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	<title>Arquivo de música - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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	<description>Portal de Marketing e Publicidade: A sua porta de entrada para as últimas notícias, dicas e tendências do mundo do marketing.</description>
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	<title>Arquivo de música - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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		<title>Diana Pinto desliga com Mari Froes e Julian Barnes</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/diana-pinto-desliga-com-mari-froes-e-julian-barnes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 09:21:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que podcast estou a ouvir? Fui espreitar a lista dos próximos episódios e há dois que me acompanham por estes dias: &#8220;Creative Confidence Podcast&#8221; e &#8220;Cultas e vinho verde&#8221;. São sugestões que equilibram inspiração, criatividade e uma boa dose de work-life balance. Um livro que estou a ler? &#8220;Amanhã à Mesma Hora&#8221;, de Martim Sousa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Que podcast estou a ouvir?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Fui espreitar a lista dos próximos episódios e há dois que me acompanham por estes dias: &#8220;Creative Confidence Podcast&#8221; e &#8220;Cultas e vinho verde&#8221;. São sugestões que equilibram inspiração, criatividade e uma boa dose de work-life balance.</span></p>
<p><b>Um livro que estou a ler?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">&#8220;Amanhã à Mesma Hora&#8221;, de Martim Sousa Tavares, e &#8220;Departure(s)&#8221;, de Julian Barnes. Sobre este último, ficou-me na cabeça a forma como o autor o apresentou no Babell: “a minha partida oficial, a minha última conversa convosco”.</span></p>
<p><b>Uma música que não me sai do ouvido?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Para dias leves, longos e com sabor a verão, &#8220;Vaitimbora&#8221;, da Mari Froes. Desde que a ouvi no pôr do sol do Primavera Sound, não me sai do ouvido.</span></p>
<p><b>O que ando a ver?</b><b><br />
</b><span style="font-weight: 400;">Confesso que as séries estão na lista dos não prioritários deste verão, m</span><span style="font-weight: 400;">as, porque um debrief ou um pipeline ficam sempre bem em qualquer conversa, deixo as minhas recomendações: Um dos últimos filmes que vi foi &#8220;Valor Sentimental&#8221;, de Joachim Trier. Quanto às séries, tenho &#8220;Abstract: The Art of Design&#8221; em pausa estratégica para retomar quando chegarem os dias mais curtos.</span></p>
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		<title>João Madeira vai de Coetzee a Widow&#8217;s Bay</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/joao-madeira-vai-de-coetzee-a-widows-bay/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 08:54:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que podcast estou a ouvir &#8220;Os Ficheiros do Caso Carlos Castro&#8221;. Comecei há dias e espero que acabe bem. Um livro que estou a ler &#8220;Desgraça&#8221;, de J.M. Coetzee. Tinha-o na lista há muito tempo e, finalmente, comprei-o na Feira do Livro. Segundo a sinopse, foi selecionado pela BBC como um dos 100 romances que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Que podcast estou a ouvir</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Os Ficheiros do Caso Carlos Castro&#8221;. Comecei há dias e espero que acabe bem.</span></p>
<p><b>Um livro que estou a ler</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Desgraça&#8221;, de J.M. Coetzee. Tinha-o na lista há muito tempo e, finalmente, comprei-o na Feira do Livro. Segundo a sinopse, foi selecionado pela BBC como um dos 100 romances que moldaram o nosso mundo e, embora só tenha lido um terço, percebo porquê.</span></p>
<p><b>Uma música que não me sai do ouvido</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O Nosso Galo&#8221;. Ultimamente, é essa a música que as minhas filhas pedem, assim que entram no carro. Estou sempre a cantar, cocoró, cocoró. Estou sempre a cantar, cocorococó.</span></p>
<p><b>O que ando a ver</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Widow’s Bay&#8221;. O algoritmo fez o seu trabalho, e ainda bem. É fresca e tem muita graça. Já era fã de Hiro Murai e de Matthew Rhys e reforcei a minha admiração por ambos.</span></p>
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		<title>Da memória à experiência: O novo palco da Vigor e do Pleno</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/da-memoria-a-experiencia-o-novo-palco-da-vigor-e-do-pleno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A Lactogal tem um posicionamento muito forte em festivais e experiências culturais, nomeadamente através da Vigor e do Pleno. O que leva a esta estratégia? José Pedro Marques da Silva &#124; As marcas têm de se construir onde as pessoas vivem, sentem e partilham. A cultura, a música e os grandes momentos coletivos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Briefing | A Lactogal tem um posicionamento muito forte em festivais e experiências culturais, nomeadamente através da Vigor e do Pleno. O que leva a esta estratégia?</strong></p>
<p><strong>José Pedro Marques da Silva |</strong> As marcas têm de se construir onde as pessoas vivem, sentem e partilham. A cultura, a música e os grandes momentos coletivos são esses territórios, e é por isso que escolhemos estar presentes neles. Mas fazemo-lo de formas distintas, porque Vigor e Pleno têm posicionamentos distintos.</p>
<p>Vigor abraça o território da pop-culture como uma evolução do papel que teve e tem na categoria de leite, encontrando nestes espaços formas de tornar evidente o que a distingue das restantes marcas: o sabor, a experiência. É também aqui que se cruzam gerações. Vigor tem uma relação afetiva de décadas com os portugueses, e o que procura nestes territórios é reativar essa memória junto de quem cresceu com a marca e, ao mesmo tempo, torná-la relevante para quem não a viveu.</p>
<p>Pleno encontra na música uma extensão natural do seu universo. A própria assinatura da marca, &#8220;É da tua Natureza&#8221;, encontra na música um eco evidente. É um território onde a autenticidade e a individualidade que Pleno valoriza ganham forma. A isto junta-se uma tendência de fundo: o crescimento do movimento no- e low-alcohol, com consumidores a procurarem alternativas com significado para acompanhar os momentos de convívio. Pleno posiciona-se nesse espaço, como uma gama que acompanha e eleva esses momentos sem abdicar do bem-estar, e que aproveitamos para mostrar que pode ser consumida de forma criativa, com os mocktails.</p>
<p>São duas presenças com lógicas próprias, mas com uma raiz comum, a de estar genuinamente ao lado das pessoas nos momentos que lhes importam.</p>
<p><strong>A ambição de rejuvenescer o consumo de leite em Portugal parece ser algo desafiante. Porquê escolher os festivais como meio para tentar alcançar esse objetivo? </strong></p>
<p>Vigor escolhe estar na cultura, porque é aí que entendemos que hoje podemos construir a relevância da marca para uma nova geração. Se o nosso desafio é mostrar que o leite pode ser atual, não basta dizê-lo na comunicação, é preciso estar nos espaços em que essa atualidade se vive e se sente. Por isso, quando olhamos para um momento como o Rock in Rio, não o encaramos como uma presença de festival, mas como uma plataforma cultural, com um conceito próprio que vai além do evento e que nos permite criar uma experiência em que a marca é vivida e provada, e não apenas vista. É essa lógica que vai orientar uma nova forma de estar de Vigor nos próximos anos, e o Rock in Rio é o primeiro grande palco onde ela se afirma.</p>
<p><strong>A Latteria Vigor esteve no Rock in Rio. Qual foi a ideia?</strong></p>
<p>A Latteria é a forma de dar corpo físico a essa ideia. Criámos um espaço próprio, com um conceito que prolonga o universo Vigor dentro do festival, e onde as pessoas podem efetivamente viver e provar aquilo que nos distingue – o sabor e a frescura. O objetivo é duplo. Por um lado, reforçar a relevância de Vigor junto dos jovens adultos, mostrando que o leite tem lugar nos momentos de prazer, de convívio e de comunidade que definem o verão. Por outro, fazê-lo de uma forma memorável e partilhável, criando um momento que as pessoas queiram viver e contar, porque é assim que uma marca passa a fazer parte da história que cada um recorda. Para uma marca que está a fazer a passagem de ícone a icónica, a Latteria no Rock in Rio é onde essa nova postura se torna, pela primeira vez, algo que se experimenta.</p>
<p><strong>Já no caso do Pleno, é uma marca mais associada ao bem-estar e ao convívio. Como nasceu esse posicionamento? </strong></p>
<p>Pleno foi pioneira em Portugal ao lançar, em 2001, uma nova categoria de bebidas inspirada na natureza, com extratos de chá e frutas. Em 2025, a marca passou por um reposicionamento e nasceu a assinatura &#8220;Pleno. É da tua Natureza&#8221;. É daqui que vem a associação à música. Sendo uma marca de bebidas, a ligação a momentos de convívio é direta, mas Pleno procura os territórios em que o bem-estar e a autenticidade que defende ganham expressão. A música é um deles, porque é, também ela, uma forma de cada pessoa exprimir a sua natureza.</p>
<p><strong>Como é que a música ajuda a transmitir essa mensagem?</strong></p>
<p>Porque a música é, talvez, a forma mais universal de expressão da individualidade. Aquilo que cada um ouve, a forma como o vive e partilha diz muito sobre quem é, tal como Pleno entende que não há uma só forma de viver o bem-estar. É essa correspondência que faz da música o veículo certo para &#8220;É da tua Natureza&#8221;. Tal como a música convida a explorar, Pleno é uma gama feita para ser experimentada de formas diferentes, e é isso que nos permite mostrar que pode ser vivida de maneira criativa. A música deixa, assim, de ser apenas o contexto, e passa a ser a própria demonstração daquilo que a marca defende: que o bem-estar e a autenticidade se vivem à medida de cada um.</p>
<p><strong>O que pesa mais: notoriedade, envolvimento emocional, experimentação do produto ou vendas? Como avaliam o sucesso destas iniciativas?</strong></p>
<p>O peso de cada um depende dos objetivos específicos de cada iniciativa, mais do que de uma fórmula fixa. O que procuramos é envolvimento emocional e experimentação, porque são esses dois que transformam uma presença pontual numa relação. Não basta que as pessoas vejam a marca, queremos que a sintam e que a provem. A notoriedade e as vendas não são descuradas, são consequência: uma marca que se torna relevante e próxima constrói preferência, e essa preferência traduz-se, ao longo do tempo, em valor de marca e da marca para o negócio, sempre com uma preocupação de potenciar a conversão junto de cada iniciativa.</p>
<p>Mais do que medir cada uma de forma isolada, avaliamos a sua capacidade de criar essa ligação duradoura e de abrir novas ocasiões de consumo. O sucesso, para nós, está muito no equilíbrio entre o impacto imediato e na relação que fica, a que garante a escolha nos futuros momentos de escolha.</p>
<p><strong>Num contexto em que os jovens rejeitam cada vez mais a publicidade tradicional, até que ponto a presença em eventos culturais deixou de ser uma ação de marketing para se tornar uma forma de as marcas fazerem parte da vida e da identidade das pessoas?</strong></p>
<p>A geração mais nova não rejeita as marcas, rejeita ser interpelada por elas de forma unilateral. Cresceu num ambiente em que a atenção é o recurso mais disputado de todos e em que tem, pela primeira vez, o poder de escolher o que vê: salta a publicidade, filtra, bloqueia, e dá credibilidade sobretudo àquilo que descobre pelos seus próprios meios e pelas suas próprias comunidades. Neste contexto, a mensagem que interrompe perde força quase por definição, porque é vista como algo que se impõe sem ser pedido. O que muda com a presença cultural é precisamente a posição em que a marca se coloca. Em vez de interromper um momento que é das pessoas, a marca passa a contribuir para ele. É aqui que reside a diferença entre visibilidade e relevância: a visibilidade compra-se e mede-se em exposição, mas é facilmente ignorada; a relevância conquista-se com presença consistente nos lugares onde a audiência já está e com a capacidade de criar momentos que as pessoas queiram levar adiante. Uma marca que se torna relevante passa a ser bem-vinda.</p>
<p>É essa a fasquia que colocamos a nós próprios. Quando Vigor cria um espaço onde as pessoas vivem o festival de outra forma, ou quando Pleno se associa à música como território de bem-estar e de expressão, o objetivo é contribuir para a experiência. E quando isso acontece, a marca deixa de &#8220;falar para&#8221; as pessoas e passa a &#8220;viver com&#8221; elas. No fundo, a presença cultural não substituiu o marketing, redefiniu-o: deixou de ser sobre o que a marca diz de si própria e passou a ser sobre o lugar que ocupa, com verdade, na vida das pessoas.</p>
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		<title>Luís Pereira entre perfumes e The Waterboys</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/luis-pereira-entre-perfumes-e-the-waterboys/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 08:23:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que podcast estou a ouvir? O podcast de perfumes com a revista francesa Nez que é uma revista especializada na área da perfumaria, mas com uma abordagem nova e que fala de marcas emergentes neste setor. Um livro que estou a ler Estou a ler “O Nervo Mestre”, de Kevin Tracey. Este é um livro [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Que podcast estou a ouvir?</strong></p>
<p>O podcast de perfumes com a revista francesa Nez que é uma revista especializada na área da perfumaria, mas com uma abordagem nova e que fala de marcas emergentes neste setor.</p>
<p><strong>Um livro que estou a ler</strong></p>
<p>Estou a ler “O Nervo Mestre”, de Kevin Tracey. Este é um livro que aborda a importância do nervo vago na nossa saúde.</p>
<p><strong>Uma música que não me sai do ouvido</strong></p>
<p>“The Whole of the Moon”, dos The Waterboys. Infelizmente não consegui ir ouvir ao vivo no mês passado na Maia.</p>
<p><strong>O que ando a ver</strong></p>
<p>Muito futebol e a redescobrir a Pantera Cor-de-Rosa com a minha família.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/luis-pereira-entre-perfumes-e-the-waterboys/">Luís Pereira entre perfumes e The Waterboys</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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			</item>
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		<title>#ProvamosEAprovamos. A receita de um verão feito de comunidade, gastronomia e música é na Praia Irmão</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/provamoseaprovamos-a-receita-de-um-verao-feito-de-comunidade-gastronomia-e-musica-e-na-praia-irmao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 11:50:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[gastronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A experiência começa muito antes de chegar à mesa. O ambiente descontraído, construído com materiais naturais e peças desenvolvidas por artesãos locais, prolonga a paisagem das dunas para o interior do espaço. Durante o dia, há quem procure simplesmente um almoço sem pressas ou um lugar reservado na praia – as marcações estão disponíveis online [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/provamoseaprovamos-a-receita-de-um-verao-feito-de-comunidade-gastronomia-e-musica-e-na-praia-irmao/">#ProvamosEAprovamos. A receita de um verão feito de comunidade, gastronomia e música é na Praia Irmão</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A experiência começa muito antes de chegar à mesa. O ambiente descontraído, construído com materiais naturais e peças desenvolvidas por artesãos locais, prolonga a paisagem das dunas para o interior do espaço. Durante o dia, há quem procure simplesmente um almoço sem pressas ou um lugar reservado na praia – as marcações estão disponíveis online com até 30 dias de antecedência –; ao final da tarde, a música acompanha o pôr do sol e transforma o ambiente, sem perder a sensação de proximidade que distingue a casa. Entre sessões de ioga, pilates ou fitness no Playground, e sunsets, sessões de vinil ou pequenos concertos, o Praia Irmão procura que cada visita vá sendo diferente.</p>
<p>Essa ideia de felicidade partilhada também se sente na cozinha. A nova carta, assinada pelo chef Welder Silva, mantém a inspiração mediterrânica, privilegiando ingredientes frescos, sazonais e preparados de raiz. Nas entradas, destacam-se propostas como as Celestial Oysters, servidas com molho ponzu e sunomono; o Carpaccio de Lírio, com malagueta, laranja e vinagrete cítrico; ou o Hummus &amp; Crudité, acompanhado por focaccia da casa, dukkah e mix de vegetais. Nos pratos principais, convivem o Polvo Zarandeado na brasa com romesco de pistáchio; o Bife da Vazia Grelhado, servido com molho jus, chimichurri e alho confitado; e a proposta vegetariana Nature&#8217;s Magic, que combina croquetes de batata doce roxa, raiz de aipo, gengibre e lentilha vermelha, acompanhados com tabulé de quinoa tricolor, maionese de couve-flor, e puré de feijão branco e beterraba. Para terminar, sobremesas como a Panna Cotta, com compota de fruta da época, ou o Ananás Maturado Grelhado, com gelado da casa e caramelo salgado de miso, mantêm o equilíbrio entre sofisticação e informalidade. A acompanhar, há ainda uma carta de cocktails de autor, da qual Maurício Leal Cardoso propõe o Wavey Daze, o C&#8217;est La Vie ou a Korean Paloma, pensados para prolongar o espírito descontraído dos dias de verão.</p>
<p>Ao lado da cozinha, há outra protagonista: a pizza. Preparadas pelo pizzaiolo Rawezh Amin, tornaram-se uma das imagens de marca do Praia Irmão e justificam até um corner próprio de take-away na praia, além do serviço de delivery através da marca Irmão ZAP. Natural do Curdistão iraquiano e em Portugal há oito anos, Rawezh acompanha o projeto desde o início. &#8220;Nós começámos com a venda de dez pizzas por dia. Agora, num dia normal, saem cerca de 150; ao fim de semana, chegamos às 300 ou 350&#8221;, conta. O segredo está na técnica: uma fermentação lenta, que pode chegar aos quatro dias, maioritariamente em frio, para responder às oscilações de temperatura e humidade da praia. O resultado é uma massa com uma textura própria, que segue para o forno durante apenas três a quatro minutos.</p>
<p>Também para Welder Silva, a ligação ao Praia Irmão vai muito além da cozinha. Brasileiro, de Minas Gerais, recorda que foi precisamente naquela costa que viu o mar pela primeira vez, há 21 anos. Hoje, cinco anos depois de integrar a equipa quando estava a arrancar o projeto, continua a sentir esse simbolismo. &#8220;Cozinhar com esta vista é outra coisa&#8221;, resume. Mais do que o cenário, destaca a cultura da casa. Recorda que, quando chegou, nem conseguiu identificar quem eram os proprietários: &#8220;Estavam descalços, a trabalhar com madeira, misturados com toda a equipa. Esta cultura do Irmão emociona a gente.&#8221;</p>
<p>É precisamente essa ausência de barreiras que parece definir o projeto. Num espaço onde turistas, famílias, surfistas e clientes habituais convivem naturalmente, a gastronomia é apenas uma parte de uma experiência mais ampla. Seja à mesa, numa espreguiçadeira, numa aula de bem-estar ou ao som de um DJ durante o pôr do sol, o Praia Irmão parece continuar a apostar na ideia de criar um lugar onde as pessoas regressem não apenas pela comida ou pela vista, mas pela forma como ali se sentem.</p>

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<p><em>Carolina Neves</em></p>
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		<title>João Jesus brinda ao Modo Avião</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/joao-jesus-brinda-ao-modo-aviao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 09:07:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[modo avião]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que podcast estou a ouvir? Depende da hora. De manhã, o &#8220;Que País é Este&#8221;, &#8220;P24&#8221; ou até o &#8220;Marketing Leaders&#8221;, do ex-CMO da Vicio. Para engrenar. Ao final da tarde, &#8220;The Rest is Football&#8221; ou &#8220;Falsos Lentos&#8221;. Para arredondar. Um livro que estou a ler &#8220;O Ato Criativo&#8221;, do Rick Rubin, e &#8220;Futebol ao [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Que podcast estou a ouvir?</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depende da hora. De manhã, o &#8220;Que País é Este&#8221;, &#8220;P24&#8221; ou até o &#8220;Marketing Leaders&#8221;, do ex-CMO da Vicio. Para engrenar. Ao final da tarde, &#8220;The Rest is Football&#8221; ou &#8220;Falsos Lentos&#8221;. Para arredondar.</span></p>
<p><strong>Um livro que estou a ler</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O Ato Criativo&#8221;, do Rick Rubin, e &#8220;Futebol ao Sol e à Sombra&#8221;, do Eduardo Galeano, seguindo mais ou menos a lógica anterior.</span></p>
<p><strong>Uma música que não me sai do ouvido</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Dying on the Vine&#8221;, do John Cale. Uma obra-prima sobre recomeços, de um álbum com um nome pertinente: &#8220;Artificial Intelligence&#8221;. Plot twist: é de 1985, e pouco ou nada tem que ver com LLMs.</span></p>
<p><strong>O que ando a ver</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Demasiados jogos do Mundial, e claro, a última temporada de &#8220;The Bear&#8221;. Ainda só vi três episódios, mas temo que o Carmy se vá render às evidências e voltar a fazer daquilo um snack-bar, com uma magna seleção de buchas &#8220;gourmet&#8221; altamente rentáveis, que em breve veremos (tentativamente) replicadas a cada esquina. Espero estar errado.</span></p>
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		<title>Galp: Os eventos passam, as ligações ficam</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/galp-os-eventos-passam-as-ligacoes-ficam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:31:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A Galp tem apostado numa presença diversificada em grandes festivais, eventos desportivos e iniciativas de âmbito mais regional. Qual o elo de ligação do ponto de vista da estratégia da marca? Luísa Motta &#124; À primeira vista, pode parecer uma estratégia muito diversificada, mas, na realidade, existe um racional muito claro. O elo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Briefing | A Galp tem apostado numa presença diversificada em grandes festivais, eventos desportivos e iniciativas de âmbito mais regional. Qual o elo de ligação do ponto de vista da estratégia da marca?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Luísa Motta |</strong> À primeira vista, pode parecer uma estratégia muito diversificada, mas, na realidade, existe um racional muito claro. O elo de ligação não são os eventos, são as pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Galp procura estar presente nos momentos que têm significado para diferentes comunidades e que fazem parte da vida dos portugueses. A música, o desporto, as festas regionais ou os grandes eventos nacionais representam diferentes expressões da mesma cultura e permitem-nos construir uma relação próxima com públicos distintos, sem perder consistência na forma como a marca se apresenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que selecionar patrocínios, procuramos selecionar contextos onde a marca possa ser relevante, criar experiências positivas e reforçar atributos como proximidade, confiança e energia. Procuramos construir uma marca próxima das pessoas, acompanhando-as em diferentes contextos, geografias e momentos de celebração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa estratégia passa por construir uma marca que faz parte da vida das pessoas, e não apenas da sua decisão de compra.</span></p>
<p><b>Como é que essa visão se traduz na prática?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As marcas mais fortes são aquelas que conseguem criar ligações que perduram na memória das pessoas. Isso não se constrói apenas através da publicidade; constrói-se estando presente em momentos de celebração, emoção, partilha e identidade coletiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, isso traduz-se numa presença equilibrada em diferentes territórios, desde os grandes festivais de música aos eventos desportivos ou às festas regionais. Cada um destes momentos permite-nos contactar públicos diferentes, em contextos distintos, mas sempre com o mesmo objetivo: aproximar a Galp das pessoas através de experiências que acrescentem valor e reforcem a ligação emocional à marca.</span></p>
<p><b>Porque é importante equilibrar a presença em grandes eventos nacionais com iniciativas de forte expressão regional?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porque uma marca nacional constrói-se em múltiplas escalas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma marca nacional não se constrói apenas nos grandes centros urbanos nem apenas através dos maiores eventos mediáticos. Constrói-se estando presente onde as pessoas vivem, trabalham, celebram e criam memórias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os grandes eventos dão notoriedade e escala. Os eventos regionais acrescentam proximidade, autenticidade e uma relação muito mais próxima com as comunidades locais. Gostamos de dizer que os grandes eventos dão escala à marca e os eventos regionais dão-lhe profundidade. São dimensões complementares da mesma estratégia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a Galp, estar presente no NOS Alive ou</span> <span style="font-weight: 400;">na Seleção Nacional é tão importante como marcar presença na Feira de São Mateus, na Ovibeja ou na FATACIL. Cada um destes momentos aproxima-nos de públicos diferentes, em contextos distintos, mas todos contribuem para o mesmo objetivo: construir uma marca próxima, relevante e verdadeiramente nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No fundo, não procuramos estar apenas onde há mais pessoas. Procuramos estar onde conseguimos criar ligações mais significativas com elas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É precisamente este equilíbrio que permite à Galp construir uma marca simultaneamente relevante à escala nacional e próxima das diferentes comunidades que compõem o País.</span></p>
<p><b>A parceria com a Seleção Nacional já dura há cerca de três décadas. O que explica a longevidade desta relação e que impacto tem tido na construção da marca?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A longevidade desta parceria demonstra que procuramos construir relações de longo prazo e não apenas aproveitar oportunidades de visibilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Seleção Nacional representa valores que continuam muito atuais: união, superação, ambição e orgulho coletivo. São momentos em que milhões de portugueses vivem a mesma emoção, independentemente da idade, da região ou da sua realidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estar ao lado da Seleção durante quase três décadas permitiu à Galp acompanhar várias gerações de portugueses e fazer parte de algumas das suas memórias mais marcantes. Esse tipo de consistência é muito difícil de construir através de ações pontuais e tem um contributo importante para a confiança e para a solidez da marca.</span></p>
<p><b>Num contexto em que os consumidores valorizam cada vez mais autenticidade, como é que a Galp procura garantir que a sua presença nos eventos vai além da simples visibilidade?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A atenção é um recurso escasso. As pessoas esperam mais das marcas do que um logótipo num palco ou numa camisola. Esperam que acrescentem valor à experiência e que a sua presença tenha um propósito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, procuramos desenhar experiências que acrescentem valor ao evento e às pessoas que nele participam. Queremos que a marca seja recordada pelo que proporcionou e não apenas pelo logótipo que estava presente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso significa pensar cada ativação em função do contexto, das necessidades do público e da experiência que queremos criar. A autenticidade nasce precisamente dessa coerência entre aquilo que a marca representa e a forma como escolhe participar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando uma marca consegue contribuir positivamente para a experiência das pessoas, deixa de ser apenas patrocinadora e passa a fazer parte da história desse momento.</span></p>
<p><b>A Galp tem vindo a transformar-se para responder aos desafios da transição energética. Como é que essa evolução também se reflete na forma como a marca se apresenta junto das comunidades?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transformação da Galp não acontece apenas ao nível do negócio. Reflete-se também na forma como a marca se relaciona com a sociedade e com as comunidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje procuramos criar experiências que aproximem as pessoas dos temas da inovação, da mobilidade e da transição energética de uma forma mais concreta e acessível. Acreditamos que as marcas têm também um papel de aproximar a tecnologia das pessoas e de inspirar as novas gerações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um bom exemplo é a nossa presença este ano no NOS Alive, onde, em parceria com o Instituto Superior Técnico, vamos dar palco a protótipos desenvolvidos por estudantes, incluindo uma mota elétrica de competição e uma embarcação que combina tecnologias como hidrogénio, energia solar e navegação autónoma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que expor tecnologia, queremos dar visibilidade ao talento, à investigação e à colaboração entre a academia e a indústria. É uma forma de mostrar que a inovação se constrói em parceria e que a transição energética não é um conceito abstrato: é algo que já está a ser desenvolvido por jovens que serão os engenheiros e líderes de amanhã.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É esta visão que procuramos levar para as comunidades. Uma marca que não comunica apenas o futuro, mas que ajuda a aproximar as pessoas dele, criando oportunidades para conhecer, experimentar e participar nessa transformação.</span></p>
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		<title>O Modo Avião de Tiago Ferreira tem humor, liderança e futebol</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-modo-aviao-de-tiago-ferreira-tem-humor-lideranca-e-futebol/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 09:15:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[desporto]]></category>
		<category><![CDATA[modo avião]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que podcast estou a ouvir &#8220;Isso Não Se Diz&#8221;, de Bruno Nogueira. Gosto da espontaneidade e da forma como consegue alternar entre humor, observação e conversas que nos fazem pensar. Um livro que estou a ler &#8220;Trillion Dollar Coach&#8221;, de Eric Schmidt, Jonathan Rosenberg e Alan Eagle. Uma leitura inspiradora sobre liderança, cultura e a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Que podcast estou a ouvir</b></p>
<p>&#8220;Isso Não Se Diz&#8221;, de Bruno Nogueira. Gosto da espontaneidade e da forma como consegue alternar entre humor, observação e conversas que nos fazem pensar.</p>
<p><b>Um livro que estou a ler</b></p>
<p>&#8220;Trillion Dollar Coach&#8221;, de Eric Schmidt, Jonathan Rosenberg e Alan Eagle. Uma leitura inspiradora sobre liderança, cultura e a importância das pessoas nas organizações.</p>
<p><b>Uma música que não me sai do ouvido</b></p>
<p>&#8220;Azizam&#8221;, de Ed Sheeran.</p>
<p><b>O que ando a ver</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> Em plena altura de Campeonato do Mundo, tento não perder os jogos das seleções.</span></p>
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		<title>Heineken transforma brindes em amizades no NOS Alive com tecnologia e música</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/heineken-quer-transformar-brindes-em-amizades-no-nos-alive-com-tecnologia-e-musica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há muito que a música ocupa um lugar central na estratégia da Heineken. Enquanto cerveja oficial e premium sponsor do NOS Alive, a marca volta a associar-se a um dos maiores festivais do País para reforçar um posicionamento que vai muito além da visibilidade. O objetivo passa por criar experiências que aproximem as pessoas e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Há muito que a música ocupa um lugar central na estratégia da Heineken. Enquanto cerveja oficial e premium sponsor do NOS Alive, a marca volta a associar-se a um dos maiores festivais do País para reforçar um posicionamento que vai muito além da visibilidade. O objetivo passa por criar experiências que aproximem as pessoas e façam da música um ponto de partida para novas relações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O NOS Alive é um dos maiores festivais de música em Portugal e uma plataforma privilegiada para estarmos próximos do consumidor português num território natural para a marca&#8221;, afirma Catarina Ferraz. A responsável de Marketing da Heineken em Portugal lembra que a música continua a ser o principal interesse de entretenimento dos portugueses e sublinha o seu potencial para gerar afinidade. &#8220;Para a Heineken, estar no NOS Alive é continuar a fazer parte de momentos relevantes de socialização, oferecendo uma experiência premium, diferenciadora e alinhada com aquilo que os fãs procuram num festival.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta ligação materializa-se, desde logo, através do Palco Heineken, um dos espaços mais emblemáticos do festival. Embora a marca não participe na definição do cartaz, Catarina Ferraz considera que a associação ao palco reforça a identidade construída ao longo dos anos. &#8220;Ao dar nome a um palco reconhecido pela sua identidade e relevância no festival, a Heineken associa-se a momentos autênticos de partilha, celebração e descoberta, consolidando a sua ligação ao universo da música ao vivo.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas é na experiência desenhada para os festivaleiros que reside a principal novidade desta edição. Pela primeira vez em Portugal, a marca apresenta o &#8220;Clinker&#8221;, uma pulseira inteligente desenvolvida para aproximar pessoas através da música. Integrada na campanha internacional &#8220;Os fãs têm mais amigos&#8221;, a tecnologia sincroniza os gostos musicais dos utilizadores através do Spotify e mede a compatibilidade entre duas pessoas quando brindam com uma Heineken.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O momento do brinde serve para perceber o grau de &#8216;match musical'&#8221;, explica Catarina Ferraz. Quando dois dispositivos entram em contacto, a pulseira cruza os perfis musicais e responde com sinais luminosos que revelam o nível de afinidade entre ambos. No final, é possível aos utilizadores seguirem-se no Spotify.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inovação estará disponível na Heineken House, novo conceito internacional que chega este ano ao NOS Alive depois de já ter sido apresentado em festivais como o Coachella. &#8220;A Heineken House é um espaço de encontro, descoberta, pausa e celebração – não apenas um local de consumo ou mais um stand do festival&#8221;, refere a responsável. É ali que a campanha ganha vida, permitindo aos visitantes experimentar o &#8220;Clinker&#8221; e descobrir novas afinidades musicais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência, porém, começa antes mesmo da entrada no recinto. A Heineken volta a ocupar a estação de Algés, principal ponto de chegada dos festivaleiros, mas este ano fá-lo através de uma abordagem suportada por dados. Com base em informação da Global Web Index, Spotify Charts e na análise do cartaz do festival, a marca estima quantos fãs de diferentes géneros musicais estarão presentes durante os três dias do evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo é mostrar que, antes mesmo do primeiro concerto, já existem milhares de potenciais ligações por descobrir. Mensagens como &#8220;Fã de Club Pop? Há cerca de 28,7 mil fãs com quem podes brilhar&#8221; ou &#8220;Fã de Eletrónica? Há cerca de 12,3 mil fãs prontos para dançar contigo&#8221; procuram demonstrar que a música pode ser um facilitador de novas amizades. &#8220;A Estação de Algés deixa de ser apenas um ponto de passagem e passa a ser o primeiro capítulo da campanha &#8216;Os fãs têm mais amigos'&#8221;, explica Catarina Ferraz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta ativação funciona também como ponte para a experiência no interior do recinto. &#8220;Primeiro, os dados mostram o potencial de afinidade; depois, dentro do recinto, a tecnologia ajuda a transformar esse potencial numa interação real. Ou seja, a Estação de Algés mostra quantas ligações podem existir; o &#8216;Clinker&#8217; ajuda os fãs a encontrá-las.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposta insere-se numa estratégia mais ampla da Heineken para elevar a vida social dos fãs. &#8220;A marca quer reforçar valores como socialização, descoberta e inovação, com especial relevância junto dos jovens adultos&#8221;, afirma a responsável, considerando que festivais e concertos são hoje espaços fundamentais na forma como este público vive a cultura e constrói relações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num contexto em que a concorrência entre marcas é cada vez maior, a Heineken acredita que o segredo passa por acrescentar valor à experiência dos festivaleiros. &#8220;Mais do que criar ativações que procurem apenas captar atenção, queremos contribuir para uma experiência que acrescente valor aos festivaleiros, através da música, da socialização de qualidade e de uma ativação premium&#8221;, conclui Catarina Ferraz. É esse equilíbrio entre a dimensão global da marca e uma experiência pensada para o público português que, acredita, continuará a fazer da Heineken uma presença incontornável no NOS Alive.</span></p>
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		<title>Fábio Duarte viaja à boleia do Modo Avião</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/fabio-duarte-viaja-a-boleia-do-modo-aviao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:25:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[modo avião]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que podcast estou a ouvir Estou a retomar os episódios em atraso do &#8220;Wiser World&#8220;, um podcast narrado pela Alli Roper, uma professora de história norte-americana, ótimo para quem quer, em poucos minutos, ficar a perceber como chegámos ao mundo de hoje. Um livro que estou a ler Estou nas primeiras páginas do &#8220;Ceifador&#8221;, o primeiro [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/fabio-duarte-viaja-a-boleia-do-modo-aviao/">Fábio Duarte viaja à boleia do Modo Avião</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Que podcast estou a ouvir</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estou a retomar os episódios em atraso do &#8220;</span><span style="font-weight: 400;">Wiser World</span><span style="font-weight: 400;">&#8220;, um podcast narrado pela Alli Roper, uma professora de história norte-americana, ótimo para quem quer, em poucos minutos, ficar a perceber como chegámos ao mundo de hoje.</span></p>
<p><b>Um livro que estou a ler</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estou nas primeiras páginas do &#8220;</span><span style="font-weight: 400;">Ceifador&#8221;,</span><span style="font-weight: 400;"> o primeiro livro de uma trilogia do Neal Shusterman, que conta a história de dois jovens que vivem numa sociedade onde os humanos conseguiram ultrapassar a barreira da morte. Só este plot captou logo a minha atenção.</span></p>
<p><b>Uma música que não me sai do ouvido</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">‘</span><span style="font-weight: 400;">Set Me Free</span><span style="font-weight: 400;">’ do novo álbum da Loreen – ótima para ouvir numa viagem de carro (ou a bordo de um FlixBus). </span></p>
<p><b>O que ando a ver</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Difícil de responder, porque nas últimas semanas foram lançadas diversas novas temporadas de séries que acompanho. Mas posso admitir que dei prioridade à nona temporada de &#8220;</span><span style="font-weight: 400;">9-1-1</span><span style="font-weight: 400;">&#8221; , na Disney+, que me continua a agarrar a cada novo episódio.</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/fabio-duarte-viaja-a-boleia-do-modo-aviao/">Fábio Duarte viaja à boleia do Modo Avião</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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