O designer fez uso da representação de um objeto banal, frágil e onde se evidenciam marcas da ação do tempo, que, quando isolado do seu contexto, se assemelha a um achado arqueológico.
A partir deste modelo idealizado (um molde, um negativo), multiplicam-se fragmentos, estilhaços, secções parciais, que nunca o totalizam, evocando a fragmentação e pluralidade do olhar sobre o real.
A imagem da edição de 2012 do festival também foi criada por Pedro Nora, tendo sido nomeada para o concurso internacional Designs of the Year 2013, realizado pelo Design Museum de Londres, na categoria de design gráfico.
Fonte: DOC Lisboa

