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	<title>Arquivo de evento - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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	<description>Portal de Marketing e Publicidade: A sua porta de entrada para as últimas notícias, dicas e tendências do mundo do marketing.</description>
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	<title>Arquivo de evento - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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		<title>Telpark: &#8220;As marcas constroem-se sobretudo pelas experiências que proporcionam&#8221;</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/telpark-as-marcas-constroem-se-sobretudo-pelas-experiencias-que-proporcionam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 11:41:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A Telpark tem reforçado a presença em eventos como o Rock in Rio, o NOS Alive, o MEO Kalorama ou o Air Invictus. O que motivou esta aposta nos grandes festivais como parte da estratégia de marca? Ana Barbosa Leal &#124; Gerir a mobilidade de dezenas de milhares de pessoas durante um festival [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Briefing | A Telpark tem reforçado a presença em eventos como o Rock in Rio, o NOS Alive, o MEO Kalorama ou o Air Invictus. O que motivou esta aposta nos grandes festivais como parte da estratégia de marca?</strong></p>
<p><strong>Ana Barbosa Leal |</strong> Gerir a mobilidade de dezenas de milhares de pessoas durante um festival é muito semelhante a gerir uma pequena cidade durante algumas horas. Exige planeamento, tecnologia, capacidade operacional e uma coordenação permanente entre diferentes parceiros para garantir que tudo funciona de forma simples e fluida. É precisamente essa visão que tem orientado a estratégia da Telpark.</p>
<p>Os grandes eventos representam um dos contextos mais exigentes da mobilidade urbana. Em poucas horas concentram milhares de pessoas que precisam de chegar, estacionar, circular e regressar a casa de forma eficiente. Acreditamos que a experiência começa muito antes da entrada no recinto. Começa no momento em que cada pessoa planeia a sua ida ao evento.</p>
<p>É por isso que queremos afirmar a Telpark como um verdadeiro parceiro de mobilidade. Não nos limitamos a disponibilizar estacionamento. Trabalhamos para integrar soluções que permitam simplificar toda a jornada do utilizador, desde o planeamento da deslocação e da reserva antecipada até à chegada ao destino, em articulação com organizadores, municípios e outros parceiros do ecossistema de mobilidade.</p>
<p>Acreditamos que existe um enorme potencial para desenvolver modelos de mobilidade cada vez mais integrados, não apenas em grandes festivais, mas também em eventos desportivos, culturais e nas deslocações do dia a dia nas nossas cidades.</p>
<p>Hoje, as marcas constroem-se sobretudo pelas experiências que proporcionam. O nosso papel é utilizar tecnologia e conhecimento operacional para eliminar fricção e proporcionar uma experiência simples, previsível e conveniente. Mais do que gerir estacionamento, queremos contribuir para gerir a mobilidade das cidades e dos grandes eventos, colocando sempre o utilizador no centro da experiência.</p>
<p><strong>Como se transforma um serviço tradicionalmente funcional, como o estacionamento, numa experiência relevante para o utilizador num contexto de festival?</strong></p>
<p>A chave está em deixar de olhar para o estacionamento como um momento isolado e passar a olhar para toda a jornada do utilizador. A experiência começa quando a pessoa decide como se vai deslocar ao evento. A possibilidade de reservar estacionamento antecipadamente, saber exatamente para onde vai, evitar filas e gerir tudo através da aplicação reduz uma parte significativa da ansiedade normalmente associada aos grandes eventos.</p>
<p>Hoje, as pessoas valorizam sobretudo tempo, simplicidade e previsibilidade. Não procuram apenas um lugar para estacionar; procuram uma experiência sem complicações.</p>
<p><strong>Que papel desempenham a tecnologia e a digitalização na forma como a Telpark se relaciona hoje com os seus utilizadores?</strong></p>
<p>A tecnologia é hoje muito mais do que uma ferramenta operacional. É o principal ponto de contacto entre a Telpark e os seus utilizadores. Através da aplicação, os clientes podem reservar estacionamento antecipadamente, efetuar pagamentos digitais e gerir toda a sua experiência de mobilidade de forma simples, rápida e intuitiva.</p>
<p>Mas a digitalização vai além da conveniência. Permite-nos compreender melhor os padrões de utilização, antecipar necessidades e melhorar continuamente os nossos serviços. Quanto melhor conhecemos os hábitos dos utilizadores, maior é a nossa capacidade para desenvolver soluções adaptadas às suas expectativas.</p>
<p><strong>Como avalia a Telpark o retorno destas iniciativas, entre notoriedade de marca, experiência do utilizador e aquisição de novos clientes?</strong></p>
<p>Naturalmente acompanhamos indicadores como o número de reservas, a adesão à aplicação, a aquisição de novos utilizadores e a utilização dos nossos serviços após cada evento. São métricas fundamentais para medir o impacto destas iniciativas. Mas existe um indicador igualmente importante: a confiança.</p>
<p>Quando um utilizador experimenta a Telpark num contexto particularmente exigente, como um grande festival, e percebe que toda a experiência decorreu de forma simples e eficiente, essa confiança prolonga-se para futuras utilizações. É por isso que encaramos estes eventos numa lógica de longo prazo.</p>
<p>Mais do que responder às necessidades daquele dia, queremos construir uma relação duradoura com os nossos utilizadores e fazer da Telpark uma escolha natural sempre que pensam em mobilidade.</p>
<p><strong>Os números do Rock in Rio e do NOS Alive deste ano mostram crescimento nas reservas e nas adesões à aplicação. O que explica esta evolução?</strong></p>
<p>Penso que estes resultados refletem uma mudança clara na forma como as pessoas vivem a mobilidade. Existe uma preocupação crescente em planear antecipadamente as deslocações e recorrer a soluções digitais que ofereçam conveniência, previsibilidade e poupança de tempo. Ao mesmo tempo, a Telpark tem vindo a consolidar a sua presença nos grandes eventos, demonstrando na prática o valor das suas soluções.</p>
<p>No Rock in Rio registámos mais de 3100 reservas, um crescimento de 14 % face à edição anterior. No NOS Alive ultrapassámos as 2300 reservas, representando um crescimento de 25 % relativamente ao ano passado.</p>
<p>Mais do que os números, estes resultados demonstram que os utilizadores valorizam cada vez mais soluções digitais que lhes permitem chegar ao destino sem preocupações e aproveitar melhor toda a experiência do evento.</p>
<p><strong>Que outros eventos ou formatos está a Telpark a equacionar para dar continuidade a esta estratégia?</strong></p>
<p>O nosso objetivo não passa apenas por estar presente em mais eventos. Queremos estar presentes nos momentos em que a mobilidade faz verdadeiramente a diferença para a experiência das pessoas.</p>
<p>Continuaremos a analisar oportunidades ligadas a eventos culturais, desportivos e de entretenimento, mas também outros contextos urbanos onde possamos integrar soluções que promovam uma mobilidade mais eficiente, sustentável e centrada no utilizador. Acreditamos que existe um enorme potencial para reforçar a colaboração entre organizadores de eventos, municípios, operadores de transporte e parceiros de mobilidade, criando soluções integradas que simplifiquem a deslocação das pessoas antes, durante e depois dos eventos.</p>
<p>Essa visão vai muito além dos festivais. É também a forma como imaginamos a mobilidade do futuro nas cidades: mais digital, mais integrada e construída através da colaboração entre diferentes parceiros. É essa a visão que continuará a orientar a Telpark: evoluir de operador de estacionamento para parceiro de mobilidade, contribuindo diariamente para cidades mais inteligentes e para uma melhor experiência de quem nelas vive, trabalha ou visita.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>Vem aí o Wells Wunderlust</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/vem-ai-o-wells-wunderlust/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 11:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Wells Wanderlust será o “maior de sempre” em Portugal e cruza bem-estar, autocuidado e beleza, com novas propostas e experiências pensadas para todos os visitantes. O evento comemorativo materializa a missão da Wells em dar resposta à crescente necessidade de criar espaço para o bem-estar, de forma “acessível, intencional e inspiradora”. A iniciativa arranca com [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Wells Wanderlust será o “maior de sempre” em Portugal e cruza bem-estar, autocuidado e beleza, com novas propostas e experiências pensadas para todos os visitantes. O evento comemorativo materializa a missão da Wells em dar resposta à crescente necessidade de criar espaço para o bem-estar, de forma “acessível, intencional e inspiradora”.</p>
<p>A iniciativa arranca com a Morning Experience, que incluirá uma aula de yoga e de pilates, bem como uma sessão de meditação guiada. Ao longo do dia, o relvado do recinto ganha vida e os visitantes vão poder experienciar diversas atividades, como o yoga aéreo, o acroyoga e dinâmicas de hula hoop. O festival contará ainda com uma zona de restauração e momentos de animação, com surpresas e artistas nacionais e internacionais que serão revelados brevemente.</p>
<p>Além das atividades no relvado, os visitantes poderão visitar uma área dedicada ao bem-estar, à saúde e à beleza – uma das grandes novidades desta edição, que foi tornada possível devido à parceria com a Wells.</p>
<p>&#8220;Na Wells, acreditamos que o bem-estar deve estar ao alcance de todos, e é com esse espírito que nos juntamos ao Wanderlust neste ano tão especial. Esta parceria reflete a nossa aposta no território da saúde e bem-estar e a nossa vontade de criar experiências que inspiram tanto quem já faz do autocuidado uma prioridade como quem está a dar os primeiros passos nessa jornada&#8221;, afirma a diretora de Brand &amp; Marketing da Wells, Marta Castro.</p>
<p>O Managing Director do Wanderlust explica que, ao longo desta década de presença em Portugal, perceberam que o evento vive sobretudo das pessoas que o constroem com a organização – “professores, artistas, marcas, parceiros e, acima de tudo, todos os participantes que chegam com vontade de respirar melhor, mover-se com intenção e procurar o seu próprio caminho”. “Celebrar dez anos é celebrar essa procura coletiva. É olhar para trás com gratidão e para a frente com a mesma vontade de continuar a criar experiências que aproximam, inspiram e nos lembram que o bem-estar é uma prática, mas também uma forma de estarmos juntos”, acrescenta.</p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
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		<title>Da memória à experiência: O novo palco da Vigor e do Pleno</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/da-memoria-a-experiencia-o-novo-palco-da-vigor-e-do-pleno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:29:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A Lactogal tem um posicionamento muito forte em festivais e experiências culturais, nomeadamente através da Vigor e do Pleno. O que leva a esta estratégia? José Pedro Marques da Silva &#124; As marcas têm de se construir onde as pessoas vivem, sentem e partilham. A cultura, a música e os grandes momentos coletivos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Briefing | A Lactogal tem um posicionamento muito forte em festivais e experiências culturais, nomeadamente através da Vigor e do Pleno. O que leva a esta estratégia?</strong></p>
<p><strong>José Pedro Marques da Silva |</strong> As marcas têm de se construir onde as pessoas vivem, sentem e partilham. A cultura, a música e os grandes momentos coletivos são esses territórios, e é por isso que escolhemos estar presentes neles. Mas fazemo-lo de formas distintas, porque Vigor e Pleno têm posicionamentos distintos.</p>
<p>Vigor abraça o território da pop-culture como uma evolução do papel que teve e tem na categoria de leite, encontrando nestes espaços formas de tornar evidente o que a distingue das restantes marcas: o sabor, a experiência. É também aqui que se cruzam gerações. Vigor tem uma relação afetiva de décadas com os portugueses, e o que procura nestes territórios é reativar essa memória junto de quem cresceu com a marca e, ao mesmo tempo, torná-la relevante para quem não a viveu.</p>
<p>Pleno encontra na música uma extensão natural do seu universo. A própria assinatura da marca, &#8220;É da tua Natureza&#8221;, encontra na música um eco evidente. É um território onde a autenticidade e a individualidade que Pleno valoriza ganham forma. A isto junta-se uma tendência de fundo: o crescimento do movimento no- e low-alcohol, com consumidores a procurarem alternativas com significado para acompanhar os momentos de convívio. Pleno posiciona-se nesse espaço, como uma gama que acompanha e eleva esses momentos sem abdicar do bem-estar, e que aproveitamos para mostrar que pode ser consumida de forma criativa, com os mocktails.</p>
<p>São duas presenças com lógicas próprias, mas com uma raiz comum, a de estar genuinamente ao lado das pessoas nos momentos que lhes importam.</p>
<p><strong>A ambição de rejuvenescer o consumo de leite em Portugal parece ser algo desafiante. Porquê escolher os festivais como meio para tentar alcançar esse objetivo? </strong></p>
<p>Vigor escolhe estar na cultura, porque é aí que entendemos que hoje podemos construir a relevância da marca para uma nova geração. Se o nosso desafio é mostrar que o leite pode ser atual, não basta dizê-lo na comunicação, é preciso estar nos espaços em que essa atualidade se vive e se sente. Por isso, quando olhamos para um momento como o Rock in Rio, não o encaramos como uma presença de festival, mas como uma plataforma cultural, com um conceito próprio que vai além do evento e que nos permite criar uma experiência em que a marca é vivida e provada, e não apenas vista. É essa lógica que vai orientar uma nova forma de estar de Vigor nos próximos anos, e o Rock in Rio é o primeiro grande palco onde ela se afirma.</p>
<p><strong>A Latteria Vigor esteve no Rock in Rio. Qual foi a ideia?</strong></p>
<p>A Latteria é a forma de dar corpo físico a essa ideia. Criámos um espaço próprio, com um conceito que prolonga o universo Vigor dentro do festival, e onde as pessoas podem efetivamente viver e provar aquilo que nos distingue – o sabor e a frescura. O objetivo é duplo. Por um lado, reforçar a relevância de Vigor junto dos jovens adultos, mostrando que o leite tem lugar nos momentos de prazer, de convívio e de comunidade que definem o verão. Por outro, fazê-lo de uma forma memorável e partilhável, criando um momento que as pessoas queiram viver e contar, porque é assim que uma marca passa a fazer parte da história que cada um recorda. Para uma marca que está a fazer a passagem de ícone a icónica, a Latteria no Rock in Rio é onde essa nova postura se torna, pela primeira vez, algo que se experimenta.</p>
<p><strong>Já no caso do Pleno, é uma marca mais associada ao bem-estar e ao convívio. Como nasceu esse posicionamento? </strong></p>
<p>Pleno foi pioneira em Portugal ao lançar, em 2001, uma nova categoria de bebidas inspirada na natureza, com extratos de chá e frutas. Em 2025, a marca passou por um reposicionamento e nasceu a assinatura &#8220;Pleno. É da tua Natureza&#8221;. É daqui que vem a associação à música. Sendo uma marca de bebidas, a ligação a momentos de convívio é direta, mas Pleno procura os territórios em que o bem-estar e a autenticidade que defende ganham expressão. A música é um deles, porque é, também ela, uma forma de cada pessoa exprimir a sua natureza.</p>
<p><strong>Como é que a música ajuda a transmitir essa mensagem?</strong></p>
<p>Porque a música é, talvez, a forma mais universal de expressão da individualidade. Aquilo que cada um ouve, a forma como o vive e partilha diz muito sobre quem é, tal como Pleno entende que não há uma só forma de viver o bem-estar. É essa correspondência que faz da música o veículo certo para &#8220;É da tua Natureza&#8221;. Tal como a música convida a explorar, Pleno é uma gama feita para ser experimentada de formas diferentes, e é isso que nos permite mostrar que pode ser vivida de maneira criativa. A música deixa, assim, de ser apenas o contexto, e passa a ser a própria demonstração daquilo que a marca defende: que o bem-estar e a autenticidade se vivem à medida de cada um.</p>
<p><strong>O que pesa mais: notoriedade, envolvimento emocional, experimentação do produto ou vendas? Como avaliam o sucesso destas iniciativas?</strong></p>
<p>O peso de cada um depende dos objetivos específicos de cada iniciativa, mais do que de uma fórmula fixa. O que procuramos é envolvimento emocional e experimentação, porque são esses dois que transformam uma presença pontual numa relação. Não basta que as pessoas vejam a marca, queremos que a sintam e que a provem. A notoriedade e as vendas não são descuradas, são consequência: uma marca que se torna relevante e próxima constrói preferência, e essa preferência traduz-se, ao longo do tempo, em valor de marca e da marca para o negócio, sempre com uma preocupação de potenciar a conversão junto de cada iniciativa.</p>
<p>Mais do que medir cada uma de forma isolada, avaliamos a sua capacidade de criar essa ligação duradoura e de abrir novas ocasiões de consumo. O sucesso, para nós, está muito no equilíbrio entre o impacto imediato e na relação que fica, a que garante a escolha nos futuros momentos de escolha.</p>
<p><strong>Num contexto em que os jovens rejeitam cada vez mais a publicidade tradicional, até que ponto a presença em eventos culturais deixou de ser uma ação de marketing para se tornar uma forma de as marcas fazerem parte da vida e da identidade das pessoas?</strong></p>
<p>A geração mais nova não rejeita as marcas, rejeita ser interpelada por elas de forma unilateral. Cresceu num ambiente em que a atenção é o recurso mais disputado de todos e em que tem, pela primeira vez, o poder de escolher o que vê: salta a publicidade, filtra, bloqueia, e dá credibilidade sobretudo àquilo que descobre pelos seus próprios meios e pelas suas próprias comunidades. Neste contexto, a mensagem que interrompe perde força quase por definição, porque é vista como algo que se impõe sem ser pedido. O que muda com a presença cultural é precisamente a posição em que a marca se coloca. Em vez de interromper um momento que é das pessoas, a marca passa a contribuir para ele. É aqui que reside a diferença entre visibilidade e relevância: a visibilidade compra-se e mede-se em exposição, mas é facilmente ignorada; a relevância conquista-se com presença consistente nos lugares onde a audiência já está e com a capacidade de criar momentos que as pessoas queiram levar adiante. Uma marca que se torna relevante passa a ser bem-vinda.</p>
<p>É essa a fasquia que colocamos a nós próprios. Quando Vigor cria um espaço onde as pessoas vivem o festival de outra forma, ou quando Pleno se associa à música como território de bem-estar e de expressão, o objetivo é contribuir para a experiência. E quando isso acontece, a marca deixa de &#8220;falar para&#8221; as pessoas e passa a &#8220;viver com&#8221; elas. No fundo, a presença cultural não substituiu o marketing, redefiniu-o: deixou de ser sobre o que a marca diz de si própria e passou a ser sobre o lugar que ocupa, com verdade, na vida das pessoas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A opinião de&#8230; Pedro Assunção, do TEDxPorto</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-opiniao-de-pedro-assuncao-do-tedxporto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 10:11:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há campanhas que vendem produtos, há outras que vendem momentos de consumo associados ao Natal, à Páscoa ou ao verão e há campanhas que conseguem fazer algo ainda mais inusitado, como transformar o ponto de venda num instrumento de promoção territorial. Durante décadas, o trade marketing teve objetivos bem definidos: aumentar a visibilidade das marcas, [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/a-opiniao-de-pedro-assuncao-do-tedxporto/">A opinião de&#8230; Pedro Assunção, do TEDxPorto</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Há campanhas que vendem produtos, há outras que vendem momentos de consumo associados ao Natal, à Páscoa ou ao verão e há campanhas que conseguem fazer algo ainda mais inusitado, como transformar o ponto de venda num instrumento de promoção territorial. Durante décadas, o trade marketing teve objetivos bem definidos: aumentar a visibilidade das marcas, estimular a compra por impulso e influenciar a decisão do consumidor no momento da compra. Mas será que essa lógica continua a ser suficiente? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos anos, assistimos a uma transformação profunda na forma como as marcas comunicam no ponto de venda. Os consumidores procuram autenticidade e experiências. Naturalmente, essa mudança também começou a chegar ao ponto de venda e foi justamente isso que me chamou a atenção ao encontrar uma ilha promocional da Delta Cafés dedicada à Festa das Flores de Campo Maior. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em primeira instância, parece ser uma ativação comercial semelhante a tantas outras. No entanto, rapidamente se percebe que o protagonista não é o café, uma vez que a comunicação centra-se em Campo Maior, na Festa das Flores e no convite &#8220;</span><span style="font-weight: 400;">Celebre com as marcas que nos unem</span><span style="font-weight: 400;">&#8220;. Apesar do produto continuar presente, acaba por assumir um papel secundário, pois o destaque vai para a promoção de uma festa popular daquele território. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O contexto torna esta campanha particularmente relevante. A Festa das Flores, também conhecida como Festa do Povo, regressa em 2026, onze anos depois da última edição, realizada em 2015. Estamos perante o regresso de uma das mais extraordinárias manifestações de cultura popular em Portugal, reconhecida pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade. A sua singularidade reside no facto de ser a própria comunidade de Campo Maior a conceber e produzir, durante meses, milhares de flores de papel que transformam a vila num impressionante cenário floral. É este património, um dos mais importantes ativos culturais de Campo Maior, que a Delta Cafés leva ao ponto de venda, transformando uma campanha de trade marketing numa plataforma de promoção territorial. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este caso merece uma reflexão aprofundada, pois desafia uma ideia que durante muito tempo foi praticamente consensual: a de que a promoção dos territórios é uma responsabilidade exclusiva das autarquias e dos organismos de turismo. Todavia, a realidade demonstra que algumas marcas possuem hoje uma notoriedade e uma capacidade de projeção muito superior à das próprias instituições públicas. A Delta Cafés acaba por ser um exemplo bastante interessante, porque a ligação a Campo Maior não surge de uma oportunidade circunstancial. Assim sendo, ao comunicar a Festa das Flores em centenas de pontos de venda, a empresa coloca o seu capital reputacional para dar visibilidade ao território que a viu nascer. O resultado cria valor para ambas as partes, visto que Campo Maior beneficia de uma plataforma de comunicação dificilmente replicável através da promoção institucional, enquanto a Delta Cafés reforça os seus valores corporativos, nomeadamente o orgulho pelas suas raízes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em conclusão, a crescente necessidade de diferenciação leva as marcas a procurar novas formas de criar valor. O caso da Delta Cafés demonstra que o trade marketing pode desempenhar um papel muito mais relevante do que a venda de produtos e pode também contribuir para a construção de marcas territoriais.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Pedro Assunção, organizador do TEDxPorto</span></i></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/a-opiniao-de-pedro-assuncao-do-tedxporto/">A opinião de&#8230; Pedro Assunção, do TEDxPorto</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O festival Rocim x Emersivo vai reunir múltiplas expressões</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-festival-rocim-x-emersivo-vai-reunir-multiplas-expressoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:32:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Herdade do Rocim será o palco desta iniciativa, que procura dar a conhecer o Alentejo através das suas múltiplas expressões. Ao longo de uma tarde e noite de programação, os visitantes serão convidados a degustar alguns dos vinhos da produtora, a provar os petiscos preparados pelo chef João Mourato e a descobrir algumas das [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Herdade do Rocim será o palco desta iniciativa, que procura dar a conhecer o Alentejo através das suas múltiplas expressões. Ao longo de uma tarde e noite de programação, os visitantes serão convidados a degustar alguns dos vinhos da produtora, a provar os petiscos preparados pelo chef João Mourato e a descobrir algumas das novas vozes da cultura emergente.</p>
<p>A componente musical será assegurada por Marta Lima, João Melgueira, Mirage People e Recante, que vão subir ao palco numa atuação especial acompanhados pelo Grupo Coral Raízes do Cante e por vários convidados. A programação integra ainda &#8220;Letras de Tinto&#8221;, um encontro de autores portugueses conduzido pela escritora e editora Cátia Guerreiro, criando um espaço de conversa onde a literatura se cruza com o vinho e o território.</p>
<p>Mais do que um festival tradicional, o Rocim x Emersivo propõe uma imersão na identidade alentejana, valorizando não só a criação artística contemporânea, mas também as suas gentes, os seus sabores, a arte vinícola e a forte ligação ao território.</p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
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		<title>O Curtas Vila do Conde mostra a história do vinho</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-curtas-vila-do-conde-mostra-a-historia-do-vinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 10:09:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[entre copos]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O filme, realizado por Manuel Sá, acompanha, ao longo de um ano, o ciclo de criação de um vinho através do quotidiano dos enólogos Luís e Manuel Cerdeira, que são pai e filho. Esta estreia pretende reforçar o compromisso do festival com obras que exploram novas perspetivas sobre a realidade, e promovem o diálogo entre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme, realizado por Manuel Sá, acompanha, ao longo de um ano, o ciclo de criação de um vinho através do quotidiano dos enólogos Luís e Manuel Cerdeira, que são pai e filho.</p>
<p>Esta estreia pretende reforçar o compromisso do festival com obras que exploram novas perspetivas sobre a realidade, e promovem o diálogo entre o cinema e diferentes dimensões da cultura contemporânea. Ao receber a curta “Gerações”, a mostra abre espaço ao vinho enquanto tema cinematográfico, revelando uma dimensão cultural e humana ainda pouco explorada no grande ecrã.</p>
<p>Para o diretor artístico do Curtas Vila do Conde, Nuno Rodrigues, esta obra é um exemplo da capacidade do cinema para revelar universos que conhecemos, mas raramente vemos desta forma, dando protagonismo às pessoas e às histórias que existem por detrás do vinho português.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>Galp: Os eventos passam, as ligações ficam</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/galp-os-eventos-passam-as-ligacoes-ficam/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 09:31:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[marca]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A Galp tem apostado numa presença diversificada em grandes festivais, eventos desportivos e iniciativas de âmbito mais regional. Qual o elo de ligação do ponto de vista da estratégia da marca? Luísa Motta &#124; À primeira vista, pode parecer uma estratégia muito diversificada, mas, na realidade, existe um racional muito claro. O elo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Briefing | A Galp tem apostado numa presença diversificada em grandes festivais, eventos desportivos e iniciativas de âmbito mais regional. Qual o elo de ligação do ponto de vista da estratégia da marca?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong>Luísa Motta |</strong> À primeira vista, pode parecer uma estratégia muito diversificada, mas, na realidade, existe um racional muito claro. O elo de ligação não são os eventos, são as pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Galp procura estar presente nos momentos que têm significado para diferentes comunidades e que fazem parte da vida dos portugueses. A música, o desporto, as festas regionais ou os grandes eventos nacionais representam diferentes expressões da mesma cultura e permitem-nos construir uma relação próxima com públicos distintos, sem perder consistência na forma como a marca se apresenta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que selecionar patrocínios, procuramos selecionar contextos onde a marca possa ser relevante, criar experiências positivas e reforçar atributos como proximidade, confiança e energia. Procuramos construir uma marca próxima das pessoas, acompanhando-as em diferentes contextos, geografias e momentos de celebração.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa estratégia passa por construir uma marca que faz parte da vida das pessoas, e não apenas da sua decisão de compra.</span></p>
<p><b>Como é que essa visão se traduz na prática?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As marcas mais fortes são aquelas que conseguem criar ligações que perduram na memória das pessoas. Isso não se constrói apenas através da publicidade; constrói-se estando presente em momentos de celebração, emoção, partilha e identidade coletiva.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na prática, isso traduz-se numa presença equilibrada em diferentes territórios, desde os grandes festivais de música aos eventos desportivos ou às festas regionais. Cada um destes momentos permite-nos contactar públicos diferentes, em contextos distintos, mas sempre com o mesmo objetivo: aproximar a Galp das pessoas através de experiências que acrescentem valor e reforcem a ligação emocional à marca.</span></p>
<p><b>Porque é importante equilibrar a presença em grandes eventos nacionais com iniciativas de forte expressão regional?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Porque uma marca nacional constrói-se em múltiplas escalas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma marca nacional não se constrói apenas nos grandes centros urbanos nem apenas através dos maiores eventos mediáticos. Constrói-se estando presente onde as pessoas vivem, trabalham, celebram e criam memórias.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os grandes eventos dão notoriedade e escala. Os eventos regionais acrescentam proximidade, autenticidade e uma relação muito mais próxima com as comunidades locais. Gostamos de dizer que os grandes eventos dão escala à marca e os eventos regionais dão-lhe profundidade. São dimensões complementares da mesma estratégia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a Galp, estar presente no NOS Alive ou</span> <span style="font-weight: 400;">na Seleção Nacional é tão importante como marcar presença na Feira de São Mateus, na Ovibeja ou na FATACIL. Cada um destes momentos aproxima-nos de públicos diferentes, em contextos distintos, mas todos contribuem para o mesmo objetivo: construir uma marca próxima, relevante e verdadeiramente nacional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No fundo, não procuramos estar apenas onde há mais pessoas. Procuramos estar onde conseguimos criar ligações mais significativas com elas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É precisamente este equilíbrio que permite à Galp construir uma marca simultaneamente relevante à escala nacional e próxima das diferentes comunidades que compõem o País.</span></p>
<p><b>A parceria com a Seleção Nacional já dura há cerca de três décadas. O que explica a longevidade desta relação e que impacto tem tido na construção da marca?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A longevidade desta parceria demonstra que procuramos construir relações de longo prazo e não apenas aproveitar oportunidades de visibilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Seleção Nacional representa valores que continuam muito atuais: união, superação, ambição e orgulho coletivo. São momentos em que milhões de portugueses vivem a mesma emoção, independentemente da idade, da região ou da sua realidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estar ao lado da Seleção durante quase três décadas permitiu à Galp acompanhar várias gerações de portugueses e fazer parte de algumas das suas memórias mais marcantes. Esse tipo de consistência é muito difícil de construir através de ações pontuais e tem um contributo importante para a confiança e para a solidez da marca.</span></p>
<p><b>Num contexto em que os consumidores valorizam cada vez mais autenticidade, como é que a Galp procura garantir que a sua presença nos eventos vai além da simples visibilidade?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A atenção é um recurso escasso. As pessoas esperam mais das marcas do que um logótipo num palco ou numa camisola. Esperam que acrescentem valor à experiência e que a sua presença tenha um propósito.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, procuramos desenhar experiências que acrescentem valor ao evento e às pessoas que nele participam. Queremos que a marca seja recordada pelo que proporcionou e não apenas pelo logótipo que estava presente.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Isso significa pensar cada ativação em função do contexto, das necessidades do público e da experiência que queremos criar. A autenticidade nasce precisamente dessa coerência entre aquilo que a marca representa e a forma como escolhe participar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando uma marca consegue contribuir positivamente para a experiência das pessoas, deixa de ser apenas patrocinadora e passa a fazer parte da história desse momento.</span></p>
<p><b>A Galp tem vindo a transformar-se para responder aos desafios da transição energética. Como é que essa evolução também se reflete na forma como a marca se apresenta junto das comunidades?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transformação da Galp não acontece apenas ao nível do negócio. Reflete-se também na forma como a marca se relaciona com a sociedade e com as comunidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje procuramos criar experiências que aproximem as pessoas dos temas da inovação, da mobilidade e da transição energética de uma forma mais concreta e acessível. Acreditamos que as marcas têm também um papel de aproximar a tecnologia das pessoas e de inspirar as novas gerações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um bom exemplo é a nossa presença este ano no NOS Alive, onde, em parceria com o Instituto Superior Técnico, vamos dar palco a protótipos desenvolvidos por estudantes, incluindo uma mota elétrica de competição e uma embarcação que combina tecnologias como hidrogénio, energia solar e navegação autónoma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que expor tecnologia, queremos dar visibilidade ao talento, à investigação e à colaboração entre a academia e a indústria. É uma forma de mostrar que a inovação se constrói em parceria e que a transição energética não é um conceito abstrato: é algo que já está a ser desenvolvido por jovens que serão os engenheiros e líderes de amanhã.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É esta visão que procuramos levar para as comunidades. Uma marca que não comunica apenas o futuro, mas que ajuda a aproximar as pessoas dele, criando oportunidades para conhecer, experimentar e participar nessa transformação.</span></p>
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		<title>O MAD STARS tem um jurado português</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-mad-stars-tem-um-jurado-portugues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[arte]]></category>
		<category><![CDATA[criatividade]]></category>
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		<category><![CDATA[prémio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Paulo Mariano conta com mais de duas décadas de carreira entre o Brasil e Portugal, tendo trabalhado em campanhas para marcas como Netflix, Emirates, EDP e Lidl. Além disso, foi distinguido pelo Lürzer&#8217;s Archive (200 Best Digital Artists Worldwide), ADC Europe, EFFIE e CCP. Integrou ainda os júris do New York Festivals, FIAP, AdForum PHNX [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Paulo Mariano conta com mais de duas décadas de carreira entre o Brasil e Portugal, tendo trabalhado em campanhas para marcas como Netflix, Emirates, EDP e Lidl. Além disso, foi distinguido pelo Lürzer&#8217;s Archive (200 Best Digital Artists Worldwide), ADC Europe, EFFIE e CCP. Integrou ainda os júris do New York Festivals, FIAP, AdForum PHNX e AIVA.</p>
<p>O profissional será responsável por avaliar as categorias Film, Outdoor, Print e Radio &amp; Audio, juntamente com líderes criativos da Publicis London, VML, Dentsu, Grey Hong Kong, McCann e Monks.</p>
<p>O diretor de arte sénior afirma que é um “orgulho enorme” levar o nome de Portugal a um júri desta dimensão. Sublinha ainda que acha “curioso” nomearem a categoria Traditional, num momento em que muito do que é tido por valioso é o que se opõe à tradição. “Se a tradição tem a ver com o que resiste ao tempo, então é isso que me interessa procurar: o que faz uma ideia permanecer na nossa cabeça, mesmo depois do swipe ou de virar a página&#8221;, acrescenta.</p>
<p>O MAD STARS foi fundado em 2008 e recebe anualmente cerca de 20 mil inscrições oriundas de perto de 60 países. Na edição de 2026, reúne um júri global com profissionais de 83 territórios, entre os quais 42 membros do júri final.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<item>
		<title>Heineken transforma brindes em amizades no NOS Alive com tecnologia e música</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/heineken-quer-transformar-brindes-em-amizades-no-nos-alive-com-tecnologia-e-musica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 09:40:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[cultura]]></category>
		<category><![CDATA[destaque editor]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há muito que a música ocupa um lugar central na estratégia da Heineken. Enquanto cerveja oficial e premium sponsor do NOS Alive, a marca volta a associar-se a um dos maiores festivais do País para reforçar um posicionamento que vai muito além da visibilidade. O objetivo passa por criar experiências que aproximem as pessoas e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Há muito que a música ocupa um lugar central na estratégia da Heineken. Enquanto cerveja oficial e premium sponsor do NOS Alive, a marca volta a associar-se a um dos maiores festivais do País para reforçar um posicionamento que vai muito além da visibilidade. O objetivo passa por criar experiências que aproximem as pessoas e façam da música um ponto de partida para novas relações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O NOS Alive é um dos maiores festivais de música em Portugal e uma plataforma privilegiada para estarmos próximos do consumidor português num território natural para a marca&#8221;, afirma Catarina Ferraz. A responsável de Marketing da Heineken em Portugal lembra que a música continua a ser o principal interesse de entretenimento dos portugueses e sublinha o seu potencial para gerar afinidade. &#8220;Para a Heineken, estar no NOS Alive é continuar a fazer parte de momentos relevantes de socialização, oferecendo uma experiência premium, diferenciadora e alinhada com aquilo que os fãs procuram num festival.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta ligação materializa-se, desde logo, através do Palco Heineken, um dos espaços mais emblemáticos do festival. Embora a marca não participe na definição do cartaz, Catarina Ferraz considera que a associação ao palco reforça a identidade construída ao longo dos anos. &#8220;Ao dar nome a um palco reconhecido pela sua identidade e relevância no festival, a Heineken associa-se a momentos autênticos de partilha, celebração e descoberta, consolidando a sua ligação ao universo da música ao vivo.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas é na experiência desenhada para os festivaleiros que reside a principal novidade desta edição. Pela primeira vez em Portugal, a marca apresenta o &#8220;Clinker&#8221;, uma pulseira inteligente desenvolvida para aproximar pessoas através da música. Integrada na campanha internacional &#8220;Os fãs têm mais amigos&#8221;, a tecnologia sincroniza os gostos musicais dos utilizadores através do Spotify e mede a compatibilidade entre duas pessoas quando brindam com uma Heineken.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;O momento do brinde serve para perceber o grau de &#8216;match musical'&#8221;, explica Catarina Ferraz. Quando dois dispositivos entram em contacto, a pulseira cruza os perfis musicais e responde com sinais luminosos que revelam o nível de afinidade entre ambos. No final, é possível aos utilizadores seguirem-se no Spotify.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inovação estará disponível na Heineken House, novo conceito internacional que chega este ano ao NOS Alive depois de já ter sido apresentado em festivais como o Coachella. &#8220;A Heineken House é um espaço de encontro, descoberta, pausa e celebração – não apenas um local de consumo ou mais um stand do festival&#8221;, refere a responsável. É ali que a campanha ganha vida, permitindo aos visitantes experimentar o &#8220;Clinker&#8221; e descobrir novas afinidades musicais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A experiência, porém, começa antes mesmo da entrada no recinto. A Heineken volta a ocupar a estação de Algés, principal ponto de chegada dos festivaleiros, mas este ano fá-lo através de uma abordagem suportada por dados. Com base em informação da Global Web Index, Spotify Charts e na análise do cartaz do festival, a marca estima quantos fãs de diferentes géneros musicais estarão presentes durante os três dias do evento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O objetivo é mostrar que, antes mesmo do primeiro concerto, já existem milhares de potenciais ligações por descobrir. Mensagens como &#8220;Fã de Club Pop? Há cerca de 28,7 mil fãs com quem podes brilhar&#8221; ou &#8220;Fã de Eletrónica? Há cerca de 12,3 mil fãs prontos para dançar contigo&#8221; procuram demonstrar que a música pode ser um facilitador de novas amizades. &#8220;A Estação de Algés deixa de ser apenas um ponto de passagem e passa a ser o primeiro capítulo da campanha &#8216;Os fãs têm mais amigos'&#8221;, explica Catarina Ferraz.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Esta ativação funciona também como ponte para a experiência no interior do recinto. &#8220;Primeiro, os dados mostram o potencial de afinidade; depois, dentro do recinto, a tecnologia ajuda a transformar esse potencial numa interação real. Ou seja, a Estação de Algés mostra quantas ligações podem existir; o &#8216;Clinker&#8217; ajuda os fãs a encontrá-las.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A aposta insere-se numa estratégia mais ampla da Heineken para elevar a vida social dos fãs. &#8220;A marca quer reforçar valores como socialização, descoberta e inovação, com especial relevância junto dos jovens adultos&#8221;, afirma a responsável, considerando que festivais e concertos são hoje espaços fundamentais na forma como este público vive a cultura e constrói relações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num contexto em que a concorrência entre marcas é cada vez maior, a Heineken acredita que o segredo passa por acrescentar valor à experiência dos festivaleiros. &#8220;Mais do que criar ativações que procurem apenas captar atenção, queremos contribuir para uma experiência que acrescente valor aos festivaleiros, através da música, da socialização de qualidade e de uma ativação premium&#8221;, conclui Catarina Ferraz. É esse equilíbrio entre a dimensão global da marca e uma experiência pensada para o público português que, acredita, continuará a fazer da Heineken uma presença incontornável no NOS Alive.</span></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/heineken-quer-transformar-brindes-em-amizades-no-nos-alive-com-tecnologia-e-musica/">Heineken transforma brindes em amizades no NOS Alive com tecnologia e música</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ver sem ver: Como a IA da NOS deu mais autonomia a pessoas cegas no NOS Alive</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/ver-sem-ver-como-a-ia-da-nos-deu-mais-autonomia-a-pessoas-cegas-no-nos-alive/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:48:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[responsabilidade social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Está a ser brutal. Vou colocando as mãos nos ouvidos para ouvir melhor certas indicações que os óculos estão a dar, como sobre as luzes do palco, por exemplo&#8221;. É assim que Francisco descreve, em pleno concerto dos Foo Fighters, a experiência proporcionada pela app e os óculos da Meta. &#8220;Nirvana é que já não [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Está a ser brutal. Vou colocando as mãos nos ouvidos para ouvir melhor certas indicações que os óculos estão a dar, como sobre as luzes do palco, por exemplo&#8221;. É assim que Francisco descreve, em pleno concerto dos Foo Fighters, a experiência proporcionada pela app e os óculos da Meta. &#8220;Nirvana é que já não vamos conseguir ver, nem com a ‘Guia-NOS’&#8221;, brinca. Ao seu lado, Aliu resume o momento em poucas palavras: &#8220;Está a ser incrível&#8221;.</p>
<p>Durante cerca de duas horas e meia, a Briefing acompanhou-os na régie do NOS Alive, onde seguiram o espetáculo através de inteligência artificial, recebendo descrições em tempo real do palco, dos efeitos de luz, da movimentação dos músicos e do ambiente envolvente.</p>
<p>A aplicação “Guia-NOS” já tinha sido testada no festival, em 2025, mas a novidade desta edição está na integração com os óculos inteligentes Ray-Ban Meta. Em vez de apontar constantemente a câmara do telemóvel, o utilizador passa a recorrer às câmaras dos óculos, libertando uma mão – uma diferença relevante para quem utiliza bengala ou cão-guia.</p>
<p>&#8220;Aí é que está o salto transformador&#8221;, explica à Briefing a diretora de Comunicação Corporativa e Responsabilidade Social da NOS, Margarida Nápoles. &#8220;Com os óculos torna-se muito mais simples, muito mais natural. Damos às pessoas condições para serem mais independentes&#8221;.</p>
<p>Desenvolvida pela NOS Inovação e disponibilizada gratuitamente pela NOS Comunicações, a aplicação utiliza inteligência artificial para transformar imagens em descrições áudio, identificando pessoas, objetos, textos, cores e espaços em tempo real. Está disponível para Android e iOS, e, durante o NOS Alive, qualquer pessoa cega podia requisitar gratuitamente um par de óculos Meta para experimentar a tecnologia no recinto.</p>
<p>Para Margarida Nápoles, o lançamento gratuito nunca esteve em causa. &#8220;A inclusão, a acessibilidade e a democratização têm de andar de mãos dadas. O próximo passo tinha de ser pôr isto nas mãos das pessoas&#8221;, diz. A responsável sublinha ainda que a evolução da aplicação resulta diretamente do trabalho desenvolvido com a comunidade cega ao longo do último ano. &#8220;Aprendeu-se muito. Trabalhar de perto com quem vai usar a aplicação é extremamente gratificante&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Francisco faz parte desse percurso. &#8220;Ao longo do último ano, tenho vindo a participar em todas as atualizações. Tem sido uma evolução enorme&#8221;. O objetivo, diz, deixou rapidamente de ser apenas melhorar a experiência num festival. &#8220;Começámos a desafiar a própria NOS a transformar a aplicação também para o nosso dia a dia. E foi isso que foi feito”, conta.</p>
<p>Essa evolução traduz-se hoje numa experiência muito mais completa. &#8220;A descrição é muito mais detalhada e aumenta a nossa autonomia, independência e liberdade. Permite-nos ter uma experiência muito mais normalizada de um dia de festival&#8221;.</p>
<p>Aliu confirma-o enquanto percorre o recinto. A aplicação identifica zonas de restauração, reconhece palcos, descreve o ambiente e permite-lhe explorar o espaço ao seu ritmo. &#8220;Estou a andar com amigos, mas ao mesmo tempo uso os óculos e pergunto o que tenho à volta. Não preciso de estar sempre a perguntar à pessoa com quem estou. Isso dá-me autonomia para explorar à minha maneira”, explica.</p>
<p>Mais do que uma demonstração tecnológica, o que aconteceu durante o concerto dos Foo Fighters mostrou como a inteligência artificial pode desaparecer para dar lugar à experiência. Os três utilizadores viveram o festival de forma mais autónoma e mais participativa.</p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
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