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“Absolutamente inaceitável”, presidente da ERC reage à demissão da Direcção de Informação da TVI

As reacções à demissão da Direcção de Informação da TVI não se fizeram esperar. O presidente da Entidade Reguladora para a Comunicação Social, José Azeredo Lopes, em declarações à agência Lusa, afirma que o cancelamento do Jornal Nacional é “absolutamente inaceitável e de uma total ausência de sentido de oportunidade com uma consequência objectiva de interferência num processo eleitoral” declarando-se “estupefacto” com o acontecido.
domingo, 29 novembro -0001 23:23
Já José Eduardo Moniz em  declarações à TSF considera um “escândalo” o cancelamento do Jornal Nacional de sexta-feira. Para Paulo Portas, em declarações à TVI, o cancelamento do Jornal Nacional foi de “ordem socialista”, classificando-o como um “acto de censura”. Para o PCP, também segundo a TVI, a “avaliação sobre a decisão de suspensão do Jornal Nacional da TVI e a subsequente demissão apresentada pela Direcção de Informação desta estação não é separável do conhecido e notório incómodo que, quer o Governo quer o primeiro-ministro, vinham demonstrando face aos conteúdos e critérios dominantes na edição deste serviço noticioso nas noites de sexta-feira”.

Estas reacções surgem após os acontecimentos desta manhã em que a direcção de informação da TVI anunciou a sua demissão em bloco devido à suspensão do Jornal Nacional de Sexta-feira, apresentado por Manuela Moura Guedes. Em declarações ao DN, a jornalista tinha referido que ‘só se fossem muito estúpidos é que me tiravam do ar’, algo que aconteceu por decisão unilateral da administração do canal. Não foi possível até ao momento obter reacção da direcção de informação.

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