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	<title>Arquivo de destaque editor - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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	<description>Portal de Marketing e Publicidade: A sua porta de entrada para as últimas notícias, dicas e tendências do mundo do marketing.</description>
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	<title>Arquivo de destaque editor - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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		<title>Mais IA. Mais humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 09:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há profissionais, pessoas e empresas que ainda discutem se devem integrar a Inteligência Artificial (IA) no seu dia a dia. A verdade é que a IA já deixou de pedir autorização. Não bateu à porta. Entrou sem pedir licença. A questão já não é se as empresas devem adotar inteligência artificial. É quando, como e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Há profissionais, pessoas e empresas que ainda discutem se devem integrar a Inteligência Artificial (IA) no seu dia a dia. A verdade é que a IA já deixou de pedir autorização. Não bateu à porta. Entrou sem pedir licença. A questão já não é se as empresas devem adotar inteligência artificial. É quando, como e com que velocidade o conseguem fazer.</p>
<p>Num curto espaço de tempo a IA deixará de ser um fator de diferenciação para passar a ser um requisito mínimo de competitividade. Tal como aconteceu com a internet, a cloud ou as redes sociais, chegará o momento em que deixará simplesmente de fazer sentido perguntar se faz parte da estratégia de uma empresa. Fará. E quem não acompanhar esta evolução corre um risco muito real: o de se tornar irrelevante.</p>
<p>Mas talvez estejamos a olhar para a transformação de forma errada. E se a verdadeira transformação da IA não for sobre máquinas, mas sobre nós? Enquanto o mundo discute o poder dos algoritmos, a verdadeira mudança é invisível. Quanto mais evolui a tecnologia, mais valor ganham as competências que nenhuma máquina consegue replicar. A tecnologia está a empurrar-nos para a nossa essência. No fundo, a equação é simples: quanto mais IA, mais humanos.</p>
<p>A transformação vai obrigar líderes, marcas e profissionais a reinventarem a forma como trabalham, comunicam e criam valor. Segundo um estudo da ManpowerGroup Talent Solutions e do Everest Group, apenas 3 % das organizações consideram que as suas lideranças estão totalmente preparadas para gerir equipas que recorrem à IA. A tecnologia está a evoluir mais depressa do que a liderança. E esse já não é um problema tecnológico. É um problema humano.</p>
<p>Hoje, a IA escreve, resume, traduz, analisa dados, cria imagens, automatiza processos e acelera tarefas que antes ocupavam horas. Amanhã, será capaz de tomar decisões cada vez mais complexas, antecipar necessidades dos consumidores e personalizar experiências numa escala sem precedentes.</p>
<p>Perante este cenário, muitos continuam a perguntar: &#8220;A IA vai tirar empregos?&#8221; Talvez estejamos a fazer a pergunta errada. A verdadeira questão é “Que empregos deixarão de existir para quem não souber trabalhar com IA?”</p>
<p>A história mostra-nos que a tecnologia raramente elimina trabalho de forma linear. Transforma-o. Cria novas funções, exige novas competências e redefine aquilo que consideramos valioso. O Future of Work Survey 2026, da JLL, aponta precisamente nesse sentido: 60 % dos líderes empresariais esperam aumentar o número de colaboradores nos próximos anos. Não procuram menos pessoas. Procuram pessoas diferentes. Profissionais capazes de trabalhar com inteligência artificial, mas, acima de tudo, capazes de fazer aquilo que ela não consegue.</p>
<p>Durante muito tempo, liderar significava tomar decisões com base na experiência. Hoje, significa também saber interpretar dados, questionar recomendações feitas por algoritmos e criar culturas onde a experimentação é incentivada em vez de ser travada pelo medo. Os líderes que terão sucesso não serão necessariamente aqueles que mais dominam a tecnologia. Serão aqueles que melhor compreendem pessoas. Porque nenhuma ferramenta substitui a capacidade de inspirar, mobilizar equipas, tomar decisões éticas ou criar confiança.</p>
<p>Num mundo onde qualquer pessoa consegue gerar conteúdo em segundos, o conteúdo deixa, por si só, de ser uma vantagem competitiva. A vantagem passa a ser ter uma ideia que mereça ser comunicada. Passa a ser interpretar contexto, criar significado e construir relações.</p>
<p>As marcas continuarão a competir pela atenção, mas sobretudo pela confiança. E confiança continua a construir-se através da autenticidade, da consistência, da criatividade e da empatia. Não há prompt que substitua uma boa estratégia. Não há algoritmo que substitua uma relação de confiança.</p>
<p>É aqui que reside o maior paradoxo da inteligência artificial. Quanto mais capazes se tornam as máquinas, mais valiosas se tornam as competências exclusivamente humanas. Empatia. Pensamento crítico. Criatividade. Curiosidade. Capacidade de decisão. Visão estratégica. Ética.</p>
<p>Durante anos chamámos-lhes soft skills. Talvez esteja na altura de lhes dar o nome certo. São as competências que vão distinguir os profissionais que apenas utilizam IA daqueles que criam verdadeiro valor com ela.</p>
<p>A inteligência artificial não é uma tendência. É uma mudança estrutural na forma como trabalhamos, consumimos e comunicamos. Podemos escolher a velocidade com que a adotamos. O que já não podemos escolher é ignorá-la. Porque a IA não vai esperar por ninguém. Mas talvez a sua maior contribuição não seja tornar as máquinas mais inteligentes. Seja recordar-nos de que, no fim, aquilo que continuará a fazer a diferença é aquilo que sempre nos distinguiu: sermos humanos.</p>
<p><em>Bruna Pedro, consultora de comunicação</em></p>
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		<title>Há lugares onde vamos fazer compras. E há lugares onde acontecem capítulos da nossa vida</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/ha-lugares-onde-vamos-fazer-compras-e-ha-lugares-onde-acontecem-capitulos-da-nossa-vida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2026 09:02:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
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		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Com cerca de 250 lojas, o NorteShopping oferece uma resposta abrangente a diferentes perfis e necessidades. A localização e a acessibilidade são também fatores importantes nesta relação com os visitantes. O estacionamento gratuito e os serviços, como o Mr. Parking, acrescentam conveniência, segundo o diretor do NorteShopping, e permitem responder a diferentes necessidades de [&#8230;]</p>
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<p>Com cerca de 250 lojas, o NorteShopping oferece uma resposta abrangente a diferentes perfis e necessidades. A localização e a acessibilidade são também fatores importantes nesta relação com os visitantes. O estacionamento gratuito e os serviços, como o Mr. Parking, acrescentam conveniência, segundo o diretor do NorteShopping, e permitem responder a diferentes necessidades de mobilidade.</p>
<p>Em paralelo, “o NorteShopping procura criar continuamente novos motivos de visita e enriquecer a experiência dos visitantes”. A moda é um dos exemplos mais claros desta evolução. “Com o ‘FASH_ON – A Moda em Ti’, reforçamos o posicionamento enquanto destino de referência para a moda e o lifestyle, através de experiências de consultoria de imagem e coloração pessoal, talks, masterclasses e encontros com especialistas e criadores. Neste contexto, a moda é trabalhada não apenas enquanto consumo, mas também como uma forma de expressão da identidade, do estilo e da criatividade”, explica o responsável.</p>
<p>A oferta do NorteShopping estende-se também à gastronomia, através do The CookBook, um food market inspirado nos tradicionais mercados de comida, mas com uma abordagem mais contemporânea e arrojada, que reúne diferentes conceitos gastronómicos no mesmo espaço. A cultura assume igualmente um papel importante, com o SILO – Espaço Cultural, que reforça a ligação do centro à arte e à criatividade.</p>
<p>“É esta combinação entre uma história forte, uma oferta diversificada, acessibilidade e capacidade de inovação que permite ao NorteShopping continuar a ser relevante para diferentes gerações. Acreditamos que uma marca com história não deve ficar parada no tempo: deve preservar a sua identidade, mas continuar a encontrar novas formas de acompanhar as pessoas e de fazer parte das suas vidas”.</p>
<p><strong>O papel do propósito, da autenticidade e da experiência </strong></p>
<p>A experiência assume hoje um papel central nas expectativas dos consumidores. Para Paulo Valentim, no NorteShopping, essa experiência materializa- -se de múltiplas formas, desde uma ida às compras ou uma refeição, uma sessão de cinema, uma visita a uma exposição, uma experiência de moda ou atividades pensadas para toda a família.</p>
<p>“O propósito também tem vindo a ganhar uma importância crescente. As marcas são cada vez mais avaliadas não apenas pelo que fazem, mas também pelo impacto que têm na sociedade”, aponta, dando como exemplo a parceria com o Café Joyeux.</p>
<p>“O espaço tem como missão empregar e formar pessoas com dificuldades intelectuais e do desenvolvimento, promovendo a inclusão através do trabalho e da convivência. A abertura do Café Joyeux no NorteShopping representa 24 novas oportunidades de trabalho inclusivo. É um projeto que traduz de forma muito concreta a ideia de que a responsabilidade social deve criar oportunidades reais e fazer parte da experiência quotidiana”, explica o diretor do centro comercial, frisando que “a autenticidade passa por apoiar projetos com impacto concreto e alinhados com a vontade de contribuir positivamente para a comunidade”.</p>
<p><strong>Os desafios da memória</strong></p>
<p>O principal desafio é continuar a ser relevante, considera Paulo Valentim. “Hoje, as pessoas têm muitas opções e são expostas diariamente a uma enorme quantidade de informação e estímulos. Para o NorteShopping, isso significa que não basta ter uma oferta comercial forte. É necessário criar diferentes razões para as pessoas visitarem o centro e garantir que essas experiências são relevantes para diferentes públicos”.</p>
<p>A diversidade é, por isso, uma das principais características do NorteShopping. “Existe uma oferta comercial grande, com marcas nacionais e internacionais, mas também diferentes conceitos e experiências. O Galleria, por exemplo, reúne marcas exclusivas e serviços personalizados num ambiente mais sofisticado. O The CookBook concentra diferentes conceitos gastronómicos num food market de inspiração contemporânea e o SILO – Espaço Cultural acrescenta uma dimensão de arte e cultura”, especifica, defendendo que a memória se constrói também através dessa relação ao longo do tempo.</p>
<p>“Há pessoas que antes vinham ao NorteShopping fazer compras com os pais e que hoje mantêm essa tradição com os próprios filhos. É assim que o centro se torna parte da história de uma família, passando de geração em geração”.</p>
<p><strong>Consistência, criatividade e proximidade </strong></p>
<p>Hoje, a marca fala com as pessoas através de muitos canais. Isso torna ainda mais importante garantir que o NorteShopping é reconhecido em todos eles. “O objetivo passa por garantir que a marca é reconhecida em todos os pontos de contacto, adaptando, em simultâneo, a linguagem e os formatos às características de cada canal e às expectativas de cada público”, refere o responsável.</p>
<p>&#8220;A criatividade é essencial para captar a atenção, mas só cria valor quando se traduz em conteúdos e experiências que realmente interessam aos visitantes. A aplicação NorteShopping Loves Me reflete essa evolução, ao assumir um papel que vai além da comunicação. Reúne serviços, benefícios e funcionalidades que simplificam a experiência de visita – desde o acesso às sessões de consultoria de imagem e coloração pessoal do FASH_ON até à participação em iniciativas e campanhas exclusivas&#8221;, prossegue, acrescentando que, desta forma, “a comunicação deixa de ter apenas uma função informativa para assumir também um papel de facilitadora da experiência.”</p>
<p>A proximidade, de acordo com o porta-voz, resulta igualmente da capacidade de acompanhar os visitantes ao longo do tempo, mantendo uma relação contínua que não se limita aos momentos de campanha ou de comunicação de novidades.</p>
<p><strong>O segredo é continuar a fazer sentido</strong></p>
<p>O fator decisivo para uma marca continuar a fazer parte da vida dos consumidores é, na opinião de Paulo Valentim, a capacidade de continuar a fazer sentido no dia a dia das pessoas. “Hoje, os consumidores valorizam marcas que compreendem as suas necessidades, acompanham a evolução dos seus hábitos e conseguem oferecer respostas relevantes, tanto ao nível dos produtos e serviços, como das experiências que proporcionam”, esclarece.</p>
<p>No caso do NorteShopping, isso traduz-se numa evolução constante da oferta e da experiência, procurando responder a diferentes perfis, interesses e momentos de vida. “Mais do que acompanhar tendências, o desafio passa por evoluir sem perder a identidade. É essa capacidade de inovar, mantendo uma relação de confiança e proximidade com os visitantes, que permitirá ao NorteShopping continuar a fazer parte da vida dos consumidores nos próximos anos”, conclui.</p>
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		<title>Portugal destaca-se no “Top 100 Best Buys 2026”</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/portugal-destaca-se-no-top-100-best-buys-2026/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Sep 2026 10:06:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; O João Portugal Ramos Reserva Tinto 2024 está na 33.ª posição, com 92 pontos. De acordo com Roger Voss, as “suculentas” notas de amora e a “acidez madura” deste vinho conferem-lhe um carácter “equilibrado” com uma “doçura frutada”. “É denso, potente e com um final de boca suave”, acrescenta. Já o Aveleda 2024 Solos [&#8230;]</p>
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<p>O João Portugal Ramos Reserva Tinto 2024 está na 33.ª posição, com 92 pontos. De acordo com Roger Voss, as “suculentas” notas de amora e a “acidez madura” deste vinho conferem-lhe um carácter “equilibrado” com uma “doçura frutada”. “É denso, potente e com um final de boca suave”, acrescenta.</p>
<p>Já o Aveleda 2024 Solos de Granito Alvarinho encontra-se no 47.º lugar, com 91 pontos. Para John Sumners, este é um vinho “maravilhosamente equilibrado”, que combina “intensidade frutada” com um final de boca “bem definido. “No nariz, notas de maçã Fuji, melão e citrinos frescos juntam-se a aromas de massa de pão e pimenta branca”. O jornalista acredita que esta bebida seria “excelente” para acompanhar peixe-espada grelhado.</p>
<p>Por fim, o DFJ Vinhos 2024 Grand&#8217;Arte Alvarinho ocupa a 84.ª posição, com 90 pontos. Roger Voss escreve que a casta “emblemática” da região Norte do Vinho Verde, neste caso com uma influência do clima do Sul, resulta num vinho “rico e de textura suave”. “Com um aroma a maçã assada, um toque ácido, sabores a kiwi e pera e um final picante, este vinho estará pronto a beber a partir de 2027”, conclui.</p>

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<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>Auchan: Uma marca que quer estar em todo o lado ao seu lado</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/auchan-uma-marca-que-quer-estar-em-todo-o-lado-ao-seu-lado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2026 11:24:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; A história da Auchan em Portugal está ligada à evolução do próprio retalho moderno. Começa em 1970, com a abertura do Pão de Açúcar, na Avenida Estados Unidos da América, em Lisboa, e ganha uma nova dimensão em 1973, com a inauguração da loja de Cascais, o primeiro hipermercado do País. Para muitas famílias [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>A história da Auchan em Portugal está ligada à evolução do próprio retalho moderno. Começa em 1970, com a abertura do Pão de Açúcar, na Avenida Estados Unidos da América, em Lisboa, e ganha uma nova dimensão em 1973, com a inauguração da loja de Cascais, o primeiro hipermercado do País.</p>
<p>Para muitas famílias portuguesas, o Jumbo foi um espaço de descoberta, de encontro e de criação de memórias partilhadas. “Ao longo de mais de cinco décadas, a marca preservou essa relevância sem transformar a inovação numa rutura com o passado. A passagem para Auchan não apagou a história, deu continuidade ao seu espírito pioneiro”, lembra Margarida Cáceres Monteiro.</p>
<p>Ao longo das décadas, a insígnia democratizou o acesso a umaoferta mais ampla, desenvolveu novas formas de pagamento, criou a marca própria e reforçou a especialização da oferta. “Hoje, esse pioneirismo traduz-se em novos formatos de loja, maior conveniência e numa experiência de compra que integra os canais físicos e digitais”.</p>
<p>É também essa capacidade de renovação que permite enfrentar um dos maiores desafios de uma marca com mais de 50 anos: evitar que o seu legado se transforme apenas em nostalgia. “A história é um património valioso, mas a relevância tem de ser continuamente renovada através da capacidade de responder às necessidades do presente”, defende a porta-voz da marca.</p>
<p><strong>A relevância da proximidade</strong></p>
<p>Hoje, o maior desafio passa por estar cada vez mais próximo das pessoas. “É neste sentido que a Auchan está a construir uma nova geração de proximidade, através da complementaridade entre os vários formatos e do crescimento das lojas de proximidade. A ideia é transportar a confiança, a riqueza de produto e a relação associados ao hipermercado para a escala do bairro e das rotinas quotidianas, sob a nova assinatura &#8216;em todo o lado ao seu lado'&#8221;, explica a diretora de Marca da Auchan Retail Portugal.</p>
<p>“Mas a relação com uma marca constrói-se também através da presença na cultura, nas comunidades e nos momentos de lazer e celebração. Num mercado em que a atenção é cada vez mais disputada, são as experiências relevantes e genuínas que ajudam a criar ligação emocional e novas memórias”, acrescenta.</p>
<p>Para a Auchan, ser consistente não significa comunicar da mesma forma em todos os canais, mas garantir que as pessoas reconhecem a mesma identidade, os valores e a intenção de marca. O património construído pelo Pão de Açúcar, pelo Jumbo e pela Auchan assenta numa ideia central: tornar a vida das pessoas melhor, através de uma relação próxima e de um impacto positivo na sociedade.</p>
<p>“A comunicação permite uma relação mais relevante, personalizada e adequada aos diferentes momentos da jornada de cada cliente”, considera Margarida Cáceres Monteiro. &#8220;A criatividade traz personalidade e entusiasmo à marca e aproxima-a das pessoas enquanto a consistência mantém a sua identidade”. E a proximidade resulta da capacidade de comunicar com utilidade, pertinência e um tom genuinamente humano, ‘como um vizinho’”, justifica.</p>
<p><strong>Evoluir sem perder a identidade</strong></p>
<p>&#8220;Somos uma marca que fez história e criou memórias através do Clube Rik&amp;Rok. Hoje, continuamos ao lado dos mais novos e queremos que possam viver a marca Auchan. Assim, entre outras iniciativas, abrimos a nossa mini loja na KidZania e temos uma grande presença no Festival Panda. Também a presença no NOS Alive e MEO Marés, assim como a recente parceria com a banda Os Vizinhos, são uma forma de estarmos presentes onde as famílias e os mais jovens estão”.</p>
<p>A Auchan acredita que consumidores mais informados e exigentes valorizam propósito, sustentabilidade, transparência e, sobretudo, coerência entre aquilo que uma marca afirma e aquilo que faz. “Por isso, a Auchan procura construir esta relação através da sua atuação quotidiana, dando expressão atual a princípios como inovação e proximidade. A aposta numa transição alimentar mais saudável, variada e responsável, o trabalho com produtores nacionais, a transparência sobre a origem dos produtos e o combate ao desperdício alimentar são exemplos dessa atuação”.</p>
<p>No fundo, é através da ação concreta que uma marca com história consegue continuar a evoluir sem perder aquilo que a tornou única, mantendo viva a sua identidade enquanto encontra novas formas de fazer parte da vida das próximas gerações.</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/auchan-uma-marca-que-quer-estar-em-todo-o-lado-ao-seu-lado/">Auchan: Uma marca que quer estar em todo o lado ao seu lado</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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		<item>
		<title>A opinião de&#8230; Catarina Brás, da Hyundai Portugal</title>
		<link>https://www.briefing.pt/2050/a-opiniao-de-catarina-bras-da-hyundai-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 08:57:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2050]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na Hyundai Portugal, acreditamos que a sustentabilidade não é uma tendência, mas uma responsabilidade. É um compromisso que atravessa toda a nossa atividade e que orienta a forma como desenvolvemos soluções de mobilidade, como gerimos a nossa operação e como nos relacionamos com colaboradores, parceiros, clientes e sociedade. Falar de sustentabilidade na indústria automóvel é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Na Hyundai Portugal, acreditamos que a sustentabilidade não é uma tendência, mas uma responsabilidade. É um compromisso que atravessa toda a nossa atividade e que orienta a forma como desenvolvemos soluções de mobilidade, como gerimos a nossa operação e como nos relacionamos com colaboradores, parceiros, clientes e sociedade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falar de sustentabilidade na indústria automóvel é falar de uma transformação profunda. Não basta alterar a tecnologia dos veículos: é necessário repensar toda a cadeia de valor, da energia utilizada na produção à origem dos materiais, passando pela segurança, pelas pessoas e pela gestão. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É essa visão que se reflete na estratégia global da Hyundai e no trabalho desenvolvido em Portugal, num alinhamento claro entre ambição internacional e proximidade ao mercado nacional onde assumimos o compromisso de alcançar a neutralidade carbónica global até 2045.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A eletrificação é uma das principais vias para concretizar esta ambição. Em Portugal, disponibilizamos soluções híbridas, híbridas plug-in e 100% elétricas, procurando tornar a mobilidade de menores emissões cada vez mais acessível. Em paralelo, continuamos a investir no hidrogénio, nas tecnologias de carregamento e na reutilização e reciclagem de baterias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas a sustentabilidade começa antes de um automóvel chegar à estrada. Em 2025, todas as unidades na Europa, América do Norte e Índia da Hyundai passaram a utilizar eletricidade 100% proveniente de fontes renováveis, concretizando o compromisso RE100 nestas regiões. A criação de um sistema avançado de reciclagem de baterias em fim de vida representa outro passo importante para a economia circular.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Hyundai, a sustentabilidade também é social. A segurança é uma prioridade absoluta, evidenciada pelas classificações máximas atribuídas a vários modelos da marca pelo IIHS, e pelo investimento contínuo em programas que promovem melhores condições de trabalho, desenvolvimento de competências e uma transição justa para os desafios da eletrificação e da inteligência artificial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portugal tem sido um parceiro importante nesta transição. A crescente adesão à mobilidade elétrica, a aposta nacional na descarbonização e a evolução da infraestrutura de carregamento criam condições para acelerar a mudança. A Hyundai Portugal vai continuar a apoiar este percurso, disponibilizando soluções inovadoras e contribuindo para as metas nacionais de mobilidade sustentável.</span></p>
<p><em>Catarina Brás, diretora de Marketing e Relações Públicas da Hyundai Portugal</em></p>
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		<title>A segunda voz das marcas</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-segunda-voz-das-marcas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 09:43:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando começo a planear umas férias, a comunicação de um hotel é, normalmente, o primeiro contacto que tenho com uma possível escolha. Começo por ver fotografias, analiso a localização, comparo preços e leio comentários até chegar, inevitavelmente, às redes sociais, onde procuro perceber como outras pessoas descrevem a sua experiência. Hoje, um hotel pode surgir [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando começo a planear umas férias, a comunicação de um hotel é, normalmente, o primeiro contacto que tenho com uma possível escolha. Começo por ver fotografias, analiso a localização, comparo preços e leio comentários até chegar, inevitavelmente, às redes sociais, onde procuro perceber como outras pessoas descrevem a sua experiência.</p>
<p>Hoje, um hotel pode surgir no nosso feed sem que alguma vez o tenhamos procurado. Uma fotografia, um vídeo ou um relato podem despertar a nossa curiosidade e levar-nos a procurar mais informação, sobretudo através das experiências de quem já o visitou. Procuramos diferentes perspetivas, numa tentativa de compreender como é vivido por quem por lá passou, uma vez que, ao fazer uma reserva, não estamos apenas a escolher um lugar para ficar, mas a antecipar a experiência que iremos viver.</p>
<p>É nesta procura por referências que percebemos que a comunicação de um hotel é apenas uma parte da história. A marca pode apresentar o espaço, os serviços e a experiência que proporciona, mas são, muitas vezes, os relatos de quem já esteve no local que nos permitem construir uma perceção mais concreta. É nesta altura que surge aquilo a que designo como a “segunda voz das marcas”: a marca constrói a narrativa que quer transmitir, mas são os hóspedes que lhe acrescentam outras perspetivas através do que viveram, fotografaram e decidiram partilhar.</p>
<p>Assim, é aqui que encontro um paradoxo que me interessa particularmente. Dizemos desconfiar da publicidade, mas tendemos a confiar na opinião de pessoas que não conhecemos. O que faz com que o relato de um desconhecido nos pareça, por vezes, mais próximo da realidade do que uma mensagem construída por uma marca? Talvez porque uma experiência partilhada consiga reduzir a distância entre a promessa e a perceção que construímos antes de a viver.</p>
<p>No entanto, esta confiança também merece ser questionada. Nem todas as opiniões são espontâneas e nem todo o conteúdo resulta de uma experiência partilhada de forma desinteressada. Por isso, importa perceber quem está por detrás de uma determinada recomendação, qual a sua relação com a marca e se existe identificação com o que comunica. É precisamente aqui que a autenticidade ganha importância. Existem criadores de conteúdo criteriosos na escolha das marcas com que trabalham e que só colaboram quando existe uma verdadeira identificação com o que recomendam. Mais do que a forma como uma recomendação chega até nós, importa perceber se existe coerência entre aquilo que o creator comunica, aquilo em que acredita e a experiência que está a partilhar.</p>
<p>Esta questão leva-nos a uma mudança no nosso papel enquanto consumidores. As redes sociais fizeram mais do que alterar a forma como descobrimos hotéis: deram-nos espaço para participar na forma como estes são percecionados. Já não somos apenas recetores das histórias que as marcas contam; comentamos, partilhamos, recomendamos e, através das nossas experiências, contribuímos para a construção de novas narrativas. Uma estadia não termina necessariamente no check-out, porque pode prolongar-se numa fotografia, num vídeo, numa avaliação ou numa recomendação, influenciando quem ainda está a escolher.</p>
<p>No fundo, o hotel pode definir a história que quer contar, mas já não a conta sozinho. A segunda voz nasce das experiências de quem passa pelo hotel e decide partilhá-las. Quando essas experiências são coerentes com aquilo que a marca procura representar, podem fazer mais do que validar a sua comunicação: podem torná-la mais próxima, humana e credível.</p>
<p>Talvez, por isso, o maior desafio já não seja apenas convencer alguém a reservar, mas proporcionar uma experiência positiva e memorável que os hóspedes sintam vontade de continuar a contar depois do check-out. Porque, quando a marca já não conta a história sozinha, cada experiência passa também a fazer parte da sua comunicação.</p>
<p><em>Beatriz Fernandes, Marketing Executive no Crowne Plaza Porto</em></p>
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		<title>Miele: O desafio de permanecer relevante sem deixar de ser quem somos</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/miele-o-desafio-de-permanecer-relevante-sem-deixar-de-ser-quem-somos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 10:13:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; Os consumidores estão mais informados e exigentes. Procuram marcas transparentes e responsáveis, capazes de criar valor real. Valorizam a inovação, mas também a durabilidade; querem soluções que simplifiquem o dia a dia, mas esperam que resistam ao tempo.  O desafio torna-se particularmente interessante quando falamos de uma marca com 127 anos de história.  A [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os consumidores estão mais informados e exigentes. Procuram marcas transparentes e responsáveis, capazes de criar valor real. Valorizam a inovação, mas também a durabilidade; querem soluções que simplifiquem o dia a dia, mas esperam que resistam ao tempo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O desafio torna-se particularmente interessante quando falamos de uma marca com 127 anos de história. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Miele nasceu em 1899, em Herzebrock, muito próximo do local onde ainda hoje se encontra a sede da marca, na Alemanha. Foi aí que Carl Miele e Reinhard Zinkann, com apenas 11 colaboradores, começaram a produzir centrifugadoras de leite. Embora o ponto de partida estivesse longe dos eletrodomésticos atuais, a ambição já era clara: fazer melhor e criar produtos de confiança. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desde então, a Miele atravessou profundas transformações sociais, tecnológicas e culturais. O mundo mudou, as casas mudaram e a forma como vivemos também. Uma convicção, porém, permaneceu inalterada: a qualidade e a durabilidade seriam fundamentais para distinguir a marca. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O princípio dos fundadores tornou-se no compromisso da Miele: “Immer Besser” [“Sempre melhor”]. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que um lema, estas palavras traduzem uma forma de evoluir. Recordam-nos que não devemos ficar satisfeitos apenas porque algo funciona bem. Cada produto deve responder a necessidades reais, simplificar o quotidiano, proporcionar uma boa experiência e ser pensado para durar. Inovar não significa abandonar aquilo que somos para acompanhar tudo o que é novo. Significa antecipar o futuro, e trazer para o presente as funcionalidades que vão fazer parte da sua vida. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Miele, essa inovação está na busca incessante por soluções mais inteligentes, intuitivas e eficientes. Está na tecnologia que simplifica tarefas; nos detalhes que melhoram a utilização; e na procura de um equilíbrio entre desempenho, eficiência e responsabilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo se aplica à comunicação. Uma marca pode hoje estar presente em dezenas de canais e formatos. Consistência já não significa comunicar sempre da mesma forma, mas garantir que, apesar das diferentes linguagens e contextos, existe uma identidade reconhecível. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esse é um dos grandes desafios do Marketing: ser consistente sem ser repetitivo, relevante sem seguir todas as tendências e falar com diferentes gerações sem perder autenticidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O legado pode ser uma vantagem poderosa, desde que não seja apresentado como uma peça de museu. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa relação também não termina no momento da compra. Continua em cada utilização e na capacidade de acompanhar o produto ao longo da sua vida. É por isso que um dos pilares da marca Miele é ter uma equipa própria de Assistência Técnica: uma promessa de qualidade e durabilidade deve prolongar-se durante muitos anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Talvez seja essa a verdadeira medida de uma marca relevante: não permanecer igual, mas continuar reconhecível enquanto evolui. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">127 anos depois, esse é o desafio que orienta a Miele: honrar a sua história sem viver apenas dela e construir o futuro com a mesma exigência que trouxe a marca até aqui. Presente em Portugal desde 1970, a Miele faz parte de milhares de lares portugueses que um dia apostaram na durabilidade e qualidade dos seus eletrodomésticos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Immer Besser”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Sempre melhor”.</span></p>
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		<title>Cata Vassalo e JCDecaux juntas numa experiência que “liga evento, cidade e audiência”</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/cata-vassalo-e-jcdecaux-juntas-numa-experiencia-que-liga-evento-cidade-e-audiencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 09:48:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; Este é o segundo ano de parceria entre a JCDecaux e a Cata Vassalo. O que motivou a continuidade da colaboração e o que mudou nesta segunda edição? Andreia Paulo &#124; Esta parceria nasce de uma visão partilhada sobre a forma como as marcas devem criar experiências relevantes e memoráveis. A Cata Vassalo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Briefing | Este é o segundo ano de parceria entre a JCDecaux e a Cata Vassalo. O que motivou a continuidade da colaboração e o que mudou nesta segunda edição?</strong></p>
<p><strong>Andreia Paulo |</strong> Esta parceria nasce de uma visão partilhada sobre a forma como as marcas devem criar experiências relevantes e memoráveis. A Cata Vassalo é uma marca portuguesa que valoriza o detalhe, a estética e a autenticidade – atributos que fazem sentido num contexto de comunicação premium como aquele que a JCDecaux procura proporcionar. A continuidade desta nossa ligação reflete o sucesso da primeira edição e a vontade de ir mais além. Este ano, a presença da JCDecaux está mais integrada no universo da marca, acompanhando o lançamento da nova coleção e prolongando a experiência para além do desfile. A parceria evolui de um momento de visibilidade para um projeto de comunicação mais completo, que liga evento, cidade e audiência através da nossa rede digital.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-230970 aligncenter" src="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4-3.jpg" alt="" width="627" height="353" srcset="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4-3.jpg 1920w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4-3-300x169.jpg 300w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4-3-1024x576.jpg 1024w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4-3-768x432.jpg 768w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/09/Design-sem-nome-4-3-1536x864.jpg 1536w" sizes="auto, (max-width: 627px) 100vw, 627px" /></p>
<p><strong>A presença da JCDecaux esteve integrada no próprio evento, através de múpis digitais e múpis-montra que apresentam a nova coleção. Que papel tem o OOH na construção da experiência de uma marca de moda e acessórios como a Cata Vassalo?</strong></p>
<p>Na moda, o contexto e o suporte em que uma marca é apresentada são tão determinantes como a própria coleção. O Out-of-Home (OOH) tem a capacidade única de projetar uma marca para o espaço público com uma escala e impacto visual que nenhum ecrã pessoal consegue replicar.</p>
<p>Neste evento, a presença da JCDecaux integrou-se organicamente na própria cenografia e na narrativa do desfile através de dois formatos perfeitamente complementares. Por um lado, os Mupis-Montra transformam o suporte publicitário numa autêntica vitrine física no meio urbano. Ao expor as peças reais da Cata Vassalo num ambiente protegido, tridimensional e com iluminação dedicada, o Mupi-Montra aproxima o produto do público de forma tátil, materializando o conceito de &#8220;pop-up store&#8221; urbana. Este suporte de elevado valor percetivo permite destacar a riqueza dos materiais, as texturas, os brilhos e a minúcia do detalhe artesanal das peças &#8211; algo inteiramente decisivo no segmento da moda e acessórios premium.</p>
<p>Por outro lado, os Mupis Digitais (DOOH) oferecem uma imagem de qualidade singular, alinhado a todo o contexto exclusivo e sofisticado que se respira no universo Cata Vassalo, permitindo ainda exibir conteúdos em movimento que dão vida à coleção e enriquecem o espaço. A dinâmica digital complementa a tridimensionalidade da montra física, criando um ecossistema visual fluido e impactante.</p>
<p>Assim, ao longo de todo o evento, estes suportes não se limitaram a exibir publicidade; atuaram como elementos ativos da experiência, acompanhando o percurso dos convidados e ampliando o universo sofisticado da Cata Vassalo. É a demonstração perfeita de como a inovação nos formatos de OOH consegue fundir o mundo físico e o digital para criar momentos de marca verdadeiramente imersivos e memoráveis.</p>
<p><strong>A campanha não se limita ao espaço do evento e estará também na rede digital OOH da JCDecaux até 3 de outubro. O que procuram alcançar ao prolongar a comunicação?</strong></p>
<p>O desfile é um momento de lançamento, mas a construção de marca e comunicação de produto acontece ao longo do tempo. Ao estender a campanha à rede digital da JCDecaux, damos continuidade à conversa iniciada no evento e ampliamos o alcance da coleção junto de uma audiência valiosa e muito mais alargada.</p>
<p>Queremos que quem esteve presente reviva essa experiência no espaço urbano e que quem não esteve tenha contacto com a campanha num contexto de grande visibilidade e relevância. Esta continuidade permite transformar um evento exclusivo numa campanha com presença na cidade, reforçando notoriedade, recordação e desejo pela coleção. Este é um bom exemplo da forma como a comunicação exterior consegue ligar eventos a uma estratégia de comunicação de duração alargada e de elevada cobertura.</p>
<p><strong>A Mafalda Sampaio é o rosto da nova coleção. Que importância tem associar uma figura com uma comunidade digital forte a uma campanha que vive também de suportes físicos e de uma experiência presencial?</strong></p>
<p>Hoje, as campanhas mais eficazes são aquelas que conseguem criar consistência entre diferentes pontos de contacto. A Mafalda Sampaio traz uma comunidade altamente envolvida e uma relação de proximidade construída no digital, enquanto o Out-Of-Home oferece escala, credibilidade e presença no espaço público. Estas dimensões não competem entre si, complementam-se. A influência digital desperta conversa e identificação, enquanto a presença física da campanha reforça a perceção de marca, amplia a sua visibilidade e confere-lhe notoriedade e uma dimensão mais aspiracional.</p>
<p>O resultado é uma campanha omnicanal, em que a mesma narrativa acompanha o consumidor desde o conteúdo que vê nas redes sociais até aos suportes que encontra na cidade e à experiência vivida no evento.</p>
<p><strong>Depois de dois anos de parceria, que resultados procuram retirar desta colaboração e que potencial identificam para continuar a aproximar a JCDecaux de marcas premium como a Cata Vassalo?</strong></p>
<p>Depois de dois anos de parceria, esta colaboração confirma algo que é central na nossa atuação: quando trabalhamos com marcas premium, o Out-Of-Home é um meio que acrescenta, de forma consistente, escala, visibilidade qualificada e profundidade à experiência de marca.</p>
<p>No caso da Cata Vassalo, o resultado é claro: a campanha ganha presença na cidade, reforça o carácter aspiracional da marca e prolonga o impacto do lançamento muito para além do momento do desfile. O que procuramos retirar desta colaboração é precisamente essa elevação sustentada – transformar um lançamento de coleção numa narrativa que vive no espaço urbano e que acompanha o público ao longo do tempo.</p>
<p>A JCDecaux está preparada para ser o parceiro de referência de marcas que valorizam contextos cuidados, formatos distintivos e uma comunicação coerente com o seu posicionamento. A nossa experiência, rede premium e capacidade de integração entre formatos físicos e digitais permitem desenvolver projetos que aproximam estas marcas das suas audiências de forma mais relevante, sofisticada e memorável.</p>
<p>Esta parceria com a Cata Vassalo reforça esse caminho: mostra como, ao alinhar bem marca, meio e contexto, o Out-Of-Home se torna um componente natural da estratégia de comunicação de marcas premium, contribuindo para elevar a sua presença e fortalecer a sua relação com o público.</p>

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<p><em>Carolina Neves</em></p>
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		<title>Vila Galé: A arte de criar memórias e unir gerações</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/vila-gale-a-arte-de-criar-memorias-e-unir-geracoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
		<category><![CDATA[hotel]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando olhamos para as quatro décadas de história da Vila Galé, percebemos que o nosso percurso até nos tornarmos o segundo maior grupo hoteleiro português foi feito com um compromisso muito claro: o de sermos, de facto, uma &#8220;marca de vida&#8221; para quem nos escolhe. A nossa capacidade de inovar e de nos mantermos relevantes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Quando olhamos para as quatro décadas de história da Vila Galé, percebemos que o nosso percurso até nos tornarmos o segundo maior grupo hoteleiro português foi feito com um compromisso muito claro: o de sermos, de facto, uma &#8220;marca de vida&#8221; para quem nos escolhe.</span></p>
<hr />
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa capacidade de inovar e de nos mantermos relevantes não nasce de uma obsessão com tendências efémeras, mas sim de uma vontade constante de fazer diferente, acrescentando valor real ao mercado e ao País. Inovar, na Vila Galé, assume contornos profundos e estruturais. Passa pela sensibilidade ímpar de recuperar património histórico em ruínas, como conventos, palácios e edifícios emblemáticos, e devolvê-los às comunidades sob a forma de hotéis com alma, plenos de história e requinte – um conceito que temos vindo a consolidar com enorme orgulho. Passa também pela criação de conceitos temáticos que homenageiam a cultura, a música, a pintura ou a poesia, transformando os corredores e os quartos dos nossos hotéis em autênticas galerias de conhecimento. E, naturalmente, esta capacidade de inovar reflete-se na nossa ambição de levar a hospitalidade e a portugalidade muito além das nossas fronteiras, com uma presença fortemente consolidada de norte a sul do Brasil e, mais recentemente, em geografias desafiantes e estimulantes como Cuba e Espanha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje em dia, o consumidor atual é altamente informado e exigente: não procura apenas um quarto para dormir; procura viver algo que tenha significado, que desperte os sentidos e que conte uma história. É precisamente neste ponto que o nosso propósito corporativo se cruza de forma harmoniosa com a nossa assinatura de marca – &#8220;Sempre perto de si&#8221;. Muito mais do que uma assinatura de comunicação, este é o barómetro da nossa operação diária. A autenticidade da marca constrói-se nos detalhes que o cliente perceciona a cada momento. Está no sorriso genuíno de quem recebe, na gastronomia que faz questão de respeitar as raízes e os produtores locais, e nas experiências complementares que oferecemos, desde a tranquilidade proporcionada pelos nossos spas Satsanga, ao universo mágico do Club Nep, que garante que os nossos hóspedes mais pequenos criam as suas primeiras grandes memórias de férias connosco. Estende-se ainda até à nossa ligação à terra, materializada através da produção dos nossos próprios vinhos e azeites (Santa Vitória e Val Moreira), que levam à mesa dos clientes o sabor autêntico das regiões onde operamos. Acreditamos que a verdadeira experiência Vila Galé é desenhada para criar laços emocionais inquebráveis, transformando uma simples estadia turística numa relação de confiança a longo prazo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo a hotelaria um setor umbilicalmente ligado à evasão, ao lazer e à quebra de rotinas, o grande e complexo desafio é conseguir manter a marca presente e relevante na vida das pessoas mesmo quando estas se encontram focadas no seu dia a dia, nos meses em que não estão de férias. A forma como nos mantemos top-of-mind faz-se através da construção de uma narrativa emocional contínua. Queremos que a lembrança daquele fim de semana especial a dois, do evento corporativo que superou expectativas ou das férias grandes em família se converta em advocacia de marca e numa ligação permanente. Trabalhamos esta proximidade quotidiana de forma estratégica, destacando-se o papel do Clube Vila Galé, que, mais do que um mero programa de fidelização transacional, é uma verdadeira comunidade. Através de um contacto cuidado, de vantagens exclusivas e de uma comunicação que celebra as datas importantes e as conquistas dos nossos hóspedes, garantimos que a Vila Galé é o primeiro nome em que os clientes pensam, e em quem confiam, quando chega a altura de planear o seu próximo momento de descanso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que toda esta estratégia resulte perante o escrutínio público, a nossa comunicação assenta num tripé de atuação que consideramos inegociável: consistência, criatividade e proximidade. A consistência é absolutamente fundamental para garantir que, num universo diversificado e dinâmico com mais de 50 hotéis, a nossa promessa de valor se mantém inalterada. O cliente sabe exatamente a qualidade, a segurança e a excelência com que pode contar, independentemente da unidade que escolher visitar. A criatividade, por sua vez, é o que nos permite continuar a surpreender o mercado, seja através de campanhas de marketing arrojadas, da criação de novos serviços ou de parcerias estratégicas que reforçam o nosso posicionamento. Por fim, a proximidade dita o nosso tom de voz institucional. Comunicamos de forma empática, acessível, direta e familiar. Temos muito orgulho na nossa dimensão corporativa e no impacto económico que geramos, mas fazemos questão de que o nosso tom seja sempre o de quem recebe os amigos de braços abertos na sua própria casa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O turismo contemporâneo exige uma capacidade única de diálogo intergeracional. Como atraímos as novas gerações – a Geração Z e os Millennials – sem descurar ou afastar as famílias e os clientes que nos acompanham fielmente desde a nossa fundação? A resposta não está em ruturas bruscas, mas sim nos compromissos que assumimos com o mundo e na forma como nos adaptamos aos novos valores da sociedade. Sabemos que os públicos mais jovens avaliam as marcas pelas suas práticas reais e pelo impacto que deixam no mundo; e a Vila Galé tem respondido a esta exigência não com grandes discursos, mas com ações concretas: a aposta crescente no agroturismo, a implementação de medidas de eficiência energética, e o compromisso de dinamizar a economia e a contratação nas regiões onde abrimos novos hotéis. Partilhamos as preocupações das novas gerações com o futuro sustentável, mas sabemos que a verdadeira fidelização acontece quando cruzamos estas práticas modernas com a nossa hospitalidade clássica, calorosa e irrepreensível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Olhando para as próximas décadas, temos a certeza de que o nosso foco vai manter-se inabalável em três eixos vitais. O primeiro é o crescimento sustentado e responsável, garantindo que cada novo projeto do grupo continua a acrescentar valor económico, cultural e social à sua região, respeitando a sua identidade. O segundo é o aprofundamento da personalização da experiência, procurando conhecer cada vez melhor os hábitos, os gostos e as expectativas de quem nos visita, para podermos antecipar desejos. Mas o terceiro pilar, e inegavelmente o mais importante, continuará a ser o capital humano. A nossa relevância futura assentará sempre na contínua valorização das nossas equipas, na sua formação e no seu bem-estar. Num mundo que caminha a passos largos para uma digitalização e automação quase totais, acreditamos que o tempo, o sorriso autêntico, a disponibilidade e a empatia continuam a ser o maior luxo que podemos oferecer a alguém. As grandes marcas, aquelas que ficam para sempre na nossa vida, são e serão sempre feitas de pessoas para pessoas, e essa continuará a ser, incondicionalmente, a grande essência da Vila Galé.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Francisca Calado, responsável de Comunicação da Vila Galé</span></i></p>
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		<title>A opinião de… Patrick Sonnleitner, da RINGANA</title>
		<link>https://www.briefing.pt/2050/a-opiniao-de-patrick-sonnleitner-da-ringana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2026 08:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2050]]></category>
		<category><![CDATA[2050.briefing]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A sustentabilidade é frequentemente associada a custos mais elevados, regulamentações mais rigorosas e à necessidade de alterar modelos de negócio estabelecidos. Na RINGANA, vemos a sustentabilidade de outra forma: um motor de resiliência, inovação e sucesso empresarial a longo prazo.  Criamos cosméticos frescos e suplementos alimentares altamente eficazes, à base de ingredientes de origem vegetal. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A sustentabilidade é frequentemente associada a custos mais elevados, regulamentações mais rigorosas e à necessidade de alterar modelos de negócio estabelecidos. Na RINGANA, vemos a sustentabilidade de outra forma: um motor de resiliência, inovação e sucesso empresarial a longo prazo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Criamos cosméticos frescos e suplementos alimentares altamente eficazes, à base de ingredientes de origem vegetal. A sustentabilidade está integrada na forma como desenvolvemos os nossos produtos, porque acreditamos que desempenho, inovação e responsabilidade andam de mãos dadas. A sustentabilidade não é um complemento de marketing. É um atributo de qualidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, avaliamos de forma sistemática os impactos ambientais e sociais da nossa atividade, identificando riscos, oportunidades e as áreas onde podemos gerar maior valor.  Esta abordagem reflete-se no FRESH IMPACT, o nosso quadro estratégico de sustentabilidade, que orienta investimentos em energias renováveis, logística eletrificada, soluções de embalagem circulares, abastecimento responsável e desenvolvimento dos colaboradores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, 97,95 % da energia utilizada na RINGANA provém de fontes renováveis e 24,9 % da eletricidade gerada localmente por mais de 3000 painéis fotovoltaicos. Mais de 160 sondas geotérmicos contribuem para o aquecimento e arrefecimento das instalações. As nossas embalagens contêm, em média, 20 % de material reciclado pós-consumo e 33 % das unidades de embalagem são reutilizadas através do nosso sistema de reutilização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A biodiversidade é outra prioridade estratégica. Para as empresas que dependem de ingredientes naturais, a perda de biodiversidade não é apenas um desafio ambiental, mas um desafio empresarial. Através do uso de matérias-primas orgânicas, de uma gestão do Campus RINGANA orientada para a preservação da biodiversidade e de iniciativas de conservação específicas, ajudamos a proteger os ecossistemas dos quais o nosso negócio depende.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A sustentabilidade também envolve as pessoas. A RINGANA orgulha-se de ter a certificação “Great Place to Work”, o que reflete o nosso compromisso com um ambiente de trabalho baseado na confiança, na inclusão e no empoderamento. Este compromisso reflete-se também na nossa estrutura de liderança: mulheres e homens estão representados de forma quase igual, com 47 mulheres e 40 homens em cargos de liderança em toda a organização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O nosso compromisso de longo prazo também nos preparou para as novas exigências regulamentares em matéria de sustentabilidade. Para nós, o seu verdadeiro valor está na capacidade de reforçar a resiliência, impulsionar a inovação, melhorar a gestão de riscos e gerar sucesso empresarial com propósito.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Patrick Sonnleitner, especialista em Sustentabilidade da RINGANA</span></em></p>
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