Mas, “não chorem”, escreve-se no jornal. Porque esta não é a primeira vez que o nome muda desde os primeiros tempos como Paris Herald. E, “se a genealogia de um jornal está refletida no seu nome, o DNA de um grande jornal define-se pela evolução da interação complexa e íntima entre o leitor e o editor, o proprietário e a tecnologia”.
No artigo que anuncia o rebranding, também se dá conta das diversas designações que o jornal adquiriu ao longo do tempo. Até chegar a The International New York Times.

