A francesinha da Taberna Londrina chega a França. E a Briefing foi saber mais

A Taberna Londrina é conhecida pela francesinha e quer dar a conhecer este prato português a nível global. O primeiro passo na internacionalização já está dado, com a chegada a França. Em conversa com a Briefing, o sócio fundador Eduardo Xavier revela os objetivos.

A francesinha chega a França. E a Briefing foi falar com Eduardo Xavier

by IA

Briefing | O que motiva a entrada da Taberna Londrina no mercado francês? Porquê a escolha deste país para iniciar a expansão da marca a nível internacional?

Eduardo Xavier | Esta primeira incursão além-fronteiras baseia-se numa estratégia que definimos de levar o sabor deste prato típico da gastronomia portuguesa, a francesinha, às comunidades lusófonas a residir na região de Paris. Contudo, se por um lado, este “mercado da saudade” é um bom ponto de partida e o incentivo de levar o sabor da francesinha ainda mais longe, por outro, implementar a gastronomia portuguesa na cultura francesa, sobretudo com este prato típico da gastronomia nacional, é o desafio e objetivo maior. É, sem dúvida, o primeiro passo para a internacionalização da marca, e também para a globalização da francesinha.

Quais as expectativas para o primeiro ano de operação em França?

Este primeiro ano de operação em França será um ano para implementar a marca e dar a conhecer o nosso conceito à comunidade francesa que, ao contrário da portuguesa, ainda não está tão familiarizada com o nosso nome nem com o produto, em si, a francesinha. Paris – Saint-Maur é apenas o primeiro dos restaurantes que pretendemos abrir nesta zona de França. Chegar à comunidade portuguesa é apenas o início, o abrir de portas, para algo que queremos que seja mais generalizado no mercado francês. Não só pelo conceito, mas também pelo menu que temos, acreditamos que conseguimos chegar a todas e a todos neste território e que iremos conquistar o público francês na sua generalidade.

Quais os próximos passos no plano de internacionalização? Quais as prioridades, nomeadamente em termos de localizações?

Queremos estabelecer e fortalecer a nossa presença em França, nomeadamente, na zona parisiense. Esta é a primeira fase da nossa expansão para o mercado internacional, sempre apoiada na forte resposta da comunidade portuguesa lá fora. Depois, claro está, há outros países e outros mercados, que dentro desta estratégia de proximidade com a comunidade portuguesa, que nos interessam: Bélgica, Suíça e Luxemburgo, por exemplo. Temos também já alguns estudos para países anglo-saxónicos, mas a prioridade, neste momento, são as regiões com forte presença de portugueses.

Sofia Dutra

Quinta-feira, 07 Março 2024 12:26


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