Uma marca com consideração

A diretora de Qualidade e Sustentabilidade da Cofidis Portugal, Laurence Facon, dá a conhecer a visão da empresa no que respeita à responsabilidade social.

Uma marca com consideração

A política de responsabilidade social da Cofidis – quer o grupo, quer a filial nacional – assenta num compromisso com as pessoas. Assim afirma a Diretora de Qualidade e Sustentabilidade da Cofidis Portugal, Laurence Facon, recordando que esta é, aliás, a base da assinatura da marca – de pessoas para pessoas.

Desde a fundação que a marca “tem procurado contribuir ativamente para uma sociedade mais justa e inclusiva”, uma postura que – diz – é inerente ao Cofidis Group e ao seu principal acionista, o Crédit Mutuel Alliance Fédérale. “Sempre acreditámos que devemos ter um papel ativo na melhoria da vida das pessoas e colocámos as pessoas no centro das nossas preocupações”, sublinha, notando que, mais do que filantropia, o que move a empresa é o estabelecimento de relações duradouras e de longo prazo com organizações, no entendimento de que “só assim é possível criar impacto e acrescentar valor, nomeadamente na geração de emprego e inclusão de pessoas em exclusão social”. “Acreditamos que, ao fazê-lo, estamos também a inspirar outras empresas a fazer o mesmo. Um dos nossos valores de marca é a consideração, que está muito associado à preocupação com o bem-estar das pessoas e ao impacto que podemos ter nas suas vidas”, destaca.

São três os pilares que suportam a estratégia da Cofidis Portugal neste domínio. O primeiro passa por simplificar a vida das pessoas. Nas palavras da Diretora de Qualidade e Sustentabilidade: “Tornamos as relações financeiras mais fáceis, acessíveis, sem complicações. Usamos a tecnologia a favor das pessoas, para descomplicar a gestão do dinheiro.” Em segundo lugar, a marca quer ser útil e estar ao lado das pessoas para garantir o seu bem-estar financeiro ao longo e em cada momento das suas vidas. E, finalmente, propõe-se ter impacto, isto é, que os seus serviços sejam apoios reais na vida das pessoas, impacto esse que deve ir além das soluções financeiras e traduzir-se em compromisso com o desenvolvimento sustentável. 

“Depois, e dentro do impacto positivo que queremos ter na sociedade, assumimos compromissos muito claros e mensuráveis, no âmbito da nossa estratégia de sustentabilidade: em termos de experiência cliente, parceiro e colaborador, na contribuição ativa para a transição ecológica, na contribuição para o desenvolvimento sustentável dos nossos territórios, no respeito pela diversidade e inclusão das pessoas”, reforça.

Na sua perspetiva, as empresas têm, a par com as organizações, responsabilidade no desenvolvimento sustentável, para a construção de um mundo melhor. Sustenta, mesmo, que “as marcas que vão sobreviver são aquelas que têm no centro da sua estratégia o desenvolvimento sustentável, que criam impacto social com os seus produtos e serviços, mas também na forma como contribuem para uma sociedade mais justa e inclusiva, bem como para a transição ecológica”.

E assim é, também, por via de um consumidor exigente, que procura sentido e propósito nas suas escolhas. Laurence Facon está convicta de que o consumidor espera que as marcas tenham impacto social positivo junto das comunidades. Tanto que – concretiza – “a maioria dos consumidores declara não considerar nas suas escolhas marcas que não tenham uma estratégia de responsabilidade social e um impacto positivo na construção de um mundo melhor”. 

Este é um cenário que encara como uma “enorme responsabilidade, mas também uma grande oportunidade, para que, em conjunto, as marcas tenham efetivamente um papel relevante e impactante no desenvolvimento sustentável”. Em nome da Cofidis, assegura que há postura de atenção e sensibilidade ao mundo em que assenta os compromissos sociais assumidos. 

Mas, em que medida uma marca que atua no setor financeiro tem responsabilidades particulares neste âmbito? A porta-voz da Cofidis Portugal começa por reconhecer que o dinheiro é uma fonte de ansiedade e que pode ser também de exclusão social. Daí o propósito de “ser uma fonte de tranquilidade, conforto e segurança na vida das pessoas e ter um impacto positivo na sociedade”. O compromisso – afirma – é com os colaboradores, os parceiros, os clientes e a comunidade. Passa por tornar as relações financeiras mais fáceis, mais acessíveis, sem complicações e por ajudar a preparar melhor a sociedade portuguesa na gestão do dinheiro, promovendo a mudança através da educação financeira e da criação de igualdade de oportunidades, mas também fomentando relações de longo prazo geradoras de inclusão. 

“O nosso empenho e compromisso com a educação financeira, desde a escola até às diversas iniciativas junto da população, é também um compromisso com a equidade e inclusão, porque sabemos que a educação e o acesso à informação são pilares essenciais para o desenvolvimento de uma sociedade mais equitativa”, argumenta Laurence Facon.

Segunda-feira, 27 Novembro 2023 11:51


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