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Jornal Económico: Há anunciantes e leitores para sustentar o projeto, garante a direção

Está hoje em banca um novo projeto editorial dedicado à economia: o Jornal Económico, uma evolução da marca OJE e uma continuidade do Económico. Em declarações à Briefing, Vitor Norinha e Filipe Alves, diretor e diretor adjunto, respetivamente, afirmam-se convictos de que o mercado está recetivo e de que há anunciantes e leitores para mais uma publicação.

sexta-feira, 16 setembro 2016 11:51
Jornal Económico: Há anunciantes e leitores para sustentar o projeto, garante a direção

Sobre o que deu origem ao novo semanário, explicam que tem o ADN dos dois jornais, aspirando a "ocupar uma posição de referência no mercado da informação económica". "Nesse sentido, será não só a evolução natural do OJE mas também representa uma continuidade, ou até, se preferirmos, um regresso às origens do Económico, abordando de forma séria, isenta e rigorosa os temas chave que interessam aos cidadãos, as empresas, aos investidores e aos aforradores".


As duas matrizes, afirmam, complementam-se. Porque o OJE "sempre foi um jornal muito focado nas empresas, nas PME e na inovação, e, ao mesmo tempo, "é um jornal que nos últimos anos se reinventou e construiu um modelo de negócio sustentável". "Juntando este valioso ADN do OJE com o do antigo Económico, só pode surgir um projeto líder", sublinham.


O que a equipa propõe é "a informação que interessa" sobre temas de macroeconomia e política, em áreas como finanças públicas, segurança social, função pública e política nacional e europeia. Mas também os temas de empresas e negócios são "uma forte aposta", bem como os mercados financeiros. A cobertura destas áreas será complementada com "um grande enfoque" em temas como PME, universidades e emprego, advogados, consultoras e bancos de investimento, internacional, África lusófona e media, entre outras. E há ainda uma área de lifestyle e cultura.


Todos estes temas vão correr em paralelo nos suportes digital e impresso. "As duas edições serão complementares. Hoje não faz sentido ter um projeto pensado apenas para o papel. Teremos, pois, uma edição diária digital, com o nosso site a ser atualizado permanentemente pela nossa redação. Repare que a nossa equipa do online é composta e dirigida pelas mesmas pessoas que mantiveram o Económico como líder no online praticamente até ao fim de julho, apesar de todas as dificuldades. Teremos também uma edição diária enviada aos assinantes e várias newsletters temáticas. A nossa redação está completamente integrada, isto é, todos os jornalistas trabalham para os dois suportes, papel e online. Os conteúdos do jornal serão disponibilizados no site, primeiro acessíveis apenas a assinantes, depois gratuitamente", enquadram os dois jornalistas.


E, tendo em conta a periodicidade, a edição em papel permitirá analisar os temas de forma mais aprofundada do que os jornais diários. "Isso, juntamente com outros conteúdos de valor acrescentado para o leitor, será o nosso principal elemento diferenciador face aos nossos concorrentes", sustentam.


Vitor Norinha e Filipe Alves acreditam que existem anunciantes e leitores para sustentarem o projeto. Porque – argumentam – "os portugueses interessam-se cada vez mais pelos temas de economia, como demonstra o facto de continuarem a aumentar as visitas aos sites dos jornais económicos, compensando assim a descida das vendas em papel". Mas também porque o papel "continua a ser decisivo para a captação de receitas publicitárias e para as parcerias, as conferências e outras fontes de receita". "Acreditamos que papel é decisivo para a sustentabilidade de um projeto na área da informação económica", concluem.


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