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O segredo é a alma do negócio

Todos têm planos mas estão fechados a sete chaves. Serão divulgados "a seu tempo". É assim que alguns dos sponsors oficiais da seleção de Portugal respondem ao Briefing sobre como vão aproveitar a presença da equipa das quinas no Mundial de 2014, no Brasil. Números avançados na edição de hoje do Diário Económico indicam que a presença na competição renderá mais de 90 milhões às marcas.

quinta-feira, 21 novembro 2013 13:16
O segredo é a alma do negócio

Orgulho, felicidade, união e garra. Estas são algumas das expressões usada por fontes oficiais da Sagres, da Nike e do Continente para comentarem o apuramento da seleção comandada por Paulo Bento. Questionados sobre os planos de comunicação e as ações que vão desenvolver, as mesmas marcas escondem o jogo.

A Nike refere que está a trabalhar em ações que serão conhecidas oportunamente. A marca terá 10 seleções com os seus equipamentos no Mundial de 2014: Portugal, França, Brasil, Coreia do Sul, Austrália, Holanda, Inglaterra, EUA, Grécia e Croácia.

A Sagres diz que tem um plano já preparado, mas que por ora não quer revelar. Recorda que a associação da cerveja Sagres ao futebol "é um dos principais conteúdos para a nossa ativação tanto para above, quer para bellow the line".

Quanto ao Continente, vai reforçar o investimento marca na comunicação ligada ao Mundial "mas cujo formato será conhecido a seu tempo. Vamos, essencialmente, capitalizar toda esta onda de euforia para reforçar o nosso apoio à Seleção e continuar a proporcionar aos portugueses momentos de união e diversão, aliadas ao sentimento de orgulho de ser português e, naturalmente, de estarmos presentes no Mundial do Brasil".

De acordo com o Diário Económico o Mundial do Brasil deve representar, no mínimo, um retorno de 90 milhões de euros para os principais patrocinadores da seleção: TMN, Galp, BES, Sagres e Continente.

O valor foi calculado pela Cision para o jornal em função do espaço que as marcas vão conquistar nos media nacionais e tendo em conta o que estas teriam de pagar por um espaço idêntico a preços de tabela de publicidade.

Escreve o jornal que o montante estimado fica 42 milhões abaixo daquele que os patrocinadores alcançaram no Mundial da África do Sul, em 2010. A quebra dever-se-á às novas regras instituídas pela FIFA para proteger os patrocinadores oficiais da competição.

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Foto: FPF / Francisco Paraíso

segunda-feira, 25 novembro 2013 13:09

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