Segunda-feira, 06 Janeiro 2020 11:54

A Palavra do Ano 2019 é…

A Palavra do Ano 2019 são, na verdade, duas: “Violência doméstica”. Foi esta a escolha de 27,7% dos mais de 20 mil votos únicos registados, pelos portugueses, no site da iniciativa. “Sustentabilidade” e “desinformação” completam o Top 3, com 27,6% e 13,8%.

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Segunda-feira, 07 Janeiro 2019 09:58

E a palavra do ano é…

Duas palavras associadas a movimentos de contestação social foram as mais votadas na iniciativa da Porto Editora que visa escolher a Palavra do Ano: enfermeiro e professor, com a primeira a sagrar-se vencedora, com 37.8% dos votos, contra 33.4% do segundo termo.

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Quinta-feira, 04 Janeiro 2018 11:29

Eis a Palavra do Ano

“Incêndios” foi eleita a Palavra do Ano 2017. Dos 30 mil portugueses que votaram nesta iniciativa da Porto Editora, 37% escolheu este vocábulo, 20% optou por “afeto” e 14% preferiu “floresta”, que ficaram em segundo e terceiro lugar, respetivamente.

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Segunda-feira, 05 Dezembro 2016 10:55

E se a palavra do ano fosse “geringonça”?

“Brexit” é o primeiro dos vocábulos candidatos a “Palavra do Ano” e “turismo” o último. A iniciativa é da Porto Editora, mas são os internautas a escolher entre a lista de dez palavras inspirada no quotidiano nacional e internacional.

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Terça-feira, 01 Dezembro 2015 12:51

E se a palavra do ano fosse acolhimento?

Acolhimento é o primeiro dos vocábulos candidatos a “Palavra do Ano” e terrorismo o último. A iniciativa é da Porto Editora, mas são os internautas a escolher entre a lista de dez palavras inspirada no quotidiano nacional e internacional.

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Segunda-feira, 09 Novembro 2015 12:36

Já escolheu a “palavra do ano”?

Depois de “corrupção”, em 2014, a Porto Editora quer saber qual a palavra que marcou o ano de 2015, com o desafio “Palavra do Ano”. Os portugueses podem fazer sugestões até ao fim de novembro.

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Sexta-feira, 03 Janeiro 2014 11:32

E a palavra do ano é…

Bombeiro. Quarenta e oito por cento dos votantes na eleição promovida pela Porto Editora escolheram-na como Palavra do Ano 2013. Bateu, de longe, as segunda e terceira preferências – irrevogável, com 18% dos votos, e inconstitucional, com 10%.

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