Bem-estar: consumidores acreditam no poder das marcas

Bem-estar: consumidores acreditam no poder das marcas

Noventa e quatro por cento dos consumidores concordam que as marcam assumem um papel importante no suporte ao seu bem-estar. Esta é uma das conclusões do estudo “A Verdade sobre o Bem-estar” da McCann Erickson.

 

A pesquisa da unidade global de inteligência desta agência de publicidade acabou por revelar algumas contradições e surpresas culturais em vários pontos do globo. O estudo foi elaborado através de num inquérito quantitativo a sete mil entrevistados nos EUA, Reino Unido, Brasil, China, Japão, África do Sul e Turquia e com complemento qualitativo nos EUA, Reino Unido Japão, Peru e Brasil.

A McCann apurou dez “verdades” sobre a natureza do bem-estar. Elas são: jovens homens preocupam-se que o Facebook está a torná-los mais gordos do que as mulheres; consumidores chineses aterrorizados pelo envelhecimento; a depressão é o diagnóstico número um para “cibercondriacos”; os brasileiros são obcecados pela felicidade; morrer com cancro é o nosso maior medo mas 20 por cento dos brasileiros acreditam que a violência urbana os apanhará primeiro; 21 por cento acreditam que no futuro os médicos vão se tornar obsoletos; só 5 por cento da humanidade gostaria de ter um clone; 49 por cento das pessoas fazem regularmente exercícios cerebrais; se tiveres 34 anos estás em declínio (a não ser que sejas japonês); em média as pessoas pensam que vão viver até aos 80 (mas têm esperança de viver até aos 87).

Fonte: McCann Erickson

 

Sexta-feira, 18 Janeiro 2013 12:22


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