Opinião

2013: Já batemos no fundo?

2013: Já batemos no fundo?

O meu desejo para 2013 é que, em termos de Media, 2012 tenha sido o ano em que batemos no fundo e que em 2013 comecemos a inverter o ciclo, reduzindo substancialmente a queda.

quinta-feira, 27 dezembro 2012 17:39


Claro que o investimento publicitário depende do clima económico - mas em 2012 atingimos valores muito baixos, semelhantes aos verificados há uma década. Tudo junto e somado a quebra de investimento publicitário em 2012 deverá ficar próxima dos 19 por cento, que soma a percas sucessivas em anos anteriores.

No entanto é possível ver, nos últimos meses, uma tendência para a estagnação da queda em alguns sectores. Eu arriscaria dizer que a imprensa pode estar a parar a queda de receitas publicitárias, o que seria uma boa notícia para todos. A televisão generalista de sinal aberto provavelmente cairá mais um pouco, mas grande parte do investimento assim perdido continuará a transitar para o cabo, mantendo-se dentro do universo televisão. E o crescimento na publicidade digital, que continuará, talvez agora a ritmo mais lento, pode compensar as quebras na rádio e alguma da quebra no outdoor.

Se pensarmos que o consumo e a recuperação económica também devem ser incentivados pela publicidade, se pensarmos que fusões anunciadas serão pretexto para mais comunicação, arrisco dizer que em 2013 o investimento poderá quebrar a apenas um dígito. No caso da Nova Expressão desenvolvemos iniciativas de New Business, de alargamento para novas actividades e, aproveitando experiências recentes, vamos trabalhar na internacionalização de empresas portuguesas e da imagem de Portugal.

Manuel Falcão
Director Geral da Nova Expressão, Planeamento de Media e Publicidade

Fonte: Briefing

quarta-feira, 02 janeiro 2013 15:40

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