Segundo os dados conseguidos pela Assembleia Geral da EBU, em Montenegro, nos últimos dez anos foram mortos 787 jornalistas e técnicos de media em campo, incluindo diversos membros das emissoras pertencentes à União Europeia de Radiodifusão. Só em 2015, morreram 67 em todo o mundo.
A RSF está assim a liderar uma coligação entre órgãos de media, ONG, jornalistas e figuras públicas proeminentes, para a nomeação de um representante especial nas Nações Unidas. “A liberdade dos media é o valor central da EBU, mas essa liberdade não pode ser garantida se os jornalistas não conseguirem trabalhar sem o risco de ameaças e ataques físicos”, comenta o presidente da EBU, Jean-Paul Philippot.
O apoio à campanha da RSF é a mais recente medida da EBU para tentar garantir a segurança dos jornalistas em campo. Aos membros é oferecida uma variedade de ferramentas incluindo treino dedicado, apps como a ZeroRisk, a criação de zonas seguras e oportunidades de networking entre os membros das emissoras.

