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Potencial do marketing relacional é “enorme”, diz Rabanea

Potencial do marketing relacional é “enorme”, diz Rabanea

A Torke foi uma das grandes vencedoras da 14ª edição dos Prémios do Clubes dos Criativos na categoria de marketing relacional. André Rabanea, chief creative officer, disse ao Briefing que o marketing relacional é uma boa opção em tempos de crise e que o seu potencial é enorme.

quinta-feira, 31 maio 2012 10:26

Briefing | Qual o valor do prémio para a Torke?

André Rabanea | Para a Torke é muito importante o reconhecimento do mercado pelo que andamos a fazer. Há quatro anos atrás lembro que no festival inteiro tivemos uma prata, há três anos fomos melhorando a quantidade de prémios e qualidade, no ano passado tivemos muitos prémios e na contagem geral estávamos entre as 15 mais premiadas no ranking geral e entre as três no marketing relacional. Este ano com muito esforço nosso e dos nossos clientes somos a agência de relacional número um e a terceira mais premiada de todo o festival. Isso só nos dá mais força para continuar a fazer mais e melhor. Além disso, é muito importante um prémio como o do Clube de Criativos (para mim o festival mais importante de Portugal de criatividade) pois significa que nós, uma agência de ideias, conseguimos cobrir todas as áreas, tendo prémios em publicidade, internet, ativação, relacional e meios. Hoje, por estarmos também em Istambul e São Paulo, a distinção acaba tendo um valor internacional interessante e que nos ajuda nos mercados onde ainda não estamos tão maduros como em Portugal.

Briefing | Como avalia a evolução do marketing relacional em Portugal?

André Rabanea | O marketing relacional como termo está desgastado. Porque ficou muito associado a marketing direto, a envio de direct mails dimensionais e tridimensionais. Ficou muito associado a correios! E isso pra mim não é nem 10% do potencial que o relacional tem. Este potencial é enorme, passando pelo digital que tem um crescimento absurdo e é muito embrionário de como criar mecanismos de resposta e de relacionamento com o target. Nós no clube de criativos e em conversas com amigos do mercado sempre brincamos que o relacional é o que mais muda todos os anos e que ninguém sabe muito bem rotular o que é...mas isso devia ser visto de uma maneira positiva. O mercado muda rapidamente, as tecnologias também e esta área é a mais versátil e que atinge todas as áreas ao mesmo tempo...valorizando sempre a ideia e seus mecanismos de resposta.

Briefing | É uma boa opção em tempos de crise?

AR | Óbvio. Para quem quer medir e ter resultado sim. Não existe ações de Direct (termo que usam pra relacional e que encaixa muito melhor) que não visam o relacionamento e interação com o target.

Briefing | Em que situações é que o marketing relacional deve ser usado?

AR | Em todas em que o objetivo seja criar uma relação com o consumidor, dentro de meios, internet, design, publicidade. Todos os briefings cabem uma ação de relacional, mas às vezes as agências dão outro para ficar mais bonito para o cliente...

Briefing | As empresas portuguesas são adeptas deste tipo de marketing?

AR | Sim. Há muito tempo. A Torke trabalha os maiores clientes de Portugal que já acreditam neste meio de comunicar, empresas como Unilever, Pepsico, Citroen....e isso está cada vez mais na cabeça dos clientes que querem criar relação, uma relação mais próxima com seu cliente.

Fonte: Briefing

quinta-feira, 31 maio 2012 10:35

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