Rita Resendes entre livros por ler e crimes por resolver

Entre podcasts escolhidos a partir dos convidados, livros à espera de tempo para serem lidos e uma banda sonora feita de memórias, a Communications & Media Relations Manager da Fundação GIMM – Gulbenkian Institute for Molecular Medicine revela as suas escolhas para desligar do trabalho. Rita Resendes confessa ainda uma preferência por filmes, séries e documentários de investigação criminal, nos quais gosta de tentar chegar à resposta antes dos investigadores.

Rita Resendes entre livros por ler e crimes por resolver

Que podcast estou a ouvir

Aqui começo logo por fazer batota: não sigo nenhum podcast religiosamente. Gostava de ser aquela pessoa que tem sempre um episódio novo para ouvir no carro ou a caminho do trabalho, mas a verdade é que me faz alguma confusão estar a ouvir pessoas sem as ver.

Por isso, vou escolhendo episódios em função dos temas e, sobretudo, dos convidados. Gosto de algumas entrevistas do ‘Brainstorming’, do Observador Lab, especialmente quando me dão a conhecer melhor a história de uma marca, acompanho o “The Marketing Millennials”, do Daniel Murray, e há convidados d’ “O CEO é o Liite”, da Cátia Mateus, do Expresso, que me despertam a curiosidade. E depois há exceções: adorei “Os Ficheiros do Caso Carlos Castro”, do Observador.

Um livro que estou a ler

Quando era mais nova, lia muito. Mesmo muito. Lia sobretudo à noite e era perfeitamente capaz de ficar acordada muito mais tempo do que devia só para chegar ao capítulo seguinte. Entretanto, continuo a comprar livros com praticamente o mesmo entusiasmo, só não tenho conseguido lê-los ao mesmo ritmo.

Os dois últimos que comprei foram “A Malnascida”, de Beatrice Salvioni, e “O Cheiro Dele Depois da Chuva”, de Cédric Sapin-Defour. Estão ambos naquela categoria dos livros que quero mesmo ler e que ficam pacientemente à espera de que eu volte a encontrar tempo. Continuo, portanto, uma ótima compradora de livros. Leitora, neste momento, nem tanto.

Uma música que não me sai do ouvido

Esta é provavelmente a pergunta mais difícil, porque estou sempre, mas mesmo sempre, a ouvir música. Tenho músicas para tudo e vou mudando muito consoante a fase, o dia ou o estado de espírito.

Neste momento, a que não me sai da cabeça é “Good Life”, dos OneRepublic. Já tem alguns anos, mas há músicas que ficam para sempre ligadas a pessoas, momentos e lugares e que, mal começam a tocar, nos transportam imediatamente para lá. Esta é uma delas. Traz-me muitas coisas boas e, sobretudo, muitas boas memórias.

O que ando a ver

Aqui sou muito mais consistente: devoro filmes, séries e documentários. Vejo um bocadinho de tudo e sou perfeitamente capaz de passar de um filme no cinema para uma série e acabar num documentário sobre um crime real.

Recentemente vi o “Odisseia” no cinema, “O Homem dos Sussurros”, com Robert De Niro, e agora estou a ver “Os Assassinatos de Gilgo Beach”, a docussérie sobre a investigação em torno do assassino em série de Gilgo Beach, em Nova Iorque, nos EUA.

Crimes reais, investigações e histórias deste género prendem-me facilmente ao ecrã. Gosto especialmente de perceber como se juntam as peças, seguir as pistas e tentar chegar à resposta antes de quem está a investigar. E, muitas vezes, até chego.

Quarta-feira, 23 Setembro 2026 09:06


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