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	<title>Arquivo de cultura - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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	<description>Portal de Marketing e Publicidade: A sua porta de entrada para as últimas notícias, dicas e tendências do mundo do marketing.</description>
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	<title>Arquivo de cultura - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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		<title>A FEVIP convida a regressar ao cinema</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-fevip-convida-a-regressar-ao-cinema/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 11:34:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A comunicação parte da premissa de que é nas salas que voltamos a sentir verdadeiramente a força do cinema. Para isso, esta assenta em três pilares, nomeadamente: a magia do ritual de sair; o impacto do grande ecrã e do som imersivo; e a partilha de um espaço que aproxima gerações e prolonga a experiência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A comunicação parte da premissa de que é nas salas que voltamos a sentir verdadeiramente a força do cinema. Para isso, esta assenta em três pilares, nomeadamente: a magia do ritual de sair; o impacto do grande ecrã e do som imersivo; e a partilha de um espaço que aproxima gerações e prolonga a experiência na conversa após a exibição. O símbolo visual é uma cadeira vermelha, integrada em cenários inspirados em diferentes géneros cinematográficos, desde ação à comédia ou do terror ao romance.</p>
<p>Neste âmbito é lançado é um filme-manifesto, protagonizado pelo ator Diogo Morgado, que consiste numa declaração de amor às salas de cinema com estética intimista. Numa primeira fase, o plano de meios inclui salas de cinema e redes sociais, nomeadamente no Instagram e Facebook, TV, Podcasts e redes digitais e on screen das principais salas do País. Através de filtros e parcerias, a campanha inclui também rubricas próprias e testemunhos de figuras públicas da área da cultura que revelam a importância que a sétima arte tem para elas.</p>
<p>Para o diretor-geral da FEVIP e GEDIPE &#8211; Associação para a Gestão de Direitos de Autor, Produtores e Editores Cinematográficos e Audiovisuais, a defesa e valorização da exibição cinematográfica constituem uma prioridade, não apenas pela relevância económica do setor, mas também pelo seu papel cultural e social. “Com esta campanha, pretendemos sensibilizar o público para o valor insubstituível da experiência em sala e contribuir para reforçar a ligação dos portugueses ao cinema, promovendo o regresso a estes espaços fundamentais para a diversidade e a vitalidade do audiovisual nacional”, explica António Paulo Santos.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>Sobi lança livro que transforma ADN em poesia</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/sobi-lanca-livro-que-transforma-adn-em-poesia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2026 09:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; Como nasceu a ideia de transformar alterações genéticas associadas a doenças raras em matéria-prima para a criação de poesia? Rui Sousa &#124; A ideia nasceu da vontade de encontrar uma forma diferente de chamar a atenção para as doenças raras e, sobretudo, para o impacto que têm na vida das pessoas. Não queríamos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Briefing | Como nasceu a ideia de transformar alterações genéticas associadas a doenças raras em matéria-prima para a criação de poesia?</strong></p>
<p><strong>Rui Sousa |</strong> A ideia nasceu da vontade de encontrar uma forma diferente de chamar a atenção para as doenças raras e, sobretudo, para o impacto que têm na vida das pessoas. Não queríamos criar apenas mais uma campanha ou mais um conteúdo para a Sobi, queríamos algo que despertasse curiosidade e permitisse olhar para estas doenças a partir de uma perspetiva diferente.</p>
<p>Quando começámos a investigar algumas das condições que fazem parte do projeto, percebemos que alterações muito pequenas no código genético podem ter consequências enormes na vida de uma pessoa. Essa desproporção interessou-nos muito. Algo que acontece numa escala praticamente invisível pode transformar profundamente um corpo, uma rotina e até a forma como alguém imagina o seu futuro.</p>
<p>Depois percebemos que havia uma ligação muito interessante com a própria linguagem. O ADN é construído a partir de um alfabeto de apenas quatro letras e, tal como acontece num texto, substituir, retirar, acrescentar ou repetir um elemento pode alterar o significado de toda uma sequência.</p>
<p>Foi aí que surgiu a ideia de transformar essas alterações genéticas em regras de escrita. Em vez de escrevermos simplesmente textos sobre doenças raras, quisemos que fosse a própria genética a interferir na sua construção. A poesia permitiu-nos depois chegar ao território que os dados científicos não conseguem: o medo, a espera, a adaptação, a relação com o corpo, a esperança ou a vontade de continuar a participar na vida. É muito desse encontro, entre rigor científico, linguagem e experiência humana que nasce o projeto.</p>
<p><strong>Que desafios criativos surgiram ao transformar alterações genéticas, como eliminações, substituições ou repetições, em elementos da escrita?</strong></p>
<p>Criativamente, a ideia estava bastante definida desde o início, incluindo a forma como queríamos que se materializasse no design editorial do livro. A verdadeira complexidade surgiu quando tivemos de transformar essa visão num sistema que efetivamente funcionasse.</p>
<p>O ponto mais exigente foi encontrar uma lógica capaz de relacionar um alfabeto genético de apenas quatro letras com um universo lexical suficientemente rico para gerar poemas diferentes, coerentes e ligados a cada doença e às variantes de cada uma delas.</p>
<p>E havia, ainda, um fator importante, que era o tempo. Queríamos fazer o pitch não apenas com uma boa ideia, mas com uma prova de conceito já testada e uma metodologia clara para produzir todos os poemas. Talvez o maior desafio tenha sido precisamente esse, o de transformar, num curto espaço de tempo, uma intuição criativa numa ferramenta que soubéssemos que podia funcionar à escala de todo o projecto.</p>
<p><strong>Que papel teve a inteligência artificial neste processo e como se dividiu o trabalho entre tecnologia e criatividade humana?</strong></p>
<p>A inteligência artificial entrou no projeto depois de termos definido a ideia e o princípio criativo. Primeiro, precisávamos de identificar, para cada uma das doenças, variantes genéticas documentadas e chegar à sequência de ADN correspondente. Depois, essa sequência tinha de ser interpretada segundo um sistema que criámos, capaz de estabelecer relações entre as quatro letras do ADN e um vocabulário muito mais amplo.</p>
<p>Foi aí que a inteligência artificial se tornou particularmente útil. Ajudou-nos a percorrer e organizar informação científica, a trabalhar as sequências genéticas e, depois, a aplicar as regras que tínhamos criado para transformar essa informação numa estrutura de escrita.</p>
<p>Depois começou um processo muito mais humano. Para cada doença construímos um léxico próprio, relacionado não só com as suas características, mas também com emoções, limitações, experiências e imagens que pudessem fazer parte daquele universo. Definimos, também, o estilo literário, a estrutura dos poemas e a forma como cada tipo de alteração genética se deveria manifestar no texto.</p>
<p>Portanto, criámos primeiro um sistema e utilizámos a tecnologia para nos ajudar a executá-lo. A inteligência artificial permitiu trabalhar uma quantidade e uma complexidade de informação que seria praticamente impossível de gerir manualmente, mas as regras, as escolhas criativas e a decisão final permaneceram sempre do lado humano.</p>
<p><strong>O livro cruza poesia, ciência e design, fazendo da própria edição parte do conceito. Como pensaram a experiência do leitor para que estes diferentes elementos funcionassem como um só?</strong></p>
<p>Pensámos o livro como um objeto em que nenhuma das dimensões pudesse ser separada das outras. Não queríamos ter ciência de um lado, poesia do outro e, no fim, um design que simplesmente organizasse tudo. Queríamos que a própria experiência de leitura ajudasse a compreender o conceito.</p>
<p>Por isso, criámos uma espécie de percurso. O leitor começa por entrar no universo de cada doença, percebe a sua dimensão científica e encontra depois os poemas que nasceram das variantes genéticas associadas a essa condição. A esses poemas juntam-se os textos em prosa do Gonçalo M. Tavares, que partem da mesma base de palavras, mas seguem um caminho literário completamente livre.</p>
<p>O design editorial ajuda a tornar essas relações visíveis. Cada doença tem uma expressão gráfica própria, através da cor e da tipografia, e a própria paginação dos poemas evidencia as alterações que aconteceram na escrita. Uma substituição, uma ausência ou uma repetição são claramente percebidas visualmente na página.</p>
<p><strong>O que trouxe a participação de Gonçalo M. Tavares ao projeto e de que forma os seus textos contribuíram para ampliar a leitura dos poemas e da realidade das doenças raras?</strong></p>
<p>Foi, sobretudo, a vontade de não fazer sobrepor o lado técnico ao lado humano na criação do livro. A sequência genética é o ponto de partida, mas aquilo que queremos aproximar do leitor é sempre a dimensão humana de viver com uma doença rara. O convite ao Gonçalo M. Tavares surgiu porque nos oferece uma segunda forma de interpretar o mesmo ponto de partida.</p>
<p>Os poemas nascem de um sistema muito condicionado. Partem de variantes genéticas reais e são construídos segundo regras que nós próprios definimos. Interessava-nos perceber o que aconteceria se colocássemos esse mesmo material nas mãos de um escritor, mas lhe déssemos liberdade total para o interpretar.</p>
<p>Foi esse o desafio que lhe lançámos. Para cada poema, partilhámos as palavras associadas a cada variante e convidámo-lo a escrever a partir delas, sem ter de seguir o sistema que condicionava a nossa escrita. Para além de um fantástico texto de abertura, o resultado foram 30 textos em prosa que acompanham os 30 poemas e que acrescentam uma perspetiva completamente autoral ao livro.</p>

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<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>WOW (Porto)! Luís Rocha é o novo diretor-geral</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/wow-porto-luis-rocha-e-o-novo-diretor-geral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 14:10:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Liderar um projeto com esta escala e esta ambição é um enorme privilégio, mas também uma grande responsabilidade. O meu compromisso é contribuir para que continue a crescer, em públicos, em propostas e em notoriedade, preservando aquilo que o torna especial e explorando todo o enorme potencial que tem para oferecer”, afirma Luís Rocha. Luís [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“Liderar um projeto com esta escala e esta ambição é um enorme privilégio, mas também uma grande responsabilidade. O meu compromisso é contribuir para que continue a crescer, em públicos, em propostas e em notoriedade, preservando aquilo que o torna especial e explorando todo o enorme potencial que tem para oferecer”, afirma Luís Rocha.</p>
<p>Luís Rocha traz mais de três décadas de experiência no turismo e na hotelaria. Foi diretor-geral e Managing Director do SEA LIFE Porto, e liderou o SEA LIFE Jesolo, em Itália. Mais tarde, assumiu a liderança do Dino Parque Lourinhã. O seu percurso inclui ainda funções de direção em resorts e projetos turísticos, como Vale do Lobo e Espiche Golf Resort, assim como em turismo com a direção executiva do Algarve Convention Bureau.</p>
<p>É este percurso que Luís Rocha leva agora para o WOW, onde identifica na interseção entre cultura e entretenimento uma área com forte potencial de desenvolvimento.</p>
<p>“A componente cultural é parte fundamental do WOW e o ponto de partida para muitas das experiências que aqui acontecem. À volta disso, temos a escala, as infraestruturas e a diversidade para abrir portas a novos formatos e contar as nossas histórias de outras maneiras”, acrescenta Luís Rocha.</p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/wow-porto-luis-rocha-e-o-novo-diretor-geral/">WOW (Porto)! Luís Rocha é o novo diretor-geral</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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		<item>
		<title>Acesso à música e à cultura? FNAC lança carta aberta</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/acesso-a-musica-e-a-cultura-fnac-lanca-carta-aberta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 12:28:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A carta aberta nasce da constatação de que existe uma nova geração a reencontrar o fascínio por LP, CD e cassetes. No entanto, o aumento do custo de vida e o preço final destes suportes correm o risco de transformar o disco num objeto reservado apenas a quem tem maior poder de compra. Para a FNAC, a música em formato físico não deve ser um privilégio nem um luxo, mas sim uma forma consciente, pessoal e duradoura de viver e preservar a cultura.</p>
<p>“A cultura não é um luxo, é uma necessidade. Uma sociedade com mais cultura é uma sociedade mais criativa, mais informada, mais livre e mais capaz de pensar de forma crítica”, afirma a diretora de Marketing e Comunicação da FNAC Portugal. “A música que se ouve passa, enquanto a música que se tem fica. Ocupa um lugar em casa, na memória e na identidade de cada pessoa. Não escrevemos esta carta para discutir fiscalidade, mas sim para falar de acesso e de participação cultural. Queremos que mais jovens possam comprar o seu primeiro disco e que a criação artística continue ao alcance de todos”, esclarece Inês Condeço.</p>
<p>Como gesto simbólico, e para dar expressão prática a esta reflexão, a FNAC vai retirar o valor do IVA nos discos durante cinco dias, de 1 a 5 de outubro. A par deste manifesto, foi lançada uma Petição Pública aberta a todos os que queiram apoiar a democratização do acesso à música aqui.</p>
<p><strong>Uma carta aberta sobre o valor da música e o acesso à cultura</strong></p>
<p>No Dia Mundial da Música, a FNAC quer lançar uma conversa.</p>
<p>Uma conversa simples, mas importante.</p>
<p>Porque continua a ser tão difícil tornar a cultura mais acessível?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A música faz parte das nossas vidas. Acompanha-nos nas viagens, nas conquistas, nas perdas e nos momentos que recordamos para sempre.</p>
<p>Dá palco a novos artistas. Gera emprego. Inspira criatividade. Aproxima gerações. Ajuda-nos a compreender melhor quem somos.</p>
<p>E, ainda assim, continua sujeita à taxa máxima de IVA.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não escrevemos esta carta para discutir fiscalidade.</p>
<p>Escrevemo-la para falar de acesso.</p>
<p>Porque acreditamos que a cultura não é um luxo. É uma necessidade.</p>
<p>Uma sociedade com mais cultura é uma sociedade mais criativa. Mais informada. Mais livre. Mais capaz de pensar de forma crítica e de imaginar o futuro.</p>
<p>E se acreditamos nisto para a cultura em geral, acreditamos também nisto para a música.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porque um disco não é apenas uma forma de ouvir música.</p>
<p>É uma obra que podemos escolher, tocar, guardar e revisitar.</p>
<p>É uma capa que nos prende o olhar. Uma sequência de canções pensada para ser ouvida do princípio ao fim. São letras, imagens, histórias, créditos e pessoas.</p>
<p>É o trabalho de músicos, compositores, produtores, técnicos, designers, fotógrafos, editoras, distribuidores e lojas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Um disco fica.</p>
<p>Fica em nossa casa.</p>
<p>Fica na nossa memória.</p>
<p>Fica ligado a uma idade, a um lugar, a uma pessoa ou a um momento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje, uma nova geração voltou a descobrir o prazer de ter música. Em vinil, CD ou outros formatos. O que importa não é o objeto. É a relação que criamos com as obras. É a vontade de apoiar artistas, descobrir novos universos e construir uma coleção que conta quem somos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas começar uma coleção é cada vez mais difícil.</p>
<p>Quando tudo está mais caro, a cultura é uma das primeiras escolhas a ser adiada. E o primeiro disco que não se compra pode ser o início de uma coleção que nunca chega a existir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não queremos que os discos sejam um privilégio.</p>
<p>Queremos que mais pessoas possam descobrir artistas. Que mais jovens possam comprar o seu primeiro disco. Que mais música portuguesa encontre lugar nas nossas casas. Que mais criadores consigam continuar a criar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porque tornar a música acessível não é apenas uma questão de consumo.</p>
<p>É uma questão de participação cultural.</p>
<p>É aproximar as pessoas das obras.</p>
<p>É apoiar quem cria.</p>
<p>É garantir diversidade, memória e liberdade cultural.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por isso, no Dia Mundial da Música, decidimos fazer um gesto simbólico.</p>
<p>Entre 1 e 5 de outubro, a FNAC assume o equivalente ao IVA na Música.</p>
<p>Não porque acreditamos que uma campanha muda um país.</p>
<p>Mas porque acreditamos que um país que investe em cultura nunca fica mais pobre.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sabemos que cinco dias não resolvem tudo.</p>
<p>Mas também sabemos que as grandes mudanças começam muitas vezes por uma conversa.</p>
<p>E esta é uma conversa que vale a pena ter.</p>
<p>Sobre o acesso à cultura.</p>
<p>Sobre o valor da música.</p>
<p>Sobre a importância de apoiar quem cria e quem faz chegar a criação às pessoas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porque uma sociedade com mais música é uma sociedade mais curiosa, mais criativa, mais tolerante e mais livre.</p>
<p>Porque toda a coleção começa com um disco.</p>
<p>Porque tornar a cultura mais acessível nunca devia ser uma campanha.</p>
<p>Mas enquanto for preciso, fazemos a nossa parte.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Rita Resendes entre livros por ler e crimes por resolver</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/rita-resendes-entre-livros-por-ler-e-crimes-por-resolver/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 08:06:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[modo avião]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que podcast estou a ouvir Aqui começo logo por fazer batota: não sigo nenhum podcast religiosamente. Gostava de ser aquela pessoa que tem sempre um episódio novo para ouvir no carro ou a caminho do trabalho, mas a verdade é que me faz alguma confusão estar a ouvir pessoas sem as ver. Por isso, vou [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Que podcast estou a ouvir</strong></p>
<p>Aqui começo logo por fazer batota: não sigo nenhum podcast religiosamente. Gostava de ser aquela pessoa que tem sempre um episódio novo para ouvir no carro ou a caminho do trabalho, mas a verdade é que me faz alguma confusão estar a ouvir pessoas sem as ver.</p>
<p>Por isso, vou escolhendo episódios em função dos temas e, sobretudo, dos convidados. Gosto de algumas entrevistas do ‘Brainstorming’, do Observador Lab, especialmente quando me dão a conhecer melhor a história de uma marca, acompanho o “The Marketing Millennials”, do Daniel Murray, e há convidados d’ “O CEO é o Liite”, da Cátia Mateus, do Expresso, que me despertam a curiosidade. E depois há exceções: adorei “Os Ficheiros do Caso Carlos Castro”, do Observador.</p>
<p><strong>Um livro que estou a ler</strong></p>
<p>Quando era mais nova, lia muito. Mesmo muito. Lia sobretudo à noite e era perfeitamente capaz de ficar acordada muito mais tempo do que devia só para chegar ao capítulo seguinte. Entretanto, continuo a comprar livros com praticamente o mesmo entusiasmo, só não tenho conseguido lê-los ao mesmo ritmo.</p>
<p>Os dois últimos que comprei foram “A Malnascida”, de Beatrice Salvioni, e “O Cheiro Dele Depois da Chuva”, de Cédric Sapin-Defour. Estão ambos naquela categoria dos livros que quero mesmo ler e que ficam pacientemente à espera de que eu volte a encontrar tempo. Continuo, portanto, uma ótima compradora de livros. Leitora, neste momento, nem tanto.</p>
<p><strong>Uma música que não me sai do ouvido</strong></p>
<p>Esta é provavelmente a pergunta mais difícil, porque estou sempre, mas mesmo sempre, a ouvir música. Tenho músicas para tudo e vou mudando muito consoante a fase, o dia ou o estado de espírito.</p>
<p>Neste momento, a que não me sai da cabeça é “Good Life”, dos OneRepublic. Já tem alguns anos, mas há músicas que ficam para sempre ligadas a pessoas, momentos e lugares e que, mal começam a tocar, nos transportam imediatamente para lá. Esta é uma delas. Traz-me muitas coisas boas e, sobretudo, muitas boas memórias.</p>
<p><strong>O que ando a ver</strong></p>
<p>Aqui sou muito mais consistente: devoro filmes, séries e documentários. Vejo um bocadinho de tudo e sou perfeitamente capaz de passar de um filme no cinema para uma série e acabar num documentário sobre um crime real.</p>
<p>Recentemente vi o “Odisseia” no cinema, “O Homem dos Sussurros”, com Robert De Niro, e agora estou a ver “Os Assassinatos de Gilgo Beach”, a docussérie sobre a investigação em torno do assassino em série de Gilgo Beach, em Nova Iorque, nos EUA.</p>
<p>Crimes reais, investigações e histórias deste género prendem-me facilmente ao ecrã. Gosto especialmente de perceber como se juntam as peças, seguir as pistas e tentar chegar à resposta antes de quem está a investigar. E, muitas vezes, até chego.</p>
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		<title>A FNAC Portugal leva a cultura ao metro do Marquês de Pombal</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-fnac-portugal-leva-a-cultura-ao-metro-do-marques-de-pombal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 11:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O ponto automático reúne uma seleção de produtos pensada para diferentes idades, interesses e momentos do dia a dia. Esta solução pretende combater a “fome de leitura” durante a viagem de metro, resolver um imprevisto quando a bateria do telemóvel acaba ou encontrar um presente de última hora. A oferta inclui livros e bestsellers de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ponto automático reúne uma seleção de produtos pensada para diferentes idades, interesses e momentos do dia a dia. Esta solução pretende combater a “fome de leitura” durante a viagem de metro, resolver um imprevisto quando a bateria do telemóvel acaba ou encontrar um presente de última hora.</p>
<p>A oferta inclui livros e bestsellers de ficção, não-ficção e literatura infantil; acessórios de tecnologia e viagem, como carregadores rápidos, powerbanks, cabos e adaptadores universais; jogos e entretenimento para momentos de pausa, como as cartas UNO; bem como brinquedos e livros de atividades para crianças.</p>
<p>Instalada no corredor de ligação entre a Linha Azul e a Linha Amarela, esta iniciativa resulta de uma parceria com a MyBreak, marca de vending da Delta Cafés e a Metrocom, responsável pela exploração dos espaços comerciais do Metropolitano de Lisboa.</p>
<p>A diretora de Marketing e Comunicação da FNAC Portugal explica que a marca pretende levar a oferta cultural e tecnológica para contextos de mobilidade diária, garantindo a “máxima conveniência” sem abdicar da qualidade do catálogo. “A estação do Marquês de Pombal é um dos principais pontos de ligação da rede do Metro, tornando-se o palco perfeito para testar este formato pioneiro de retalho automático de cultura”, acrescenta Inês Condeço.</p>
<p>Já o diretor corporativo Organised Trade do Grupo Nabeiro, Delta Cafés afirma que esta parceria permite elevar o conceito de conveniência e criar ao consumidor uma “experiência diferenciadora”. “Este passo reforça o nosso compromisso com a inovação e com a criação de soluções que tornam o dia a dia mais simples, prático e conveniente”, conclui Natanael Baptista.</p>

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<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>Eduardo Marques Lopes entre palavras e universos fantásticos</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/eduardo-marques-lopes-entre-palavras-e-universos-fantasticos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2026 08:29:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[modo avião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que podcast está a ouvir? Todas as semanas acompanho o “Eixo do Mal” e o “Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer”, porque gosto de ouvir diferentes perspetivas sobre a atualidade. Mas, mais recentemente, entrou na minha rotina o “SuperToast.ai”. É um podcast apresentado por duas vozes geradas por inteligência artificial que, de forma [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Que podcast está a ouvir? </strong></p>
<p>Todas as semanas acompanho o “Eixo do Mal” e o “Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer”, porque gosto de ouvir diferentes perspetivas sobre a atualidade. Mas, mais recentemente, entrou na minha rotina o “SuperToast.ai”. É um podcast apresentado por duas vozes geradas por inteligência artificial que, de forma surpreendentemente natural, analisam as principais tendências de tecnologia, inovação, negócios e startups. É uma forma prática de me manter atualizado sobre as transformações que estão a moldar o mercado de trabalho, as empresas e o futuro.</p>
<p><strong>Um livro que está a ler?</strong></p>
<p>Tenho alternado entre “Dores Crónicas”, do Bruno Nogueira, e “Como Escrever”, do Miguel Esteves Cardoso. São leituras muito diferentes, mas complementares: uma desafia-me a olhar para o quotidiano com humor e sensibilidade; a outra obriga-me a refletir sobre a escrita, a clareza das ideias e o poder das palavras. No fundo, ambas alimentam a criatividade e ajudam-me a comunicar melhor.</p>
<p><strong>Uma música que não lhe sai do ouvido?</strong></p>
<p>“Virtual Insanity”, dos Jamiroquai. Trinta anos depois do seu lançamento, continua surpreendentemente atual. Além de ser um clássico, tem estado em repetição na minha playlist enquanto espero pelo seu regresso a Portugal.</p>
<p><strong>O que anda a ver (série, filme, etc.)?</strong></p>
<p>A terceira temporada de “House of the Dragon”. Tem sido um ritual acompanhar cada novo episódio na HBO. Para lá da história, impressiona-me a qualidade da produção, da realização e da construção narrativa. É um excelente exemplo de como uma marca consegue expandir um universo já conhecido e manter o público completamente envolvido.</p>
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		<title>O Modo Avião de Rita Brígido é ao som de Michael Jackson</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-modo-aviao-de-rita-brigido-e-ao-som-de-michael-jackson/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2026 08:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[modo avião]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que podcast estou a ouvir Impossível escolher só um. Tenho uma lista infindável em loop permanente. O “Extremamente Desagradável” para desarrumar as ideias, o “Expresso da Manhã” para não perder pé na atualidade, e o “Fora do Baralho” ou o “Eixo do Mal” quando quero ouvir mais além. Um livro que estou a ler Valter [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Que podcast estou a ouvir</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Impossível escolher só um. Tenho uma lista infindável em loop permanente. O “Extremamente Desagradável” para desarrumar as ideias, o “Expresso da Manhã” para não perder pé na atualidade, e o “Fora do Baralho” ou o “Eixo do Mal” quando quero ouvir mais além.</span></p>
<p><b>Um livro que estou a ler</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Valter Hugo Mãe é um dos meus autores portugueses preferidos, e “O Filho de Mil Homens” tem, neste momento, a minha inteira atenção.</span></p>
<p><b>Uma música que não me sai da cabeça</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Thriller”, de Michael Jackson. Uma prova de que há canções que não envelhecem.</span></p>
<p><b>O que andas a ver?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Terminei há pouco &#8220;The Wire&#8221; e entrei naquele luto silencioso de pós-série incrível, nada parece suficientemente bom para lhe seguir os passos.</span></p>
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		<title>Fãs de BD podem criar novas aventuras para o Bom Malandro</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/fas-de-bd-podem-criar-novas-aventuras-para-as-personagens-do-bom-malandro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 11:31:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
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		<category><![CDATA[entre copos]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
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		<category><![CDATA[passatempo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os participantes podem escolher uma ou várias personagens da Pandilha do Douro e imaginar novas aventuras para Esquiloso, Javali Já-Comia, Irmãos Picanço, Lontras Dengosas, Raposa Canhota e Gralha Gatuna. As propostas serão avaliadas por um júri composto pela Senior Design Manager da Symington Family Estates, Alexandra Sousa Ribeiro; Ricardo Miranda, da agência Wonder\Why; e João [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os participantes podem escolher uma ou várias personagens da Pandilha do Douro e imaginar novas aventuras para Esquiloso, Javali Já-Comia, Irmãos Picanço, Lontras Dengosas, Raposa Canhota e Gralha Gatuna. As propostas serão avaliadas por um júri composto pela Senior Design Manager da Symington Family Estates, Alexandra Sousa Ribeiro; Ricardo Miranda, da agência Wonder\Why; e João Mascarenhas, autor de banda desenhada selecionado pelo Amadora BD.</p>
<p class="isSelectedEnd">A avaliação terá em conta a originalidade e adequação ao tema, a qualidade narrativa, e a componente artística e técnica. O primeiro classificado ganha uma experiência para duas pessoas na Quinta do Bomfim, no Douro, que inclui a prova The Specialist, além de vinho, merchandising e material de desenho no valor de 70€. Para o segundo classificado, o destino é o Matriarca, no coração do Porto, com uma experiência para duas pessoas que inclui uma refeição no The Wine Bar, até ao valor de 70€, desconto na loja de vinhos, vinho, merchandising e material de desenho no mesmo valor. Já o terceiro classificado recebe vinho, merchandising e material de desenho, também no valor de 70€.</p>
<p class="isSelectedEnd">A iniciativa junta os universos da banda desenhada e do vinho, bem como reforça a ligação do Bom Malandro à cultura e à criação artística. Durante os fins de semana do Amadora BD, a marca estará também presente com um Wine Bar e uma coleção limitada de t-shirts criada em parceria com a artista portuguesa Vanessa Santos.</p>
<p>Os vencedores serão anunciados entre 9 e 21 de outubro, na página de Instagram do Bom Malandro e através do e-mail utilizado na participação.</p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/fas-de-bd-podem-criar-novas-aventuras-para-as-personagens-do-bom-malandro/">Fãs de BD podem criar novas aventuras para o Bom Malandro</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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		<item>
		<title>Andreia Gonçalves também aprende em Modo Avião</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/andreia-goncalves-tambem-aprende-em-modo-aviao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 08:21:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[modo avião]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[podcast]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que podcast estou a ouvir Vou alternando entre o podcast da Susana Ramos e o podcast de parentalidade do Dr. Daniel Sampaio. Gosto de conteúdos que ajudam a compreender melhor as diferentes fases da vida e que trazem ideias práticas para o dia a dia. Um livro que estou a ler &#8220;Um Dia Perfeito&#8221;, da [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/andreia-goncalves-tambem-aprende-em-modo-aviao/">Andreia Gonçalves também aprende em Modo Avião</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Que podcast estou a ouvir</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vou alternando entre o podcast da Susana Ramos e o podcast de parentalidade do Dr. Daniel Sampaio. Gosto de conteúdos que ajudam a compreender melhor as diferentes fases da vida e que trazem ideias práticas para o dia a dia.</span></p>
<p><b>Um livro que estou a ler</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Um Dia Perfeito&#8221;, da Nora Roberts. É a autora a quem volto sempre porque consegue juntar romance, suspense e personagens muito bem construídas.</span></p>
<p><b>Uma música que não me sai do ouvido</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Viva la Vida&#8221;, de Juan Daniel. Tem boa energia e lembra-me que, por muito exigente que seja a semana, vale a pena celebrar.</span></p>
<p><b>O que ando a ver</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Mistletoe Murders&#8221;, porque adoro policiais com um toque de romance. E, como estou a aprender italiano, também tenho procurado ver algumas séries e filmes em italiano para treinar o ouvido.</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/andreia-goncalves-tambem-aprende-em-modo-aviao/">Andreia Gonçalves também aprende em Modo Avião</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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