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	<title>Arquivo de branded content - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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	<description>Portal de Marketing e Publicidade: A sua porta de entrada para as últimas notícias, dicas e tendências do mundo do marketing.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Sep 2026 10:54:31 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de branded content - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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		<title>Vila Galé: A arte de criar memórias e unir gerações</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/vila-gale-a-arte-de-criar-memorias-e-unir-geracoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 10:54:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando olhamos para as quatro décadas de história da Vila Galé, percebemos que o nosso percurso até nos tornarmos o segundo maior grupo hoteleiro português foi feito com um compromisso muito claro: o de sermos, de facto, uma &#8220;marca de vida&#8221; para quem nos escolhe. A nossa capacidade de inovar e de nos mantermos relevantes [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Quando olhamos para as quatro décadas de história da Vila Galé, percebemos que o nosso percurso até nos tornarmos o segundo maior grupo hoteleiro português foi feito com um compromisso muito claro: o de sermos, de facto, uma &#8220;marca de vida&#8221; para quem nos escolhe.</span></p>
<hr />
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa capacidade de inovar e de nos mantermos relevantes não nasce de uma obsessão com tendências efémeras, mas sim de uma vontade constante de fazer diferente, acrescentando valor real ao mercado e ao País. Inovar, na Vila Galé, assume contornos profundos e estruturais. Passa pela sensibilidade ímpar de recuperar património histórico em ruínas, como conventos, palácios e edifícios emblemáticos, e devolvê-los às comunidades sob a forma de hotéis com alma, plenos de história e requinte – um conceito que temos vindo a consolidar com enorme orgulho. Passa também pela criação de conceitos temáticos que homenageiam a cultura, a música, a pintura ou a poesia, transformando os corredores e os quartos dos nossos hotéis em autênticas galerias de conhecimento. E, naturalmente, esta capacidade de inovar reflete-se na nossa ambição de levar a hospitalidade e a portugalidade muito além das nossas fronteiras, com uma presença fortemente consolidada de norte a sul do Brasil e, mais recentemente, em geografias desafiantes e estimulantes como Cuba e Espanha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje em dia, o consumidor atual é altamente informado e exigente: não procura apenas um quarto para dormir; procura viver algo que tenha significado, que desperte os sentidos e que conte uma história. É precisamente neste ponto que o nosso propósito corporativo se cruza de forma harmoniosa com a nossa assinatura de marca – &#8220;Sempre perto de si&#8221;. Muito mais do que uma assinatura de comunicação, este é o barómetro da nossa operação diária. A autenticidade da marca constrói-se nos detalhes que o cliente perceciona a cada momento. Está no sorriso genuíno de quem recebe, na gastronomia que faz questão de respeitar as raízes e os produtores locais, e nas experiências complementares que oferecemos, desde a tranquilidade proporcionada pelos nossos spas Satsanga, ao universo mágico do Club Nep, que garante que os nossos hóspedes mais pequenos criam as suas primeiras grandes memórias de férias connosco. Estende-se ainda até à nossa ligação à terra, materializada através da produção dos nossos próprios vinhos e azeites (Santa Vitória e Val Moreira), que levam à mesa dos clientes o sabor autêntico das regiões onde operamos. Acreditamos que a verdadeira experiência Vila Galé é desenhada para criar laços emocionais inquebráveis, transformando uma simples estadia turística numa relação de confiança a longo prazo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sendo a hotelaria um setor umbilicalmente ligado à evasão, ao lazer e à quebra de rotinas, o grande e complexo desafio é conseguir manter a marca presente e relevante na vida das pessoas mesmo quando estas se encontram focadas no seu dia a dia, nos meses em que não estão de férias. A forma como nos mantemos top-of-mind faz-se através da construção de uma narrativa emocional contínua. Queremos que a lembrança daquele fim de semana especial a dois, do evento corporativo que superou expectativas ou das férias grandes em família se converta em advocacia de marca e numa ligação permanente. Trabalhamos esta proximidade quotidiana de forma estratégica, destacando-se o papel do Clube Vila Galé, que, mais do que um mero programa de fidelização transacional, é uma verdadeira comunidade. Através de um contacto cuidado, de vantagens exclusivas e de uma comunicação que celebra as datas importantes e as conquistas dos nossos hóspedes, garantimos que a Vila Galé é o primeiro nome em que os clientes pensam, e em quem confiam, quando chega a altura de planear o seu próximo momento de descanso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para que toda esta estratégia resulte perante o escrutínio público, a nossa comunicação assenta num tripé de atuação que consideramos inegociável: consistência, criatividade e proximidade. A consistência é absolutamente fundamental para garantir que, num universo diversificado e dinâmico com mais de 50 hotéis, a nossa promessa de valor se mantém inalterada. O cliente sabe exatamente a qualidade, a segurança e a excelência com que pode contar, independentemente da unidade que escolher visitar. A criatividade, por sua vez, é o que nos permite continuar a surpreender o mercado, seja através de campanhas de marketing arrojadas, da criação de novos serviços ou de parcerias estratégicas que reforçam o nosso posicionamento. Por fim, a proximidade dita o nosso tom de voz institucional. Comunicamos de forma empática, acessível, direta e familiar. Temos muito orgulho na nossa dimensão corporativa e no impacto económico que geramos, mas fazemos questão de que o nosso tom seja sempre o de quem recebe os amigos de braços abertos na sua própria casa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O turismo contemporâneo exige uma capacidade única de diálogo intergeracional. Como atraímos as novas gerações – a Geração Z e os Millennials – sem descurar ou afastar as famílias e os clientes que nos acompanham fielmente desde a nossa fundação? A resposta não está em ruturas bruscas, mas sim nos compromissos que assumimos com o mundo e na forma como nos adaptamos aos novos valores da sociedade. Sabemos que os públicos mais jovens avaliam as marcas pelas suas práticas reais e pelo impacto que deixam no mundo; e a Vila Galé tem respondido a esta exigência não com grandes discursos, mas com ações concretas: a aposta crescente no agroturismo, a implementação de medidas de eficiência energética, e o compromisso de dinamizar a economia e a contratação nas regiões onde abrimos novos hotéis. Partilhamos as preocupações das novas gerações com o futuro sustentável, mas sabemos que a verdadeira fidelização acontece quando cruzamos estas práticas modernas com a nossa hospitalidade clássica, calorosa e irrepreensível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Olhando para as próximas décadas, temos a certeza de que o nosso foco vai manter-se inabalável em três eixos vitais. O primeiro é o crescimento sustentado e responsável, garantindo que cada novo projeto do grupo continua a acrescentar valor económico, cultural e social à sua região, respeitando a sua identidade. O segundo é o aprofundamento da personalização da experiência, procurando conhecer cada vez melhor os hábitos, os gostos e as expectativas de quem nos visita, para podermos antecipar desejos. Mas o terceiro pilar, e inegavelmente o mais importante, continuará a ser o capital humano. A nossa relevância futura assentará sempre na contínua valorização das nossas equipas, na sua formação e no seu bem-estar. Num mundo que caminha a passos largos para uma digitalização e automação quase totais, acreditamos que o tempo, o sorriso autêntico, a disponibilidade e a empatia continuam a ser o maior luxo que podemos oferecer a alguém. As grandes marcas, aquelas que ficam para sempre na nossa vida, são e serão sempre feitas de pessoas para pessoas, e essa continuará a ser, incondicionalmente, a grande essência da Vila Galé.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Francisca Calado, responsável de Comunicação da Vila Galé</span></i></p>
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		<title>MEO: Quando a tecnologia ganha alma</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/meo-quando-a-tecnologia-ganha-alma/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 11:17:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Inovar, para a MEO, significa criar soluções que tornem a vida mais simples, fluida e significativa. A marca acompanha e lidera a transformação digital em Portugal – investindo continuamente nas melhores redes e em tecnologias de vanguarda – para garantir que a inovação é um facilitador silencioso dos momentos que realmente importam. A liderança da [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Inovar, para a MEO, significa criar soluções que tornem a vida mais simples, fluida e significativa. A marca acompanha e lidera a transformação digital em Portugal – investindo continuamente nas melhores redes e em tecnologias de vanguarda – para garantir que a inovação é um facilitador silencioso dos momentos que realmente importam. A liderança da MEO em performance 5G, reconhecida pelo “Barómetro Anual nPerf” em 2026, a inovação com IA no apoio técnico ou o projeto “Música com Sentido” (vencedor do Grande Prémio Nacional de Sustentabilidade 2026) são provas disso mesmo: tecnologia de ponta colocada com intenção ao serviço da sociedade e das pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A tecnologia evolui e os hábitos mudam, mas a necessidade de estar presente, partilhar e pertencer permanece. A MEO considera que se mantém relevante porque consegue cruzar essa vanguarda tecnológica com uma proximidade humana autêntica, garantindo que a inovação continua a ter alma.</span></p>
<p><b>A relevância e o sentido</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num ecossistema saturado de estímulos e mensagens digitais, o grande desafio já não é apenas ser visto ou ter a melhor especificação técnica, mas sim ser relevante e sentido. As marcas que permanecem na memória coletiva, de acordo com a MEO, são as que constroem uma ligação emocional genuína e que sabem estar presentes nos momentos que mais contam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A insígnia procura construir essa memória através da confiança, da consistência e da participação ativa na cultura do País. Seja através do apoio ao desporto, à música e ao entretenimento – deixando de ser mero patrocinador para ser facilitador da experiência dos fãs –, seja na resposta do dia a dia a necessidades essenciais de famílias e empresas, o objetivo da MEO é fazer parte da vida dos portugueses de forma autêntica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É esta visão que se traduz no posicionamento da marca: “A vida é melhor quando estamos presentes”. Num mundo hiperconectado e por vezes ruidoso, a MEO afirma-se como a marca que usa a tecnologia não para prender as pessoas aos ecrãs, mas para as ajudar a viver melhor e mais presentes na sua própria vida. É este equilíbrio entre inovação útil e proximidade emocional que transforma uma utility numa love brand.</span></p>
<p><b>Voz e valores reconhecíveis</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A proliferação de pontos de contacto exige às marcas um esforço duplo: flexibilidade para falar a linguagem de cada canal e uma enorme disciplina para manter a coerência da sua essência. Independentemente de estar na televisão, nas redes sociais, num festival de música ou num evento tecnológico, a MEO defende que a sua voz e os seus valores têm de ser imediatamente reconhecíveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A marca garante essa consistência através de uma narrativa unificada e focada nas pessoas. Adapta depois os formatos, as linguagens e os conteúdos às especificidades de cada audiência e subcultura, ouvindo primeiro as comunidades para interagir com autenticidade. A criatividade é a ferramenta que permite à MEO traduzir um conceito transversal em histórias marcantes, tornando a marca próxima e humana tanto em momentos de grande alcance como em interações do quotidiano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Falando de forma diferente em cada contexto, mas sempre com o mesmo propósito: colocar a comunicação ao lado do consumidor, de forma transparente, empática e relevante.</span></p>
<p><b>À conquista das novas gerações</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A história de uma marca é um ativo valioso, mas a relevância futura conquista-se no presente. As novas gerações não procuram discursos institucionais; procuram autenticidade, propósito, utilidade real, e marcas que respeitem a sua individualidade e o seu estilo de vida.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a MEO, a chave está em compreender que a sua identidade não se esgota nas tecnologias de cada época, mas sim na missão contínua de aproximar pessoas e potenciar paixões. A insígnia liga-se aos mais jovens, participando ativamente nos territórios que eles valorizam, como a música, o surf, os e-sports ou a sustentabilidade; atuando como parceiros e incentivadores de comunidades (fandoms); e dando palco ao novo talento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O segredo de uma marca com história é honrar a sua herança de confiança e liderança, mantendo a coragem de se reinventar continuamente. A MEO mostra às novas gerações que a sua tecnologia existe para lhes dar liberdade e presença, conectando-as com o que é mais autêntico no seu mundo.</span></p>
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		<title>Cofidis: Há marcas que fazem parte da rotina. E há marcas que fazem parte da nossa história</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/cofidis-ha-marcas-que-fazem-parte-da-rotina-e-ha-marcas-que-fazem-parte-da-nossa-historia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2026 10:29:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando pensamos nas marcas que fazem parte da nossa vida, é natural lembrarmo-nos daquelas que nos acompanham diariamente. Estão nos pequenos gestos do dia a dia, nos produtos que utilizamos quase sem pensar e nas escolhas que repetimos por hábito. Mas há marcas que ocupam um lugar diferente. Não porque estejam mais presentes, mas porque [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Quando pensamos nas marcas que fazem parte da nossa vida, é natural lembrarmo-nos daquelas que nos acompanham diariamente. Estão nos pequenos gestos do dia a dia, nos produtos que utilizamos quase sem pensar e nas escolhas que repetimos por hábito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas há marcas que ocupam um lugar diferente. Não porque estejam mais presentes, mas porque aparecem em momentos que têm um significado especial. Momentos de mudança, de conquista ou de novos começos. E esses momentos ficam connosco muito depois de terem acontecido.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É por isso que as marcas da nossa vida não se medem pela frequência com que comunicam, nem pelo número de vezes que entram em contacto com os consumidores. Medem-se pela relevância que conseguem ter quando realmente faz diferença, e pelas emoções que provocam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de quase 30 anos em Portugal, a Cofidis tem ajudado milhares de pessoas a concretizar os seus projetos, construindo uma relação assente na proximidade, na confiança e na capacidade de evoluir com as necessidades dos seus clientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;As pessoas podem esquecer uma campanha publicitária ou uma promoção. Mas dificilmente esquecem como uma marca que esteve presente num momento importante da sua vida os fez sentir&#8221;</span><i><span style="font-weight: 400;">, </span></i><span style="font-weight: 400;">afirma a diretora de Marketing e Clientes da Cofidis, Martta Oliveira.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estar presente num momento importante da vida de uma pessoa exige muito mais do que notoriedade. Exige conquistar o direito de fazer parte da vida das pessoas. E esse direito é um direito que só se conquista através da confiança, construída com consistência ao longo do tempo. Exige cumprir, todos os dias, aquilo que a marca promete. Porque a confiança não nasce de um único momento. Constrói-se ao longo do tempo, através da soma de experiências positivas, da clareza da comunicação, da transparência das decisões e da capacidade de responder às necessidades reais das pessoas.</span></p>
<p><b>A relevância</b> <b>de fazer parte da história</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No setor financeiro, esta responsabilidade ganha uma dimensão muito particular. As pessoas não procuram uma instituição financeira apenas para contratar um produto. Procuram-na porque querem concretizar um projeto de vida. Remodelar a casa, investir na educação, adquirir um automóvel ou responder a uma necessidade inesperada. Por detrás de cada decisão, existe sempre uma pessoa, uma história e uma expectativa em relação ao futuro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É precisamente neste território que a Cofidis procura construir a sua relação com os clientes. Mais do que disponibilizar soluções financeiras, o objetivo é acompanhar pessoas em etapas importantes das suas vidas, contribuindo para que possam concretizar os seus projetos com confiança e segurança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O verdadeiro valor de uma marca mede-se pelo impacto positivo que consegue ter na vida das pessoas. Quando ajudamos alguém a concretizar um projeto importante, deixamos de fazer parte apenas de uma decisão. Passamos a fazer parte dessa história&#8221;, defende Martta Oliveira</span><b>.</b></p>
<p><b>Inovação como reforço de confiança</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Naturalmente, este lugar não se conquista uma vez para sempre. Os consumidores evoluem. A tecnologia transforma-se. As expectativas mudam. E as marcas têm de acompanhar essa evolução sem perder aquilo que as torna reconhecíveis.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inovação só faz sentido quando melhora verdadeiramente a experiência do cliente e reforça a confiança que este deposita na marca. Na Cofidis, inovar nunca significou mudar por mudar. Significa encontrar novas formas de responder às necessidades das pessoas, simplificando processos, tornando a experiência mais intuitiva e eliminando barreiras que ainda hoje existem na relação com os serviços financeiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, essa experiência constrói-se em muitos pontos de contacto. Uma campanha, um simulador digital, uma conversa com um colaborador, uma visita a uma loja ou um contacto telefónico contribuem, todos eles, para a perceção que cada pessoa cria da marca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, o desafio já não passa apenas por comunicar em múltiplos canais. Passa por orquestrar experiências que garantam que a marca é reconhecida da mesma forma em todos eles: próxima, simples, transparente e coerente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como refere a responsável, &#8220;a consistência é uma das maiores demonstrações de respeito pelos consumidores. As pessoas esperam inovação, mas esperam, acima de tudo, reconhecer a marca em cada experiência que vivem&#8221;.</span></p>
<p><b>Evoluir sem perder coerência</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta realidade torna-se ainda mais evidente quando se olha para as novas gerações. É verdade que mudaram os hábitos de consumo, os canais preferidos e a forma como as pessoas interagem com as marcas. Mas aquilo que procuram continua a ser surpreendentemente semelhante ao que sempre valorizámos enquanto consumidores: autenticidade, simplicidade, transparência e confiança.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Conquistar novos consumidores não significa reinventar permanentemente a identidade da marca. Significa saber expressar os mesmos valores através de novas linguagens, novas tecnologias e novas experiências, mantendo intacta a sua essência. É essa capacidade de evoluir sem perder coerência que permite a uma marca continuar relevante ao longo do tempo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num mercado cada vez mais competitivo, onde as escolhas se multiplicam e a atenção é um recurso escasso, o maior desafio das marcas já não é apenas continuar a inovar. É continuar a merecer um lugar na vida das pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porque as marcas da nossa vida não vivem apenas das boas memórias que ajudaram a construir. Vivem da capacidade de continuar a merecer esse lugar, todos os dias. No final, as marcas da nossa vida não são necessariamente aquelas que vemos mais vezes. São aquelas que ficam associadas a alguns dos momentos mais importantes da vida das pessoas. E esse é um lugar que nenhuma campanha conquista por si só. Conquista-se todos os dias, através da confiança, da consistência e da capacidade de estar presente quando realmente importa.</span></p>
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		<title>SIC: Evoluir sem perder a essência</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/sic-evoluir-sem-perder-a-essencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Sep 2026 08:14:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A SIC mantém a sua relevância graças à consistência dos valores da sua identidade. Fundada em 1992, enquanto primeiro canal de televisão privado em Portugal, a SIC ajudou a transformar o panorama audiovisual português e acompanha há mais de três décadas a vida de várias gerações.   Com mais de 650 prémios, a marca pauta pela [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A SIC mantém a sua relevância graças à consistência dos valores da sua identidade. Fundada em 1992, enquanto primeiro canal de televisão privado em Portugal, a SIC ajudou a transformar o panorama audiovisual português e acompanha há mais de três décadas a vida de várias gerações.  </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com mais de 650 prémios, a marca pauta pela valorização da diversidade de vozes, produção de conteúdos originais, independência editorial e compromisso com a verdade. Paralelamente, aposta na inovação, através da adaptação tecnológica, da diversificação de formatos e do acompanhamento das novas tendências e hábitos de consumo, mantendo sempre a essência da marca. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A SIC promove desde a sua génese valores como a credibilidade, proximidade e autenticidade. Estes princípios refletem-se nos conteúdos que produz e na criação de experiências relevantes para o público. Com o objetivo de estar sempre na primeira fila, a SIC tem vindo a reinventar a forma como se relaciona com os seus telespectadores, apostando em experiências reais e promovendo a ligação à cultura, à música e ao entretenimento. Em 2026, a SIC reforça a sua presença no território da cultura, da música e do entretenimento através de um número recorde de parcerias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este compromisso reflete-se também na aposta contínua no projeto Tribeca Festival Lisboa, que está a caminho da sua terceira edição. Esta iniciativa reforça o posicionamento da SIC como uma marca inovadora, próxima do público e comprometida com a criatividade e o talento.</span></p>
<p><b>Principais desafios</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A criação de conteúdos relevantes e capazes de responder aos interesses de diferentes públicos assume-se como uma prioridade estratégica. Neste contexto, a SIC tem desenvolvido um trabalho consistente, procurando oferecer uma programação diversificada. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A SIC aposta em projetos diferenciadores e em iniciativas de responsabilidade social, através da SIC Esperança, uma IPSS de utilidade pública que há mais de 20 anos promove projetos de solidariedade e responsabilidade social em todo o País. A SIC assume também um papel ativo na promoção da literacia mediática, através de projetos como o SIC Explica-me, da SIC Notícias, que procura explicar temas da atualidade de forma clara e acessível, contribuindo para uma sociedade mais informada e consciente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A marca continua a produzir conteúdos que marcam gerações e permanecem na memória dos portugueses, como os Globos de Ouro, que este ano celebram 30 edições; e a ficção nacional, que estabelece uma forte ligação emocional com o público e integra o quotidiano de muitas famílias. Ao longo dos anos, esta aposta deu origem a sucessos reconhecidos dentro e fora de Portugal, tal como Laços de Sangue, distinguida com um Emmy Internacional, reforçando a relevância cultural da SIC.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também a diversidade dos seus canais temáticos (SIC Notícias, SIC Mulher, SIC Radical, SIC K, SIC Caras e SIC Novelas) permite responder aos interesses de diferentes segmentos de audiência, consolidando a sua relevância no setor audiovisual.</span></p>
<p><b>Multiplicação de canais e formatos</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A SIC procura equilibrar consistência, criatividade e proximidade através de uma comunicação multicanal, emocional e próxima. A marca investe em campanhas institucionais, digitais e promocionais, com o objetivo de consolidar a sua identidade e fortalecer a relação com os diferentes públicos. A consistência da sua comunicação visual e editorial, aliada à capacidade de adaptação às diversas plataformas, assegura uma presença sólida, coerente e envolvente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro dos seus principais ativos são os seus rostos, que personificam os valores da marca e estabelecem uma relação de proximidade e confiança com os espectadores. Em simultâneo, a aposta em formatos inovadores, projetos de branded content e ativações em eventos permite alcançar públicos cada vez mais diversificados.</span></p>
<p><b>A acompanhar as novas gerações</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A SIC tem acompanhado a evolução dos hábitos de consumo através da diversificação da sua oferta e da aposta na inovação. Em 2020, lançou a OPTO, a primeira plataforma de streaming criada por um canal de televisão português, disponibilizando conteúdos exclusivos, séries, documentários e acesso antecipado a produções de ficção. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A produção de</span> <span style="font-weight: 400;">podcasts é também uma área estratégica, reunindo conteúdos de informação, entretenimento e cultura. Esta aposta tem permitido à SIC afirmar-se como uma das marcas de referência no mercado português de podcasts, liderando o ranking “PodScope” da Marktest há vários meses consecutivos. Além disso, parte da programação televisiva encontra-se disponível em formato áudio, oferecendo maior flexibilidade ao público para acompanhar os conteúdos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Paralelamente, a SIC tem reforçado a sua presença nas redes sociais e nas plataformas digitais, adaptando a comunicação a cada canal e criando conteúdos direcionados para públicos mais jovens e digitalmente conectados, garantindo uma comunicação 360º e criando relações mais próximas, dinâmicas e contínuas com os seus espectadores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta capacidade de se renovar sem perder a ligação emocional construída ao longo de décadas é um dos seus principais ativos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para uma marca continuar a fazer parte da vida dos consumidores, é necessário ter a capacidade de evoluir sem perder a identidade. A proximidade com o público e a capacidade de adaptação são motores da relevância e da longevidade. Contactam diariamente com os canais SIC mais de 4,7 milhões de pessoas (dado GFK), o que reflete a força da marca e a sua capacidade de gerar envolvimento emocional com públicos diversos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que um canal de televisão, a SIC tornou-se uma presença constante na vida de várias gerações de portugueses. Porque as marcas da nossa vida não são apenas aquelas que conhecemos. São aquelas de que nos lembramos. E a SIC é uma marca da vida de todos nós.</span></p>
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		<title>RAR Açúcar: A receita da longevidade</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/rar-acucar-a-receita-da-longevidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Sep 2026 10:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A RAR tem mais de 60 anos de história e uma presença muito forte na vida dos portugueses. “O nosso desafio é preservar o seu legado e garantir que continua relevante para as próximas gerações. Para isso, procuramos equilibrar três dimensões: confiança no que somos, capacidade de adaptação ao presente e visão de futuro”, avança [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A RAR tem mais de 60 anos de história e uma presença muito forte na vida dos portugueses. “O nosso desafio é preservar o seu legado e garantir que continua relevante para as próximas gerações. Para isso, procuramos equilibrar três dimensões: confiança no que somos, capacidade de adaptação ao presente e visão de futuro”, avança o porta-voz da insígnia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de mais de seis décadas nos lares portugueses, a RAR Açúcar sempre esteve presente em diversos momentos do quotidiano das famílias: na cozinha, na mesa, nos pequenos gestos do dia a dia, e nos momentos celebração e conforto. “Mantivemos essa relevância porque nunca deixámos de investir, seja em qualidade e eficiência industrial, seja, mais recentemente, na forma como comunicamos com os consumidores. A inovação, para nós, não significa romper com a memória afetiva da marca, mas evoluir para um território de comunicação mais humano, próximo e culturalmente relevante, reforçando o nosso papel não apenas como ingrediente essencial na cozinha, mas também como símbolo dos momentos doces que fazem parte das relações, memórias e rotinas das pessoas”, explica Marco Costa, garantindo que hoje “as marcas já não competem apenas por quota de mercado. Competem por relevância, confiança e significado”.</span></p>
<p><b>Idade da reinvenção</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A RAR Açúcar apresentou recentemente um rebranding da marca, com atualização do logotipo e novo packaging, num processo de renovação visual, que começou entre 2024 e 2025. Nasceu da perceção de que a marca precisava de atualizar a sua linguagem para continuar relevante junto dos consumidores de hoje, sem nunca perder a sua identidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Atualizámos o logótipo e o packaging para uma leitura mais contemporânea, mas rapidamente percebemos que a mudança visual, por si só, não bastava, e era preciso dar à marca uma voz e um território emocional próprios. Foi esse o racional que nos levou, na sequência do rebranding, a lançar em junho a nova assinatura ‘A Vida É Doce’: um convite à indulgência, ao prazer de viver e à valorização dos pequenos gestos, pondo sempre em perspetiva o lado positivo, mesmo quando estamos num cenário adverso. Queremos dar uma nova dimensão à marca, com relevância emocional, e posicioná-la num território de otimismo.” O objetivo, segundo o diretor comercial e de Marketing, é muito simples: “garantir que a RAR continua a merecer um lugar na vida dos portugueses para os próximos 60 anos”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nascida em 1962 e com uma longa e rica história junto dos consumidores, a RAR Açúcar pretende garantir que continua a fazer parte da vida dos portugueses nas próximas décadas, tal como fez nas últimas seis. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Acreditamos que as marcas têm hoje um papel que vai além do produto. Num contexto particularmente exigente para as pessoas, quisemos construir uma comunicação positiva, humana e próxima. ‘A Vida É Doce’ nasce desta reflexão: num mundo em que tudo parece exigir demasiado, encontrar motivos para sorrir tornou-se essencial”, considera. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Marco Costa, a nova assinatura representa exatamente essa capacidade de reconhecer valor nos pequenos momentos e de reforçar a ligação emocional da RAR com os consumidores, não apenas à mesa, mas também nas emoções, nas relações e nos momentos que tornam os dias mais doces. “‘A Vida É Doce’ não é uma campanha, é uma estratégia para o futuro da marca”, acrescenta.</span></p>
<p><b>Estratégia integrada e omnicanal</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num mercado cada vez mais competitivo, o maior desafio para manter a insígnia presente no dia a dia das pessoas e, sobretudo, na sua memória é conquistar momentos de atenção indisputada com os consumidores, já que vivemos num contexto de excesso de estímulos e de multiplicação de canais, nos quais é cada vez mais difícil criar memória de marca duradoura. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A isso soma-se a pressão constante da concorrência e das marcas próprias, num mercado onde o produto pode facilmente ser percecionado como indiferenciado. Por isso, desenhámos uma estratégia integrada e omnicanal, orientada para a proximidade com diferentes gerações de consumidores: presente em outdoors, redes sociais, plataformas de streaming como o Disney+, pontos de venda e ativações com influenciadores”, explica o responsável da RAR Açúcar, revelando que “o objetivo não é apenas estar na prateleira, mas estar no significado que a marca cria para cada geração”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Procuramos garantir que, independentemente do canal ou formato, existe sempre um fio condutor claro: a mensagem de ‘A Vida É Doce’ e os valores que lhe estão associados”, justifica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta nova fase de comunicação teve origem no movimento “Olá, Doce”, um teaser desenvolvido para gerar proximidade emocional e interação espontânea no espaço público e nas redes sociais, através de mensagens simples e positivas – e que evoluiu depois para a plataforma mais transversal e omnicanal que é &#8220;A Vida É Doce&#8221;. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A partir daí, adaptamos a linguagem a cada contexto: nos canais digitais e no streaming, apostamos numa comunicação mais leve e próxima, pensada para chegar aos mais jovens; e nos outdoors e no ponto de venda, privilegiamos formatos mais diretos e emotivos. O equilíbrio está em manter a coerência da mensagem central, sem sacrificar a criatividade que cada canal exige. As marcas mais fortes não são necessariamente aquelas que comunicam mais, são aquelas que conseguem ser mais relevantes na vida das pessoas”, partilha Marco Costa.</span></p>
<p><b>O valor da autenticidade</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para uma marca continuar a fazer parte da vida dos consumidores nos próximos anos, o diretor comercial e de Marketing da RAR Açúcar acredita ser essencial preservar a autenticidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As marcas que perduram, de acordo com Marco Costa, são as que conseguem manter uma promessa genuína ao longo do tempo, sem se tornarem oportunistas ou distantes da sua própria história. Porque num mundo cada vez mais acelerado, mais digital e cada vez com mais “buzz”, as pessoas procuram marcas verdadeiras. “No nosso caso, isso significa continuar a ser uma marca que valoriza os pequenos gestos, o afeto e os momentos simples da vida, porque é isso, no fundo, que ‘A Vida É Doce’ representa: a nossa ambição de continuar a fazer parte da vida dos portugueses, e não apenas à mesa, mas nas emoções, nas suas memórias, nas relações e nos momentos que tornam os dias mais doces, nos próximos 60 anos”, conclui.</span></p>
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		<title>Renascença ambiciona saudade</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/renascenca-ambiciona-saudade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2026 08:18:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
		<category><![CDATA[media]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma companhia pode ser transitória, circunstancial, ajustada a um tempo e a um modo. O que ambicionamos para a Renascença é muito mais do que isso: ambicionamos o “sentir a falta de”, o desejo da presença, a vontade de prolongar um momento porque nos sentimos bem com a escuta ou com a leitura; ambicionamos a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Uma companhia pode ser transitória, circunstancial, ajustada a um tempo e a um modo. O que ambicionamos para a Renascença é muito mais do que isso: ambicionamos o “sentir a falta de”, o desejo da presença, a vontade de prolongar um momento porque nos sentimos bem com a escuta ou com a leitura; ambicionamos a saudade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este é o nosso desejo para a Renascença: ser, em liberdade, uma marca multiplataforma que assume a sua história, mas que responde às necessidades das pessoas em cada momento, sempre a reinventar-se. Uma marca presente, respondendo de forma consistente ao dia a dia das pessoas, quer do ponto de vista formal e técnico, quer do ponto de vista dos conteúdos. Uma marca próxima, permanentemente inquieta por fazer melhor e dotada de personalidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E como fazemos isto? O que pretendemos? A Renascença é um meio de comunicação social multiplataforma, fiel à sua essência e com uma missão própria: dar uma perspetiva positiva da vida e nunca faltar à verdade. Pretende ser um meio de comunicação de confiança. Hoje, mais do que nunca, a confiança é o fator decisivo para que a audiência esteja connosco.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Desenvolvemos o nosso trabalho numa lógica multiplataforma, procurando estar presentes numa oferta 360º, na qual nos pretendemos distinguir pela forma, interesse, originalidade, irreverência e credibilidade dos conteúdos, seja na animação, seja na informação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sempre na procura de novas soluções que respondam às expectativas da audiência, desenvolvemos estratégias originais para a difusão dos conteúdos, tanto no digital como na rádio. Por exemplo, inovámos na forma de apresentar os noticiários. Hoje, são muito mais conversados e diretos, num posicionamento totalmente diferenciado da concorrência – algo que iniciámos há dez anos. A forma não altera o conteúdo, mas torna-o mais próximo das pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na programação, a estratégia é igualmente diferenciada. Procuramos cumplicidade, envolvência, irreverência e animadores apaixonados pela rádio. Pensemos no programa “As Três da Manhã” – com a Ana Galvão, a Joana Marques e a Inês Lopes Gonçalves –, no José Coimbra e na Asize Topal, no Paulo Fragoso, na Inês Nogueira e no Daniel Leitão, na Sónia Santos ou no Paulino Coelho – apenas para citar alguns exemplos. A paixão pela rádio está presente em cada um deles, em cada abertura de microfone, sempre através de uma comunicação contemporânea, cúmplice e próxima e de um espírito de inovação que tem reinventado a rádio – a Renascença.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E quando olhamos para os 89 anos da Renascença, percebemos que a paixão pela rádio, a paixão pela comunicação, é o que nos distingue e a chave do nosso percurso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um posicionamento que remete para a essência da marca, seja para a sua fundação, há 89 anos, seja para os diferentes posicionamentos que assumiu ao longo das décadas. Nesse sentido, o slogan escolhido para o recente rebranding da marca – “Renascença Sempre Nunca igual” – é a síntese perfeita da sua história e do seu futuro: ser, em cada momento, uma marca que se reinventa na procura de responder sempre às necessidades da audiência nas diferentes plataformas.</span></p>
<p><em>Pedro Leal, diretor-geral de Produção</em></p>
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		<title>Dez anos a fazer acontecer: A pro(u)d e o papel do consultor de produção audiovisual</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/dez-anos-a-fazer-acontecer-a-proud-e-o-papel-do-consultor-de-producao-audiovisual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 11:43:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; Dez anos depois, como resumem este percurso? Joana Leitão e Tareca Machado &#124; Começámos com a convicção de que faltava alguém que falasse a língua da criatividade e da operação, sem conflitos de interesse. A primeira marca a confiar na pro(u)d foi a McDonald&#8217;s, temos sempre presente esse reconhecimento, porque foi a marca [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Briefing | Dez anos depois, como resumem este percurso?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Joana Leitão e Tareca Machado |</strong> Começámos com a convicção de que faltava alguém que falasse a língua da criatividade e da operação, sem conflitos de interesse. A primeira marca a confiar na pro(u)d foi a McDonald&#8217;s, temos sempre presente esse reconhecimento, porque foi a marca que nos permitiu demonstrar o valor do nosso trabalho e construir credibilidade no mercado. A partir daí, crescemos de forma muito orgânica. Grande parte dos clientes que chegaram à pro(u)d vieram por recomendação ou através de profissionais que, entretanto, assumiram responsabilidades noutras marcas e mantiveram a relação connosco. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este crescimento sustentado é uma das maiores validações do nosso trabalho. Queríamos mais estrutura, metodologia e uma voz própria enquanto categoria. Foi isso que fomos construindo e que nos permitiu crescer com marcas como a Sociedade Central de Cervejas, Worten, Continente, Wells, IKEA, Leroy Merlin e Grupo Brisa. Olhando para trás, concluímos que, quando existe método consolidado, as ideias chegam mais longe. E quando existe alguém focado exclusivamente em encontrar as melhores soluções de produção para cada desafio, as marcas ganham eficiência e, muitas vezes, melhores resultados. Este percurso também ajudou a afirmar o papel do consultor de produção como parceiro estratégico na tomada de decisões que fazem a diferença na qualidade final de um projeto.</span></p>
<p><b>Qual é o papel do consultor num mercado publicitário tão exigente?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É um papel de tradução e de proteção. O mercado ficou muito mais complexo: multiplicaram-se os formatos, os canais, as exigências técnicas; e a pressão sobre orçamentos e prazos não parou de crescer. Nenhum departamento interno consegue dominar só todo este craft, da pré à pós-produção, passando por direitos, logística e procurement. O consultor é uma espécie de sistema nervoso central entre o brief criativo e a execução técnica. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Resolvemos as fricções clássicas (criatividade versus orçamento, timings de marketing versus tempos reais de produção) sem perder qualidade criativa nem eficiência operacional. Temos feito parcerias com as agências criativas dos nossos clientes e todos, enquanto equipa, construído relações de confiança; e fazemo-lo com uma vantagem estrutural, porque não temos interesse comercial na produtora escolhida, o nosso</span> <span style="font-weight: 400;">único compromisso é com o resultado da marca, e com isso a sua agência também ganha. Por outro lado, a proximidade à Associação de Produtores de Publicidade, às produtoras, aos realizadores, aos técnicos e aos restantes fornecedores do mercado audiovisual também é uma parte essencial da nossa função. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Procuramos acompanhar o que está a acontecer no mercado, conhecer novos talentos, e perceber novas formas de produção, novas tecnologias e novas metodologias de trabalho. Só assim conseguimos aconselhar as marcas com conhecimento verdadeiramente atualizado e uma visão abrangente do mercado.</span></p>
<p><b>Há quem ainda associe a consultoria a &#8220;poupar dinheiro&#8221;. Concordam?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É um equívoco. O nosso valor não está em baixar preços, está em garantir que o investimento é o correto, justificado e alinhado com o resultado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um orçamento pode estar barato, mas mal dimensionado. Pode estar caro, mas perfeitamente justificado pela exigência técnica do projeto. Sem uma curadoria independente, a marca não tem forma de distinguir uma situação da outra. O problema nunca foi pagar menos, mas pagar o certo. E &#8220;pagar certo&#8221; significa perceber se o talento do realizador e setup técnico está mesmo alinhado com o objetivo criativo, coisa que não aparece numa folha de Excel – é conhecimento de craft. Para exigências de projeto e de formatos fora dos mais tradicionais, temos vindo a montar a equipa certa para viabilizar. Com isso conseguimos uma produção especializada que consegue corresponder ao briefing e ao orçamento, trazendo inputs de desenho de produção mais leves e ágeis.</span></p>
<p><b>Conseguem dar um exemplo concreto do que significa &#8220;investir certo”?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Significa eficácia. Tínhamos um projeto com uma ideia sólida e um budget controlado, sem margem para grandes ambições ou rasgos de produção. Mas havia uma oportunidade de mercado clara e um timing para a executar no tom certo. O trabalho foi perceber onde é que aquele investimento, limitado, podia gerar o máximo impacto criativo possível. O resultado não foi um projeto mais barato, foi um projeto mais certo. Esse alinhamento traduziu-se, mais tarde, num Leão de Ouro em Cannes no ano passado. </span></p>
<p><b>Como garantem esse rigor no dia a dia?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com método e muito amor à camisola! Cada projeto começa com objetivos claros, alinhados com as expectativas do cliente e um cronograma realista que considera todas as etapas da produção. Há sempre uma conversa com a agência criativa para alinharmos expectativas e o bom funcionamento do workflow. Mantemos registos atualizados e usamos documentos detalhados para garantir que todas as partes estão a falar da mesma coisa. Na escolha da pool, procuramos sempre o perfil técnico e criativo mais adequado a cada projeto. E é mandatório respeitar direitos de imagem e autorais, garantir que as condições de produção estão legalmente autorizadas e seguras, e proteger a confidencialidade da informação que nos é confiada. Este conjunto de pequenas disciplinas já era, na prática, um sistema de gestão da qualidade, só que ainda não estava certificado.</span></p>
<p><b>Por que decidiram avançar agora para a certificação ISO 9001?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porque sentimos que era a evolução natural da pro(u)d. Ao longo destes dez anos, temos partilhado o mercado com outros players da área, cada um com grandes clientes, métodos de trabalho e formas de estar diferentes</span><b>,</b><span style="font-weight: 400;"> mas sempre em benefício do seu cliente</span><b>.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das nossas maiores aprendizagens foi saber adaptar-nos às diferentes necessidades e exigências de cada cliente, integrando-nos nos seus processos, e acrescentando valor sem perder a nossa independência e rigor. Essa experiência permitiu-nos consolidar uma metodologia própria e a certificação esteve sempre no nosso horizonte como um passo inevitável. Não surge para mudar a forma como trabalhamos, mas para formalizar e validar aquilo que já fazemos há muitos anos. Significa rigor em cada etapa do processo e um compromisso com os valores que sempre defendemos: transparência, ética e excelência técnica. Seremos a primeira consultora de produção audiovisual em Portugal com esta certificação, o que representa a passagem da experiência e da confiança construída através da reputação para uma garantia estrutural, suportada por processos claros e verificáveis por terceiros.</span></p>
<p><b>O que representa este marco para os próximos dez anos da pro(u)d?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Representa maturidade de categoria. A certificação é o nosso compromisso de que o método, o rigor e a ética que nos trouxeram até aqui não dependem só de pessoas -chave ou reputação pessoal como até aqui nesta categoria: são processo, são sistema, são garantia para quem trabalha connosco, hoje e daqui a dez anos. Se o mercado publicitário vai continuar a ficar mais complexo, mais pressionado por eficiência e mais desafiado pela automatização e pela inteligência artificial, então o nosso papel como guardiãs do craft e da confiança da marca só se torna mais essencial. E agora, com a ISO 9001, também mais fácil de confiar. </span></p>
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		<item>
		<title>Ao volante da emoção: Como a Volkswagen se mantém a &#8220;marca das nossas vidas&#8221;</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/ao-volante-da-emocao-como-a-volkswagen-se-mantem-a-marca-das-nossas-vidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 10:08:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há sons e sensações que têm o poder imediato de nos transportar no tempo. O bater característico da porta de um carro antes de iniciarmos aquela longa viagem de férias rumo ao sul, o som do motor a despertar nas madrugadas frias, ou a música a tocar baixinho enquanto a paisagem desfila veloz pela janela. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/ao-volante-da-emocao-como-a-volkswagen-se-mantem-a-marca-das-nossas-vidas/">Ao volante da emoção: Como a Volkswagen se mantém a &#8220;marca das nossas vidas&#8221;</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Há sons e sensações que têm o poder imediato de nos transportar no tempo. O bater característico da porta de um carro antes de iniciarmos aquela longa viagem de férias rumo ao sul, o som do motor a despertar nas madrugadas frias, ou a música a tocar baixinho enquanto a paisagem desfila veloz pela janela. Para milhões de famílias, estas memórias inesquecíveis partilham um elemento comum: têm um logótipo familiar cravado ao centro do volante. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Volkswagen nunca se limitou a fabricar automóveis; ao longo das décadas, tem vindo a construir o cenário de fundo das nossas vidas. Numa época em que o mercado automóvel global é inundado por uma proliferação de novas marcas sem rasto na nossa memória coletiva, a Volkswagen ergue-se com o peso e a serenidade de mais de oito décadas de história. É precisamente esta herança, tecida com fios de confiança, segurança e uma inovação constante, que a consolida como uma verdadeira e indiscutível &#8220;love brand&#8221;.</span></p>
<p><b>O peso da história num mercado em ebulição</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vivemos tempos de transformação vertiginosa. O mercado atual é um ecossistema extremamente competitivo e, a um ritmo quase diário, somos confrontados com o surgimento de novas propostas de mobilidade tentando conquistar o seu espaço através da novidade tecnológica. Em contraste absoluto com esta efemeridade, a Volkswagen apresenta-se com um legado sólido de mais de 80 anos. Contudo, a marca tem a profunda consciência de que este legado não é um troféu para colocar na prateleira, nem um ponto de chegada, mas sim uma enorme responsabilidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Como é que uma insígnia histórica consegue manter esta relevância ao longo do tempo, sem perder a agilidade e a capacidade de inovar? A resposta encontra-se na sua génese: desde a sua origem que a Volkswagen assumiu a missão de ser a &#8220;marca do povo&#8221;. É uma marca desenhada para todos, sem distinções, com o objetivo claro de acompanhar a evolução e a vida das pessoas ao longo de gerações. Recentemente, a marca atingiu o marco impressionante de 180 milhões de veículos produzidos. Muito mais do que um indicador da sua força industrial, este número traduz 180 milhões de relações e laços construídos com famílias em todo o mundo. O segredo desta longevidade no dia a dia dos consumidores é o delicado equilíbrio entre a continuidade, a fiabilidade e a capacidade de inovar, permitindo que a marca permaneça próxima da memória e das rotinas num cenário de forte concorrência. </span></p>
<p><b>O poder do propósito e da experiência</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O consumidor contemporâneo mudou de forma profunda. Já não compra apenas um meio de transporte; procura marcas que demonstrem um propósito real, que ofereçam uma autenticidade inegável e que proporcionem experiências com significado. Na Volkswagen, sabe-se que os laços emocionais não se forjam com campanhas artificiais, mas constroem-se com autenticidade, coerência e, acima de tudo, tempo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É neste contexto que o storytelling assume um papel absolutamente central em toda a estratégia de comunicação. Ao longo da sua extensa história, a Volkswagen nunca comunicou apenas máquinas ou atributos técnicos. Comunicou, sim, momentos de vida: as viagens de férias em família, o nervosismo das primeiras conquistas, a inestimável sensação de liberdade e a tranquilidade da segurança. A recente celebração dos 50 anos do icónico Volkswagen Golf é um exemplo brilhante desta capacidade de ativar o património emocional. Este marco não serviu apenas para assinalar a idade de um carro, mas sim para contar a história de um modelo que atravessa gerações e reforçar uma ligação afetiva construída ao longo de décadas. Automóveis como o Carocha, o Polo ou o Golf são muito mais do que veículos; fazem parte da memória coletiva e continuam a emocionar diferentes gerações. </span></p>
<p><b>Uma voz consistente num mundo fragmentado</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com a revolução digital, a comunicação dispersou-se por uma infinidade de canais e formatos. Equilibrar consistência, criatividade e proximidade neste ecossistema é um desafio monumental. Contudo, a estratégia da Volkswagen começa muito antes do formato escolhido: baseia-se numa identidade visual, verbal e emocional extremamente clara que atravessa todos os pontos de contacto. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A voz da Volkswagen pauta-se sempre pela clareza, pela simplicidade e por uma inegável proximidade. Independentemente de estar a comunicar num formato digital acelerado, ou de estar presente em territórios comunitários e culturais fundamentais – como é o caso das suas reconhecidas ativações na área da música –, a linguagem mantém-se fiel àquilo que a marca representa há décadas. A tecnologia e os novos canais são abraçados como ferramentas vitais, mas o verdadeiro foco nunca se desvia do essencial: a construção de relações autênticas e de relevância cultural junto das pessoas, garantindo uma presença consistente. </span></p>
<p><b>Eletromobilidade: A conquista do futuro sem perder a alma</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As novas gerações de consumidores trazem consigo novos hábitos, expectativas muito distintas e uma exigência premente por soluções sustentáveis. Como pode uma marca carregada de história seduzir estes públicos sem renegar a sua identidade? A Volkswagen responde a esta questão liderando a transição para a mobilidade elétrica de forma humana e credível, colocando as pessoas no centro da sua narrativa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A revolução elétrica na Volkswagen não é um corte com o passado, mas uma evolução responsável. A Família ID. é o expoente máximo desse compromisso para o futuro, mantendo-se profundamente ancorada nos valores clássicos de confiança, segurança e proximidade. Mas uma autêntica &#8220;love brand&#8221; sabe que a eletromobilidade tem de apaixonar. É por isso que a marca continua a reforçar a sua aposta emocional, trazendo o legado para a era da bateria. O lançamento do novíssimo ID.Polo e o entusiasmo em torno do futuro ID.Cross são a prova viva de que é perfeitamente possível conjugar o design, a irreverência e o carisma que sempre nos cativaram, com o coração elétrico que os novos tempos exigem. Estes novos ícones são a ponte perfeita entre a herança afetiva dos condutores de sempre e a consciência ambiental dos novos consumidores. </span></p>
<p><b>O fator decisivo para a próxima década</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num setor mergulhado numa transformação tecnológica acelerada, o maior desafio é manter a confiança. Se tivéssemos de identificar o fator absolutamente decisivo para que uma marca continue a fazer parte integrante da vida das pessoas nos próximos anos, a resposta seria irrefutável: a capacidade de colocar as pessoas no centro de tudo o que faz, preservando a sua autenticidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O consumidor exigirá cada vez mais transparência, fiabilidade e um compromisso com a sustentabilidade. Contudo, mais do que inovação bruta, procurará humanidade. A Volkswagen tornou-se uma marca do coração porque soube aliar a inovação contínua à simplicidade, a tecnologia à emoção, e o futuro com a memória. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A forma como nos movemos vai continuar a mudar. O futuro trará novas estradas e motores silenciosos. Mas, no fim do dia, quando fecharmos a porta e nos sentarmos ao volante para iniciar mais uma jornada, procuraremos sempre aquela sensação inconfundível de que estamos num lugar familiar e num porto seguro. Essa confiança cega e emocional não se inventa num dia. É um privilégio raro, reservado apenas àquelas marcas que, há mais de 80 anos, têm a honra de fazer parte da família.</span></p>
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		<title>Drible muda o jogo e assume-se como Revenue Marketing Agency</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/drible-muda-o-jogo-e-assume-se-como-revenue-marketing-agency/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 09:20:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
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		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Drible, agência sediada em Vila Nova de Famalicão, apresenta uma nova identidade e assume-se como Revenue Marketing Agency, numa evolução estratégica orientada para ajudar as empresas a construir sistemas de crescimento mais consistentes e previsíveis. Até agora reconhecida sobretudo pelo trabalho em marketing, branding e web, a Drible passa a acompanhar todo o percurso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Drible, agência sediada em Vila Nova de Famalicão, apresenta uma nova identidade e assume-se como Revenue Marketing Agency, numa evolução estratégica orientada para ajudar as empresas a construir sistemas de crescimento mais consistentes e previsíveis.</p>
<p>Até agora reconhecida sobretudo pelo trabalho em marketing, branding e web, a Drible passa a acompanhar todo o percurso entre a geração de oportunidades e a sua transformação em receita.</p>
<p>O rebranding foi apresentado através de um vídeo protagonizado pela equipa da Drible, inspirado no início de uma nova época desportiva. Num balneário de futebol, a agência revela uma nova identidade, uma nova tática e uma equipa alinhada para entrar em campo com o mesmo objetivo: transformar marketing em receita previsível.</p>
<p>“O crescimento não acontece através de ações isoladas. Acontece quando estratégia, marca, gestão, marketing e vendas trabalham sobre os mesmos objetivos e existe continuidade entre atrair uma oportunidade e transformá-la num cliente”, afirma a equipa da Drible.</p>
<p>Mais do que uma mudança visual, o rebranding traduz uma evolução no modelo de atuação da agência. Os serviços deixam de funcionar como respostas isoladas e passam a integrar uma estratégia comum, ligada aos objetivos comerciais e aos resultados de cada negócio.</p>
<p>Esta visão concretiza-se através da Revenue Framework, uma metodologia própria que acompanha as empresas desde o diagnóstico até à conversão, integrando as competências criativas, estratégicas, tecnológicas e comerciais da Drible.</p>
<p>“Este rebranding não apaga aquilo que fomos. Representa aquilo em que nos tornámos. A criatividade continua no centro da Drible, mas agora está ainda mais ligada à estratégia, à conversão e aos resultados dos nossos clientes”, conclui Vitor Brandão, CEO e fundador da Drible.</p>
<p>Para a Drible, Revenue não significa apenas vender mais, mas construir um sistema capaz de gerar oportunidades, convertê-las e criar crescimento de forma consistente e previsível.</p>
<p>A Drible é uma Agência de Revenue, sediada em Vila Nova de Famalicão, com 11 anos de experiência na criação de estratégias orientadas para um crescimento mais consistente e previsível. Atua de forma integrada nas áreas de estratégia, branding, design, redes sociais, conteúdos, fotografia e vídeo, publicidade digital, captação de leads, apoio comercial, email marketing, automações, websites institucionais e lojas online. Nos Prémios Lusófonos da Criatividade, foi distinguida como Agência do Ano Portugal em Design pelo terceiro ano consecutivo e, pela segunda vez, como Agência do Ano Lusófona em Design.</p>

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		<title>Utilidade, sazonalidade e compras táticas: O que revelam os dados sobre a compra de brindes em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jul 2026 09:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma pressão constante para causar impacto no momento exato em que o objeto é entregue, medindo o sucesso do merchandising por esse instante de reação. No entanto, raramente se faz a pergunta: o que acontece a esse mesmo objeto no dia seguinte? Um brinde até pode causar fascínio durante o momento da entrega, mas, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Existe uma pressão constante para causar impacto no momento exato em que o objeto é entregue, medindo o sucesso do merchandising por esse instante de reação. No entanto, raramente se faz a pergunta: o que acontece a esse mesmo objeto no dia seguinte?</p>
<p>Um brinde até pode causar fascínio durante o momento da entrega, mas, para continuar a comunicar os valores de uma marca, precisa de encontrar um lugar no quotidiano de quem o recebe.</p>
<p>Para compreender o comportamento das empresas e a maturidade deste setor no mercado nacional, a Gift Campaign, e-commerce especialista em brindes personalizados, analisou padrões de compra e de encomenda na sua plataforma. As conclusões foram reunidas num estudo sobre as <a href="https://www.giftcampaign.pt/blog/tendencias-compra-brindes-portugal/"><strong>tendências de compra de brindes em Portugal</strong></a>, que analisa a forma como as organizações planeiam, orçamentam e compram produtos personalizados. Embora os resultados não pretendam representar estatisticamente todo o mercado português, a análise permite identificar padrões recorrentes entre as organizações que compraram através da sua plataforma.</p>
<p><strong>A força da utilidade: O triunfo dos essenciais no quotidiano</strong></p>
<p>A principal conclusão observada é clara: a funcionalidade supera a novidade efémera. As encomendas analisadas apontam para uma preferência por artigos úteis, reutilizáveis e integráveis no quotidiano em detrimento do impacto momentâneo. Ao passarem a fazer parte da rotina diária de quem os recebe, estes acabam por converter um momento pontual de entrega numa presença de marca contínua e orgânica.</p>
<p>O estudo mostra precisamente que os artigos com maior recorrência de encomenda são aqueles que respondem de forma natural a ações simples e essenciais do dia a dia corporativo e pessoal, tais como beber, escrever, organizar, etc.</p>
<p>Dentro desta lógica de utilidade, há uma categoria que assume o protagonismo: as garrafas personalizadas.</p>
<p><strong>A hidratação assume um peso particular em Portugal</strong></p>
<p>É precisamente neste ponto que surge a primeira grande característica entre as encomendas analisadas: as garrafas e copos reutilizáveis assumem um peso especialmente elevado entre as encomendas analisadas. Uma possível explicação está na capacidade destes produtos para combinar utilização frequente, reutilização e exposição prolongada da marca. Para além disso, alinham as organizações com políticas de responsabilidade ambiental e redução do plástico de uso único, quer no escritório quer em eventos corporativos.</p>
<p>A mesma lógica ajuda a explicar a recorrência de outras categorias funcionais, como os artigos de escrita e os sacos reutilizáveis, que se adaptam facilmente a diferentes contextos.</p>
<p>Nestes padrões, a sustentabilidade deixa de ser um conceito abstrato ou uma categoria isolada para se materializar na reutilização diária e na escolha consciente de materiais. Ao privilegiarem a utilidade sobre a novidade extravagante, as marcas garantem uma exposição duradoura na rotina do seu público.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-228837 aligncenter" src="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/07/produtos_reutilizaveis_eco.png" alt="Utilidade, sazonalidade e compras táticas: O que revelam os dados sobre a compra de brindes em Portugal" width="720" height="405" srcset="https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/07/produtos_reutilizaveis_eco.png 1672w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/07/produtos_reutilizaveis_eco-300x169.png 300w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/07/produtos_reutilizaveis_eco-1024x576.png 1024w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/07/produtos_reutilizaveis_eco-768x432.png 768w, https://www.briefing.pt/wp-content/uploads/2026/07/produtos_reutilizaveis_eco-1536x864.png 1536w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /></p>
<p><strong>Compras táticas e controlo rigoroso de orçamento</strong></p>
<p>A segunda característica observada nas encomendas analisadas diz respeito à dimensão financeira e à forma como as organizações gerem os seus pedidos. Mais de metade das encomendas situa-se entre os 100 e os 500 euros, um intervalo compatível com uma utilização tática do merchandising, associada a ações concretas, eventos específicos ou necessidades pontuais.</p>
<p>Este padrão não indica necessariamente falta de planeamento. Pelo contrário, sugere que muitas organizações ajustam o orçamento ao objetivo de cada iniciativa, em vez de concentrarem todo o investimento em grandes campanhas anuais. Uma encomenda de pequena ou média dimensão pode continuar a ter valor estratégico quando responde a uma necessidade bem definida e a um período de utilização concreto.</p>
<p>Esta flexibilidade também permite evitar a acumulação de grandes volumes de stock, manter os materiais atualizados e optar por produtos versáteis, adaptáveis a diferentes contextos. Assim, o merchandising nem sempre surge como uma grande ação integrada no plano anual, mas frequentemente como uma resposta ágil a uma necessidade específica da organização.</p>
<p><strong>A sazonalidade nacional concentra-se na primavera</strong></p>
<p>Existe a perceção comum de que o setor do merchandising vive sobretudo do impulso do último trimestre e das ofertas de Natal. No entanto, os dados mostram uma realidade diferente no mercado português, com uma forte concentração de atividade registada na Primavera.</p>
<p>Na base analisada, março e maio surgem como os meses de maior intensidade, acompanhados também por um nível elevado de atividade em abril. Este padrão distingue-se de outros mercados europeus analisados pela Gift Campaign, nos quais o outono costuma registar, em geral, um peso mais elevado.</p>
<p>Esta concentração poderá estar relacionada com o calendário de conferências e feiras, com o aumento das ações ao ar livre e com a preparação antecipada das campanhas de verão.</p>
<p>A conclusão para o setor é clara: para os profissionais de marketing, o calendário da compra é quase tão importante como a escolha do produto.</p>
<p><strong>O contexto antes do catálogo </strong></p>
<p>Mais do que ilustrar números ou padrões de consumo, a principal aprendizagem prática que este estudo oferece às equipas de comunicação é que a eficácia do merchandising começa na estratégia e não na escolha do produto. Em vez de iniciar o processo a folhear um catálogo em busca de novidades vistosas, as marcas podem tomar decisões mais consistentes quando estruturam a escolha em torno de quatro perguntas fundamentais: em que contexto será entregue? Durante quanto tempo poderá ser utilizado? Que necessidade concreta resolve? E é verdadeiramente coerente com a identidade da marca e com a mensagem da campanha? Ao colocar o contexto e a utilidade no centro do planeamento, o produto deixa de ser um mero brinde corporativo para se transformar num ativo contínuo de comunicação.</p>
<p>No final, o brinde mais eficaz não é necessariamente aquele que mais surpreende quando é entregue, mas aquele que continua a fazer sentido no dia seguinte.</p>
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