Ricardo Santos ajuda a dar crédito à sua Impressão Digital

Se não fosse marketeer, Ricardo Santos seria engenheiro. Porque ao Chief Brand Officer do Doutor Finanças é inata uma lógica esquemática de planeamento, análise e desconstrução. Uma capacidade que também o entusiasma na criação de marcas. Gosta da construção e do percurso.

Ricardo Santos ajuda a dar crédito à sua Impressão Digital

Um livro memorável

“O Riso de Deus”, de António Alçada Batista. É um livro de percursos, liberdades e escolhas, em que a intimidade é feita de conversas, questionamento e partilhas.

O filme da minha vida

“O Carteiro de Pablo Neruda”, de Michael Radford. Pelo valor das coisas simples. Há um tempo que corre devagar e que necessita de silêncios para disfrutar das emoções.

O hobby

Tocar guitarra. Vem de antes da adolescência. É feeling e improviso. É um espaço de libertação e criação.

A série de eleição

A Anatomia de Grey como guilty pleasure. Além do lado de “quase” novela, há algo de catártico. Pelo limbo entre a vida e a morte, pelas dúvidas e balanços que fazemos nesses momentos e pelas lágrimas que me lavam a alma.

A banda sonora da vida

Terá de ser Jorge Palma, especialmente o álbum “Só”. Foi parceiro de muitas aventuras, porto de abrigo de algumas desilusões, mas foi sempre um companheiro.

Um objeto indispensável

Uma caneta de tinta permanente. Tem de ser pequena, de aparo extrafino e suficientemente robusta para poder andar sempre no bolso das calças… não é fácil!

Um destino inesquecível

Nova Iorque, pela constante noção de renovação, e São Tomé, pela natureza e pela pureza.

Onde não voltarei

Voltarei sempre, porque não me prendo ao passado e acredito que podemos sempre começar de novo.

O carimbo que falta no passaporte

Todos os sítios onde o mar se confunde com tudo o resto… Maldivas, Austrália, Indonésia, etc.…. São muitos os carimbos em falta. 

O recanto em Lisboa

O Bairro Alto. Um recanto feito de vários recantos.

Se tivesse um superpoder, seria

O dom da ubiquidade, para conseguir viver várias vidas ao mesmo tempo. 

Tornei-me marketeer porque

Me fascina a cabeça das pessoas e o poder que a comunicação tem para as transformar.

A estratégia de marketing perfeita é

Aquela que ajuda a consolidar uma marca, porque toca as pessoas, porque as faz sentir, querer agir, comprar e gostar. É aquela que “marca” e que ajuda ao sucesso do negócio. 

Se não fosse marketeer seria

Engenheiro. Frequentei, aliás, engenharia no Instituto Superior Técnico. Na minha cabeça, há sempre uma lógica esquemática de desconstrução, de análise e de planeamento.

Marca com que gostaria de trabalhar

Todas aquelas que ainda falta criar. Gosto da construção e do percurso.

Campanha que gostaria de ter assinado

A campanha da Apple “Think Different”, pelo seu significado intrínseco e por tudo aquilo que foi capaz de transformar.

Uma marca de sempre

Autenticidade e consistência. Todas as marcas que o conseguem têm o meu coração.

O rosto ideal para uma campanha do Doutor Finanças

As “nossas” pessoas, aquelas que trabalham connosco, os nossos clientes ou todos aqueles que ajudamos, pela verdade dessa comunicação.

A melhor dica de gestão financeira

Conhecimento e disciplina são boas bases para a gestão financeira. Conhecer as várias realidades financeiras e saber avaliar os riscos para “não dar passos maiores do que a perna”. Este é um mote que serve para as finanças e para a vida.

Quarta-feira, 21 Fevereiro 2024 13:01


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