Segundo o jornal, o Twitter vai também ser usado para evitar o “contágio” de notícias que não são favoráveis ao governo e antes que elas ganhem relevância. O objetivo dos exclusivos é cair nas “boas graças” dos jornalistas, que estão muitas vezes sob pressão para dar as notícias primeiros do que a concorrência.
Mas o The Guardian refere que esta solução pode também irritar aqueles jornalistas que acreditam que as notícias sobre o Governo devem ser dadas no Parlamento.
A nova estratégia de Downing Street, o gabinete oficial do primeiro-ministro britânico, está a ser liderada por Craig Oliver, o diretor de comunicação de Cameron, que, quando assumiu o cargo, em janeiro de 2011, insistiu em ter no seu gabinete um monitor com o Twitter.
O jornal, citando colegas de Craig, diz que este compara as redes sociais ao fogo: uma “arma” útil nas mãos certas, mas terrivelmente destruidora quando é mal usada.
Fonte: The Guardian

