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Zero desperdício. É o que o Spotify oferece às marcas

O Spotify, serviço online de streaming de música, soma, atualmente, 75 milhões de utilizadores ativos diários. Um número que, segundo o senior communications manager da empresa para o sul da Europa, Miguel Bañón Kelley, atrai as marcas. Isso e os formatos publicitários que garantem 100% de visibilidade aos anunciantes. Como são, em Portugal, a McDonald's, Nissan, Red Bull e Yorn.

sexta, 06 janeiro 2017 13:04
Zero desperdício. É o que o Spotify oferece às marcas

Dos 75 milhões de utilizadores ativos diários do Spotify, 30 milhões correspondem a subscritores do Spotify Premium, a versão que exige uma mensalidade para que o utilizador possa desfrutar do serviço sem ser interrompido com mensagens publicitárias. São 30 milhões que ficam fora do alcance das marcas. Mas será o suficiente para desincentivar o investimento? Em entrevista à Briefing, Miguel Bañón Kelley afirma que é claramente explicado aos anunciantes que 70% das receitas, seja na versão gratuita ou paga, revertem para os proprietários dos direitos de autor das músicas disponibilizadas. E que, apesar desta "contrapartida", são várias as mais-valias para as marcas que optam pelo Spotify enquanto plataforma de comunicação com os consumidores.

Entre elas destacam-se a baixa saturação publicitária junto do utilizador, a possibilidade de entregar conteúdos em desktop e mobile em 59 países, a taxa de visibilidade de 100%, a média de utilização mínima de duas horas diárias e a capacidade de segmentação. Essa capacidade advém da abrangência da base de utilizadores, se bem que, admite Kelley, os mais atrativos para os anunciantes sejam os millennials, isto é, pessoas com idade entre os 18 e os 34 anos.

Quanto à estratégia de marketing adotada pelo Spotify para o mercado europeu, "varia de acordo com a maturidade de cada país e dos desafios de cada um deles": "A Europa, no seu conjunto, foi a primeira a ter o Spotify dado que é uma empresa com origem na Suécia, pelo que é uma marca bastante conhecida no continente. O nosso objetivo é continuar a crescer e que os nossos utilizadores disfrutem da melhor experiência musical".

No que concerne a Portugal, e ainda que o Spotify não faça segmentação de mercados, a identidade musical dos utilizadores portugueses pode ser entendida como "uma mistura entre influências internacionais e uma paixão forte pela música local", refere. Quanto às marcas que já demonstraram interesse em dirigir investimento publicitário para o Spotify, Miguel Bañón Kelley diz que "é complicado destacar algumas", pois trata-se de uma plataforma ideal para insígnias de diferentes áreas e setores, como o automóvel, entretenimento, alimentação ou tecnologia. "Há espaço para todas dentro do Spotify e conseguem comunicar eficazmente com os seus públicos", garante, acrescentando que "as marcas portuguesas entenderam o potencial de anunciar no Spotify logo no lançamento no país, há três anos". "Estão muito contentes com os resultados que as suas campanhas têm obtido dado os investimentos feitos", afiança. Neste portefólio estão a McDonald's, a Nissan, a Red Bull e a Yorn.

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