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Governo dos Açores pensa medidas para ajudar o sector da publicidade

acores
O lançamento de campanhas publicitárias regulares, em simultâneo, em todos os órgãos de comunicação social privados do arquipélago é uma das medidas que o Governo Regional dos Açores está a equacionar para apoiar as empresas do sector.
sexta-feira, 04 março 2011 17:06

O executivo regional anunciou hoje a aprovação de uma “orientação” tendo em vista a criação de instrumentos de apoio à comunicação social privada nos Açores, na sequência da actual crise que atinge o sector no arquipélago.

Apesar de ainda não terem sido divulgadas medidas concretas, o comunicado final do Conselho de Governo adiante que abrangerão o “auxílio à manutenção de postos de trabalho” e apoios nos “custos de funcionamento das empresas”, nomeadamente no que se refere a comunicações e energia.

O “fomento de campanhas publicitárias regulares de interesse público, em simultâneo, em todos os órgãos de comunicação social privados da região” é outra das medidas adiantadas no documento.

A intenção de promover estes apoios surge na sequência da ronda de contactos que o secretário regional da Presidência, André Bradford, manteve com todas as empresas privadas de comunicação social dos Açores.

“Os maiores desafios comuns a todas são a dificuldade em fixar quadros e a desaceleração do mercado publicitário privado, que, em muitos casos, é a sua principal fonte de receitas”, salientou André Bradford em declarações aos jornalistas na apresentação do comunicado final da reunião do governo.
O secretário regional da Presidência frisou, no entanto, que o executivo “não pretende ser um substituto do risco das empresas que estão no mercado”, mas apenas “garantir uma rede de segurança mínima” ao seu funcionamento.

André Bradford salientou ainda que o lançamento de campanhas publicitárias regulares em todos os órgãos de comunicação social em simultâneo é “uma medida de excepção”, que se manterá apenas enquanto existirem as condições económicas adversas.

“Em matéria de publicidade, o governo recorre ao mercado de acordo com a intenção que tem e com os preços que encontra, mas, no actual contexto, decidimos alargar o critério”, afirmou.

Lusa

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