O escritório de ...

Filipe Pinho

 Filipe Pinho Um open space com um ambiente muito "simples". Assim é a Brandworkers, que, ao estar localizada no LX Factory, segue a tendência arquitetural dominante. Um pé direito e janelas "enormes" conferem assim simplicidade ao espaço, num ambiente "luminoso e criativo". O mesmo espaço que, segundo o diretor criativo, Filipe Pinho, representa toda a equipa e todo o conceito da agência de publicidade full-service cujo nome, em português, significa algo como "trabalhadores de marcas".

segunda, 25 setembro 2017 11:10
Filipe Pinho

Reflete, portanto, trabalho. "É esse o nosso ponto forte", afirma Filipe. "Bom trabalho criativo, bom trabalho a nível de contacto, bom trabalho a nível de prazos e, essencialmente, bom trabalho de equipa". E é por este atributo que, adianta, os clientes os conhecem e reconhecem. Por isso, definem-se como uma agência 360º porque dizem "ter capacidade, competência e vontade" para trabalhar todas as vertentes da comunicação e construção de marca, assegurando todas as etapas do processo.

Ao entrar no edifício i, da Rua Rodrigues Faria n.º103, é preciso subir ao terceiro piso e procurar pelo espaço 22 para "dar de caras" com o logo Brandworkers numa "grande parede". Logo de seguida deparamo-nos com o que Filipe diz ser "o mais importante", ou seja, toda a equipa. "É o nosso maior recurso e aquilo que faz a Brandworkers".

Mantendo a linha decorativa que envolve toda a agência, também o espaço de trabalho do diretor criativo é "muito simples". "Tento ter o mínimo possível de objetos em cima da secretária". Além do essencial, isto é, do computador, monitor, teclado e rato, apenas um bloco de notas e uma "pequena" caixa têm autorização para permanecer na secretária. O primeiro, porque, diz Filipe, é "essencial para a gestão do trabalho criativo", o segundo, para guardar objetos pessoais. Entre o diretor criativo e o resto da equipa não há divisões, nem físicas nem hierárquicas. Ali trabalha-se em open space e, sempre, em conjunto. "Não temos a habitual separação entre contacto e equipa criativa, trabalhamos todos em conjunto, com uma grande cumplicidade e espírito de entreajuda e assim conseguimos ter bons resultados e um bom ambiente". E, se as paredes falassem, era isso mesmo que diriam. "Se as paredes falassem diriam o grande esforço que fazemos todos os dias, diriam que merecemos a confiança dos nossos clientes".

Quando é hora de criar, estes "trabalhadores de marcas" não têm grandes hábitos a que possam chamar de ritual de inspiração, a não ser colocar o capacete. "Costumamos reunir-nos, discutir ideias, perceber perfeitamente o que o cliente pede, colocar o nosso capacete, arregaçar as mangas e trabalhar a marca com a criatividade e o pragmatismo que costumamos ter". Isto porque o conceito da Brandworkers está muito ligado a esse objeto, que reflete toda a maneira de estar da agência. "Os nossos clientes sabem que vestimos não só a sua camisola, mas também que usamos os nossos capacetes para inspirar a nossa criatividade e que assim conseguimos atingir objetivos que muitas vezes, devido aos prazos, à partida parecem difíceis de concretizar". Para quebrar a rotina e o stress, Filipe Pinho costuma optar por um "passeio" pela LX Factory, pois considera que o ambiente que ali se conseguiu criar é "revigorante". A juntar a isso, há algo que no dia a dia da Brandworkers não pode faltar – "boa disposição, trabalho de equipa, companheirismo e, sobretudo, amizade".

 Filipe Pinho

O capacete de obras. O objeto que reflete a maneira de estar da Brandworkers e que Filipe Rio elege como o mais emblemático do escritório.

 Filipe Pinho

A "pequena caixa" onde Filipe guarda os objetos pessoais.

 Filipe Pinho

O telemóvel que "anda sempre" com o diretor criativo da Brandworkers.

 Filipe Pinho

O bloco de notas. "Essencial para a gestão do trabalho criativo".

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