A transformação digital corresponde à capacidade que as empresas terão de ter para garantir a transparência e veiculação de mensagens através dos novos canais e formatos digitais. Já a personalização de conteúdos diz respeito à adaptação das mensagens, para que estas correspondam aos interesses pessoais dos consumidores.
A Llorente & Cuenca define ainda a importância da internet das coisas na comunicação, já que permitirá que os consumidores deem feedback direto dos produtos, porque serão esses próprios produtos a fornecer a informação às marcas. Quanto à neurocomunicação, o estudo ressalva que este conceito deixou de ser exclusivo do marketing, procurando agora investigar a forma como o consumidor pensa e se comporta com vista a desenvolver ações mais eficazes.
Sobre a era do efémero, outra das tendências apontadas, o estudo destaca o sucesso de aplicações como o Snapchat, sobretudo junto dos millennials, e de forma pode ser uma ferramenta útil para as marcas. Igualmente importante é a criação de experiências de realidade virtual, a sexta tendência para 2016.
Refere a consultora que os CEO das empresas deverão este ano assumir um papel mais ativo na criação das histórias que a marca quer contar (storytelling). As restantes tendências verificadas são a definição de microterritórios ou nichos para construir uma narrativa de proximidade com as comunidades, o investimento em brand entertainment (como a FOX) e ainda privilegiar as relações pessoais em detrimento das redes sociais.

