As redes sociais geraram novos canais de comunicação, nos quais as empresas tiveram que aprender a comunicar. Assim, neste guia, a agência apresenta um conjunto de comportamentos que permitem às empresas atingirem objetivos, através das redes sociais.
No Facebook, segundo a agência, 2015 será o ano em que o vídeo ganha maior destaque, com a reprodução automática a aumentar visualizações de conteúdo. Nesta rede os conselhos vão para um uso consciente da marca; variedade na criatividade de anúncios; a otimização da cobertura de conteúdo mais relevante; a aposta em conteúdos originais e textos curtos.
Com a redução da cobertura orgânica dos posts do Facebook, as empresas devem considerar alternativas para ter uma presença social media com menor dependência de conteúdos pagos.
O Twitter é, assim, adequado para marcas que pretendem analisar informação para melhoria de produtos e serviços. Nesta rede, as empresas devem usar a pesquisa; desenvolver reputação; agendar publicação de conteúdos; criar conteúdos para os fãs interagirem; e, por fim, pensar antes de “tweetar”.
Quanto ao Instagram, este mostra-se eficaz a gerar notoriedade de marca ou produtos, mudar ou reforçar perceções e criar associações a eventos ou tópicos. No entanto, a impossibilidade de ter links torna-a menos eficiente na criação de conversa. E, apesar de ainda não confirmado para Portugal, os anúncios nesta rede serão também uma das hipóteses a explorar pelas marcas.
No Google+ a vantagem está na integração com outros serviços, como o YouTube. Já no Linkedin, as marcas encontram uma forma de chegar a uma audiência especializa, em particular para B2B. No Tumblr, o conteúdo publicado atinge uma maior longevidade, graças à funcionalidade de reblog; e, por fim, o Pintertest, com uma audiência maioritariamente feminina, tem vindo a influenciar no processo de compra, com os consumidores a optarem por sugestões encontradas nesta rede.

