Um objeto indispensável
Gostava de ser um bocadinho mais original, mas estaria a mentir se não falasse no clássico telemóvel. Com o telemóvel tenho tudo ao meu alcance: família, amigos, trabalho, listas, música, podcasts, câmara fotográfica, transportes, comida, receitas…
Um livro memorável
O Alquimista. Quando li, percebi realmente o porquê de ser tão recomendado. É tão desconcertante quanto bom, porque nos faz refletir sobre os nossos sonhos e sobre como a vida nos está sempre a pôr a prova. É certamente um livro que vou querer reler de tempos a tempos.
O filme da minha vida
Não sinto que tenha (ainda) o filme da minha vida, mas filmes de animação vão ter sempre um lugar no meu coração. Recomendo o Coco.
O hobby
Descobrir e experimentar restaurantes novos. Acho que estar à mesa, com boa comida (e bebida) e rodeada de pessoas de quem gosto é mesmo o que me faz mais feliz. E depois também treino para compensar os estragos. Ultimamente ando focada no fitbox.
A série de eleição
Next Level Chef, com o Gordon Ramsay. Na realidade, todas, ou quase todas, as que estejam relacionadas com receitas/comida.
Banda sonora da vida
“Deixa a vida me levar”, de Zeca Pagodinho. Acho que é muito isto.
Um destino inesquecível
Vou dizer dois. Rio de Janeiro, onde fiz um programa de intercâmbio há mais de 10 anos, e Nova Iorque. Não era uma viagem que almejava, mas a oportunidade apareceu e acabei por ir em família. Foi muito bom. Foi surpreendente e arrebatador. Senti mesmo que estava dentro de um filme.
Onde não voltarei
Esta é difícil… Mas diria que existem alguns restaurantes onde não faço questão de voltar.
O carimbo que falta no passaporte
Faltam muitos ainda, mas ultimamente tenho pensado muito em São Tomé e Príncipe. Parece incrível e tenho reviews de amigos que me confirmam essa ideia.
O recanto em Lisboa
Zona ribeirinha, ao pé do MAAT. Desde que me mudei para Belém que venho muito aqui a pé, especialmente quando preciso de limpar a cabeça. Faço a minha caminhada, ou corrida, às vezes trago um livro, outras vezes fico só a existir ou a ouvir música. É bom, volto recarregada.
Tornei-me marketeer porque
Porque tive algumas cadeiras de marketing quando estava a tirar a minha primeira licenciatura, em Audiovisual e Multimédia, e foi demasiado óbvio que a parte estratégica da comunicação me interessava muito mais do que tudo o resto.
A estratégia de marketing perfeita é
Definir e conhecer a fundo o nosso público-alvo, as suas motivações, interesses e comportamentos, e evidenciar a proposta de valor da marca com uma comunicação ajustada.
Se não fosse marketeer seria…
Chef de cozinha. O gosto e a habilidade para cozinhar vem de família e é uma área de que gosto mesmo muito. Quero acreditar que um dia ainda vou ter o meu pequeno negócio local nesta área.
Marca com que gostaria de trabalhar
Qualquer marca com um propósito que eu considere relevante. A Obvious, da Marcela Ceribelli, é um muito bom exemplo, mas existem outras, noutras vertentes: Too Good to Go, Dove, Sociedade Ponto Verde.
Uma marca de sempre
Olá. Está presente nas minhas memórias de infância e acompanha-me até hoje.
Uma figura inspiradora
Marcela Ceribelli. É uma mulher, da minha idade, que fundou a Obvious e desenvolveu todo um trabalho nesta plataforma, que, com narrativas femininas, levanta temas tão interessantes e necessários como saúde mental, igualdade de género, autoestima, etc. Duas amigas brasileiras, em alturas diferentes, deram-me a conhecer o trabalho dela e posso dizer que desde que comecei a ouvir o Bom Dia, Obvious, não consigo não falar sobre ele.
Rede social preferida
Assumo que sou daquelas que nunca responde nos grupos, mas diria WhatsApp.
Se tivesse um superpoder, seria
O poder de controlar o tempo. Às vezes sinto que a vida anda muito apressada e que não consigo aproveitar todos os momentos como gostaria, e isso causa-me ansiedade. No próximo sábado, por exemplo, tenho 3 aniversários e uma mudança de casa para fazer. Vou tentar chegar a tudo, mas se conseguisse controlar o tempo seria bem mais fácil.
Não sai sem
As chaves de casa e o telemóvel andam sempre comigo.
O rosto ideal para uma campanha da Bolt
Gosto muito quando trabalho com testemunhos reais. Seguindo essa linha de pensamento, qualquer pessoa é o rosto ideal para uma campanha da Bolt. O melhor de trabalhar esta marca é que no meio de tantos produtos/serviços, trabalhamos para chegar a toda a gente, seja na área da mobilidade ou na área de food delivery.
De carro ou transporte público?
Todas as soluções de mobilidade que garantirem a cidade do futuro como a queremos – para pessoas e não para carros – o que inclui quer as soluções de mobilidade partilhada da Bolt, quer transportes públicos quer o próprio andar a pé.


