Opinião

2018 vai ser o ano da Data Driven Creativity

Neste momento devem estar a pensar que conceito é este. Trata-se de um conceito novo, que nasceu entre as quatro paredes da FLAG, após uma interessante troca de ideias entre profissionais de marketing.

segunda, 26 março 2018 09:37
2018 vai ser o ano da Data Driven Creativity

 

Num mundo em constante evolução, onde todos os dias surgem descobertas, pequenas ou grandes invenções, que podem, ou não, ter impacto no nosso dia a dia, existe um submundo digital onde a realidade não é diferente. Quando a este livro aberto se junta o marketing, as possibilidades são infinitas. No marketing digital, são inúmeros os conceitos já inventados, aos quais se juntam outros tantos, como Data Driven Creativity, que surgem com uma espontaneidade surpreendente. Mas, será que todos os conceitos reconhecidos são explorados em todo o seu esplendor?

Até agora não. Por isso, 2018 vai ser o ano da consolidação, da relevância. O ano em que os marketeers vão finalmente passar da teoria à prática na aplicação de conceitos como Marketing Automation, Programático, Personalização, Consumer Data Driven Management ou Remarketing, que até agora estavam subaproveitados. Recolhiam-se muitos dados, mas faltava a estratégia, o know how e a vertente técnica. Ao tirarem partido das ferramentas que estão ao seu dispor, as marcas vão conseguir uma interação com o consumidor mais relevante, mais personalizada, eficiente, segmentada e transparente, impactando-o no momento em que este está recetivo para ouvir.

É nesta plenitude que a Data Driven Creativity, ou a Inteligência Criativa dos Dados, vai ser relevante. Ou seja, é a possibilidade de as marcas colocarem ao seu serviço o potencial real da análise dos dados e, de forma inteligente e criativa, o usarem em prol das suas necessidades e ambições, tornando-se efetivamente relevantes para o consumidor.

Através da personalização e segmentação do contacto, de uma maior eficiência do anúncio, de uma análise de performance, para evitar frustrar o utilizador, ou através de uma estratégia de fidelização, baseada na qualidade do contacto, de modo a tornar a comunicação genuína aos olhos do consumidor, vai ser possível criar uma interação com consequências junto do público-alvo, com menor probabilidade de bloqueio.

Mas, atenção, 2018 vai igualmente ser o ano do respeito pela privacidade dos consumidores, reforçado pela nova lei da proteção de dados, que pressupõe que a publicidade tem que ser permitida. Por tudo isto, estamos convictos que através de uma análise mais criativa dos dados, o consumidor vai entender para que servem as informações recolhidas, autorizando a partilha, porque esta é relevante para ele.

Gabriel Augusto, diretor-geral da FLAG

Este endereço de email está protegido contra piratas. Necessita ativar o JavaScript para o visualizar.

 

bt nl

Assinatura Mensal
Edição MensalE-paper

Facebriefing

Melhores Briefing