A pesquisa, em língua inglesa, elenca opiniões como “as mulheres devem ficar em casa”, “as mulheres devem ser escravas”, “as mulheres não devem ter direitos”, “as mulheres não são de confiança”, “as mulheres precisam de ser colocadas no seu lugar”.
Estas frases são encontradas graças ao recurso do Google que completa as expressões a pesquisar dando várias sugestões.
O que a agência fez foi usar imagens de mulheres de várias culturas, colocando as sugestões de pesquisa sobre a boca de cada uma delas, em jeito de censura.
Cada anúncio encerra com uma mensagem oposta, em nome dos direitos das mulheres, como “as mulheres não deveriam continuar a sofrer com a discriminação”, “as mulheres têm de ser vistas como iguais” ou “as mulheres devem ter o direito de tomar as suas próprias decisões”.


