Pedro Norton considerou que nos últimos anos os grupos privados de media têm feitos sucessivos ajustamentos nas suas estruturas e por isso têm de reclamar ao Estado “que não lhes compliquem a vida”. O CEO do grupo que detém, entre outros títulos, o semanário Expresso, criticou o contrato de concessão da RTP que está em discussão pública e a possibilidade de a estação pública aumentar o número de canais.
O mesmo responsável considerou que a indústria de media tem vivido, nos últimos anos, num estado de cataclismo mas “há mudanças estruturais que não vão desaparecer”. O grupo Impresa quer afirmar-se como “produtor e agregador de conteúdos”, focado na “eficiência organizacional” e tendo como principais “centralidades o cliente e a tecnologia”.
Pedro Norton define a Impresa como um grupo com “marcas que servem comunidade de audiências e que têm de ser servidas da forma que elas entenderem e nas plataformas que quiserem”. O cliente final “tem cada vez mais poder”, afirmou.
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