“Lembrando a forma mais antiga de ativismo na Amnistia, a escrita de cartas”, esta campanha pretende – diz, na sua página na internet – aumentar a visibilidade do trabalho da organização e envolver um número cada vez maior de pessoas nas petições. É que – justifica – a assinatura das petições continua a ser uma das formas mais eficazes de combater as violações dos direitos humanos que acontecem um pouco por todo mundo.
Assim, a campanha tem o apoio de um website, cuja principal função é gerar um “Banco de Assinaturas”. Após o registo neste website, os interessados dão o seu nome à liberdade e começam a receber regularmente a informação de casos de pessoas cujos direitos humanos estão a ser violados. As suas assinaturas passam a constar de forma automática em cada uma das petições, bastando apenas que confirmem que a desejam assinar.
Fonte: Aministia

