço de três euros pode ser alto para muita gente”, explica José António Saraiva, salientando o esforço feito pelos acionistas do jornal para que tal fosse possível.

As alterações arrastam-se igualmente para a revista Tabu - ainda que menores -, assim como as edições angolana e moçambicana que são diferentes da portuguesa (em Angola, a revista que acompanha o Sol intitula-se Caju e em Moçambique Lua).

Catarina Caldeira Baguinho
Fonte: Briefing

quinta-feira, 19 abril 2012 12:30

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