MEDIApromo cria área de desenvolvimento e personalização de embalagens

MEDIApromo cria área de desenvolvimento e personalização de embalagens
O Grupo MEDIApromo celebra 15 anos, anunciando a abertura de uma nova área de negócio: a MEDIApack. “Muito mais que embalagens” é o slogan do mais recente campo de atuação da empresa, o qual se dedica ao desenvolvimento e personalização de embalagens nos mais diferentes materiais.

Esta é uma área que já vinha a ser desenvolvida há cerca de quatro anos, “como forma de aproveitar as valências do Grupo MEDIApromo”, diz ao Briefing Francisco Pinho, diretor-geral do grupo. A MEDIApack surgiu para responder às necessidades do mercado, ainda que o desafio seja a sua internacionalização. “Ao fazermos uma pesquisa pelos motores de busca percebemos que havia muitas empresas e particulares a procurarem soluções de embalagens para os seus produtos não apenas em Portugal, mas principalmente nos PALOP”, explica o responsável.

Apesar de esta talvez não ser a altura mais acertada para arriscar, dada a conjuntura menos favorável, a experiência do MEDIApromo tem mostrado que “a crise deve ser entendida como um momento de oportunidade”. Por isso, a empresa decidiu que este seria “o momento oportuno” para se apresentar ao mercado com “novas ideias, nova imagem, com um novo serviço que cative ainda mais os clientes e, consequentemente, aumente as vendas do grupo”, justifica o responsável ao Briefing.

Cartão, metal, plástico, madeira, cortiça, são algumas das embalagens que a MEDIApack apresenta, todas elas passíveis de serem personalizadas, independentemente das quantidades tanto para particulares, como para empresas. A MEDIApack pode desenhar a embalagem ou apresentar soluções já padronizadas ao cliente. Por isso, existe uma equipa de criativos, cuja direção ficará a cargo de Paulo Monteiro.

Para abrir a nova área do grupo, a MEDIApromo fez um investimento de cerca de cem mil euros, uma que vez aproveitaram “grande parte das estruturas do grupo”, adianta o diretor-geral.

A MEDIApack espera, ao longo do ano, faturar cerca de dois milhões de euros, em parte possíveis devido à polivalência do grupo e da presença internacional em mercados como o Brasil ou Hong-Kong.

Catarina Caldeira Baguinho

Fonte: Briefing

Terça-feira, 28 Fevereiro 2012 00:00


PUB