Em entrevista ao Briefing no dia em que o projecto foi apresentado ao mercado, Bernardo Simões afirma que a plataforma “irá apresentar vários formatos inovadores de comercialização de espaço publicitário, como as promoções, as oportunidades last minute e os leilões”. Daqui a um ano quer estar nos mercados do Brasil e de Espanha.
Bernardo Simões, de 39 anos, é licenciado em Comunicação Empresarial pelo ISCEM. Iniciou o seu percurso profissional em 1996, na Lusomundo, onde exerceu, durante um ano, funções de product manager. Passou também pelo Jornal de Negócios, grupo Brisa, PT, Sonaecom e Fnac, onde foi director da Fnac.pt.
Briefing | Como é que a MediaBooking vai “mexer” com o mercado?
Bernardo Simões | A MediaBooking é, ao nível mundial, a primeira loja online de venda de espaço publicitário. Isto significa que pode revolucionar o paradigma de venda de publicidade praticado até aqui. A partir de agora, qualquer marketeer pode, ele próprio, sem intermédio de terceiros, comprar e desenhar a sua própria campanha. Como consequência direta do aparecimento deste novo canal, esperamos assistir a um alargamento do mercado publicitário e ao despontar de novos anunciantes.
Briefing | Que conceitos e práticas inovadoras é que vai apresentar?
BS | Para além de a MediaBooking ser em si mesma uma plataforma pioneira e revolucionária, irá apresentar vários formatos inovadores de comercialização de espaço publicitário, como as promoções, as oportunidades last minute e os leilões. Paralelamente disponibilizará um serviço de ‘Media on Demand’, que tem como finalidade o desenvolvimento de estratégias, bem como o planeamento de meios e sua respetiva orçamentação.
Briefing | A crise não o intimida?
BS | A crise é também um sinal de oportunidade. Há grandes projetos que nascem em plena crise. Acreditamos que a MediaBooking é um projeto vencedor e que ajudará o mercado a fazer mais e melhor publicidade.
Briefing | Onde é que espera estar daqui a um ano?
BS | Daqui a um ano, a MediaBooking conta estar presente em, pelo menos, dois mercados externos: Brasil e Espanha.
Fonte: Briefing

