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	<title>Arquivo de evento - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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	<description>Portal de Marketing e Publicidade: A sua porta de entrada para as últimas notícias, dicas e tendências do mundo do marketing.</description>
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	<title>Arquivo de evento - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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		<title>O Evento Marketing Digital chega a Lisboa</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-evento-marketing-digital-esta-de-volta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2026 11:13:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num panorama em rápida transformação impulsionado pela Inteligência Artificial (IA), este evento pretende distinguir-se por oferecer uma visão integrada de 360º sobre o ecossistema digital. O programa vai desde o SEO tradicional ao novo GEO (Generative Engine Optimization), a otimização para motores de pesquisa baseados em IA como ChatGPT, Perplexity e Gemini. Inclui ainda a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Num panorama em rápida transformação impulsionado pela Inteligência Artificial (IA), este evento pretende distinguir-se por oferecer uma visão integrada de 360º sobre o ecossistema digital. O programa vai desde o SEO tradicional ao novo GEO (Generative Engine Optimization), a otimização para motores de pesquisa baseados em IA como ChatGPT, Perplexity e Gemini. Inclui ainda a criação de conteúdo, estratégia de marcas, publicidade paga e o branding pessoal.</p>
<p>Entre os oradoe confirmados, incluem-se: o CEO da Escola de Marketing Digital, Marco Gouveia; a diretora de Marketing na OralMED, Patrícia Nunes Coelho; o Founding AI Search Optimization Strategist na Reach AI, Bernardo Ferreira, a Marketing Manager no Imovirtual &amp; OLX Portugal, Sylvia Bozzo; o Head of Global Sales na E-goi, Ernesto Ferreira; a Founder &amp; AI Educador na ImpulsIA, Mariana Almeida; o administrador de Sistemas na PTServidor, Rui Cruz, o especialista em felicidade organizacional e liderança positiva Fábio Borges; e o apresentador e orador internacional Fernando Sardinha.</p>
<p>A organização destaca que não desenhou mais um evento teórico sobre tendências abstratas, mas sim uma imersão orientada a resultados práticos e casos reais que os participantes possam aplicar logo no dia seguinte.</p>
<p>Com uma lotação reduzida a 188 lugares, a iniciativa visa garantir um ambiente propício ao networking de elevado valor entre os principais decisores do País.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>O surf como plataforma de valor para marcas e territórios</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-surf-como-plataforma-de-valor-para-marcas-e-territorios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Oct 2026 10:15:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[desporto]]></category>
		<category><![CDATA[entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Briefing &#124; A presença da WSL em Portugal começou em 2009, com uma licença móvel. Como evoluiu este projeto e que papel desempenhou na afirmação de Portugal enquanto destino internacional de surf? Frederico Teixeira &#124; Em 2009, quando recebemos a primeira etapa em Peniche, tínhamos uma licença móvel, inicialmente prevista para um único ano. O [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Briefing | A presença da WSL em Portugal começou em 2009, com uma licença móvel. Como evoluiu este projeto e que papel desempenhou na afirmação de Portugal enquanto destino internacional de surf?</strong></p>
<p><strong>Frederico Teixeira |</strong> Em 2009, quando recebemos a primeira etapa em Peniche, tínhamos uma licença móvel, inicialmente prevista para um único ano. O sucesso da organização, a qualidade das ondas e a resposta do público fizeram com que, logo no ano seguinte, conseguíssemos garantir uma licença fixa. Os surfistas ficaram seriamente impressionados com as ondas da Praia de Supertubos mas também da proximidade de outras praias na região, com outros tipos d eondas que lhes permitia treinar noutras condições.</p>
<p>Passados 17 anos, Portugal mantém-se como a única paragem europeia do Championship Tour.  Somos uma localização estratégica com uma oferta de hospitalidade e gastronomia diferenciadoras.</p>
<p>Ao longo deste percurso, conseguimos também alargar a presença da WSL a diferentes competições, desde as Challenger Series e Qualifying Series até às provas de ondas gigantes. Ou seja, alargámos as provas geograficamente, o que se traduziu em mais hipóteses para a qualificação ao longo do País e também diversificamos em formatos: não só provas de qualificação com a prova de renome internacional das Ondas Garndes, com características muito especificas da Nazaré.</p>
<p>Os resultados refletem esse crescimento. Se, em 2015, o impacto económico total da etapa de Peniche era estimado em 10,68 milhões de euros, em 2024 aproximou-se dos 20 milhões de euros. No mesmo período, o público cresceu cerca de 20 %, o que demonstra que conseguimos aumentar não apenas a dimensão do evento, mas também o valor que gera para a região.</p>
<p>Talvez o maior resultado seja termos conseguido transformar um evento que começou com uma licença de um ano num projeto com continuidade, reconhecimento internacional e um contributo efetivo para a economia e a promoção do País.</p>
<p><strong>Que contributo têm as competições para a construção da marca Portugal e para a projeção internacional dos territórios que as recebem?</strong></p>
<p>Acredito que um dos maiores contributos destas competições é a capacidade de apresentar Portugal a públicos internacionais que, de outra forma, talvez não tivessem contacto com determinados territórios.</p>
<p>Em 2025, por exemplo, a etapa de Peniche foi transmitida através de nove plataformas, entre canais digitais e televisivos, chegando a espectadores em mais de 100 países e ultrapassando as dez milhões de visualizações. É uma dimensão que permite projetar não apenas a competição, mas também o destino que a recebe.</p>
<p>Em 2024, estimámos cerca de 120 mil espectadores na etapa de Peniche, com uma taxa de ocupação hoteleira de 95 % durante o período da competição. O mais interessante é que 36,5 % do público era estrangeiro, o que demonstra a capacidade do evento para atrair visitantes internacionais.</p>
<p>Temos uma vantagem extraordinária: os nossos eventos acontecem em cenários naturais, com características únicas, que acabam por fazer parte da própria transmissão. Mas há também um enorme trabalho de produção para garantir que essa experiência chega ao público com a qualidade exigida por uma competição mundial.</p>
<p>A evolução tecnológica tem sido fundamental neste processo. Aliás, já em 2009 procurámos diferenciar-nos pela qualidade da transmissão, numa altura em que a utilização de fibra ótica representou um avanço importante para a cobertura dos campeonatos de surf. Desde então, temos acompanhado a transformação do consumo de conteúdos, com uma aposta cada vez maior nas plataformas digitais, e isto tem implicações diretas que de facto materializamos no terreno.</p>
<p>O MEO tem sido um parceiro importante neste percurso, não apenas pela sua associação ao evento, mas também por acompanhar a evolução de uma competição cuja projeção internacional depende, em grande medida, da qualidade da transmissão e da capacidade de chegar a novas audiências.</p>
<p>Hoje, conseguimos chegar a diferentes gerações e geografias, com conteúdos que continuam a circular muito depois de terminado o campeonato. E isso é particularmente relevante para a marca Portugal, porque permite manter os nossos destinos presentes junto de uma audiência internacional ao longo de todo o ano.</p>
<p><strong>O que procuram hoje as marcas quando se associam a estas competições e como evoluiu o valor do surf enquanto plataforma de comunicação e ativação?</strong></p>
<p>O surf evoluiu muito enquanto plataforma de comunicação. Se inicialmente era um território dominado pelas marcas diretamente ligadas à modalidade, hoje conseguimos atrair empresas de setores tão distintos como as telecomunicações, energia, banca, mobilidade ou turismo.</p>
<p>A nível global, estamos a falar de um universo de cerca de 366 milhões de pessoas interessadas em surf, das quais 128 milhões são consideradas fãs da modalidade. É um público com uma dimensão e diversidade particularmente interessantes para as marcas.</p>
<p>Penso que esta transformação está muito relacionada com a evolução do próprio consumidor. As marcas procuram cada vez mais experiências que lhes permitam estabelecer relações de proximidade com os seus públicos, e não apenas garantir visibilidade através de um patrocínio.</p>
<p>O surf tem aqui uma enorme vantagem, porque reúne desporto, entretenimento, cultura e lifestyle numa mesma plataforma. Existe uma ligação emocional muito forte à modalidade e uma comunidade bastante abrangente, que vai muito além dos praticantes.</p>
<p>O MEO e a Rip Curl são bons exemplos de parceiros com uma ligação de continuidade à competição de Peniche, que nos têm acompanhado no crescimento e na evolução do evento. Acreditamos muito neste modelo de parceria, em que existe um compromisso que vai além da componente financeira e que permite desenvolver projetos com maior consistência.</p>
<p>No fundo, queremos que uma marca encontre na WSL não apenas um evento para patrocinar, mas uma plataforma onde possa desenvolver diferentes objetivos de comunicação, desde notoriedade e envolvimento com o consumidor até experiências de marca e produção de conteúdos.</p>
<p><strong>Além da exposição mediática, que impacto geram estas competições no turismo e nas comunidades locais? Como é medido esse contributo?</strong></p>
<p>O impacto de uma competição desta dimensão começa muito antes do primeiro dia de prova. Existe toda uma operação de preparação e montagem que mobiliza empresas, profissionais e fornecedores de diferentes áreas de atividade. Este movimento gera atividade económica direta, mas o contributo estende-se naturalmente ao turismo.</p>
<p>Temos procurado medir este impacto de forma rigorosa, através de estudos independentes. O estudo de 2024, realizado em parceria com o ISEG, estimou um impacto económico total próximo dos 20 milhões de euros, incluindo os efeitos diretos, indiretos e induzidos na economia. Só a despesa dos visitantes ultrapassou os 13 milhões de euros, um crescimento de cerca de 68% face a 2015.</p>
<p>Mas há outro aspeto que considero fundamental e que nem sempre conseguimos traduzir num indicador: a transformação da economia local. Ao longo destes anos, vimos surgir novas unidades de alojamento, escolas de surf, restaurantes e serviços associados a uma procura que deixou de estar concentrada exclusivamente no verão.</p>
<p>Para nós, a relação com as comunidades é essencial. Temos consciência de que um evento desta dimensão também exige muito dos territórios e, por isso, trabalhamos em proximidade com as autarquias, entidades regionais e empresas locais. O objetivo é garantir que o crescimento da competição se traduz em oportunidades e benefícios que permaneçam na região.</p>
<p><strong>Que oportunidades identifica para reforçar o valor destas competições para as marcas, os territórios e o País?</strong></p>
<p>Penso que uma das grandes oportunidades está na capacidade de continuar a evoluir a experiência que oferecemos, tanto aos atletas como ao público e às marcas.</p>
<p>Hoje, os eventos desportivos competem num mercado global de entretenimento muito exigente. Já não basta ter uma grande competição e boas condições naturais. É necessário garantir uma organização de excelência, uma transmissão de qualidade e uma experiência que motive as pessoas a acompanhar o evento, presencialmente ou através das plataformas digitais.</p>
<p>A dimensão digital será certamente outra das áreas de crescimento. Entre 2022 e 2025, as visualizações das competições de Peniche e Ericeira cresceram cerca de 33 %, o que demonstra que existe espaço para continuar a ampliar a nossa audiência internacional. E uma audiência maior representa também novas possibilidades de comunicação e valorização comercial.</p>
<p>Gostava igualmente de destacar o papel que estas competições podem continuar a desempenhar no desenvolvimento do surf português. Ter os melhores atletas do mundo a competir no nosso país é uma oportunidade extraordinária para as novas gerações. Este ano, em Peniche, contamos com cinco atletas portugueses, incluindo três mulheres, uma presença particularmente relevante que demonstra a evolução da modalidade e o talento que temos vindo a desenvolver.</p>
<p>Por último, há uma responsabilidade que não podemos desvalorizar: a preservação dos territórios onde realizamos as competições. A sustentabilidade ambiental e a relação com as comunidades têm de continuar a fazer parte das nossas prioridades. Através da iniciativa WSL One Ocean, temos vindo a estabelecer metas concretas de redução da pegada ambiental das competições, porque o oceano é a nossa principal riqueza e temos a obrigação de contribuir para a sua proteção.</p>
<p>O nosso objetivo é continuar a fazer crescer a WSL em Portugal, mas sobretudo garantir que esse crescimento acrescenta valor aos parceiros, cria oportunidades para as regiões e reforça o posicionamento do país no panorama internacional do surf.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>Wine Destination Portugal quer levar o enoturismo português mais longe</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/wine-destination-portugal-quer-levar-o-enoturismo-portugues-mais-longe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 12:18:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[entre copos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na terceira edição, o encontro recebe profissionais de mercados como os Estados Unidos, Brasil, Canadá, Reino Unido, Espanha, França, Itália, Alemanha e Países Baixos, incluindo operadores especializados em enoturismo, travel designers e agências boutique. O programa combina reuniões B2B, momentos de networking e as Uncorking Experiences, visitas que permitem aos compradores conhecer os produtores, provar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na terceira edição, o encontro recebe profissionais de mercados como os Estados Unidos, Brasil, Canadá, Reino Unido, Espanha, França, Itália, Alemanha e Países Baixos, incluindo operadores especializados em enoturismo, travel designers e agências boutique. O programa combina reuniões B2B, momentos de networking e as Uncorking Experiences, visitas que permitem aos compradores conhecer os produtores, provar os vinhos e descobrir as regiões de origem.</p>
<p>O potencial do setor vai além da venda de experiências: 55 % dos enoturistas permanecem pelo menos duas noites na região visitada e três em cada quatro visitas resultam na compra de vinho, com um gasto médio de 164 euros na loja da quinta ou adega. Do valor anual estimado para o enoturismo em Portugal, cerca de 96 milhões de euros correspondem à venda direta de vinho.</p>
<p>A escolha do Alentejo acompanha a valorização da região enquanto destino enoturístico. Em 2026, os 13 municípios do Baixo Alentejo estão associados ao título de Cidade Europeia do Vinho, num ano em que foi também formalizada a candidatura da produção tradicional de Vinho de Talha a Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.</p>
<p>“Existe uma oportunidade muito concreta para os produtores portugueses crescerem através do enoturismo e dos mercados internacionais”, afirma o responsável pela organização, Bruno Gomes. O objetivo, acrescenta a também responsável pela iniciativa Susanna Tocca, é proporcionar aos compradores um contacto direto com os produtores e os territórios, para que possam integrar estas experiências nas propostas turísticas destinadas aos seus clientes.</p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
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		<title>A Grandes Escolhas &#124; Vinhos &#038; Sabores está de volta a Lisboa</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-grandes-escolhas-vinhos-sabores-esta-de-volta-a-lisboa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Oct 2026 11:16:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A edição deste ano conta com o Alentejo como região em destaque, que participa em parceria com a Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA). Sob o mote “Um Alentejano cai sempre bem”, os chefs vão apresentar pratos de autor harmonizados com vinhos locais. Desta forma, pretende-se criar momentos de descoberta para todos os amantes de gastronomia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A edição deste ano conta com o Alentejo como região em destaque, que participa em parceria com a Comissão Vitivinícola Regional Alentejana (CVRA). Sob o mote “Um Alentejano cai sempre bem”, os chefs vão apresentar pratos de autor harmonizados com vinhos locais. Desta forma, pretende-se criar momentos de descoberta para todos os amantes de gastronomia e vinho.</p>
<p>Paralelamente a esta ação, o programa de Provas Especiais propõe uma viagem por diferentes origens, castas e estilos. Com duração de uma hora, as provas comentadas permitem conhecer vinhos raros e colheitas históricas.</p>
<p>No dia 17 de outubro, “JUSTINO&#8217;S – Uma viagem no tempo” vai dar a conhecer vinhos da Madeira que revelam a “longevidade, a complexidade e a identidade” desta casa histórica da ilha. Segue-se “Arinto de Bucelas, a tradição de um grande branco”, dedicada à ligação entre a casta e o território. Já em “Poeira: 25 anos a fazer o Douro à sua maneira”, Jorge Moreira revisita um quarto de século do projeto através de diferentes vindimas, acompanhando a sua evolução.</p>
<p>No mesmo dia, “O mundo da Penfolds” convida a descobrir o universo de uma das casas de vinho mais emblemáticas da Austrália. “Dão, o tesouro das castas esquecidas” apresenta vinhos raros e singulares produzidos a partir de variedades pouco conhecidas da região. Já “Tapada de Coelheiros: uma década de uma nova era”, percorre dez vindimas de Alberto Weisser à frente do projeto, numa prova vertical. Além disso, serão anunciados os resultados dos Prémios Escolha da Imprensa, uma iniciativa que reúne profissionais de diferentes meios de comunicação para provar e distinguir uma seleção representativa dos vinhos nacionais.</p>
<p>No dia seguinte, “Henriques &amp; Henriques, a arte de fazer Madeira” explora a passagem do tempo através de uma seleção de vinhos desta casa madeirense. Por sua vez, “Monção e Melgaço, a casta e o território” mostra como o vale do Minho, a casta Alvarinho e o trabalho dos produtores se conjugam em vinhos “intensos, vibrantes e longevos”. Em “Grandes tintos de 2016”, a habitual prova de vinhos com dez anos dá a conhecer o carácter desta vindima através de referências de diferentes regiões, de Norte a Sul.</p>
<p>O programa inclui ainda “Vinhos de Talha: o Alentejo antes do vinho moderno”, que parte do legado ancestral para explorar novas interpretações e o interesse renovado por esta forma de vinificação. Segue-se “Terroirs da Califórnia”, uma descoberta de castas, territórios e estilos que evidencia as diferenças entre regiões e a forma como os produtores interpretam cada lugar. Por fim, “Vinhos da Terceira:  Atlântico como aliado” revela a influência do oceano e dos solos de basalto vulcânico nos vinhos, produzidos a partir de castas autóctones com raízes no século XV.</p>
<p>Outra das novidades é a aposta na criação de oportunidades para o setor. Para tal, haverá um Business Lounge que será o espaço dedicado a reuniões entre produtores portugueses e potenciais parceiros comerciais, promovendo contactos e a aproximação a novos mercados.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>E os vencedores dos APPM Marketing Awards são…</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/e-os-vencedores-dos-appm-marketing-awards-sao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 20:32:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A McDonald’s foi uma das grandes vencedoras da noite, ao conquistar o Grande Prémio e o título de Marca do Ano. Já o Grande Prémio Solidário, foi atribuído à APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, pelo seu contributo na área da responsabilidade social. Nos prémios individuais, a diretora de Marketing do Lidl, Filipa [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A McDonald’s foi uma das grandes vencedoras da noite, ao conquistar o Grande Prémio e o título de Marca do Ano. Já o Grande Prémio Solidário, foi atribuído à APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, pelo seu contributo na área da responsabilidade social.</p>
<p>Nos prémios individuais, a diretora de Marketing do Lidl, Filipa Afonso, foi distinguida como Marketer do Ano, numa escolha dos seus pares. Com esta distinção, passa também a ser candidata ao prémio European Marketer of the Year, promovido pela European Marketing Confederation (EMC).</p>
<p>O prémio Marketer Revelação do Ano foi atribuído à diretora de Marketing B2C da Sonae Sierra, Diana Teixeira Pinto, que viu reconhecido o seu percurso e contributo para o desenvolvimento do setor.</p>
<p>Um dos momentos de destaque da gala foi a entrega do Prémio Carreira APPM 2026 a José Fortunato, administrador da MC, responsável pelos pelouros de Cliente e Operações, e presidente da Missão Continente. A distinção reconhece o seu percurso profissional e o contributo que tem dado ao Marketing em Portugal.</p>
<p>Na distinção das Agências do Ano, a BBDO/TBWA conquistou o prémio de Agência de Publicidade do Ano, enquanto a OMD foi eleita Agência de Meios do Ano. A LPM recebeu o prémio de Agência de Comunicação &amp; RP do Ano, a Desafio Global foi distinguida como Agência de Eventos do Ano e a SAMY conquistou o título de Agência de Influencers do Ano.</p>
<p>Na área da inovação, a Vigor conquistou o Prémio Inovação, enquanto o Continente recebeu o Prémio Martech, uma das novidades desta edição, que reforça a importância crescente da tecnologia nas estratégias de Marketing.</p>
<p>Ao longo da cerimónia foram ainda entregues dezenas de troféus de Ouro, Prata e Bronze, nas diferentes categorias a concurso, que abrangem áreas como: Marketing, Advertising, Inovação, Media, Data, Comunicação e Relações Públicas, Eventos e Ativação de Marca, Influencer Marketing, Sustentabilidade e Martech.</p>
<p>Os vencedores foram escolhidos por um júri independente, constituído por 20 profissionais de referência do setor, sob a presidência de Sérgio Leal.</p>
<p>Para o presidente dos APPM Marketing Awards, esta edição voltou a demonstrar a qualidade e a relevância do trabalho desenvolvido pelas marcas e pelos profissionais de Marketing em Portugal. &#8220;O que procuramos reconhecer nestes prémios não são apenas boas campanhas ou ideias criativas. São estratégias que fazem a diferença, que apresentam resultados e que mostram o verdadeiro valor do Marketing para as organizações e para a sociedade”, explica.</p>
<p>Sérgio Leal acrescenta que esta edição trouxe projetos muito distintos, mas com algo em comum: a capacidade de responder a desafios reais com visão, criatividade e eficácia. “É esse trabalho que queremos valorizar e dar a conhecer, porque reconhecer os melhores é também uma forma de desafiar todo o setor a evoluir”, afirma.</p>
<p>Os profissionais distinguidos com prémios individuais recebem ainda a Certificação Profissional de Marketing (CPM) da APPM, que reconhece as suas competências e o seu percurso profissional.</p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/e-os-vencedores-dos-appm-marketing-awards-sao/">E os vencedores dos APPM Marketing Awards são…</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>O Super Bock em Stock regressa com a Ritmos e edição especial de entrada livre</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-super-bock-em-stock-regressa-com-a-ritmos-e-edicao-especial-de-entrada-livre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 11:04:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ao fim de um interregno de três anos, o Super Bock em Stock regressa com uma nova promotora, a Ritmos, e uma maior diversidade de programação. A edição especial de comemoração celebra a música e a sua capacidade de aproximar pessoas, algo que está na génese do Super Bock Group, que está ligado à música [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Ao fim de um interregno de três anos, o Super Bock em Stock regressa com uma nova promotora, a Ritmos, e uma maior diversidade de programação. A edição especial de comemoração celebra a música e a sua capacidade de aproximar pessoas, algo que está na génese do Super Bock Group, que está ligado à música há cerca de 30 anos, e da Ritmos.</p>
<p>O cartaz junta diferentes universos musicais. Os britânicos The Jesus and Mary Chain trazem ao Coliseu dos Recreios o seu percurso no rock alternativo, enquanto Jalen N’Gonda representa uma abordagem contemporânea à soul. Os Linda Martini, banda portuguesa de rock com influências de post-rock e punk, assinalam duas décadas de “Olhos de Mongol”, álbum de destaque na discografia da banda portuguesa. A programação inclui ainda a participação de Nuno Lopes, RABBIT e Xtrarradio DJ, completando um alinhamento que cruza diferentes propostas artísticas numa edição concentrada num só dia no Coliseu dos Recreios, em Lisboa.</p>
<p>A entrada no Super Bock em Stock é livre, mediante inscrição em <a href="http://superbockemstock.pt/">superbockemstock.pt</a>, a partir das 14 horas de hoje. Após o registo, cada participante receberá um código que permitirá resgatar até dois bilhetes.</p>
<p>“Numa altura em que a marca celebra o valor dos encontros e das experiências partilhadas, faz-nos todo o sentido assinalar este regresso com uma edição de entrada livre e pensada para viver a música entre amigos”, afirma o diretor de Marketing Cervejas e Patrocínios do Super Bock Group, Bruno Albuquerque.</p>
<p>O diretor da Ritmos acrescenta que a ligação da Ritmos ao Super Bock em Stock representa um “passo importante” no crescimento da promotora e uma oportunidade de contribuir para o futuro de um festival com uma “identidade muito própria no panorama musical nacional”. “Em 2027, com o regresso ao formato habitual, queremos continuar a fazer crescer o festival, explorando novas possibilidades de programação, levando a música a espaços únicos de Lisboa e criando outras formas de descobrir e viver a cidade através da música”.</p>
<p><em>Carolina Neves</em></p>
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		<title>iMotion: Criar experiências, ganhar memórias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 09:09:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branded content]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“As pessoas querem consumir conteúdos mais depressa e os eventos de outra forma. Têm muito mais escolha e tornaram-se muito mais seletivas. Por isso, temos de criar conteúdos relevantes, surpreendentes e cada vez mais personalizados, ou pelo menos que sejam percecionados como tal e que as pessoas tenham vontade de partilhar”, começa por explicar a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>“As pessoas querem consumir conteúdos mais depressa e os eventos de outra forma. Têm muito mais escolha e tornaram-se muito mais seletivas. Por isso, temos de criar conteúdos relevantes, surpreendentes e cada vez mais personalizados, ou pelo menos que sejam percecionados como tal e que as pessoas tenham vontade de partilhar”, começa por explicar a Partner da iMotion Events.</p>
<p>Esta mudança de paradigma obriga também a repensar os conteúdos dos eventos. “Se estamos a falar de ciência, por exemplo, não temos de ter apenas cientistas, médicos ou especialistas a falar para uma audiência. Podemos cruzar mundos e trazer outras perspetivas que tornem temas complexos mais próximos e interessantes”, justifica Angelina Castel-Branco.</p>
<p>Um exemplo recente foi o GIMM FEST, que a iMotion Events produziu para a Funda­ção GIMM (Gulbenkian Institute for Molecular Medicine), cujo tema eram os micróbios. “Algo complexo, mas que foi trabalhado de forma transversal. Tivemos cientistas e especialistas, mas também Fábio Porchat e Ana Markl a falar sobre como o humor pode ajudar a combater a desinformação, e o chef Alexandre Silva num painel sobre se os micróbios podem tornar a comida mais deliciosa. Já não basta termos um conteúdo importante. Temos de o tornar rele­vante para quem está do outro lado”, defende.</p>
<p><b>Os pilares da relevância</b></p>
<p>Personalização, diferenciação e envolvimento são os pilares fundamentais quando se pen­sa num evento. Com convidados muito mais exigentes, Angelina Castel-Branco diz que os mesmos esperam alguma personalização. E, acima de tudo, querem sentir que fazem parte da experiência.</p>
<p>“Mas não precisamos de estar sempre a inventar a roda. Às vezes, a diferença está em criar gatilhos sensoriais que provoquem uma emoção ou uma memória – um cheiro, uma textura, uma mudança inesperada de ambien­te”, aponta, antes de contar um caso real.</p>
<p>Num evento produzido pela iMotion Events, os convidados passaram um dia num auditório, com um ecrã gigante a 180º para os envolver. Quando saíram, as bancadas e cadeiras foram retiradas; e foi criado um lago artificial, e colocadas mesas de jantar dife­rentes, plantas vivas e musgo para se tocar e sentir o cheiro.</p>
<p>“Quando regressaram, já quase não reco­nheceram o espaço. Entraram a filmar, a fo­tografar e, depois, viveram o momento. Num mundo onde disputamos constantemente a atenção, uma marca torna-se relevante quando consegue transformar um momento numa memória”, sublinha a Partner da iMotion Events.</p>
<p><b>Em busca da memória</b></p>
<p>Para Angelina Castel-Branco, a comunicação demasiado unidirecional perdeu eficácia. Também deixou de ser suficiente criar uma campanha bonita, um evento visualmente impactante ou ter uma celebridade associado à marca, se tudo isso não tiver uma razão clara para existir.</p>
<p>Comunicar por comunicar, segundo a responsável da iMotion Events, deixou de funcionar, assim como fazer porque está no calendário, criar um evento porque sempre se fez, seguir uma tendência porque toda a gente está a seguir ou usar tecnologia apenas porque é nova. Hoje, já não estamos apenas a competir com outras marcas ou outros eventos. Estamos a competir com tudo o que está no telemóvel de cada pessoa naquele momento.</p>
<p>“No setor dos eventos, storytelling já não significa simplesmente contar uma história. Significa construir uma experiência em que as pessoas entram nessa história e fazem parte dela. É aqui que os eventos têm hoje uma força enorme”, frisa.</p>
<p>Num mundo cada vez mais digital, automatizado e mediado por algoritmos, o evento continua a proporcionar algo que não pode ser totalmente replicado: a experiência humana, presencial e partilhada. “Este ano, já ganhámos cinco prémios com o evento de Natal da Deloitte: dois ouros, duas pratas e um bronze. E acreditamos que todo o storytelling, o envolvimento com a audiência e a tecnologia foram os fatores para estarmos na linha da frente”, partilha Angelina Castel-Branco.</p>
<p>Quando a iMotion Events começa a desenvolver um evento, a primeira pergunta é: “O que queremos que as pessoas sintam, pensem, façam e levem consigo quando saírem daqui?”. Um evento, prossegue a porta-voz, pode começar muito antes de as portas abrirem e continuar muito depois de as pessoas saírem. Pode gerar conteúdo, conversa, participação, comunidade e memória.</p>
<p>“E há aqui uma palavra fundamental: memória. Porque, no final, podemos ter o maior ecrã, o cenário mais impressionante ou a tecnologia mais recente. Mas se ninguém se lembrar do que sentiu, do que percebeu sobre aquele evento ou do que contou a alguém no dia seguinte, provavelmente falhámos alguma coisa.”</p>
<p><b>Curiosidade leva a criatividade</b></p>
<p>A tecnologia e a inteligência artificial estão a “acelerar demasiado” processos e a mudar a forma de criar. “Criou-se a ideia de que, por termos mais ferramentas, precisamos de menos tempo para pensar. E isso é completamente falso”, afirma Angelina Castel-Branco.</p>
<p>“Na iMotion Events, queremos usar a tecnologia para acelerar processos, para acelerar o pensamento. Mas continuamos a precisar de tempo para pesquisar, observar e procurar inspiração”, conta, defendendo que a “criatividade também nasce desta curiosidade permanente”. O maior risco da IA é convencer-nos de que a primeira resposta já é suficientemente boa. É essa a luta que temos em mãos.</p>
<p>A tecnologia pode ajudar-nos a chegar mais depressa a uma resposta, advoga Angelina Castel-Branco, “não pode é substituir a curiosidade, o pensamento, a sensibilidade e a capacidade de surpreender. E nos eventos a diferença é essa, entre produzir uma imagem bonita e criar uma experiência que alguém vai realmente recordar”.</p>
<p><b>O desafio de saber escolher</b></p>
<p>O maior desafio do Marketing vai estar na capacidade de escolher. “O que é relevante, o que acrescenta valor e onde vale a pena investir tempo, recursos e atenção. Nem tudo faz sentido para todas as marcas”, perspetiva.</p>
<p>Além de envolver custos, a tecnologia ajuda na rapidez de execução, mas a produção, as pessoas e o acompanhamento dos eventos são essenciais e indispensáveis. “Quanto mais tecnologia temos, mais importante se torna a componente humana e a interação entre as pessoas. Estive numa conferência internacional e um dos temas mais falado foi a necessidade de desligar, desconectar e continuarmos a trabalhar o nosso cérebro: ‘Soft skills are the hardest skills’.”</p>
<p>De acordo com Angelina Castel-Branco, a inteligência emocional, as conexões e o pensamento criativo são fundamentais. “E talvez seja também por isso que os eventos estão a ganhar outra dimensão e outra importância. Num mundo onde tudo disputa a nossa atenção, o desafio é saber onde vale a pena estar e conseguir criar algo que fique. E volto a um ponto que, para mim, é fundamental: a memória. No final, o que fica na memória é o que dá verdadeiro valor à experiência”, conclui a Partner da iMotion Events.</p>
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		<title>Marc Pinto leva Portugal a concurso mundial de sommeliers</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/marc-pinto-leva-portugal-a-concurso-mundial-de-sommeliers/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 09:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[entre copos]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
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		<category><![CDATA[vinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para Marc Pinto, representar o País é “uma enorme responsabilidade e, simultaneamente, um privilégio”. “É também muito especial poder fazê-lo enquanto sommelier do Fifty Seconds, uma casa onde tenho a oportunidade de trabalhar diariamente com uma equipa que partilha uma verdadeira cultura de excelência e onde o vinho ocupa um lugar muito importante na experiência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para Marc Pinto, representar o País é “uma enorme responsabilidade e, simultaneamente, um privilégio”. “É também muito especial poder fazê-lo enquanto sommelier do Fifty Seconds, uma casa onde tenho a oportunidade de trabalhar diariamente com uma equipa que partilha uma verdadeira cultura de excelência e onde o vinho ocupa um lugar muito importante na experiência gastronómica”, acrescenta.</p>
<p>A competição, organizada pela Association de la Sommellerie Internationale, em parceria com a Associação dos Escanções de Portugal vai reunir profissionais provenientes de mais de 70 países.</p>
<p>Os participantes serão submetidos a um conjunto de provas que avaliam conhecimentos e competências fundamentais da profissão de sommelier. Estas incluem a degustação e identificação de vinhos à harmonização, serviço, conhecimento de bebidas e capacidade de resposta perante diferentes situações profissionais.</p>
<p>Para o restaurante situado no topo da MYRIAD by SANA Hotels, a participação do português neste evento representa uma oportunidade de reforçar a sua posição enquanto restaurante comprometido com a “excelência gastronómica” e com a valorização dos profissionais que contribuem diariamente para construir uma “experiência diferenciadora”. “A presença de um dos seus sommeliers na competição mundial traduz, assim, não apenas um reconhecimento individual, mas também o resultado de um ambiente profissional que promove o conhecimento, a paixão pelo vinho e a procura contínua pela excelência”, conclui.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
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		<title>O Prémio Marketer Revelação do Ano 2026 já tem finalistas</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-premio-marketer-revelacao-do-ano-2026-ja-tem-finalistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 11:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[prémio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na terceira edição desta categoria, os finalistas são: a Head of Marketing &#38; Communication do ISAG, Carla Silva; Cláudia Aguilar Ferrão, da estratégia e direção criativa da Pine, roots for brands; a diretora de Marketing B2C da Sonae Sierra, Diana Teixeira Pinto; a Head of Marketing Operations &#38; Strategy da B-Parts, Liliana Azevedo; e o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na terceira edição desta categoria, os finalistas são: a Head of Marketing &amp; Communication do ISAG, Carla Silva; Cláudia Aguilar Ferrão, da estratégia e direção criativa da Pine, roots for brands; a diretora de Marketing B2C da Sonae Sierra, Diana Teixeira Pinto; a Head of Marketing Operations &amp; Strategy da B-Parts, Liliana Azevedo; e o Head of Operations &amp; Customer Success da Elife Portugal, William Ferreira.</p>
<p>Para o presidente dos APPM Marketing Awards, esta distinção tem também a responsabilidade de chamar a atenção para quem começa a construir hoje o futuro da profissão. “Reconhecê-los nesta fase do percurso é dizer-lhes que o trabalho que estão a fazer conta e, ao mesmo tempo, mostrar ao setor novos nomes e novas formas de pensar o Marketing”, afirma Sérgio Leal.</p>
<p>O vencedor será conhecido no dia 15 de outubro, durante a gala que terá lugar na Quinta da Pimenteira, em Lisboa.</p>
<p>O evento vai galardoar ainda os melhores trabalhos e profissionais desta edição, com a atribuição dos prémios pelas categorias: Grandes Prémios, Marca do Ano, Agências do Ano, Marketer do Ano e Prémio Carreira. Uma das novidades deste ano é a atribuição do Prémio Martech.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/o-premio-marketer-revelacao-do-ano-2026-ja-tem-finalistas/">O Prémio Marketer Revelação do Ano 2026 já tem finalistas</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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		<title>A Wells recebe a Flavy com criatividade da Mustard</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-wells-recebe-a-flavy-com-a-criativdade-da-mustard/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 10:14:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[agência]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[evento]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[lançamento]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[parceria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova marca de lip balms de Karla Felmanas chega a Portugal, com um evento que se realiza hoje, 6 de outubro, no Selllva, no LX Factory, em Lisboa. Pensado como “um verdadeiro date entre besties”, os participantes serão convidados a participar em diferentes experiências e ativações, cada uma inspirada num dos cinco sabores Flavy. [&#8230;]</p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/a-wells-recebe-a-flavy-com-a-criativdade-da-mustard/">A Wells recebe a Flavy com criatividade da Mustard</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova marca de lip balms de Karla Felmanas chega a Portugal, com um evento que se realiza hoje, 6 de outubro, no Selllva, no LX Factory, em Lisboa. Pensado como “um verdadeiro date entre besties”, os participantes serão convidados a participar em diferentes experiências e ativações, cada uma inspirada num dos cinco sabores Flavy. Ao longo do percurso, o objetivo é descobrir e colecionar os cinco lip balms.</p>
<p>A fundadora vai marcar presença no lançamento e vai partilhar a história por detrás da Flavy, bem como a entrada da insígnia no País e esta nova etapa.</p>
<p>Já no dia 7, a marca chega à Wells Garret, em Lisboa, com um segundo momento, desta vez aberto ao público. Nesta loja, os clientes poderão conhecer de perto a novidade, participar em ativações e encontrar Karla Felmanas num Meet the Founder. No dia seguinte, a marca ruma até ao Norte. O GaiaShopping recebe a ativação da marca, das 17 às 20 horas, com direito a um Meet the Founder com Karla Felmanas.</p>
<p>Da escolha do espaço à construção de cada experiência, o evento foi pensado para transformar a chegada da marca num momento de descoberta, partilha e diversão, com um objetivo muito claro: “apresentar às portuguesas a sua nova bestie”.</p>
<p><em>Simão Raposo</em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/a-wells-recebe-a-flavy-com-a-criativdade-da-mustard/">A Wells recebe a Flavy com criatividade da Mustard</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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