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“A Sonaecom não está na nossa agenda de curto prazo”

“A Sonaecom não está na nossa agenda de curto prazo”
Dois anos passados sobre o cisão da PT, Rodrigo Costa, presidente-executivo da Zon Multimédia, afasta rumores de uma possível fusão com a Sonaecom.
domingo, 29 novembro -0001 23:23


Veja aqui a capa do Briefing do mês de Outubro.

Briefing
: O UBS defendeu que a reeleição do PS dá mais força a uma possível fusão entre a Zon e a Sonaecom.
Rodrigo Costa: Não faço nenhum comentário em relação à parte política da questão.

Briefing: E m relação à parte económica? A possível fusão entre a Sonaecom e a Zon faz sentido?
RC: As coisas são sempre possíveis no papel, mas nós trabalhamos num regime de racional económico.

Briefing: E, num regime racional económico, uma fusão com a Sonaecom é interessante?
RC: A Zon está num segmento de mercado que cresce, temos boas perspectivas na Internet, temos boas perspectivas na voz fixa. Temos sete ou oito trimestres de crescimento contínuo. O negócio móvel não vive este tipo de momento de expansão.

Briefing: Das suas palavras, posso apreender que o mais interessado em que este negócio se realize é a Sonae.
RC: Várias vezes tenho ouvido comentários da Sonae em relação a nós. A mim nunca me ouviu fazer qualquer tipo de comentário sobre uma possível fusão com a Sonaecom.

Briefing: Quais são os benefícios e quais são os riscos de uma possível fusão?
RC: Temos de perceber se a soma das partes se traduz numa coisa maior ou se a soma das partes vai fazer com que aqueles que estão num negócio que é um negócio interessante se vão meter num negócio menos interessante.

Briefing: Mas já houve conversações?
RC: Todos nós temos boas relações uns com os outros, mas isso não quer dizer que se entre em qualquer tipo de negociação formal ou informal. Isso não está nossa agenda de curto prazo.

Briefing: Em termos de modelo de negócio, se este se concretizar, estamos a falar de uma fusão e nunca de OPA (Oferta Público de Aquisição)?
RC: Não vou fazer qualquer comentário.

Briefing: A opção de compra da empresa holandesa Teliz faz parte da estratégia de expansão em Angola?
RC: Trata-se de um mero formalismo. Quando se quer investir em territórios internacionais, faz-se através de empresas que já estão implantadas. Esta compra não tem a ver com nenhuma operação de televisão fora do território nacional.

Briefing: Em Angola, a Zon só estaria interessada na distribuição?
RC: A nossa vocação continua a ser a mesma, nós somos uma empresa que tem um negócio de televisão paga, acesso à internet e de voz fixa em Portugal. O nosso objectivo será portanto entrar no negócio da televisão paga em Angola. Não temos nada previsto em matéria de Internet, nem nada em matéria de voz, apenas na área de pay Tv por satélite.

 
Leia o resto da entrevista com o presidente-executivo da Zon no número de Outubro do Jornal Briefing que chega hoje aos assinantes.

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