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	<title>Arquivo de 1.ª Pessoa - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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	<description>Portal de Marketing e Publicidade: A sua porta de entrada para as últimas notícias, dicas e tendências do mundo do marketing.</description>
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	<title>Arquivo de 1.ª Pessoa - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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		<title>O verdadeiro valor da inovação está na forma como transforma e facilita o nosso dia a dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 10:49:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É muito fácil apaixonarmo-nos pela tecnologia que criamos. Trabalhar diariamente numa indústria onde a inovação acontece a uma velocidade extraordinária torna quase inevitável o entusiasmo por uma nova funcionalidade, uma melhoria de desempenho ou uma solução que, pouco tempo antes, parecia impossível. Mas há uma ideia que se foi tornando cada vez mais clara ao [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>É muito fácil apaixonarmo-nos pela tecnologia que criamos. Trabalhar diariamente numa indústria onde a inovação acontece a uma velocidade extraordinária torna quase inevitável o entusiasmo por uma nova funcionalidade, uma melhoria de desempenho ou uma solução que, pouco tempo antes, parecia impossível.</p>
<p>Mas há uma ideia que se foi tornando cada vez mais clara ao longo do meu percurso: a tecnologia não precisa de parecer complexa para ser extraordinária. Aliás, diria que acontece precisamente o contrário. Quanto mais avançada se torna, mais simples deveria ser a experiência de quem a utiliza.</p>
<p>Durante muito tempo, comunicámos inovação através de especificações, siglas e capacidade de processamento. Continuam a ser importantes, naturalmente, mas não é nisso que pensamos quando estamos atrasados de manhã, quando chegamos a casa depois de um dia longo ou quando queremos simplesmente sentar-nos no sofá e desligar. Nesses momentos, queremos que as coisas funcionem.</p>
<p>É também aqui que encontro uma das partes mais interessantes do meu trabalho em marketing: converter inovação tecnológica em soluções com impacto real. A pergunta deixa de ser apenas “o que é que este produto oferece?” e passa a ser “Como é que este produto muda verdadeiramente a vida de alguém?”.</p>
<p>Às vezes, a resposta está em coisas aparentemente banais. Pode ser conseguir ver televisão durante a tarde sem ter de fechar as cortinas por causa dos reflexos. Ou ter a sensibilidade de perceber que um ecrã passa muitas horas desligado e que, por isso, também deve respeitar o espaço onde está inserido. É essa reflexão que encontramos, por exemplo, no modelo The Frame, onde tecnologia, arte e design se cruzam para que a televisão possa integrar-se na decoração e assumir uma nova função quando deixa de ser apenas um ecrã. Noutras situações, é uma máquina de lavar capaz de tomar pequenas decisões de forma autónoma ou um ecossistema capaz de integrar vários equipamentos e gerir o consumo energético sem exigir atenção constante.</p>
<p>É nesta ideia que revejo aquilo a que, na Samsung, chamamos Inovação com Propósito. Não se trata de acrescentar tecnologia porque podemos, mas de perceber onde ela pode retirar uma tarefa, uma preocupação ou uma decisão desnecessária do nosso dia.</p>
<p>Talvez por trabalhar tão perto da tecnologia, tenha aprendido também a valorizar aquilo que ela nos permite fazer quando deixa de exigir a nossa atenção. Para mim, esse é um dos desafios mais estimulantes da criatividade e do marketing hoje: conseguir tornar visível o benefício de algo que, idealmente, funciona quase sem darmos por isso.</p>
<p>Porque, no final, talvez a inovação mais sofisticada não seja aquela que nos faz pensar constantemente na tecnologia que temos à nossa volta. É aquela que nos devolve tempo e espaço mental para pensarmos em tudo o resto.</p>
<p><em>Carolina Simões de Almeida, Head of Marketing &amp; Retail da Divisão de Consumer Electronics da Samsung Portugal</em></p>
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		<title>40 anos fortes em chocolate</title>
		<link>https://www.briefing.pt/1-a-pessoa/40-anos-fortes-em-chocolate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 08:54:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Chocapic chegou a Portugal nos anos 80 e inaugurou uma nova categoria no pequeno-almoço das famílias portuguesas. Foi a primeira marca de cereais da Nestlé a fazer parte da mesa dos portugueses e, desde então, tornou-se sinónimo de manhãs partilhadas entre gerações. Celebrar este aniversário é uma oportunidade de refletir sobre o que significa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Chocapic chegou a Portugal nos anos 80 e inaugurou uma nova categoria no pequeno-almoço das famílias portuguesas. Foi a primeira marca de cereais da Nestlé a fazer parte da mesa dos portugueses e, desde então, tornou-se sinónimo de manhãs partilhadas entre gerações. Celebrar este aniversário é uma oportunidade de refletir sobre o que significa construir e manter uma marca relevante durante quatro décadas, num mercado que nunca estagna e que é sempre desafiante.</p>
<p>A Chocapic é hoje umas das principais marcas da categoria de cereais em Portugal. Este resultado é fruto de uma filosofia simples, mas exigente. Temos de ser fiel à essência da</p>
<p>marca, sem deixar de a reinventar – o que considero o verdadeiro desafio. As crianças de hoje não são as mesmas crianças de há 40 anos: a Chocapic é uma descoberta para os mais novos todos os anos, até todos os dias. O nosso propósito é garantir que chegamos até elas com a mesma força com que chegámos às gerações anteriores, sempre de uma forma nova. É esse exercício permanente de reinvenção que explica a longevidade da marca.</p>
<p>O contexto competitivo transformou-se, naturalmente, ao longo deste tempo, com as marcas próprias a ganharem relevância no mercado. A nossa resposta passou por reforçar aquilo que verdadeiramente nos diferencia: a qualidade e confiança que os consumidores depositam nas marcas e a capacidade de inovar de forma consistente. Como líderes de categoria, temos a responsabilidade de definir tendências, trazer novidade e manter a categoria dinâmica e relevante.</p>
<p>Um exemplo desta inovação é o recente lançamento de Chocapic Proteína, que surge como uma resposta clara às novas necessidades dos consumidores, que procuram opções mais equilibradas e funcionais para o pequeno-almoço, nomeadamente com maior teor de proteína. Este lançamento permite-nos alargar a relevância da marca a novos momentos de consumo e a targets mais amplos, mantendo sempre a identidade e o prazer associados a Chocapic. A marca também tem vindo a reforçar o seu compromisso com a melhoria nutricional dos seus produtos e nos últimos 10 anos CHOCAPIC reduziu em 31 % o teor de açúcares e em 38 % o teor de sal, respetivamente, mantendo intacta a experiência de sabor que os portugueses tão bem conhecem. Em paralelo, aumentou em 18% a quantidade de cereais integrais e em 4 % o teor de fibra, reafirmando o objetivo de oferecer opções cada vez mais equilibradas — e sempre deliciosas — para o pequeno-almoço.</p>
<p>Estas evoluções refletem o compromisso contínuo da marca em acompanhar as tendências e preocupações dos consumidores, sem nunca comprometer o sabor que a tornou icónica.</p>
<p>Por outro lado, a estratégia de comunicação foi, e continua a ser, um dos pilares centrais da marca. Para além dos meios tradicionais, apostámos progressivamente em influenciadores e redes sociais para criar proximidade com os consumidores mais jovens. Cada marca da nossa gama tem o seu target e, por isso, cada estratégia é desenhada à medida: o TikTok e a presença em festivais fazem sentido para Lion; o Instagram começa a integrar o ecossistema de Chocapic. O que norteia sempre estas decisões é a proximidade, ou seja, estar onde os consumidores estão.</p>
<p>A maioria das campanhas de media é desenvolvida a nível internacional, mas o mercado português tem as suas especificidades e a ativação local é fundamental. A campanha dos 40 anos de Chocapic é um bom exemplo disso: uma celebração desenvolvida a pensar especificamente no consumidor português.</p>
<p>Quanto ao futuro, a palavra que melhor o define é inovação. A gama de cereais que hoje existe nas prateleiras não será, certamente, a mesma daqui a cinco anos. Novos formatos, novas marcas e novos perfis nutricionais continuarão a moldar esta categoria. O objetivo mantém-se: garantir que os cereais da Nestlé continuam a fazer parte das manhãs e a criar memórias afetivas nas famílias em Portugal, por muitas mais décadas.</p>
<p><em>Elsa Santos Business Executive Officer CPW na Nestlé Portugal</em></p>
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		<title>Como a confiança digital se tornou um ativo estratégico</title>
		<link>https://www.briefing.pt/1-a-pessoa/como-a-confianca-digital-se-tornou-um-ativo-estrategico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:24:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A confiança no meio digital deixou de ser apenas um atributo reputacional e passou a ser um ativo capaz de influenciar decisões, fortalecer a relação com os clientes e consolidar a perceção da marca no mercado imobiliário. Num contexto em que a pesquisa e a comparação de imóveis acontecem essencialmente online, cada detalhe da experiência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A confiança no meio digital deixou de ser apenas um atributo reputacional e passou a ser um ativo capaz de influenciar decisões, fortalecer a relação com os clientes e consolidar a perceção da marca no mercado imobiliário. Num contexto em que a pesquisa e a comparação de imóveis acontecem essencialmente online, cada detalhe da experiência conta. A transparência nos processos, a clareza da informação e a rapidez nas respostas tornam-se determinantes para que o utilizador se sinta seguro ao tomar decisões complexas e de elevado impacto financeiro, influenciando não apenas a escolha inicial, mas também a relação a longo prazo com a marca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Imovirtual, pequenas diferenças na forma como a informação é apresentada transformam perceção em confiança. O relatório mensal do preço médio das casas, a procura pelo mapa, as notificações em tempo real de novos anúncios, o histórico e as estatísticas dos anúncios — onde é possível consultar alterações de preço, visualizações e favoritos — bem como a certificação de qualidade dos anunciantes, ajudam a trazer clareza e transparência à experiência do utilizador. Cada ponto de contacto, da plataforma digital ao apoio humano, é pensado para que o utilizador se sinta seguro em todas as etapas da sua jornada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este cuidado traduz-se em maior fidelização, decisões mais conscientes e numa perceção do Imovirtual como uma marca sólida e confiável, reconhecimento também refletido nas distinções que a marca tem recebido ao longo dos últimos 13 anos consecutivos enquanto melhor e-commerce imobiliário, atribuídas pela Escolha do Consumidor e Cinco Estrelas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num momento em que a inteligência artificial é uma das principais tendências do mercado, a confiança e o lado humano serão cada vez mais o principal diferenciador estratégico, distinguindo quem cria experiências consistentes e memoráveis de quem apenas fornece informação. O novo consumidor é exigente, e as marcas que querem construir relações a longo prazo precisam de se focar na dimensão relacional, e não apenas numa componente transacional.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual</span></i></p>
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		<title>A transformação do Marketing e da Comunicação numa trajetória de 30 anos com a Fujifilm</title>
		<link>https://www.briefing.pt/1-a-pessoa/a-transformacao-do-marketing-e-da-comunicacao-numa-trajetoria-de-30-anos-com-a-fujifilm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:55:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos 30 anos, o Marketing e a Comunicação passaram por uma profunda transformação, impulsionada, sobretudo, pela digitalização e pela mudança no comportamento do consumidor. Marcas e empresas, tanto no segmento B2C como no B2B, viram-se obrigadas a adaptar-se rapidamente a uma nova realidade que valoriza a personalização, a interatividade e a rapidez da comunicação. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos 30 anos, o Marketing e a Comunicação passaram por uma profunda transformação, impulsionada, sobretudo, pela digitalização e pela mudança no comportamento do consumidor. Marcas e empresas, tanto no segmento B2C como no B2B, viram-se obrigadas a adaptar-se rapidamente a uma nova realidade que valoriza a personalização, a interatividade e a rapidez da comunicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Recuando no tempo, o Marketing baseava-se em campanhas massificadas, sobretudo em meios tradicionais, como a televisão, rádio e imprensa, com uma comunicação essencialmente orientada num só sentido. Atualmente, vivemos numa era em que a relação entre marcas e públicos é bidirecional: o consumidor deixou de ser apenas recetor para se tornar criador de conteúdo e influenciador, através das redes sociais, dos blogues e das plataformas digitais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Fujifilm, com uma longa história no setor da imagem, acompanhamos esta evolução, transformando e adaptando estratégias tradicionais para plataformas digitais interativas e personalizadas. No segmento B2C, temos investido fortemente em comunicação digital, apostando em conteúdos que educam, inspiram e criam uma ligação emocional com os utilizadores. Já no segmento B2B, adotamos práticas de </span><span style="font-weight: 400;">inbound marketing</span><span style="font-weight: 400;"> e eventos em que que fortalecemos o relacionamento com clientes e parceiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vejo esta transformação, transversal ao mercado, com vantagens significativas para o consumidor, com mensagens mais personalizadas, maior acesso à informação e experiências interativas que fortalecem a ligação emocional às marcas. Contudo, a saturação de conteúdo, a complexidade, o excesso de informação e os desafios relacionados com a privacidade de dados colocam-nos hoje sérios desafios, como novas exigências éticas e estratégicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o mercado e a economia, estas mudanças impulsionaram a eficiência, a inovação e a competitividade. As ferramentas digitais permitem-nos realizar campanhas mais segmentadas e mensuráveis. Hoje, a inovação tecnológica alavanca o desenvolvimento de novos produtos enquanto a comunicação facilita a expansão para novos mercados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Temos abraçado estes desafios através de uma visão sustentável que alia tecnologia, inteligência artificial, e inovação à responsabilidade social e à valorização do capital humano. Estes são os pilares que sustentam a estratégia de comunicação e marketing da empresa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredito que o futuro do Marketing e da Comunicação, e olhando para a Fujifilm, passa por aprofundar esta relação humana, colocando a tecnologia ao serviço da criatividade. O compromisso social, aliado à inovação, garante que as nossas marcas façam uma diferença real na vida das pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um exemplo é o nosso mais recente projeto, a abertura da FUJIFILM House of Photography, no Porto, onde trabalhamos e fomentamos a democratização do acesso à cultura fotográfica.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Isabel Pereira, </span><span style="font-weight: 400;">Corporate Communication &amp; Marketing Imaging Manager da Fujifilm Portugal</span></em></p>
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		<title>A loja morreu. Viva a loja.</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-loja-morreu-viva-a-loja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 07:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo de mais de vinte anos a trabalhar com marcas e consumidores, aprendi que cada ciclo tecnológico produz uma nova versão da exigência. Mas o que estamos a viver não é mais uma onda. É uma reconfiguração profunda do contrato entre marcas e pessoas, e o retalho é onde essa rutura se torna mais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de mais de vinte anos a trabalhar com marcas e consumidores, aprendi que cada ciclo tecnológico produz uma nova versão da exigência. Mas o que estamos a viver não é mais uma onda. É uma reconfiguração profunda do contrato entre marcas e pessoas, e o retalho é onde essa rutura se torna mais visível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os números falam por si. O comércio eletrónico representa já cerca de 18 % do retalho em Portugal. No Natal de 2025, as vendas online cresceram 19 % em transações e 14 % em valor. Portugal tem hoje 5,5 milhões de compradores online. Não é um nicho. É o mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O problema é que muitas insígnias digitalizaram processos sem digitalizar a relação. Criaram apps, automatizaram o checkout, lançaram chatbots e chamaram a isso experiência. Não é. O consumidor digital está mais informado, mais exigente e menos tolerante a fricções. Analisa, compara e espera uma experiência fluida, segura e eficiente. A confiança é o ponto de viragem entre abandonar ou converter.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conceito que melhor captura este momento é o phygital, a integração genuína entre o físico e o digital. A grande maioria dos clientes procura vários canais antes de comprar, acedendo frequentemente a catálogos online para concretizar a compra em loja física. Os retalhistas que ainda gerem estes pontos de contacto como silos separados estão a destruir valor a cada interação. Os centros comerciais estão a renovar-se como ambientes multifuncionais que integram retalho, tecnologia, lazer, bem-estar e restauração. A loja física deixou de ser um canal de venda. É um palco de marca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Inteligência Artificial (IA) veio tornar este desafio mais urgente e mais promissor. Sete em cada dez adultos portugueses já utilizaram ferramentas de IA Generativa, e 37 % fazem-no pelo menos semanalmente. Os melhores retalhistas usam já IA para personalizar em tempo real, prever comportamentos e otimizar inventário. Mas há um limite que a tecnologia não ultrapassa: a confiança. O consumidor tolera a IA quando ela o serve. Rejeita-a quando sente que o substitui.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No EY.ai Hub e no EY Studio+, trabalhamos com retalhistas que perceberam que o futuro não é digital nem físico. É humano, sustentado por tecnologia. A digitalização no retalho não é uma questão tecnológica. É uma questão estratégica. Quem ainda debate se deve digitalizar perdeu a pergunta. A verdadeira questão é outra: como usar o digital para criar experiências que o consumidor não encontre em mais lado nenhum.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Sérgio Ferreira, Partner da EY Consulting</span></em></p>
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		<item>
		<title>O SEO já não é só conteúdo</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-seo-ja-nao-e-so-conteudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 09:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma mudança a acontecer no SEO que não faz barulho, mas é profunda. Durante anos, as regras eram claras: boas palavras-chave, backlinks de qualidade, otimização técnica bem feita. Funcionava. E para muitos, continua a funcionar, até ao momento em que deixa de ser suficiente. Porque hoje, a vantagem competitiva já não está só em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Há uma mudança a acontecer no SEO que não faz barulho, mas é profunda. Durante anos, as regras eram claras: boas palavras-chave, backlinks de qualidade, otimização técnica bem feita. Funcionava. E para muitos, continua a funcionar, até ao momento em que deixa de ser suficiente. Porque hoje, a vantagem competitiva já não está só em fazer bem as coisas certas. Está em construir sistemas que as façam por ti, de forma consistente, escalável e orientada por dados reais.</span></p>
<p><b>O projeto que tornou isso real</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Livil Traxquent Phigra não foi um projeto de conteúdo. Foi, desde o início, um projeto de engenharia. Desenvolvido no âmbito da Liga SEO, onde alcancei o 1.º lugar, partiu de uma pergunta simples: e se, em vez de produzir conteúdo peça a peça, construíssemos um sistema que o fizesse de forma estruturada e automática?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A resposta virou um pipeline completo: pesquisa, planeamento editorial, geração de artigos e imagens, e até funcionalidades, como calculadoras financeiras, desenvolvidas com recurso a vibe coding (Claude). Tudo integrado, tudo orientado por dados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os conteúdos foram organizados em clusters temáticos e interligados de forma automática, criando uma estrutura interna coerente. O interlinking foi automatizado. A geração de schemas foi ajustada ao tipo de página e à intenção de pesquisa, abrindo caminho a rich results. E tudo alimentado por sinais reais de performance, não só pelo planeamento inicial.</span></p>
<p><b>Se a execução se automatiza, o que diferencia?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É a pergunta certa. E a resposta está na arquitetura: na capacidade de perceber o que construir, como ligar as peças e que decisões estratégicas guiam o sistema. Qualquer ferramenta gera um artigo. Poucas pessoas sabem desenhar o sistema que garante que esse artigo existe no momento certo, ligado ao que deve estar, interpretado da forma que interessa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O SEO está a tornar-se infraestrutura digital. Conteúdo, tecnologia e dados já não funcionam em silos — ou funcionam juntos, ou não funcionam de todo. E essa mudança está a acontecer agora, de forma silenciosa, nos projetos que estão a ganhar terreno.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É esta mudança que estará em discussão na SEO Conference — não como teoria, mas como realidade que já está a acontecer. E quem a entender mais cedo terá uma vantagem difícil de recuperar.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Cristina Coelho, fundadora da Ship4you Fulfillment &amp; Data Solutions S.A.</span></i></p>
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		<title>Construir valor desde a base</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/construir-valor-desde-a-base/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:23:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor imobiliário vive um momento de transformação. Num mercado cada vez mais exigente, onde os ciclos são mais voláteis e a informação circula com maior transparência, tornou-se essencial repensar a forma como os projetos são identificados, estruturados e desenvolvidos. Foi precisamente neste contexto que nasceu a Ground UP Development Partners. A Ground UP surge [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O setor imobiliário vive um momento de transformação. Num mercado cada vez mais exigente, onde os ciclos são mais voláteis e a informação circula com maior transparência, tornou-se essencial repensar a forma como os projetos são identificados, estruturados e desenvolvidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi precisamente neste contexto que nasceu a Ground UP Development Partners.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Ground UP surge com uma ideia simples: o verdadeiro valor de um projeto imobiliário começa muito antes da sua construção. Começa na leitura do mercado, na capacidade de identificar oportunidades ainda invisíveis, na disciplina financeira e na forma como se estruturam decisões desde o primeiro momento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa ambição não é ser apenas mais uma promotora. Queremos ser um parceiro de confiança para investidores e stakeholders que procuram projetos bem pensados, com uma abordagem rigorosa e uma visão de longo prazo. Acreditamos que os melhores projetos são aqueles que conseguem equilibrar qualidade, viabilidade económica e impacto positivo no contexto urbano onde se inserem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por detrás desta visão está também um ecossistema de talento e experiência. A Ground UP integra o universo do Openbook Group, o que nos permite trabalhar lado a lado com uma equipa multidisciplinar de mais de 100 profissionais nas áreas de arquitetura, design e imobiliário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portugal reúne hoje condições muito interessantes para quem olha para o imobiliário com esta perspetiva. As cidades continuam a atrair talento, investimento e turismo, mas exigem soluções mais responsáveis, melhor integradas no território e verdadeiramente alinhadas com as necessidades de quem nelas vive e trabalha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Ground UP acreditamos que o papel de quem desenvolve projetos imobiliários não é apenas construir edifícios, mas criar ativos duradouros, capazes de atravessar diferentes ciclos económicos e de acrescentar valor real às cidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É por isso que a nossa abordagem assenta em três princípios simples: disciplina na análise, transparência na execução e criação de valor sustentável a longo prazo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No fundo, acreditamos que o futuro do imobiliário passa menos pelo volume e mais pela qualidade das decisões. E é precisamente nesse ponto de partida, onde o valor começa “Where Value Begins”, que procuramos posicionar a Ground UP.</span></p>
<p><em>Fernando Caldas, <span style="font-weight: 400;">Managing Partner da Ground UP Development Partners</span></em></p>
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		<title>O que significa manter uma marca relevante ao longo de um século</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-que-significa-manter-uma-marca-relevante-ao-longo-de-um-seculo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 12:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num mercado em permanente transformação, onde tendências nascem e desaparecem à velocidade de um scroll, manter uma marca relevante durante 117 anos não é apenas um feito histórico, é um exercício contínuo de adaptação. A Sidul nasceu em 1909 e atravessou diferentes ciclos económicos, mudanças sociais profundas e transformações nos hábitos de consumo. Ao longo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Num mercado em permanente transformação, onde tendências nascem e desaparecem à velocidade de um scroll, manter uma marca relevante durante 117 anos não é apenas um feito histórico, é um exercício contínuo de adaptação.</p>
<p>A Sidul nasceu em 1909 e atravessou diferentes ciclos económicos, mudanças sociais profundas e transformações nos hábitos de consumo. Ao longo de mais de um século, o açúcar passou de um produto essencial a um ingrediente ligado à tradição, à cultura e aos momentos de partilha.</p>
<p>Ser uma marca centenária implica uma responsabilidade acrescida. Não basta preservar o legado. É necessário adaptá-lo à luz das expectativas atuais dos consumidores. Hoje, isso traduz-se numa maior proximidade e numa comunicação bidirecional, que permita aos consumidores entrarem na conversa.</p>
<p>A presença digital é um exemplo claro dessa evolução. Se em tempos, a relação com o consumidor acontecia exclusivamente no ponto de venda, hoje constrói-se também nas redes sociais, nos conteúdos que inspiram receitas, nas conversas que promovem criatividade e partilha. Estar no digital não é apenas marcar presença, mas sim compreender linguagens, ritmos e comunidades.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a inovação continua a ser um pilar estratégico. A criação de coleções especiais, como a edição de Natal, reforça a ligação emocional a doces momentos de celebração profundamente enraizados na cultura portuguesa. Este ano, a marca assinala também a Páscoa com a campanha “A Voz dos Avós”, que relembra a importância da família. Com o objetivo de eternizar as vozes dos avós, a campanha desafia os netos a gravarem em áudio os seus avós a partilharem a sua receita preferida. A iniciativa decorre numa landing page, onde os registos sonoros são submetidos e reunidos, criando um verdadeiro arquivo de memórias. O propósito é simples, mas carregado de significado: preservar as receitas que passam de geração em geração como património vivo, registando não apenas o modo de preparação, mas também a emoção que nenhum livro de receitas consegue captar.</p>
<p>Manter relevância num setor consolidado exige consistência, mas também coragem para experimentar. Exige compreender que tradição e inovação não são forças opostas, mas complementares. A herança constrói credibilidade; a capacidade de adaptação garante futuro.</p>
<p>Celebrar 117 anos não é apenas olhar para trás com orgulho. É reafirmar o compromisso de continuar a evoluir, acompanhando consumidores cada vez mais informados, exigentes e conectados. Porque as marcas que perduram não são as que resistem à mudança – mas sim as que crescem com ela.</p>
<p><em>Nicole Almeida, Brand Manager da Sidul</em></p>
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		<title>A K-beauty como cultura de prevenção e conhecimento</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-k-beauty-como-cultura-de-prevencao-e-conhecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 10:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cosmética coreana consolidou-se nos últimos anos como uma das grandes referências da indústria beauty a nível global. O seu sucesso não resulta de uma tendência passageira, mas de uma filosofia profundamente enraizada na prevenção, na constância e no cuidado da pele a longo prazo. Em vez de uma abordagem corretiva, a K-beauty trabalha a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cosmética coreana consolidou-se nos últimos anos como uma das grandes referências da indústria beauty a nível global. O seu sucesso não resulta de uma tendência passageira, mas de uma filosofia profundamente enraizada na prevenção, na constância e no cuidado da pele a longo prazo. Em vez de uma abordagem corretiva, a K-beauty trabalha a partir da antecipação, promovendo a saúde da pele e respeitando o seu equilíbrio natural em todas as fases da vida.</p>
<p>Este posicionamento fez da Coreia do Sul um dos principais polos de inovação cosmética do mundo. O forte investimento em investigação, o desenvolvimento contínuo de novos ingredientes e uma leitura muito precisa das necessidades da pele deram origem a fórmulas eficazes, texturas avançadas e rotinas altamente personalizáveis. A cosmética coreana não procura soluções universais, mas sim cuidados que evoluem com a pele e se adaptam às suas mudanças ao longo do tempo.</p>
<p>É neste contexto que nasce a MiiN Cosmetics, como uma das marcas pioneiras na Europa na introdução e curadoria da cosmética coreana. Desde o início, o nosso objetivo foi claro: não vender apenas produtos, mas educar e acompanhar o consumidor. Acreditamos que o verdadeiro cuidado da pele começa com o conhecimento — compreender os ingredientes, saber por que motivo cada produto é utilizado e como integrá-lo numa rotina adequada.</p>
<p>Na MiiN, trabalhamos a partir da personalização, oferecendo uma seleção cuidada de diferentes marcas e produtos de K-beauty que permitem criar rotinas adaptadas a cada tipo de pele, necessidade e etapa da vida. A pele não é estática, e o cuidado deve evoluir com ela. A nossa missão é ajudar cada pessoa a encontrar exatamente aquilo de que a sua pele precisa em cada momento.</p>
<p>A chegada da MiiN Cosmetics a Portugal representa uma aposta estratégica clara. O País é um mercado pioneiro dentro do nosso plano de expansão europeia e será alvo de um forte investimento, com o objetivo de aproximar o melhor da cosmética coreana do consumidor português. Queremos contribuir para o desenvolvimento de uma beleza mais informada, consciente e baseada na prevenção, criando uma ligação sólida e duradoura com o mercado local.</p>
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<div class="_706812ef fb53a729 c7c399a2 cfdced21 _8e416340 _6fb81542 _46de7929 _896d82fe">
<p class="_63b652d7 d7d19f29 dbbb88d8 c4c770c4 c7a0ef6f _3f61d253 d9bf5bdd _52c83701 _4e72e692"><em>Maria Plaza, Chief Marketing &amp; Digital Officer da Miin Cosmetics </em></p>
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		<title>Do plano estratégico à implementação de uma marca única e global</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/do-plano-estrategico-a-implementacao-de-uma-marca-unica-e-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 11:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais do que uma simples mudança de identidade, a jornada do novo posicionamento da marca Nors representa uma decisão estratégica clara: alinhar a marca com a verdadeira dimensão do Grupo e com a ambição global que o orienta. Este percurso reflete a consolidação de uma visão ambiciosa, a afirmação de uma marca verdadeiramente global em [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/do-plano-estrategico-a-implementacao-de-uma-marca-unica-e-global/">Do plano estratégico à implementação de uma marca única e global</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que uma simples mudança de identidade, a jornada do novo posicionamento da marca Nors representa uma decisão estratégica clara: alinhar a marca com a verdadeira dimensão do Grupo e com a ambição global que o orienta. Este percurso reflete a consolidação de uma visão ambiciosa, a afirmação de uma marca verdadeiramente global em cinco áreas de negócio e a construção de uma plataforma de crescimento preparada para acompanhar a dimensão, a transformação e o futuro da organização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transição de um ecossistema fragmentado de 17 marcas de negócio, distribuídas por sete geografias e três continentes, para uma marca global, exigiu foco, coerência e, acima de tudo, planeamento estratégico. Hoje, afirmamo-nos sob um único nome que respeita a diversidade dos mercados onde operamos e que comunica com clareza, consistência e propósito. Tudo isto proporcionado por mais de 90 anos de uma história protagonizada por distintos empreendedores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem esquecermos de onde vimos, onde estamos e para onde queremos ir, a Nors assume-se como uma marca mais próxima das equipas, negócios e clientes, sem abdicar da sua força institucional – porque escala e proximidade não são opostos, são complementares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, depois de uma longa jornada de implementação e mudança, vivemos esta fase de consolidação como um momento de evolução contínua. A escala global da Nors e a sua dispersão geográfica colocam-nos desafios reais e peculiares, que procuramos enfrentar com um planeamento 360º, atuação local e uma visão de médio/longo prazo. Desde a escuta ativa do mercado e dos clientes, que orientou a reorganização da Nors em cinco segmentos de negócio, à articulação com as principais marcas representadas na cadeia de valor, sem menosprezar o que é mais sentido &#8211; redefinição do nosso propósito e valores -, ao reforço do tom de voz junto dos diferentes públicos, este tem sido um exercício de clareza estratégica, alinhamento interno e posicionamento no mercado. Um percurso que fez ouvir a marca, mas sobretudo as pessoas que a “fazem acontecer” todos os dias. O novo posicionamento reforçou o sentido de pertença a uma só marca, aproximou equipas geograficamente distantes e culturalmente distintas, e consolidou um propósito comum, claro e mobilizador: levar a vida e os negócios mais longe. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este reposicionamento não foi, por isso, uma iniciativa de marca isolada, já que para a sua concretização contribuiu uma orquestra de áreas e equipas além-fronteiras. Desde o plano estratégico do Grupo ao impacto transversal em toda a organização, a marca única e global influenciou a forma como operamos, como comunicamos e como nos posicionamos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, a Nors é uma marca preparada para crescer, evoluir e co-construir, com intenção e visão, os próximos 90 anos.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Diana Pinto, </span><span style="font-weight: 400;">Head of Marketing, Brand &amp; Communication da Nors</span></em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/do-plano-estrategico-a-implementacao-de-uma-marca-unica-e-global/">Do plano estratégico à implementação de uma marca única e global</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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