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Princípios de publicidade no Facebook? São sete!

O Facebook divulgou quais os princípios de publicidade da rede social, que são tidos em conta para anúncios no Facebook, Messenger e Instagram. Venda de dados, transparência, segurança e igualdade são alguns dos tópicos destacados.

terça-feira, 28 novembro 2017 11:10
Princípios de publicidade no Facebook? São sete!

 

"A nossa equipa de publicidade trabalha para estabelecer ligações significativas entre empresas e pessoas. É uma fasquia alta, dado que muitas pessoas vêm para o Facebook, Instagram e Messenger para se conectarem com os seus amigos e familiares. O nosso objetivo é mostrar anúncios que sejam tão relevantes e úteis quanto o restante conteúdo que veem. Se fizermos isso de forma eficaz, a publicidade no Facebook pode ajudar as empresas grandes e pequenas a aumentar as suas vendas e a contratar mais pessoas", defende Rob Goldman, um dos responsáveis pelos anúncios na plataforma, autor do 'blogpost' onde são dados a conhecer os sete os princípios.

"Construímos para as pessoas em primeiro lugar", começa por referir Rob Goldman, dizendo que o foco está sempre nas pessoas e no que poderá ser relevante para elas, ao invés dos ganhos que possa ter o Facebook com este ou aquele anúncio. Porque - afirma -, se os anúncios forem irritantes para os utilizadores, vão ter o efeito oposto ao desejado.

"Não vendemos os dados dos utilizadores" é o segundo tópico referido, de acordo com o qual o Facebook não vende informação pessoal como nomes, publicações, endereços de email ou números de telefone, defendendo uma total privacidade. Cabe à plataforma decidir se o conteúdo é ou não adequado para o utilizador, sem que o anunciante tenha quaisquer dados sobre eles. Além disso, os  utilizadores podem "controlar a publicidade que veem", clicando no canto superior direito de um anúncio para oculta-lo ou bloquear publicidades de um determinado anunciante. Têm também a possibilidade de, nas suas preferências de anúncios, referir quais os seus interesses, para ter publicidades mais adequadas.

Rob Goldman sublinha ainda que "a publicidade deve ser transparente", assim como "segura e civil; não deve dividir ou discriminar" e que "deve capacitar empresas grandes e pequenas". Ou seja, os utilizadores devem conseguir perceber quem é o anunciante e que outros anúncios tem, independentemente de ser, ou não, para o seu target. O responsável acredita que, assim, a publicidade será mais transparente e que os anunciantes terão mais atenção à qualidade dos anúncios.

Quanto à segurança e à indiscriminação, o rede social tem padrões comunitários que proíbem discursos de ódio, discriminação, bullying, ameaça e outros comportamentos prejudiciais e revê anúncios frequentemente, de forma proativa, seja de forma automática ou manual, para tentar identificar situações que violem essas regras.

O Facebook defende ainda que tanto empresas grandes como pequenas devem ter as mesmas ferramentas, pelo que alterou esse aspeto, já que antes as maiores empresas tinham mais serviços disponíveis. E é com melhoras que Rob Goldman termina o 'post', dizendo que estão "sempre a melhorar a publicidade", investindo no que funciona, consoantes os comportamentos dos utilizadores: "O Facebook apresenta, testa e atualiza determinados recursos, como formatos de anúncios, métricas e controles de anúncios", conclui.

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