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	<title>Arquivo de criatividade - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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	<description>Portal de Marketing e Publicidade: A sua porta de entrada para as últimas notícias, dicas e tendências do mundo do marketing.</description>
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	<title>Arquivo de criatividade - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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		<title>A Vanguard Properties simplifica a sua imagem</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-vanguard-properties-simplifica-a-sua-imagem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 10:21:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da transformação, o símbolo “VP” mantém-se como elemento distintivo da insígnia. Contudo, deixa de ocupar o centro da composição para assumir um papel mais discreto, enquanto assinatura. A nova linguagem gráfica privilegia a “clareza, o contraste e a simplicidade”, numa identidade que procura afirmar-se sem necessidade de protagonismo visual Mais do que uma alteração [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Apesar da transformação, o símbolo “VP” mantém-se como elemento distintivo da insígnia. Contudo, deixa de ocupar o centro da composição para assumir um papel mais discreto, enquanto assinatura. A nova linguagem gráfica privilegia a “clareza, o contraste e a simplicidade”, numa identidade que procura afirmar-se sem necessidade de protagonismo visual</p>
<p>Mais do que uma alteração estética, esta evolução pretende acompanhar a maturidade da Vanguard Properties. A mudança reflete também uma abordagem à comunicação centrada naquilo que a empresa é e concretiza, mais do que naquilo que promete.</p>
<p>O Chief Communications Officer explica que o objetivo foi olhar para a identidade anterior e retirar tudo o que não era essencial. “A sobriedade transmite confiança, o excesso transmite necessidade de convencer. É essa a forma como queremos afirmar a nossa marca”, conclui Duarte Zoio.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>O Publicis Groupe Portugal cria Content Studio</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-publicis-groupe-portugal-cria-content-studio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 15:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O problema das marcas já não é falta de conteúdo. É excesso de irrelevância. Durante anos acreditámos que o desafio era ganhar atenção. Hoje percebemos que o verdadeiro desafio é merecê-la&#8221;, afirma o Chief Connection Officer do Publicis Groupe Portugal. Segundo Gustavo Otto, o Content Studio procura transformar &#8220;sinais culturais, comunidades e influência&#8221; em vantagem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;O problema das marcas já não é falta de conteúdo. É excesso de irrelevância. Durante anos acreditámos que o desafio era ganhar atenção. Hoje percebemos que o verdadeiro desafio é merecê-la&#8221;, afirma o Chief Connection Officer do Publicis Groupe Portugal. Segundo Gustavo Otto, o Content Studio procura transformar &#8220;sinais culturais, comunidades e influência&#8221; em vantagem competitiva para os clientes.</p>
<p>A operação parte da identificação de temas, comunidades e conversas relevantes para cada marca, recorrendo a ferramentas proprietárias do Publicis Groupe, como Connected Identity, NÓIA e ID Fuel, que cruzam dados, sinais culturais, conversas e comportamentos.</p>
<p>Esta leitura é estruturada através da metodologia Culture Shapers, que cruza cinco dimensões: comunidades, conversas, temas, momentos e sinais emergentes. O objetivo é distinguir oportunidades culturais com potencial de gerar valor do simples ruído, escolhendo creators e líderes de comunidade pela sua capacidade de influenciar conversas e gerar impacto, e não apenas pela dimensão da audiência.</p>
<p>O Content Studio estrutura a sua operação em três áreas: implementação de campanhas e ocupação digital; gestão de conversas e comunidades; e desenvolvimento de projetos especiais, ativos proprietários e parcerias culturais. A abordagem inclui conteúdos adaptados às diferentes plataformas, estratégias always-on, social listening, community management, plataformas editoriais, séries de conteúdo, estudos e experiências.</p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
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		<title>O novo CCO da Lola Normajean é&#8230;</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-novo-cco-da-lola-normajean-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 13:44:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paulo Areas regressa a Portugal depois de ter ocupado o cargo de CCO na TBWA Espanha. O seu percurso de 20 anos é ainda marcado pela passagem por agências como a Ogilvy e a VML. Além disso, foi sócio e CCO da Forever Beta, uma agência independente britânica. O responsável levou-a a conquistar mais de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Areas regressa a Portugal depois de ter ocupado o cargo de CCO na TBWA Espanha. O seu percurso de 20 anos é ainda marcado pela passagem por agências como a Ogilvy e a VML. Além disso, foi sócio e CCO da Forever Beta, uma agência independente britânica. O responsável levou-a a conquistar mais de 20 prémios no UK Creative Circle, dez prémios D&amp;AD/Drums e até a vencer em Cannes.</p>
<p>O CCO da Lola Normajean acredita que uma agência deve voltar a colocar o produto criativo no centro, cuidar da sua cultura e criar um ambiente onde o talento possa dar o seu melhor. “Ao mesmo tempo, temos perante nós uma enorme oportunidade de combinar esse talento com a tecnologia e fazer com que ambos se tornem verdadeiros motores de crescimento”, afirma.</p>
<p>O profissional junta-se à equipa com o objetivo de aliar a sua experiência à “agilidade, ambição e cultura” de uma agência independente.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>“Vamos continuar a criar marcas tão boas como a nossa Briefing”</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/vamos-continuar-a-criar-marcas-tao-boas-como-a-nossa-briefing/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 10:05:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[design]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A Happy Brands tem o branding no centro da sua atividade. O que significa hoje construir ou transformar uma marca num contexto em que os consumidores, os negócios e os mercados estão em permanente mudança? Tiago Charrua &#124; As marcas estão na génese da Happy Brands, foram um bocado até o início de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Briefing | A Happy Brands tem o branding no centro da sua atividade. O que significa hoje construir ou transformar uma marca num contexto em que os consumidores, os negócios e os mercados estão em permanente mudança?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Tiago Charrua |</strong> As marcas estão na génese da Happy Brands, foram um bocado até o início de tudo e depois, obviamente, acabámos por passar para outras áreas. Somos verdadeiramente apaixonados por marcas, pela sua construção e pelo seu crescimento. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vivemos, de facto, num contexto de permanente mudança e onde tudo está a acontecer a uma velocidade mesmo alucinante. O tempo de atenção e exposição é cada vez mais curto, e é exatamente por isso que construir e manter uma marca é agora mais importante do que nunca. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma marca é muito mais do que um logótipo. Ela deve ser dinâmica; adaptar-se às várias fases do mercado; conseguir refletir uma identidade, princípios e valores; e deve ser reconhecida exatamente por isso. Num contexto como aquele que vivemos, torna-se essencial que as marcas consigam ter essa identidade, ganhar relevância, ser reconhecidas e ser valorizadas.</span></p>
<p><b>A agência tem atravessado também um processo de evolução ao longo dos anos. Como se foi transformando para acompanhar estas mudanças e que território procura ocupar hoje no mercado?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fazendo uma retrospetiva, apetece-me responder que estamos tão diferentes e tão iguais àquilo que éramos há 17 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tão iguais porque na essência continuamos a ser a mesma Happy Brands, uma agência multidisciplinar, onde a qualidade do trabalho e a excelência no serviço ao cliente continuam a ser as palavras de ordem. Para isso, contamos obviamente com profissionais de excelência, tanto no departamento criativo, como no serviço ao cliente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As principais diferenças prendem-se, de facto, com todas as mudanças de mercado e todas as ferramentas que têm aparecido. Há um mundo novo de tecnologia com que somos surpreendidos a cada dia e aos quais temos de nos adaptar rapidamente. Aliás, isso é uma das nossas grandes mais-valias e o que nos diferencia: somos uma estrutura muito ágil, muito flexível e que se adapta muito rápido. Somos uma agência que não quer adormecer no mercado!</span></p>
<p><b>O rebranding da Briefing surge de uma necessidade de evolução. O que vos pareceu mais desafiante nesta mudança de identidade?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Se há setor que tem também vivido verdadeiras revoluções nos últimos anos, o Jornalismo é seguramente um deles. Eu sou formado em Jornalismo, cheguei a exercer durante alguns anos e é evidente que não é mais o mesmo que conhecíamos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tanto na forma, como no conteúdo, o Jornalismo tem obrigatoriamente de se ir reinventando. Por outro lado, numa altura em que existem milhares de fontes de informação – nem sempre seguras –, a credibilidade dos meios será a palavra de ordem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num mercado em constante evolução/revolução, é importante não só perceber onde estamos, mas para onde vamos. O grande desafio deste rebranding é que, de facto, vem colocar a Briefing num território muito maior, e com um posicionamento muito mais ambicioso.</span></p>
<p><b>Quando receberam o desafio da Briefing, qual foi a primeira pergunta que sentiram que era preciso responder antes de pensar em identidade, design ou comunicação?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Antes de passarmos para o desenvolvimento propriamente dito, fazemos sempre um trabalho exaustivo de estratégia, pensamento crítico e análise do mercado, que nos permite refletir e chegar a algumas conclusões. É um trabalho um pouco “invisível”, mas absolutamente determinante para o que vem a seguir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No caso da Briefing, aquilo que sentimos é que estávamos a falar de uma mudança de posicionamento, de uma coisa muito maior – até a nível da missão. Muito mais do que pensarmos “vamos mudar o logotipo de uma revista”, era: “vamos mexer numa marca forte e reconhecida no mercado, e trabalhá-la porque existe um novo sítio onde quer estar”. Portanto, a primeira pergunta a ser respondida era: “para onde caminha a nova Briefing?”.</span></p>
<p><em>*Esta entrevista pode ser lida na íntegra na edição impressa <a href="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/09/BR202.pdf">B202</a></em></p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/vamos-continuar-a-criar-marcas-tao-boas-como-a-nossa-briefing/">“Vamos continuar a criar marcas tão boas como a nossa Briefing”</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>“Apenas um contrato de eletricidade é pouco”</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/apenas-um-contrato-de-eletricidade-e-pouco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 11:02:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
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		<category><![CDATA[marca]]></category>
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		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
		<category><![CDATA[prémio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apaixonada por comunicação e storytelling, defende que o ponto de partida de qualquer estratégia deve ser sempre a identificação e compreensão do desafio. Este ano, preside ao júri dos Effie Awards Portugal, onde, através dos casos analisados, viu que se trabalha com muita qualidade no País e encontrou uma “publicidade inteligente”. Briefing &#124; A EDP [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/apenas-um-contrato-de-eletricidade-e-pouco/">“Apenas um contrato de eletricidade é pouco”</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b><span style="font-weight: 400;">Apaixonada por comunicação e storytelling, defende que o ponto de partida de qualquer estratégia deve ser sempre a identificação e compreensão do desafio. Este ano, preside ao júri dos Effie Awards Portugal, onde, através dos casos analisados, viu que se trabalha com muita qualidade no País e encontrou uma “publicidade inteligente”.</span></b></p>
<p><b>Briefing | A EDP lançou recentemente uma nova campanha, com a assinatura “A EDP tem muito mais para dar”. O que mudou no negócio e no consumidor para tornar necessária esta mudança de narrativa?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Vera Pinto Pereira |</strong> Nos últimos anos, a transformação que existiu no mercado de energia foi tão grande, abrangente e profunda, que termos hoje um comercializador que dá apenas um contrato de eletricidade é pouco. Do ponto de vista do consumidor, entendo que não lhe dá tranquilidade ter ali um parceiro para lhe resolver a sua equação energética, que é cada vez maior. Como é que tenho tarifários adequados ao consumo específico da minha casa, que está cada vez mais eletrificada e, portanto, também tem um consumo mais elevado, mas também mais diverso; como é que resolvo o problema da mobilidade elétrica; como é que posso participar na transição energética e gerar a minha própria energia através de painéis solares… </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa complexidade, que ganhou vida na relação do consumidor com a energia, precisa de uma resposta também ela maior, mais ampla e mais completa. E é isso que estamos a fazer, é isso que a EDP já faz há muitos anos. Aliás, desde que existimos enquanto EDP Comercial que o nosso posicionamento tem sido estar ao lado do consumidor naquilo que é a relação dele com a energia e aquilo que precisa. E, portanto, estamos a dar este passo com o próprio consumidor, de ter mais para dar do que apenas o contrato de eletricidade.</span></p>
<p><b>A EDP opera hoje num mercado muito mais competitivo e com consumidores mais informados e exigentes. Como se gere o equilíbrio entre o valor de uma marca histórica e a necessidade de continuar a conquistar clientes num mercado onde preço, serviço e experiência pesam cada vez mais?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acima de tudo, o nosso ADN está ancorado em valores históricos que a EDP carrega consigo desde o primeiro dia. Estamos com as famílias e as empresas, nos bons e nos menos bons momentos. E esses valores, essa forma de estar e de ser não muda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois, outras dimensões a que damos visibilidade, nomeadamente o preço, os novos produtos e as novas formas de relacionamento com o cliente – mais digital ou interativo –, têm de ir sendo comunicadas. Porque não podemos deixar que, em momento algum, tradição ou relação histórica se possa traduzir na cabeça do consumidor num aproveitamento de preço, num preço mais elevado ou em menos consideração pela dinâmica do próprio mercado. Da minha experiência ao longo dos anos, não vejo que uma comunicação comercial ancorada numa promoção seja incompatível com o nosso posicionamento e histórico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Temos, de facto, uma quota de mercado muito significativa e acabamos por ser uma referência para o próprio mercado na forma como se comunica, na transparência que se tem para com os clientes e na ênfase que se dá a todas as outras dimensões da nossa relação, nomeadamente ao serviço ao cliente, neste caso. </span></p>
<p><b>A EDP celebra 50 anos em Portugal e a EDP Comercial assinala 27. Como é que uma marca trabalha um legado desta dimensão sem ficar presa à sua história? E que papel têm a comunicação e a criatividade na construção da próxima geração da EDP?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Completar 50 anos significa trazer consigo um legado muito importante e uma história que, de facto, marcou a própria história do País e dos portugueses. Portanto, significa continuar a carregar consigo essa responsabilidade, esses valores, e essa forma de inovar e de empurrar Portugal para a frente. A eletrificação, o plano energético nacional e o papel que a EDP tem desempenhado ao longo dos anos a empurrar a agenda da transição energética para a frente são o reflexo de uma postura de inovação e transformação constante. Isto é o que trazemos de trás, mas é também o que levamos para a frente. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Não é por acaso que a nossa assinatura diz “Imagine os próximos 50 anos”. Vivemos sempre ancorados nos nossos valores, mas sempre com os olhos postos no futuro – o que é que vai mudar, como é que nos devemos adaptar, como é que devemos continuar a servir a transição energética, como é que podemos continuar na liderança da transição energética… É exatamente assim que olhamos para trás e que olhamos para a frente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Trabalhar a marca nesta última década tem sido um privilégio, dos projetos mais giros que talvez tenha feito, precisamente porque é uma das mais importantes marcas portuguesas – para não dizer a mais importante. Com toda essa história que carrega consigo e que não quer perder, mas que, ao longo dos últimos anos, também precisou de se ir reinventando, transformando e atualizando. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Fizemos a mudança de marca que fizemos em 2022, porque a marca e a estratégia de comunicação são a forma como vamos partilhando e contando a história da empresa, das suas pessoas, da sua relação com as comunidades, da sua relação com a economia. E essa história também tem de ir sendo atualizada na forma como é contada e como é apresentada – é esse o papel da marca e da comunicação. </span></p>
<p><b>Assume a presidência do júri dos Effie Awards Portugal 2026. Aceitou o convite de imediato?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Aceitei! A minha única reticência foi como é que conseguiria tirar o tempo que é preciso para olhar para quase 100 casos. Não fosse a parte de a minha vida ser um caos e não ter tempo para nada, deu-me imenso gozo, porque acho que estão ali casos muito bons e nas diferentes dimensões. Há casos com uma excelente identificação e enquadramento do desafio e do problema, e em que encontraram, de forma criativa, uma resposta hipercerteira para o problema. Para mim, alguns deles são Ouro claro, claríssimo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Tirei imensa inspiração para mim própria, para a minha vida. E voltei a tomar contacto e consciência da qualidade da publicidade que se faz em Portugal. </span></p>
<p><b>Os Effie colocam a eficácia no centro da avaliação. O que significa, para si, uma campanha eficaz?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma campanha eficaz começa antes da medição do seu impacto, ou seja, começa numa adequada compreensão e mapeamento do caminho estratégico que estamos a percorrer e do objetivo estratégico que estamos a endereçar com aquela campanha. Eu revejo-me muito nestes prémios, no sentido em que, para mim, obviamente que a criatividade é absolutamente fundamental, porque é uma forma de chamar a atenção da maneira certa e ganhar voz num contexto com imenso ruído, mas eu começo sempre pela leitura do contexto e a identificação do desafio. Isso é, a meu ver, o ponto de partida fundamental para qualquer estratégia de marca, de comunicação, de campanha. O problema pode ser um de muitos, mas é preciso estar bem identificado. E a consistência nessa forma de trabalhar, onde começamos na estratégia para chegar ao como e depois medirmos, é absolutamente fundamental. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Transformar boa criatividade em impacto demonstrável passa por termos uma estratégia bem identificada à cabeça. Depois, passa por identificarmos os indicadores de impacto – não precisamos de ter muitos, bastam os certos. Muitas vezes, acabamos por falar de vários indicadores, mas só há dois ou três que realmente medem a eficácia na resolução do problema que identificámos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Há muito trabalho investido na perceção de se os indicadores, tal como serão reportados, vão realmente medir aquilo que queremos medir ou se não estão poluídos por outros efeitos. Logo, a qualidade dessa medição também é muito importante, senão, da próxima vez que formos endereçar aquele mesmo desafio, vamos enganar-nos.</span></p>
<p><em>*Esta entrevista pode ser lida na íntegra na edição impressa B202</em></p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/apenas-um-contrato-de-eletricidade-e-pouco/">“Apenas um contrato de eletricidade é pouco”</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O novo diretor criativo da Lisbon Project é&#8230;</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-novo-diretor-criativo-da-lisbon-project-e/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 10:04:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lúcio Abrunhosa conta com um percurso de 26 anos ligado à publicidade, comunicação e marketing desportivo. Ao longo da sua carreira, desenvolveu um percurso multidisciplinar, com passagens por algumas das principais networks, entre as quais Bates Portugal, Young &#38; Rubicam, Lowe Lintas, Ativism, Executive Center e WYgroup. O seu trabalho foi distinguido em festivais de [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/o-novo-diretor-criativo-da-lisbon-project-e/">O novo diretor criativo da Lisbon Project é&#8230;</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Lúcio Abrunhosa conta com um percurso de 26 anos ligado à publicidade, comunicação e marketing desportivo. Ao longo da sua carreira, desenvolveu um percurso multidisciplinar, com passagens por algumas das principais networks, entre as quais Bates Portugal, Young &amp; Rubicam, Lowe Lintas, Ativism, Executive Center e WYgroup. O seu trabalho foi distinguido em festivais de publicidade em três continentes, incluindo o WINA Festival, nos EUA e na Colômbia; o Festival de Maputo, em Moçambique; e Jovens Criativos do CCP, em Portugal.</p>
<p>No novo cargo, o objetivo passa por transformar cada projeto numa experiência de marca “imersiva e memorável”, capaz de responder de forma “consistente” aos desafios dos clientes. “A Lisbon Project tem uma capacidade de execução que considero diferenciadora. O meu papel é garantir que as ideias estão à altura dessa capacidade de as transformar em realidade”, acrescenta o diretor criativo.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/o-novo-diretor-criativo-da-lisbon-project-e/">O novo diretor criativo da Lisbon Project é&#8230;</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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		<title>17 anos. Muito mais do que uma revista</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/17-anos-muito-mais-do-que-uma-revista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 08:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Manifesto O mundo já não cabe numa página de papel. A realidade expandiu-se, as conversas cresceram para lá das palavras, as ideias são maiores que o pensamento e a vida acontece a cada minuto. &#160; Estamos mais ligados do que nunca. Pessoas que ligam pessoas, que ligam empresas que ligam marcas que ligam o mundo. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Manifesto</strong></p>
<p>O mundo já não cabe numa página de papel.</p>
<p>A realidade expandiu-se, as conversas cresceram para lá das palavras, as ideias são maiores que o pensamento e a vida acontece a cada minuto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Estamos mais ligados do que nunca.</p>
<p>Pessoas que ligam pessoas, que ligam empresas que ligam marcas que ligam o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há uma mudança vibrante que nos move, e há um olhar que a acompanha.</p>
<p>Há 17 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vimos o Marketing mudar de forma, as marcas mudarem de voz, o mercado mudar de cor, a música mudar de estilo, as mentes, a mensagem…</p>
<p>Vimos tanto e, a cada dia, fomos também mudando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje queremos ser mais.</p>
<p>Queremos conectar, influenciar, transformar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Queremos ser parte. De um futuro em permanente movimento. Curioso. Inteligente. Verdadeiro. Criativo. Surpreendente.</p>
<p>Com novos ângulos, novos territórios, novos horizontes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muito mais do que uma revista.</p>
<p>A mudança não é apenas editorial. É uma mudança de paradigma.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Muito mais que Marketing, mais que marcas e mais que mercado, hoje,</p>
<p>Queremos ser comunidade, queremos ser cultura, queremos ser futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>17 anos de Briefing</strong></p>
<p>Uma história que ainda está a ser escrita.</p>
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		<title>A RED assina nova identidade da CNDCJ</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-red-assina-nova-identidade-da-cndcj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 10:20:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova identidade parte da evolução da designação e do posicionamento da comissão, procurando comunicar com maior clareza a sua missão. A abordagem da agência pretende conciliar a afirmação institucional da CNDCJ com uma expressão “contemporânea, acessível e próxima”, pensada para funcionar de forma “coerente” nos diferentes suportes e em articulação com outras entidades públicas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova identidade parte da evolução da designação e do posicionamento da comissão, procurando comunicar com maior clareza a sua missão. A abordagem da agência pretende conciliar a afirmação institucional da CNDCJ com uma expressão “contemporânea, acessível e próxima”, pensada para funcionar de forma “coerente” nos diferentes suportes e em articulação com outras entidades públicas e parceiros.</p>
<p>Durante o desenvolvimento, a RED explorou diferentes caminhos conceptuais para traduzir a sua missão numa identidade “clara e reconhecível”. A flexibilidade de aplicação e a coerência entre os vários contextos de comunicação foram centrais neste trabalho. Já a assinatura “Proteger Crianças Compete a Tod@s” foi mantida, de forma a dar continuidade à missão da instituição.</p>
<p>O trabalho de identidade abrange o logótipo e o respetivo manual de normas gráficas, estacionário, grafismos para o website, roll-up, merchandising, um vídeo-manifesto de um minuto e conteúdos teaser para as redes sociais.</p>
<p>A intervenção inclui também o desenvolvimento da linha de comunicação e de uma campanha de sensibilização para a Estratégia Única dos Direitos das Crianças e Jovens 2025-2035. A estratégia coloca as crianças e os jovens no centro das políticas públicas e organiza-se em oito áreas estratégicas. O projeto pretende dar a conhecer estas áreas, facilitar a compreensão dos seus objetivos e mobilizar a sociedade para a promoção e proteção integral dos direitos das crianças e jovens.</p>
<p>A account manager da agência explica que projeto pedia uma identidade capaz de acompanhar a evolução da comissão e de tornar a sua missão mais clara para diferentes públicos. “O nosso trabalho foi encontrar o equilíbrio entre afirmação institucional e proximidade, criando uma expressão contemporânea, consistente e adaptável aos vários contextos de comunicação”, acrescenta Sara Bernardo.</p>
<p>Já a presidente da CNDCJ, Ana Isabel Valente, afirma que “o profissionalismo, a capacidade de compreensão” da missão da CNDCJ, a “competência técnica e o dinamismo” da RED foram “determinantes” para tornar a imagem da Comissão Nacional mais próxima do que representa e pretende transmitir.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<item>
		<title>O que dizem os teus olhos? Perguntam os Prémios Lusófonos da Criatividade</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-que-dizem-os-teus-olhos-perguntam-os-premios-lusofonos-da-criatividade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 09:19:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[prémio]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A iniciativa nasce da ideia que os olhos são um dos primeiros canais de comunicação do ser humano e revelam emoções, cansaço, stress, alegria e fragilidade, mesmo quando não é dito nada. Desta forma, a insígnia procura reforçar a relevância do cuidado ocular num contexto marcado pelo excesso de estímulos visuais e pela crescente exposição [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A iniciativa nasce da ideia que os olhos são um dos primeiros canais de comunicação do ser humano e revelam emoções, cansaço, stress, alegria e fragilidade, mesmo quando não é dito nada.</p>
<p>Desta forma, a insígnia procura reforçar a relevância do cuidado ocular num contexto marcado pelo excesso de estímulos visuais e pela crescente exposição a ecrãs. Assim, a Eumill visa posicionar-se não apenas como uma solução funcional, mas como uma marca associada ao cuidado e ao bem-estar.</p>
<p>O desafio está aberto a todos os participantes dos Prémios Lusófonos da Criatividade em Saúde até ao dia 9 de outubro. Os candidatos poderão apresentar uma proposta criativa capaz de demonstrar criatividade emocional aplicada à saúde, simplicidade visual e impacto imediato, relevância social e uma clara ligação ao propósito da marca. As propostas deverão incluir uma sinopse da peça, o key visual ou vídeo final, o racional criativo, os objetivos e impacto esperado, bem como a identidade visual da Eumill.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/o-que-dizem-os-teus-olhos-perguntam-os-premios-lusofonos-da-criatividade/">O que dizem os teus olhos? Perguntam os Prémios Lusófonos da Criatividade</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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		<item>
		<title>Esta é a dupla vencedora do Creative Challenge Lisbon</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/esta-e-a-dupla-vencedora-do-creative-challenge-lisbon/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 11:03:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[prémio]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A competição desafiou jovens talentos até aos 28 anos a responder a um briefing criativo lançado pela Fidelidade para a sua empresa Veterinários Sobre Rodas. Os participantes foram convidados a desenvolver uma ideia para uma campanha digital, tendo como objetivo tornar a marca a primeira escolha dos donos, tanto para os cuidados de rotina como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A competição desafiou jovens talentos até aos 28 anos a responder a um briefing criativo lançado pela Fidelidade para a sua empresa Veterinários Sobre Rodas. Os participantes foram convidados a desenvolver uma ideia para uma campanha digital, tendo como objetivo tornar a marca a primeira escolha dos donos, tanto para os cuidados de rotina como para o tratamento dos seus animais.</p>
<p>O júri foi composto por cinco elementos, três a convite do Clube e dois elementos representantes da Veterinários Sobre Rodas (VSR) e da Fidelidade: a diretora criativa executiva e partner da Uzina e presidente do CCP, Susana Albuquerque; o cofundador e partner criativo da Stream and Tough Guy, Miguel Durão, o diretor criativo da Comon, Ricardo Lourenço; a Head of Marketing &amp; Partnerships da VSR, Mafalda Padeira; e o Brand and Communications Manager da Fidelidade, Nuno Pimenta.</p>
<p>A Shortlist contou com mais dez projetos de dez duplas criativas. Foram eles:</p>
<p>&#8211; Mafalda Silva e Mafalda Alvim;</p>
<p>&#8211; Kevan Yin e André Costa;</p>
<p>&#8211; Nuno Marques e Constança Mendes;</p>
<p>&#8211; Eduarda Borges e Elisa Lamy Vaz;</p>
<p>&#8211; Camila António e Bianca Pereira;</p>
<p>&#8211; Clarice Hasler e Marta Carrilho;</p>
<p>&#8211; Ana Ribeiro e Margarida Ginestal;</p>
<p>&#8211; Miguel Duarte e Mariana Ávila;</p>
<p>&#8211; Pedro Chula e Beatriz Almeida;</p>
<p>&#8211; Joana Fontinha e Mariana Ribeiro.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/esta-e-a-dupla-vencedora-do-creative-challenge-lisbon/">Esta é a dupla vencedora do Creative Challenge Lisbon</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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