Explica Fernando Moura que decidiu tomar esta medida para permitir que todas as empresas e instituições possam comunicar os seus produtos ou serviços em todo mundo, mesmo que não disponham de meios financeiros.
“Não queremos que a falta de dinheiro seja motivo ou desculpa para as empresas locais ou nacionais não comunicarem com os nossos 100.000 leitores”, acrescenta.
Em troca do anúncio, o diário aceita tudo, seja um bem de primeira necessidade ou um produto de luxo. Só impõe uma condição: não aceita mais do que um anunciante por área de atividade, para que o investidor possa obter mais retorno da sua campanha, ao mesmo tempo que se destaca dos seus concorrentes.

